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Setembro Amarelo e o uso excessivo das redes sociais

A linha tênue entre o uso saudável das redes para comunicação e a intoxicação pela comparação e ansiedade

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Iniciada em 2015, a campanha do Setembro Amarelo nos ajuda e fornece visibilidade a um assunto que deixou de ser um tabu: o suicídio. Mas agora, em plena pandemia, com o aumento dos casos, essa campanha cresceu em força e reconhecimento.

O que leva o indivíduo ao suicídio não é a vontade de morrer, mas o anseio para fugir da dor. A busca pela paz que não é encontrada em nenhum lugar. Uma dor maior do que o desejo pela vida e sonhos.

Na era das redes sociais que vivemos o convívio e a comunicação melhoraram muito, mas também perdemos muitas coisas. Muito toque na tela e pouco toque na pele faz com que as pessoas tenham a sensação de estar cercada de pessoas, mas sempre se sentindo vazias.

Um dos fatores mais preocupantes é quando o uso da rede social se torna excessivamente destrutivo. Através do ódio gratuito disseminado ou pela comparação com vidas irreais, pessoas são atingidas por turbilhões de sinais e pensamentos negativos que as levam a questionar a si mesmo e a sua felicidade.

Você já teve a sensação de estar ansioso sem motivo? Às vezes, é apenas o reflexo do conteúdo que você consome diariamente nas redes sociais agindo no seu inconsciente.

Existem muitas formas para alívio dessa sensação de dependência das redes sociais. Estipular metas, usar o celular por menos tempo, ocupar o tempo livre com práticas de meditação, exercícios físicos e, principalmente, buscar ajuda. O apoio profissional nos dá o braço que precisamos para sair do fundo do poço que o dia a dia nos joga.

Para facilitar, o mercado está crescendo em apoio online. O APP Avatar da Saúde (https://avatardasaude.com.br/cuide-se#app_mental) oferece consultas com psicólogos parceiros para auxilio e também estipula metas para ajudar você a manter a mente sã e tranquila.

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2 COMENTÁRIOS

  1. O problema não está nas redes sociais e sim na mentalidade fútil, gananciosa e às vezes sádica de seus usuários, incapazes de entender o outro, até por estar isolados em frente a um computador, sem o contato presencial, indispensável para o bem estar humano.

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