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Entenda o que muda no atestado médico para esportes

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Nos últimos tempos ouvimos mais de uma vez a notícia de jovens jogadores falecerem repentinamente no campo – o último aconteceu ainda este mês.

O volante do Mesquita, Frederico Pinheiro, conhecido como Fred, se sentiu mal e caiu em campo ao sofrer uma parada cardíaca durante uma partida da série B do Campeonato Carioca.

Para mudar este cenário, novas regras da Sociedade Brasileira de Cardiologia vêm aí. O atestado médico de academias, clubes e competições terá que incluir mais informações, como tipo e intensidade de exercícios permitidos e quais são as limitações da pessoa.

Ao criar um laudo padrão bem mais detalhado, que também inclua exames para atletas, deficientes e qualquer interessado em praticar algum esporte, pode ajudar, e muito, a reduzir os problemas, como esforço em excesso.

Sem contar que hoje, os atestados são muito genéricos e cada modalidade esportiva pode exigir esforços diferentes. Exames prévios básicos (avaliação clínica, eletrocardiograma e exame de sangue) são essenciais apesar de poucos atletas fazerem.

Histórico
O Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia fez um levantamento em 2009 e mostrou que 65% dos 7.500 esportistas que já passaram pelo departamento de medicina esportiva da instituição nunca fizeram um exame cardiológico.

Por isso, os médicos deverão indicar o eletrocardiograma para todas as pessoas que praticam atividade regular de nível moderado a intenso.

Na Itália, onde esses exames são obrigatórios por lei, a avaliação clínica e o eletro reduziram os casos de morte súbita em 89%.

Clique para ampliar - Folha de SP

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