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Dia Mundial do Parkinson: Hospital promove palestra multiprofissional sobre técnicas de estadiamento e cura de sintomas

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Doença atinge cerca de 4 milhões de pessoas no mundo, segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU). “Convivendo com o Mal de Parkinson com mais qualidade de vida” é o nome da palestra gratuita a ser realizada pelo Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho, no dia 08 de Abril, em atenção ao Dia Mundial do Parkinsoniano – comemorado no dia 14 de Abril.

A ação reunirá profissionais de fonoaudiologia, fisioterapia e neurocirurgia que, além do panorama geral da doença, abordarão terapias especializadas para retardar ou mesmo curar alguns de seus sintomas mais debilitantes.

A fisioterapia mostrará exemplos de atividades cotidianas e exercícios físicos que ajudam no equilíbrio do caminhar e fortalecimento dos membros e do tônus muscular, entre outros. Já fonoterapia mostrará exercícios que ajudam na recuperação da deglutição e fala, geralmente afetados em estágios mais avançados da doença.

Por último, a neurocirurgia mostrará a técnica de neuroestimulação cerebral profunda, que cessa os sintomas de tremores e espasticidade (rigidez dos membros).

Mal de Parkinson –
A doença foi descrita pela primeira vez em 1817 pelo médico inglês James Parkinson. Seus portadores apresentam perda progressiva da substância nigra, localizada em uma região específica do cérebro e responsável pela produção de dopamina.

A doença atinge em maior incidência indivíduos acima dos 50 anos, sendo por isso considerada um mal da terceira idade. Apesar de não ter sua origem explicada, algumas pesquisas apontam como um dos motivos desencadeadores o trabalho/contato com certos agentes químicos.

Segundo o dr. Cláudio Fernandes Corrêa, coordenador do Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho, “muitos dos sintomas iniciais da doença passam despercebidos por portadores e familiares, tais como caligrafia menos legível ou com tamanho menor, fala monótona e menos articulada, redução da velocidade dos movimentos dos membros e mudança na expressão facial.” Ele também chama a atenção para o aumento do volume de diagnósticos da doença nos últimos anos, em virtude do também aumento da sobrevida da população.

O tratamento do Mal de Parkinson deve contemplar a reposição da dopamina via medicamentos, aliada à fisioterapia, fonoaudiologia e também à psicologia. O procedimento cirúrgico para a interrupção dos sintomas é indicado quando nenhuma das demais terapias surte efeito, que geralmente ocorre após 10 anos da doença instalada.

A manutenção das atividades mentais, como a prática de leitura, assim como a realização de atividades físicas, como caminhada e natação, também colaboram para o controle da doença.

ANOTE EM SUA AGENDA:

Palestra “Convivendo com o Mal de Parkinson com mais qualidade de vida”

Data: 08/04/2010.Horário: das 13h30 às 15h30h.
Local: Anfiteatro do Hospital 9 de Julho.
Endereço: Rua Engenheiro Monlevade, 118 – 1º Andar – Ala A – Cerqueira César – São Paulo – SP.
Inscrições: Gratuitas e limitadas pelos telefones (11) 3539.99901 e (11) 3539.9902.

1 COMENTÁRIO

  1. O texto errou ao falar que o Mal de Parkinson é uma doença da terceira idade, pois em menos grau, ele ainda assim, acomete jovens de diversas idades. Ex. o autor Michael J. Fox

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