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Cresce registro de bebês que nasceram com sífilis

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Um dado preocupante para a saúde pública: o registro de casos de bebês que nasceram com sífilis subiu 54% no intervalo de dois anos, passando de 6,1 mil casos em 2009 para 9,4 mil em 2011.

De mãe para filho

A sífilis congênita, espécie da doença que é transmitida de mãe para filho, pode manifestar-se com gravidade e causar alterações ósseas, comprometimento do sistema nervoso central e até a morte da criança. A doença é evitável no bebê caso a gestante receba o diagnóstico e seja tratada.

Fonte: Arte/ Folhapress

Em números

Segundo estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS), a cada ano no mundo ocorrem aproximadamente 12 milhões de novos casos da doença. No Brasil, as estimativas da OMS de infecções de sífilis por transmissão sexual, na população sexualmente ativa, a cada ano, são de 937 mil casos.

Ações do governo

Diante desse cenário, o Ministério da Saúde tomou medidas para disponibilizar o teste rápido para sífilis no Sistema Único de Saúde (SUS). Até o fim deste ano, serão comprados 392 mil kits para implantação de testes na rede pública, conforme divulgamos aqui no Blog da Saúde. A ação fará parte da celebração do Dia Nacional de Combate à Sífilis, realizado todo terceiro sábado de outubro.

Além da transmissão vertical (de mãe para filho), a doença pode ser transmitida de uma pessoa para outra durante o sexo sem camisinha com alguém infectado e por transfusão de sangue contaminado.

O uso da camisinha em todas as relações sexuais e o correto acompanhamento durante a gravidez são meios simples, confiáveis e baratos de prevenção.

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