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Vacinação contra paralisia infantil: Não vai esquecer a segunda dose, hein?


Clique para ampliar - Imagem Ministério da Saúde

Dia 14 de agosto acontece a segunda etapa da Campanha Nacional Contra a Paralisia Infantil. Os pais devem levar todas as crianças menores de 5 anos para tomar as gotinhas contra a poliomielite.

Não esqueça a caderneta de vacinação e aproveite para atualizá-la. Mesmo quem não tomou a primeira dose deve se vacinar.

A primeira etapa aconteceu no dia 12 de junho, com o tema ‘Vacinou, é gol!’ e o Zé Gotinha vestido com a camisa da seleção brasileira. Agora, as crianças podem entrar no site do Ministério da Saúde e fazer uma foto personalizada de Zé Gotinha para enviar aos pais, em homenagem ao dia deles.

O Ministério da Saúde responde às principais dúvidas:

Quem deve se vacinar durante a campanha nacional contra a paralisia infantil?
Todas as crianças na faixa etária de 0 a 4 anos, 11 meses e 29 dias, ou seja, menores de 5 anos.

Recém-nascidos devem tomar as duas gotinhas?
Sim. Parte significativa dos municípios envia equipe de vacinadores aos hospitais e maternidades para imunizar os recém-nascidos. Quando isso não ocorre, os pais devem levar o bebê ao posto de vacinação mais próximo, assim que a criança receber alta.

Quem tem 5 anos completos precisa tomar a vacina?
Não, pois a concentração de casos de poliomielite é na faixa etária menor de 5 anos, faixa de maior risco, por isso são vacinadas apenas as crianças menores de 5 anos.

Quem tomou a primeira dose em junho precisa tomar a segunda dose em agosto?
Sim. A única exceção é a criança que completou 5 anos, após a primeira etapa da Campanha Nacional.

Existem contra-indicações da vacina?

Não há contra-indicações absolutas à administração oral da vacina contra a poliomielite.
Mas é importante evitar a vacinação de crianças com as seguintes características:
- portadoras de infecções agudas, com febre acima de 38° C
- com hipersensibilidade a algum componente da vacina, a exemplo da estreptomicina ou eritromicina
- que, no passado, apresentaram qualquer reação anormal a esta vacina
- imunologicamente deficientes, devido a tratamento com imunossupressores, ou com deficiência imunológica congênita
- com história de paralisia flácida associada à vacina, após dose anterior da vacina poliomielite oral.

Histórico

A doença foi erradicada no Brasil há 21 anos. Mas enquanto houver  registro de casos em qualquer lugar do mundo,  é necessário continuar com a vacinação para evitar o risco de  importação do vírus.

Países como Paquistão, Índia, Afeganistão e Nigéria ainda têm casos da doença.

Leve seu filho para tomar a dose oral e ajude-nos a acabar de vez com o vírus!


Comentários

3 Respostas para “Vacinação contra paralisia infantil: Não vai esquecer a segunda dose, hein?”
  1. Eduarda disse:

    Estou fazendo um trabalho de poliomelite que e conhciida como paralisia infantil gostei do texto mais gostaria que colocase dizendo o que e poliomelite quando que surgiu isso seria mais importante pq um site dizendo quendo que e para tomar vaciina explicando o que e para leva ta certo mais quando chega no diia e avisado então pense o que falei seria muiito mais importante.

  2. Gabriel disse:

    Já existe Seringas que não vai necessitar de agulha,pois se tivesse essas seringas em postos de saúde,e clínicas de vacinação,as crianças não teriam medo da injeção dolorosa de agulha.

  3. sabrina disse:

    tambem acho

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