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Alzheimer: Cientistas dizem ter criado teste para diagnóstico precoce

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Ainda não há tratamento capaz de impedir ou curar o Alzheimer, mas o quanto antes for diagnosticado pode ser crucial para garantir a qualidade de vida do paciente.

Atualmente não há cura ou um exame único para detectar a doença, que afeta mais de 30 milhões de pessoas ao redor do mundo e 700 mil brasileiros.

Os cientistas britânicos acreditam que encontraram maneira de diagnosticar o mal de Alzheimer muito tempo antes até dos primeiros sintomas aparecerem.

VEJA COMO FOI FEITO O TESTE

Vamos por partes. O método desenvolvido pela equipe do Instituto de Neurologia da University College London checa duas coisas: o encolhimento do cérebro e a presença de níveis baixos de uma proteína, a amiloide, no líquido cérebro-espinhal.

Para isso, foi feito um exame de punção lombar combinado a uma ressonância magnética do cérebro em 105 voluntários saudáveis.

Os resultados revelaram que os cérebros dos indivíduos com baixos níveis de amiloide (38%) encolhiam duas vezes mais rápido que os cérebros dos demais.

Eles também tinham cinco vezes mais chances de possuir o gene de risco APOE4 e de ter níveis altos de outra proteína, chamada tau, que costuma ser associada a Alzheimer.

PARA O FUTURO

Apesar de ainda ser muito cedo para qualquer dos voluntários desenvolver a síndrome, os pesquisadores acreditam que suas suspeitas serão confirmadas no futuro.

Um grande avanço para encontrar medicamentos que impeçam ou tardem o aparecimento da doença.

1 COMENTÁRIO

  1. esse tema me interessa muito pois sou psicologa e trabalho comsaude mental em caps e la tratmos muitas pessoas com alz

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