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Longevidade da população brasileira gera avanço de doenças mais complexas

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Se o aumento da expectativa de vida dos brasileiros aumentou significa que mudanças no planejamento da saúde  devem acontecer. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE apresentam 40% dos óbitos em decorrência de doenças cardiovasculares, estimativa que respondeu por 12% na década de 50.

Este aumento se deve principalmente ao avanço de doenças crônicas e mais complexas, que, consequentemente custam mais caro aos sistemas de saúde por conta da complicação e durabilidade dos tratamentos. Pesquisadores do IBGE alertaram em entrevista à Folha de São Paulo sobre a importância do sistema público de saúde estar preparado para atender à demanda de idosos.

Evolução das Doenças Crônicas

Década de 50

– Óbitos por moléstias infectocontagiosas: 40%;

– Óbitos por doenças cardiovasculares: 12%.

Dados Atuais

– Óbitos por moléstias infectocontagiosas: Menos de 10%;

– Óbitos por moléstias cardiovasculares: Próximo a 40%.

Mudanças
Mesmo no cenário atual mudanças continuam a acontecer. As doenças cardiovasculares, no período de 1996 à 2005 tiveram queda de 36,5%, enquanto que os cânceres evoluíram de 13,3% para 16%. Gênero e classe social também são fatores relevantes para as mudanças. Cerca de 80,2% da mulheres são vítimas de doenças crônicas, enquanto que os homens respondem por 69,3%. Entre os 20% mais pobres da população ela atinge 69,9%.

Para ter acesso à pesquisa completa realizada pelo IBGE clique aqui

*Com informações da Folha de São Paulo

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