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Professor 30 horas – Quem paga a diferença?

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Isso é o que contesta e reivindica a rede particular de professores de São Paulo em sua campanha salarial.

Mais do que a preparação das aulas, correção de trabalhos e aplicação de prova, a adoção da prática de redes sociais e sistemas eletrônicos fazem com que os alunos interajam diretamente e o tempo todo com os professores.

Segundo docentes, o tempo dedicado fora da sala de aula que já existia, somado a essa interação digital praticamente dobrou.

Opção, Obrigação ou Tendência?

Afirmar que o uso de tais ferramentas não é obrigatório talvez seja o mesmo que dizer no escritório:

– Olha, eu preciso desse relatório até às 18h, mas não é obrigatório.

Docentes de um colégio ouvido em matéria feita pela Folha de São Paulo dizem que

“as escolas afirmam que não é obrigatório o uso das ferramentas. Mas isso é considerado na hora de definir se o professor ficará no próximo ano.”

Se os professores sofrem e contestam de um lado, alunos vibram e adotam a novidade na pratica escolar. Segundo os jovens auxilia na organização de arquivos para as provas além de não precisarem anotar nada nos cadernos.

Acompanhe no áudio abaixo entrevista do Presidente da Federação dos Professores do Estado de São Paulo e professor da FGV-SP.

“Qual a sua opinião sobre o assunto? A interação corporativa nas redes sociais
extra expediente devem ser remuneradas? Comente.”

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