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“Desconto Camarada” em medicamentos está proibido

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A decisão é do CFM – Conselho Federal de Medicina e deverá ser publicada no Diário Oficial da União. A prática é comum em consultórios médicos, onde os vales-descontos são distribuídos principalmente para remédios de médio e alto custo.

Ao conselho porém, o benefício concedido pelos médicos a seus pacientes é visto como fidelização de clientes e laboratórios. De acordo com as autoridades do conselho, esse método esbarra no código de ética.

Acordo Mercadológico ou Saúde Prejudicada?

Se o discurso da decisão enfatiza que a fidelização de marcas é uma prática de interesse mercadológico, do outro lado a população sente-se prejudicada e indignada com a decisão.

O conselho afirma que se o benefício pode ser concedido a alguns pacientes deveria ser concedido a todos.

Fora isso há também a argumentação de que os dados preenchidos pelo paciente para utilização do vale desconto farão parte do banco de dados da farmacêutica, facilitando ações mercadológicas.

Com a mudança, um remédio para tratamento de Alzheimer, com princípio ativo de cloridrato de donepezila, por exemplo, passará a custar de R$ 270,00 com desconto para R$ 438,00 – preço real.

“Qual a sua opinião sobre o assunto? Você acha que a indústria que move a saúde deve ser imparcial quanto às praticas comuns de mercado? Comente.

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