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O “plim” para o Fundo Verde

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Copenhague avança para o fim e “plim”, uma brilhante ideia surge. Pode parecer ironismo, mas imaginem que foram necessários dias de negociações entre membros de peso de 193 países do mundo todo para chegar a seguinte proposta:

O financiamento para adaptação e cortes de emissões dos gases responsáveis pelo efeito estufa ficará a cargo de… TODOS.

O Plano apontado pelo México e pela Noruega e já aprovado por diversos países, inclusive Brasil, EUA e todos da UE, baseia-se num sistema de uso e contribuição coletiva, dependendo do tamanho da economia de cada país e de todo histórico de seus níveis de emissão.

De forma a equilibrar o orçamento de maneira justa, dois terços do dinheiro pago irá provir dos países em desenvolvimento e o restante dos subdesenvolvidos e em desenvolvimento. O Fundo Verde não funcionará como um meio de doações, mas de compromissos mútuos.

Como funcionará?

Quem emitir carbono pagará por isso como um “direito”. Os recursos acumulados servirão como créditos que serão usados tanto para os países mais pobres se adaptarem às mudanças climáticas como pelos emergentes para cortarem suas emissões.

No entanto, a arrecadação ficaria aquém do necessário, segundo a ONU, para administrar de maneira efetiva as mudanças climáticas.

“O Blog da Saúde aguarda avanços e alternativas para potencializar
o Fundo Verde e assim quem sabe combatermos o aquecimento global!”

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