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Ebriorexia – Não seja a próxima vítima!

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Desde a década de 80, quando o estereótipo de beleza passou a ser sinônimo de magreza, homens e mulheres vivem numa constante e desenfreada busca para atingir os padrões estabelecidos. Bulimia, anorexia, síndrome de gourmet e transtorno alimentar noturno são algumas síndromes conhecidas ligadas à cultura magra, que vem ganhando mais adeptos a cada dia e já atinge 2% da população mundial, segundo o DSM-IV (Manual de diagnósticos e estatísticas das perturbações mentais).

Paralelamente, surge um novo distúrbio, associado também ao aumento do consumo de bebidas alcoólicas: é a ebriorexia ou “alcoolrexia”, como às vezes é tratada. Amy Winehouse e Britney Spears já aderiram à prática de trocar a comida por bebidas alcoólicas, mas elas não estão sozinhas. Jovens, entre 18 e 25 anos que querem emagrecer, são os maiores simpatizantes pelo hábito. Enquanto a ingestão de destilados inibe o apetite, dá sensação de saciedade e enjôo, a cerveja estufa a barriga e a pessoa fica sem vontade de comer.

Porém, se engana quem acha que bebidas alcoólicas não engordam porque são líquidos. Uma lata de cerveja tem cerca de 150 calorias, uma dose de whisky ou vodka 120. Além de não contribuir para um efeito estético saudável, a substituição do álcool por comida agride o sistema digestivo, acarreta doenças como desnutrição, gastrite, hemorragias, varizes, entre outras, e causa dependência química. O perigo é grande e, segundo psiquiatras, trata-se de um erro de comportamento, uma síndrome ligada à cultura.

É essa mesmo a cultura que queremos?

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