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Médicos de SP avaliam propostas de reajuste enviadas por planos de saúde

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Os médicos de São Paulo agendaram uma plenária para o próximo dia 9 na sede da Associação Paulista de Medicina (APM), para avaliar as propostas de reajuste enviadas pelos planos de saúde que ainda relutam em atualizar os valores pagos pelas consultas. Caso sejam consideradas insuficientes, a classe poderá organizar paralisação do atendimento eletivo no mês de setembro.

Durante reunião ocorrida no dia 2 de julho, as lideranças do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), da APM, do Sindicato dos Médicos do Estado (Simesp), regionais e sociedades de especialidade atualizaram o balanço das negociações. Após 30 reuniões com 17 planos de saúde em São Paulo, apenas três operadoras propuseram reajuste de procedimentos médicos para este ano.

A Porto Seguro apresentou consulta a 60 reais e 10% de atualização sobre os demais honorários a partir deste mês. Por sua vez, a Marítima fez a mesma proposta, mas a partir de outubro de 2012. Já a Sul América propôs consulta a 60 reais e 7,5% de reajuste para os procedimentos a partir de setembro.

Das demais empresas que participaram das negociações, Allianz, Amil, Medial, Blue Life, Dix Amico, Bradesco, Mediservice, Care Plus, Green Line, Gama e Itaú-Unibanco mencionaram apenas os valores de consulta.
E mais: nove empresas de autogestão ligadas a Unidas informaram quanto pagam pela consulta e que algumas utilizam a Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM) 3ª edição. As demais ligadas ao grupo não se manifestaram até o momento.

Golden Cross, Intermédica, Notredame, Omint, Trasmontano e Universal, embora tenham negociado com as entidades médicas de São Paulo, não apresentaram nenhuma proposta por enquanto. Também procuradas, as empresas Itálica, Life Empresarial, Metrópole, Prevent Senior, Santa Amália, Santa Helena, São Cristóvão e Seisa ainda não agendaram reuniões com as entidades médicas.

Fonte: Monitor Mercantil

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