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Vacina contra HPV pode diminuir infecções em homens

O estudo, realizado em mais de 18 países, mostrou que a vacina previne até 90% das lesões em homens, quando oferecida antes da exposição a quatro tipos do vírus.

Já bastante difundida entre as mulheres (apesar do alto custo para ter acesso às doses), o estudo feito pela Universidade da Califórnia e pelo centro H.Lee Moffitt de combate ao câncer, mostrou os benefícios para o sexo masculino.

Foram 4.065 homens com idades entre 16 e 26 anos acompanhados durante 4 a anos para chegar a tal resultado.

O uso da vacina em mulheres foi aprovado no ano de 2006, nos EUA. Os pesquisadores esperam daqui para frente que a vacinação de homens possa diminuir as infecções por HPV, que estão entre as doenças sexualmente transmissíveis mais comuns no mundo inteiro.

Os resultados foram publicados no periódico New England Journal of Medicine.

Há outras maneiras de prevenção?

O HPV é transmitido sexualmente ou pelo contato via oral ou pelo contato genital com fluidos contaminados.

Portanto, assim como toda doença sexualmente transmissível, o vírus também pode ser barrado com o uso de camisinha.

Essa proteção, porém, não é completamente eficaz para o HPV quanto é para as outras DSTs, já que o homem pode contrair o vírus pela bolsa escrotal, por exemplo, que não recebe a proteção.

- HPV: Talvez você não saiba tudo sobre ele…

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Os aparelhos sensíveis ao toque (os famosos “touch”) podem se tornar o paraíso dos micro-organismos!

Computadores do tipo tablet, caso do iPad, e outros aparelhos portáteis como o iPhone, o iPod touch, além dos vários modelos de celular com tela sensível ao toque podem facilitar a contaminação de pessoas e a transmissão de doenças infecciosas.

Basta uma tela suja para a formação de colônias de micro-organismos, que vão desde vírus transmissores da gripe até bactérias que podem provocar problemas como vômitos e diarreias.

O motivo?

A falta de hábitos de higiene das mãos e dos próprios equipamentos são um dos principais fatores para a contaminação dos aparelhos, além do compartilhamento entre os usuários.

Comprou o último lançamento “touch” e quer sair mostrando por aí? Cuidado…

Alguém que encoste em um aparelho infectado pode acabar se contaminando, principalmente se o compartilhamento se der num curto intervalo de tempo.

A possibilidade de transmissão existe, na verdade, em qualquer objeto manuseado por muita gente. No entanto, os aparelhos com tela sensível ao toque contam com um fator determinante: para que funcionem, o usuário deve tocar nele o tempo todo…

Assim, a probabilidade de contaminação é muito maior! Como já falamos no Blog da Saúde, nossas mãos são elementos de transmissão de doenças infecciosas com grande potencial!

Pesquisa

A revista britânica “Which?” fez uma analise com 30 aparelhos celulares e constatou: sete deles apresentavam altos índices de contaminação.

No mais infectado, por exemplo, havia até coliformes fecais, bactérias presentes nas fezes e que podem não ser eliminadas se a higienização das mãos não for adequada.

Você limpa a tela do seu aparelho?

Poucos se preocupam em limpar a tela do equipamento com frequência, mas saiba que a limpeza periódica é um dos principais cuidados indicados pelos especialistas. O uso de panos levemente úmidos pode ajudar.

Se você não consegue se separar do seu “touch” em nenhum momento do dia, é melhor prestar mais atenção nos seus hábitos e certificar-se de que seu aparelho não virou a moradia de centenas de micro-organismos!

*Com informações da FSP.
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O vírus que causa câncer de colo de útero está entre as dez principais causas de morte de mulheres na América do Sul, mas o acesso à prevenção ainda é de alto custo.

Pelo menos por enquanto: um método mais barato contra o vírus do papiloma humano (HPV) foi desenvolvido na Argentina e testado, com sucesso, em ratos.

Atualmente, as duas vacinas disponíveis no país são importadas dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha, o que eleva mais ainda o custo.

Essa nova vacina criada no próprio país contém uma partícula idêntica ao HPV, sem informação genética,  para o sistema imunológico reagir e gerar anticorpos.

O próximo passo foi tomado por Gonzalo Prat Gay, diretor do Laboratório de Estrutura, Função e Engenharia de Proteínas da Fundação Instituto Leloir, de Buenos Aires, que iniciou uma negociação com farmacêuticas para que a vacina contra o HPV seja testada em humanos.

Estima-se que, com êxito nos testes em humanos, a vacina esteja no mercado em dois ou três anos. Se houver uma alternativa ao método de prevenção, o preço dos outros tipos tende a baixar.

A doença mata cerca de 2 mil mulheres por ano na Argentina.

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A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo decidiu prorrogar a segunda etapa da campanha de vacinação contra a paralisia infantil. As crianças menores de cinco anos poderão ser imunizadas contra a doença até a próxima sexta-feira, 20 de agosto.

Balanço da Secretaria apontou que 1,5 milhão de crianças se vacinaram contra a paralisia infantil até as 14h do sábado, 14 de agosto, em todo o Estado. A meta é imunizar 2,9 milhões, ou seja, 95% dos 3,05 milhões de paulistas na faixa etária alvo da campanha.

