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Mães oferecem de mais, filhos comem menos

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O distúrbio que gera distorção da própria imagem (mesmo muito magra a pessoa ainda se vê acima do peso) e medo de ganhar peso, pode ser desencadeado por diversos fatores, mas um novo estudo mostra que a relação da família com a alimentação tem grande influência.

Na pesquisa, todas as mães de adolescentes com anorexia tiveram algum problema com comida ao longo da vida. Parte delas selecionava muito o quê comer e outras no passado não se alimentaram da forma que queriam por dificuldades financeiras.

As últimas ao se tornarem mães, como uma forma de dar aos filhos o que não tiveram, ofereciam muita comida ou alimentos muito calóricos. Pronto: as filhas reagiram de forma contrária e começaram a diminuir a quantidade do que comiam por conta própria.

Um conjunto de fatores leva ao problema: influências culturais, como culto ao corpo e excesso de preocupação com a beleza, ambiental, hereditária e genética. Entre as jovens, é comum encontrar famílias muito críticas com seus integrantes ou mães que se preocupam demais com o corpo e com dietas.

Normalmente, o distúrbio aparece no início da adolescência e atinge mais mulheres.

Podem ser sinais do problema:

– Mudanças de comportamento, como isolamento social, irritabilidade, agressividade
– Recusa de fazer refeições com os familiares. Cortar os alimentos em pedaços muito pequenos e levar muito tempo com a comida no prato
– Autoestima associada apenas ao peso
– Tentar se livrar do alimento colocando no guardanapo, por exemplo
– Indução de vômitos
– Perda de peso é vista como uma conquista
– Recusar o tratamento achando-o desnecessário
– Abuso de laxantes e diuréticos


Para os pais, recomenda-se respeitar o biótipo de cada pessoa e não forçar os filhos a comer de mais nem ser tão críticos em relação à aparência deles!

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