Início Saúde Financeira IPI reduzido: O lado “bom” da crise?

IPI reduzido: O lado “bom” da crise?

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“Brasil: o país dos impostos”. Quem escuta a rádio Jovem Pan pela manhã já ouviu essa chamada, muito bem empregada. A carga tributária do país equivale a 35,8% do PIB e a população não revê os números na prestação de serviços públicos. No Brasil dos impostos, a crise econômica mundial pode ter um lado positivo, mas ainda assim os consumidores devem ter cautela.

Com o intuito de reduzir os impactos da crise, o governo federal determinou em abril a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados. Os resultados são visíveis. Setores do comércio varejista beneficiados pela medida como o de automóveis, materiais de construção e eletrodomésticos atraíram, principalmente, os pequenos consumidores e mantiveram – ou até aumentaram –  suas vendas.

Com a procura acima do esperado o cenário ainda favorece a gradativa contratação de novos empregados para arcar a produção com a demanda. Alíquotas menores também englobam a farinha de trigo e o pão. Mas nem tudo são “rosas”. Os consumidores devem levar em conta que os tempos ainda são de crise e os salários não estão propensos a receber reajustes.

Por isso, não devemos nos vislumbrar com ofertas, e sim comprar o que for preciso. Maria Inês Dolci, colunista da Folha orienta: “Retire os pagamentos obrigatórios como escola, plano de saúde, aluguel ou prestação do imóvel, compras no supermercado, medicamento de uso contínuo e transporte e lembre-se de fazer as contas considerando o salário liquido”.

“Lembre-se sempre: Após os cálculos, os preços das desonerações
devem ser comparados e bem aproveitados!”

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