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Mal de Alzheimer pode estar ligado a níveis elevados de uma proteína

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Novos estudos trazem perspectivas para combater o mal de Alzheimer. O mais recente deles, concluiu que níveis elevados da proteína sanguínea chamada clusterina estão ligados ao surgimento da doença.

A descoberta de cientistas do Instituto de Psiquiatria do King’s College de Londres, pode ser um grande passo para, futuramente, conseguir diagnosticar a doença antes que os problemas apareçam ou se agravem.

Os pesquisadores usaram a técnica chamada proteômica em pacientes – como o próprio nome indica, é uma análise das proteínas. A descoberta é que a clusterina estava em nível elevado no sangue até dez anos antes de as pessoas terem sinais do mal de Alzheimer no cérebro, e também naquelas que já apresentavam sinais no cérebro, mas ainda não tinham sinais clínicos do transtorno.

O aumento da clusterina está ligado à gravidade da doença, rapidez do seu avanço e atrofia do córtex entorrinal, área cerebral associada à memória.
A doença atinge cerca de 35 milhões de pessoas no mundo, e ainda há dificuldade na assertividade do diagnóstico, mesmo com décadas de pesquisa.

É provável que o número de casos aumente por causa do envelhecimento da população mundial. Segundo a organização Alzheimer’s Disease International, esse número deve quase duplicar a cada 20 anos, chegando a 66 milhões de pacientes em 2030.

Responsáveis pelo estudo afirmam que o próximo passo é desenvolver um exame mais aprimorado. Todo o processo pode levar até 5 anos.

Enquanto isso, ficamos na torcida para o avanço dos resultados.

3 COMENTÁRIOS

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