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Roupa de academia por baixo do terno

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Grande parte dos executivos compreendeu que é preciso voltar atrás, no sentido de que a administração do tempo e da saúde deve estar em primeiro lugar.

E eles realmente estão investindo em qualidade de vida e na adoção de práticas mais saudáveis, mesmo quando precisam viajar a trabalho.

Pois está cada vez mais comum profissionais carregarem na mochila roupa de treino para uma rápida corrida ou então, para uma esticada na academia ao final do dia.

Durante as viagens de negócios a situação não é diferente. Esses trajes têm sempre espaço garantido na bagagem, para que  os momentos livres possam ser aproveitados malhando.

Foram entrevistados 17 mil profissionais em mais de 80 países, incluindo o Brasil. Do percentual de profissionais de empresas que participaram da enquete no país, 45% declarou que é inseparável do vestuário apropriado à prática de exercícios físicos. Segundo pesquisa da Regus, soluções para o local de trabalho.

Já em todo o mundo, cerca de 27% confessou carregar roupa de academia ou maiô na bagagem.

Além de cuidar da saúde, esses profissionais revelaram, segundo Guilherme Ribeiro, diretor da Regus no Brasil, como a vida profissional e pessoal tentam coexistir. Já que itens extremamente pessoais como fotos da família ou presentes para os anfitriões também estão sempre presentes nas malas.

Itens comuns e curiosos

Uma parte dos executivos carrega tapete para a prática de ioga e até fotos dos gatos de estimação. Veja o que, segundo a pesquisa, os brasileiros levam nas viagens de negócios :

  • Roupa de banho / Roupa esportiva – 45%
  • Jogos eletrônicos para entretenimento no tempo vago -20%
  • Guia de viagem para eventuais passeios – 17%

E o que está nas malas dos homens de negócio do mundo:

  • Roupa de banho / Roupa esportiva – 27%
  • Fotografia da família – 16%
  • Presente para os anfitriões – 15%

A linha entre os negócios e o prazer pessoal está ficando cada vez mais tênue. Por isso, conforme Ribeiro, mais pessoas optam por levar um pedacinho de suas vidas particulares nas viagens quando estão longe do lar.

O diretor acrescenta que isso também pode acontecer por que um número maior de pessoas trabalha em ambientes flexíveis e gostam de levar algo consigo que acrescente um toque pessoal ao lugar em que estão trabalhando no momento.

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