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Idosas que fazem exercícios regularmente usam menos remédios

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“Uma constatação destas é motivo de alegria por ser uma solução simples.”

A frase acima é de Timóteo Leandro Araújo, professor-coordenador do Programa Agita São Paulo, uma parceria entre a  Unifesp e a Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo.

Estudo

O Programa analisou o comportamento de 271 idosas do Estado e os resultados foram surpreendentes.

Pelo método de análise adotado, as mulheres que caminharam pelo menos 150 minutos por semana em intensidade moderada, apresentaram um consumo de medicamentos 34% menor que aquelas que não atingiram os mesmos minutos gastos.

Isso significa que fazer pelo menos duas horas e trinta minutos de caminhada moderada por semana pode ser um benefício e tanto na qualidade de vida dessas mulheres.

O programa oferece caminhadas e aulas de atividade física com objetivo na melhora da força muscular, equilíbrio, flexibilidade e capacidade aeróbica.

De acordo com a secretaria, o levantamento pode auxiliar na elaboração de novas estratégias para aumentar o nível de atividade física da população idosa, com objetivo de reduzir o gasto financeiro com distribuição de medicamentos.

É uma forma de todo mundo sair ganhando, já que os gastos públicos com medicamentos são altos, assim como é grande o impacto nas finanças de um idoso.

Exercícios evitariam 25% dos casos de câncer de mama e cólon

A OMS (Organização Mundial da Saúde) lançou outro dado com o mesmo tempo necessário de prática de exercícios, mas neste caso, valendo para mulheres de qualquer idade.

São pelo menos 150 minutos de exercícios por semana para que cerca de 25% dos casos de câncer de mama e cólon pudessem ser evitados. Essas são as novas Recomendações Mundiais sobre Atividade Física.

Segundo os últimos dados disponíveis, de 2008, 460 mil de mulheres morreram vítimas do câncer de mama e 610 mil de câncer de cólon.

Do total de 7,6 milhões de mortes de pessoas em decorrência de todos os tipos de câncer, recentes pesquisas mostraram que 3,2 milhões estão relacionadas à ausência de atividade física.

De fato, calcula-se que 31% da população mundial não pratiquem nenhuma atividade física, o que torna a falta de exercício o quarto maior fator de risco para contrair câncer.

O primeiro fator é a pressão alta, seguido do tabaco e do excesso de glicose no sangue.

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