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Escapou… Incontinência urinária

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A incontinência urinária não é uma doença, mas precisa ser tratada. Este distúrbio, que atinge mais mulheres (25% da população mundial) do que homens, porém não exclusivamente o sexo feminino, interfere diretamente na qualidade de vida de quem sofre desse incômodo.

Mesmo dificultando as atividades cotidianas e até a vida social, muitos acabam não procurando ajuda médica por vergonha, desconhecimento quanto ao tratamento, ou simplesmente, por considerarem um problema menos importante diante de outras doenças.
 
Existem dois casos de incontinência urinária e eles podem se dar separadamente ou num mesmo paciente. “A mais comum é a incontinência urinária de esforço, que ocorre durante aumento da pressão abdominal (tosse, espirro, levantar peso, movimento, ou exercício físico). Já a incontinência urinária de urgência é apresentada por meio de uma vontade súbita e incontrolável de ir ao banheiro”, diferencia a ginecologista e mastologista Dra. Nara Mattia.

Além do fator desagradável, pode ser um sintoma de uma nova doença como infecção urinária, inflamação da próstata, uretra e vagina. A restrição de alimentos irritantes vesicais, como café, refrigerantes, alguns chás, condimentos picantes e o tabagismo são medidas simples e eficazes no tratamento.

Entre as mulheres, a incontinência urinária tende a surgir após a menopausa e a gravidez, quando aumenta a fragilidade da musculatura dos órgãos pélvicos. Neste caso, o tratamento não possui riscos e pode ser feito através dos exercícios de Kegel que fortalece esses músculos e ajuda a controlar a bexiga. Outros métodos são a cirurgia, o uso de medicação farmacológica com anticolinérgicas e, mais recentemente, pela aplicação de botox.

O diagnóstico é feito por especialistas através do histórico clínico do paciente ou exame urodinâmico que permite determinar a ocorrência dos dois tipos de incontinência urinária pela monitorizarão computadorizada.

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