Início Saúde Social #ChegaDeGripe: Etiqueta da Tosse ajuda a evitar a contaminação por gripe

#ChegaDeGripe: Etiqueta da Tosse ajuda a evitar a contaminação por gripe

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O outono já está quase no fim e o inverno se aproxima. Com a chegada dos meses mais frios do ano, as preocupações com a ocorrência da gripe e outras doenças respiratórias aumentam de forma considerável. A transmissão da maioria das doenças que atingem o aparelho respiratório se dá por meio de secreções liberadas pela pessoa infectada ao tossir, espirrar ou falar. Ambientes públicos, fechados e com pouca circulação de ar também são favoráveis para a transmissão das doenças.

De acordo com a coordenadora estadual de Doenças e Agravos Transmissíveis, Janaína Fonseca, apesar de ser uma forma eficaz de eliminar secreções, a tosse é um dos caminhos de transmissão de doenças entre as pessoas. Além da gripe, várias outras doenças de transmissão respiratória, causadas por todos os tipos de vírus, bactérias e fungos podem ser transmitidas por meio da tosse ou espirro.

Na hora de tossir ou espirrar, Janaína recomenda que a pessoa cubra de maneira correta as vias respiratórias. “O ideal é cobrir a boca com a parte interna do braço quando for tossir ou espirrar. Esta atitude, conhecida como a etiqueta da tosse, evita a contaminação das mãos, que é um dos principais veículos propagadores de doenças, especialmente a gripe”. Por isso, em caso de gripe, saiba como usar a etiqueta no dia a dia:

Na rua

Cubra o nariz e a boca. Para isso use a parte interna do braço, na área superior das mangas da roupa. Se não tiver lenço, procure um local para lavar as mãos. Tossir com etiqueta pode prevenir a disseminação de vírus como os da gripe e até evitar uma epidemia.

Na escola ou no trabalho

Em caso de doença febril com tosse, o melhor é evitar sair de casa, pois em escolas, creches ou no local de trabalho, o contato é bastante próximo. Mas se não for possível, respeite as regras de etiqueta da tosse. Se os sintomas agravarem, procure a Unidade Básica de Saúde mais próxima e consulte um médico.

À mesa

Quando a tosse aparecer, vire-se de lado, com a cabeça baixa e coloque o antebraço junto à boca. Se a tosse continuar, levante-se e deixe o local. Procure beber água e espere a crise passar.

No cinema ou teatro

Procure sentar nas poltronas laterais das fileiras. Quando tossir, utilize a etiqueta da tosse ou saia da sala até que a crise passe.

Tosse

Tossir é um reflexo natural do aparelho respiratório que surge como consequência de um processo irritativo e é um sinal de que algo não vai bem. O corpo tenta expulsar qualquer elemento que esteja causando uma possível inflamação ou irritação das vias aéreas com a função de proteger o pulmão. Ela pode ser aguda, que é passageira e dura até três semanas; e pode ser persistente, quando dura mais de três semanas. Nesse caso, é preciso procurar um médico.

A tosse também auxilia o médico a detectar doenças que vão desde uma gripe, a problemas mais sérios como pneumonia, asma, bronquite, tuberculose e câncer. Outra função é expelir o catarro, secreção que pode conter micro-organismos, tais como bactérias e vírus. Portanto, não se deve inibir a tosse, pois catarro alojado nos pulmões propicia a multiplicação de bactérias e pode transformar uma simples gripe em uma doença mais grave.

Vacina

A campanha de vacinação contra a gripe vai até o dia 22 de maio. A previsão é a de que 4,8 milhões pessoas sejam imunizadas contra a gripe nos cerca de 5.500 postos fixos e volantes do Sistema Único de Saúde (SUS) espalhados em Minas Gerais. No Brasil, cerca de 65 mil postos de saúde devem disponibilizar 54 milhões de doses para a imunização de 49,7 milhões de pessoas. No hotsite (www.saude.mg.gov.br/gripe), o internauta fica por dentro de todos os detalhes da campanha, além de obter esclarecimentos sobre a gripe. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a dose da vacina previne contra os três subtipos do vírus de gripe, que são A/H1N1, A/H3N2 e a influenza B. Entre o público prioritário pela campanha estão as crianças menores de cinco anos de idade, gestantes, adultos com 60 anos ou mais, profissionais de saúde, população indígena, população privada de liberdade e portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais.

Fonte: Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais

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