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Dezembro Laranja alerta população sobre o câncer de pele

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O Dezembro Laranja nasceu com o objetivo de alertar a população sobre os riscos do câncer de pele, uma das doenças mais comuns no Brasil. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), em 2016, são estimados 175.760 novos casos deste tipo de câncer.

O carcinoma é o tipo de câncer de pele mais incidente no país. Ele se desenvolve em células da pele e costumam aparecer em áreas descobertas e expostas com frequência ao sol. De crescimento mais lento e previsível, o carcinoma corresponde a 25% de todos os tumores malignos registrados até o momento.

Enquanto o carcinoma é o de maior incidência e de mais baixa mortalidade, o melanoma representa apenas 4% das neoplasias malignas do órgão. Com origem nos melanócitos (células produtoras de melanina, substância que determina a cor da pele), este tipo de câncer é um dos mais graves devido à sua alta possibilidade de metástase. É o que explica Andreia Cristina de Melo, oncologista clínica do Grupo Oncologia D’Or.

Principais cuidados 

Com a proximidade do verão, o Dezembro Laranja visa conscientizar sobre a importância de medidas preventivas que podem evitar o problema. É o caso da fotoproteção que, segundo a especialista do Oncologia D’Or, é uma das principais atitudes a serem tomadas como forma de prevenção. “Como os outros tipos de câncer de pele, o melanoma pode ser prevenido evitando-se a exposição ao sol no horário das 10h às 16h, quando os raios são mais intensos”. Mesmo em outros períodos, é recomendável a utilização de proteção como chapéu, guarda-sol, óculos escuros e filtro solar com fator de proteção 30 ou superior.

A pele clara, a ocorrência prévia de câncer de pele e o histórico familiar são alguns dos fatores destacados por Andreia de Melo que merecem ser avaliados com cautela. É importante ressaltar a detecção precoce da doença como a principal forma de prevenção.

A especialista ainda destaca os avanços no tratamento contra a doença, que são capazes de melhorar a sobrevida do paciente com melanoma avançado. “Estas novas opções terapêuticas possibilitam uma melhor qualidade de vida para quem convive com a doença”, finaliza a oncologista.

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