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Diagnóstico de câncer tornou-se mais rápido na última década

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Na semana do Dia Mundial de Combate ao Câncer (8 de abril), uma cientista brasileira virou notícia após apresentar um sensor capaz de detectar o câncer sem a necessidade de realizar uma biópsia.

A brasiliense Priscila Kosaka, que faz parte do Instituto de Microelectrónica de Madrid, desenvolveu um nanosensor com sensibilidade 10 milhões de vezes maior que os exames tradicionais e que apresenta taxa de erro de 2 a cada 10 mil casos.

Esta evolução ilustra bem que o grande avanço ocorrido nos últimos dez anos está voltado para o diagnóstico. O futuro do câncer é o diagnóstico cada vez mais preciso e cada vez mais precoce. “Praticamente todos os tipos de câncer, se diagnosticados precocemente, tem grande chance de cura”, diz o pesquisador e especialista em câncer torácico do Grupo Oncologia D’Or, Carlos Gil.

Para o especialista, houve uma enorme mudança na qualidade de vida dos pacientes com câncer na última década, principalmente relacionado ao câncer de pulmão, colorretal, mama e melanoma. “Dobramos o tempo de sobrevida desses pacientes graças aos avanços no diagnóstico”.

Apesar do avanço tecnológico e das inúmeras pesquisas, a descoberta da cura ainda irá demorar. “A cura como gostaríamos ainda está distante, mas o controle do câncer já é uma realidade”, afirma Dr. Carlos.

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