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Ministério da Saúde lança campanha de atualização da caderneta de vacinação infantil

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vacina_criançaO Ministério da Saúde lançou ontem (15) campanha para atualizar a caderneta de vacinação infantil. A intenção do governo é ampliar a cobertura vacinal, vacinando entre os dias 24 e 30 de agosto crianças menores de 5 anos.

Durante a campanha, serão oferecidas todas as vacinas do calendário básico infantil: BCG, hepatite B, penta, inativada poliomielite (VIP), oral poliomielite (VOP), rotavírus, pneumocócica 10 valente, meningocócica C conjugada, febre amarela, tríplice viral (sarampo, rubéola e caxumba) e DTP (difteria, tétano e coqueluche). O Ministro da saúde, Alexandre Padilha, fez um apelo durante a apresentação da campanha para que os pais levem as crianças aos postos de Vacinação do Sistema único de Saúde (SUS). “O ideal é que não esqueçam da caderneta, mas se não tiver o documento, levem as crianças para que sejam avaliadas pelos profissionais de saúde”, afirmou.

O secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, lembrou da importância de que todo o calendário de vacinação seja concluído. “As crianças, especialmente as menores de cinco anos, só estarão protegidas, de fato, quando completarem todo o esquema de vacinal”. Ele ressaltou que a grande maioria das vacinas no Brasil exige mais de uma dose, acrescida do reforço.  O público nesta faixa etária é de, aproximadamente, 14,4 milhões de crianças.

Padilha explicou ainda que, com a ação, o Ministério da Saúde pretende diminuir o risco de transmissão de doenças que podem ser evitadas. “Hoje, oferecemos ao público infantil vacinas para 18 tipos de doenças, sendo 90% delas são produzidas no Brasil”, destacou.  Ele ressaltou o esforço do governo brasileiro no aumento da base tecnológica para a produção nacional de vacinas.

A campanha prevê também a suplementação da vitamina A para crianças entre 6 meses e 5 anos incompletos, que moram nas regiões Norte e Nordeste e em municípios prioritários do Plano Brasil sem Miséria. O complemento contribui para a redução do risco de morte por diarreia.

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*Com informações do Ministério da Saúde

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