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Menino ou Menina: é possível escolher o sexo do bebê?

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Quem determina o sexo do bebê é o homem. Eles produzem espermatozóides femininos (X) e masculinos (Y), que combinados com o cromossomo da mulher, determinarão se o bebê será menino (XY) ou menina (XX). Enquanto não se sabe qual será o sexo do bebê, o que já é possível na 8ª semana de gravidez, fica aquela expectativa.

Mas, e antes da fecundação? É possível escolhermos qual será o sexo do bebê? Algumas teorias afirmam que é!
O Blog da Saúde selecionou algumas delas e chamou o ginecologista José Bento de Souza para esclarecer algumas dúvidas sobre o assunto. Confira!

1.    É verdade que o espermatozóide que carrega o cromossomo Y é mais rápido e menos resistente que aquele que carrega o X? Dessa maneira, se o ato sexual ocorrer perto do período da ovulação, há mais chances do espermatozóide Y encontrar o óvulo antes e o bebê nascer com o sexo masculino? Já se o  ato sexual ocorrer algum tempo depois da ovulação, há mais chance do espermatozóide X, mais resistente, sobreviver até o período da ovulação e o bebê nascer com o sexo feminino?
Sim, os espermatozóides que carregam o cromossomo Y são os masculinos. Possuem a cabeça menor, são mais rápidos, porém, menos resistentes. Já os espermatozóides com cromossomos X são os femininos. Possuem a cabeça maior, são mais lentos e mais resistentes que os masculinos.

2.    Como saber o dia exato da ovulação?
As mulheres que tem ciclos regulares, podem subtrair 14 do número total de dias de intervalo entre as menstruações, e a partir de então terão esta data aproximada. Outra possibilidade é realizar um teste de ovulação na data provável da ovulação.

3.    A posição, profundidade da penetração, o período do dia e a frequência com que são feitas as relações sexuais influenciam no sexo do bebê?
Existem métodos naturais sem comprovação científica que parecem aumentar em até 80% a chance de se escolher o sexo, seguindo-se estes preceitos todas estas informações são necessárias.

4.    A alimentação e o estilo de vida dos pais alteram em alguma coisa o sexo do futuro bebê?
Parece que segundo a alimentação materna na época da ovulação pode-se ter uma alteração do pH vaginal, e facilitar o sexo masculino ou feminino. No caso das meninas uma alimentação rica em doces e carboidratos parece acidificar o pH da vagina e facilitar a sobrevivência do espermatozóide masculino. Já para se ter um menino deve-se privar a mulher de carboidratos e doces, e fazer uma alimentação mais rica em verduras, legumes e comida salgada, que deixaria o pH da vagina mais básico e facilitaria a ascensão do espermatozóide masculino.

5.    As teses acima são comprovadas cientificamente?
Não, é muito difícil sua comprovação pelo número de variáveis e a dificuldade de se testar cada um destes conceitos.

6.    Os médicos as indicam?
Os médicos podem indicar, deixando claro para o paciente que não é algo comprovado, vale a tentativa.

7. Há outros métodos que podem ajudar na escolha do sexo do bebê?
Sim, com os freqüentes avanços da medicina reprodutiva, hoje é possível escolher o sexo do bebê em laboratório e logo realizar uma fertilização in Vitro (FIV), implantando somente os embriões do sexo determinado, mas além de gerar polêmicas em todo o mundo, o procedimento tem um custo elevado, não sendo acessível à maioria dos casais brasileiros. Além disso, sua principal indicação é aos casais que obrigatoriamente precisam antecipar o sexo do bebê pelo risco de doenças genéticas ligadas ao sexo.

5 COMENTÁRIOS

  1. … Mas a sugestão aqui fica. Não tem bases científicas imediatas, mas merece-nos o respeito que se deve a quem se preocupa com o equilíbrio familiar e com a alegria de ter um lar com meninos e meninas. Talvez até este equilíbrio possa dinamizar uma relação amorosa mais eficaz no que toca ao aumento da natalidade.
    A iniciativa do acto sexual poderá e deverá ser de qualquer um dos elementos do casal. Não fica, e que isto seja bem vincado, não fica nada mal à mulher tomar a iniciativa e definir as condições do acto sexual. Não há igualdade de direitos e obrigações?!… E o homem não tem que ser o “macho” dominante a definir essas “condições”. É algo a dois. E visando a procriação então dir-se-ia que é uma acto a três. Na verdade o que diz a ciência? – Quem determina o sexo do filho é o homem, pois, possui cromossomas diferentes X e Y e a mulher só pode entrar com o X. Mas quem passa de facto o material genético ligado ao sexo do “filho homem” é a mãe através do cromossoma X. Se der XX = filha e XY= filho.
    Ora quando o homem é o que mais se afirma no acto sexual, e a mulher tem uma participação menos activa, então poderá haver uma tendência a gerar meninas.
    Quando, pelo contrário, o homem é mais reservado e paciente, e espera que a mulher seja a “desafiante”, e a sua participação espera pelo prazer da mulher, então haverá tendência para a gestação de meninos. “O que por último for o interventor tem sérias probabilidades de definir o sexo da criança. O último no acto será o reproduzido”. E quanto aos gémios? – É uma abordagem que se poderá fazer mais tarde.
    A sugestão aqui fica. Verifiquem-na pelas vossas próprias experiências e difundam-na. Talvez assim possamos assistir a uma maior alegria no seio das famílias, e acabar com o tabu que existe ao abordarmos este tema da sexualidade do casal.

  2. Pretendo ter dois filhos. Um deles quero muito que seja uma menina. Gostaria de saber, se mesmo sem causas de problemas genéticos relacionados ao sexo, se eu posso escolher o sexo do bebê no laboratório. Se for possível, quanto custaria?

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