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Esclerose múltipla: ONG lança campanha pela incorporação do tratamento oral na rede do SUS

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Aproximadamente 25 mil brasileiros sofrem de esclerose múltipla no país, a doença – autoimune – afeta o cérebro e a medula espinhal (sistema nervoso central) e tem incidência, principalmente, entre adultos jovens. Atualmente, pacientes do SUS (Sistema Único de Saúde) com esclerose são submetidos ao tratamento com injeções, que variam de frequência dependendo do caso e acaba sendo invasivo, doloroso e não tão eficientes.

Visando um tratamento mais completo e humanizado, o MOPEM (Movimento dos Pacientes com Esclerose Múltipla) luta pela incorporação do Fingolimode, medicamento administrado por via oral, no SUS. Segundo estudo publicado no New England Journal of Medicine, o remédio possui eficácia 52% superior na diminuição dos surtos provocados pela doença, em comparação ao medicamento injetável.

Nessa quarta-feira (04/12) o CONITEC (Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias do SUS) votará à inclusão do tratamento oral no sistema público de saúde. Representando todos os pacientes brasileiros, a presidente do Movimento e Conselheira no Conselho Nacional de Saúde (CNS), Cleuza Carvalho Miguel estará presente na reunião “O governo não pode negar o acesso gratuito a medicamentos que melhorariam a vida de tantas pessoas”, enfatiza Cleuza.

Para isso, a ONG pede a mobilização de toda a população em prol da causa. Já que, pesquisas comprovam que o tratamento contínuo do Fingolimode pode levar a redução de até um terço na perda de volume cerebral em pacientes com Esclerose Múltipla.

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