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Monitoramento dos planos de saúde mostra insuficiência em alguns serviços

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Do total de 42,9 milhões de pessoas que pagam por convênio médico no país, cinco milhões podem ser afetados por insuficiência em laboratórios, consultórios e hospitais o que pode trazer dificuldade em consultas, internações e exames garantidos.

A rede de planos de saúde não consegue atender da forma como deveria a todos os conveniados, segundo estudo da ANS – Agência Nacional de Saúde Suplementar, realizado em 2009.

Foram avaliadas as 35 maiores operadoras do mercado em número de clientes e 71% delas estavam com alguma deficiência média ou grave. O problema nos serviços auxiliares de diagnóstico e terapia, como os laboratórios que fazem exames de imagem, foi o mais comum – presente em 88,5% das operadoras analisadas.

Fausto Pereira dos Santos, ex-diretor presidente da ANS, que deixou o cargo recentemente, afirma que as empresas com problemas estão em processo para se adequar e caso não atendam as exigências, podem levar multa.

O monitoramento dos planos é uma exigência do contrato entre o Ministério da Saúde e a ANS.

Panorama

42,9
milhões têm planos privados de assistência médica hoje no Brasil.

12%
do total atual de usuários têm planos com rede de serviços de saúde com insuficiência grave, segundo a ANS.

100%
das operadoras apresentaram deficiência em pelo menos um dos critérios e 80%, em pelo menos dois.

30%
das pessoas do Sudeste têm planos de saúde.

Fonte: Grupo Estado

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