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Campanha no Dia Mundial do Rim busca conscientizar a população sobre o câncer neste órgão

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No dia 12 de março, Dia Mundial do Rim, haverá ação para conscientizar a população sobre o câncer que ataca este órgão. O projeto ocorrerá na estação Brás do metrô, em São Paulo. Serão entregues formativos e garrafas de água.

Denominada “Cuide de seu Rim”, a ação terá uma equipe das 6h às 11h, que distribuirá panfletos sobre os sintomas da doença, a prevenção e a importância em procurar clínicos gerais e nefrologistas.  As pessoas também receberão uma garrafa de água como incentivo ao consumo da bebida para preservar a saúde dos rins.

Dados publicados pelo Globocan, projeto da Organização Mundial da Saúde, apontam que, em 2012, 6.255 pessoas receberam o diagnóstico de câncer de rim no Brasil. Este tipo de câncer está entre os 10 mais comuns e, no geral, o risco de desenvolver a doença é cerca de 1 em 63 (1,6%).

“Geralmente os tumores ou problemas nos rins, como o rim policístico, são diagnosticados apenas em exames de rotina por não apresentarem sintomas claros. Alguns sinais podem alertar para a doença, como sangue na urina, dor lombar de um lado, massa (caroço) na lateral ou na parte inferior das costas, fadiga, perda de apetite, perda de peso, febre, anemia. Estes sintomas podem ser causados pelo câncer, mas frequentemente são causados também por outras doenças, por isso, a ajuda de um especialista é essencial”, esclarece o presidente da Sociedade Brasiliera de Oncologia Clínica (SBOC) Dr. Evanius Wiermann.

De acordo com o especialista, o câncer de rim ocorre em 2 a 3% dos tumores malignos no adulto e é o mais letal dos tumores urológicos, com possibilidade de óbito em até 30 a 40% de todos os casos. “Cerca de 31 mil novos casos são detectados por ano nos Estados Unidos. Existe um predomínio masculino (3:2) e a faixa etária predominante é da sexta à sétima década. A maioria dos casos é considerada esporádica, com apenas 4% com etiologia familiar. A incidência vem aumentando anualmente desde a década de 70, com taxa de 4% ao ano. Isto pode ser devido ao maior diagnóstico em fases mais precoces, por achado incidental, por uso comum de exames de imagem, como ultrassom e tomografia, bem como pela maior expectativa de vida”, finaliza.

O projeto é idealizado pelo Instituto Espaço de Vida, juntamente o laboratório Pfizer e o Metrô de SP, além de outras entidades nacionais e internacionais, como a Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC).

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