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Planeja engravidar? Então, preste atenção na prevenção da anencefalia

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As estatísticas mostram que 1 em cada 1.000 bebês nascem no Brasil com defeito do fechamento do tubo neural (DTN) – má formação no feto que pode acarretar em anencefalia ou em espinha bífida.

Consumir ácido fólico somente depois da notícia da gravidez pode não ocorrer em tempo de prevenir eficazmente esses graves problemas de fechamento do tubo neural, alerta a cartilha da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia – FEBRASGO.

Prevenção – a suplementação do ácido fólico, nas quantidades indicadas por várias publicações científicas internacionais e nos períodos ideais, previne em até 75% dos casos a ocorrência de DTN. A recomendação é que a suplementação comece, no mínimo, 30 dias antes da data em que a mulher planeja engravidar e seja mantida pelos três primeiros meses de gestação.

Anencefalia – é um defeito caracterizado pela ausência da calota craniana e da pele que a recobre, sendo que o cérebro fica exposto. Secundariamente pode sofrer degeneração, sendo incompatível com a vida fora do útero.

Ácido Fólico – é uma vitamina do complexo B e atua no processo de multiplicação das células e na formação de proteínas estruturais e da hemoglobina. Sua forma natural, o folato, pode ser encontrada em vegetais de folhas verde escuras, como couve, brócolis e espinafre. No entanto, sua biodisponibilidade é afetada por fatores como modo de preparo do alimento. Por isso, sua forma sintética (ácido fólico) é a alternativa mais eficaz e prática para a mulher nos dias de hoje.

Quais são os fatores de alto risco?

Leia a cartilha AQUI

Gravidez anterior de filho com diagnóstico confirmado de DTN;

Uso de medicamentos anticonvulsivantes;

Diabetes insulinodependente;

Uso de medicamento antagonista de folato (metotrexate, sulfonamidas, etc);

Obesidade ou sobrepeso;

Síndromes de má absorção, como cirurgias de redução de estômago;

Exposição a altas temperaturas no início da gravidez (por exemplo, febre alta);

Baixo nível socioeconômico.

As recomendações da FEBRASGO baseiam-se na revisão de pesquisas publicadas na literatura científica global e considerou pareceres e estudos de especialistas e de sociedades médicas nacionais e internacionais.

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