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Você se importa com o destino da humanidade e do planeta?

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Você se importa com o destino da humanidade e do planeta? Um número cada vez mais expressivo de pessoas não só tem respondido sim a essa pergunta como tem colocado a mão na massa em prol dos interesses coletivos. Essa revolução, baseada na conversão de ideais em ações concretas, foi documentada pela cineasta carioca, radicada em São Paulo, Mara Mourão. Ela lançou recentemente o longa-metragem Quem Se Importa, filmado em sete países: Brasil, Peru, Estados Unidos, Canadá, Tanzânia, Suíça e Alemanha. Nessas localidades, Mara registrou o trabalho de 18 empreendedores sociais, figuras que despontaram nas últimas décadas, motivadas pelo desejo de contribuir para a evolução das relações humanas, econômicas e ambientais. “Depois de extensa pesquisa, escolhi os entrevistados, pessoas com ideias inovadoras, de baixo custo e alto impacto social”, fala a diretora.

Esse time inspirador conta com Muhammad Yunus, do Grameen Bank, de Bangladesh, Nobel da Paz em 2009 e inventor da primeira linha de microcrédito no mundo. Outra presença de peso é o visionário Bill Drayton, americano criador do termo “empreendedor social”, fundador e presidente da Ashoka, organização internacional pioneira no fomento a empreendedores. Entre os brasileiros, está a médica carioca Vera Cordeiro, idealizadora da Associação Saúde-Criança Renascer, criada em 1991 para assistir crianças e adolescentes reincidentes em internações devido ao estado de miséria em que vivem e do qual não conseguem sair.

O entusiasmo suscitado pelo filme se alastrou pelas redes sociais, mostrando que o movimento tem grande potencial de mobilização. É possível comprar o DVD do filme (R$ 40) ou a licença para download por meio do site. Segundo Mara, as ideias contidas no documentário precisam circular. Afinal, é por intermédio do”contágio” homem a homem que se muda o mundo.

Assista ao trailer e compartilhe essa ideia!

“Somos criadores, nós criamos nossas próprias vidas, nós criamos nosso próprio mundo. Mas antes de criarmos nosso próprio mundo, devemos imaginar que tipo de mundo queremos. E depois começar a criá-lo.”

Com informações da Revista Bons Fluídos

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