Os postos de saúde funcionam das 8h às 17h. Na capital as salas de vacinação do Instituto Pasteur (Av. Paulista, 393) e das rodoviárias do Tietê e da Barra Funda funcionam das 8h às 20h e também oferecem a vacina contra a pólio.

Desde 1988 o Estado de São Paulo não registra casos de paralisia infantil, mas a vacinação de crianças continua sendo importante porque o vírus da pólio ainda circula em países da África e da Ásia, representando, portanto, uma ameaça à população mundial.

Outras vacinas

Além da vacina contra a poliomielite, as crianças que forem aos postos de saúde ainda poderão colocar em dia sua caderneta de vacinação. Serão disponibilizadas doses de vacinas como a Tetravalente (contra difteria, tétano, coqueluche e hemófilo B), Tríplice viral (contra sarampo, caxumba e rubéola) e contra hepatite.

Resultado parcial

O resultado preliminar da segunda fase da Campanha Nacional de Vacinação contra Poliomielite mostra que, até as 17h30 deste sábado (14), as Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde haviam informado ao Ministério da Saúde mais de 7,1 milhões de crianças vacinadas em todo o Brasil.

Este número é parcial e sofrerá alterações, à medida que os estados e municípios atualizem o banco de dados do Ministério da Saúde.

“O número muda a todo instante. Isso ocorre porque a digitação dos dados no sistema não ocorre no mesmo momento em que a criança recebe a gotinha. É comum que as equipes de profissionais de saúde comecem a digitar os dados depois que a vacinação termina”, explica a coordenadora do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Carmem Osterno.

A previsão é que o resultado final da campanha seja divulgado até o fim de agosto.

“Se os pais ou responsáveis, por algum motivo, não puderam levar as crianças, não há motivo para preocupação. Basta ir à unidade de saúde mais próxima, porque a vacina contra a pólio está disponível na rede pública de saúde em todo o país”, explica Carmem Osterno.

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Clique para ampliar - Imagem Ministério da Saúde

Dia 14 de agosto acontece a segunda etapa da Campanha Nacional Contra a Paralisia Infantil. Os pais devem levar todas as crianças menores de 5 anos para tomar as gotinhas contra a poliomielite.

Não esqueça a caderneta de vacinação e aproveite para atualizá-la. Mesmo quem não tomou a primeira dose deve se vacinar.

A primeira etapa aconteceu no dia 12 de junho, com o tema ‘Vacinou, é gol!’ e o Zé Gotinha vestido com a camisa da seleção brasileira. Agora, as crianças podem entrar no site do Ministério da Saúde e fazer uma foto personalizada de Zé Gotinha para enviar aos pais, em homenagem ao dia deles.

O Ministério da Saúde responde às principais dúvidas:

Quem deve se vacinar durante a campanha nacional contra a paralisia infantil?
Todas as crianças na faixa etária de 0 a 4 anos, 11 meses e 29 dias, ou seja, menores de 5 anos.

Recém-nascidos devem tomar as duas gotinhas?
Sim. Parte significativa dos municípios envia equipe de vacinadores aos hospitais e maternidades para imunizar os recém-nascidos. Quando isso não ocorre, os pais devem levar o bebê ao posto de vacinação mais próximo, assim que a criança receber alta.

Quem tem 5 anos completos precisa tomar a vacina?
Não, pois a concentração de casos de poliomielite é na faixa etária menor de 5 anos, faixa de maior risco, por isso são vacinadas apenas as crianças menores de 5 anos.

Quem tomou a primeira dose em junho precisa tomar a segunda dose em agosto?
Sim. A única exceção é a criança que completou 5 anos, após a primeira etapa da Campanha Nacional.

Existem contra-indicações da vacina?

Não há contra-indicações absolutas à administração oral da vacina contra a poliomielite.
Mas é importante evitar a vacinação de crianças com as seguintes características:
- portadoras de infecções agudas, com febre acima de 38° C
- com hipersensibilidade a algum componente da vacina, a exemplo da estreptomicina ou eritromicina
- que, no passado, apresentaram qualquer reação anormal a esta vacina
- imunologicamente deficientes, devido a tratamento com imunossupressores, ou com deficiência imunológica congênita
- com história de paralisia flácida associada à vacina, após dose anterior da vacina poliomielite oral.

Histórico

A doença foi erradicada no Brasil há 21 anos. Mas enquanto houver  registro de casos em qualquer lugar do mundo,  é necessário continuar com a vacinação para evitar o risco de  importação do vírus.

Países como Paquistão, Índia, Afeganistão e Nigéria ainda têm casos da doença.

Leve seu filho para tomar a dose oral e ajude-nos a acabar de vez com o vírus!

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Para quem já sabe como se prevenir de links duvidosos e não é facilmente enganado na internet, não importa o quão atraente seja o título de um e-mail recebido – vai direto para a lixeira.

Crianças são as mais propensas a cair nesses golpes, já que 19% delas clicam no que recebem, sem prestar atenção em questões de segurança, segundo pesquisa da Symantec.

O mesmo estudo indica quais são os assuntos do momento usados para enganar os usuários e infectar os computadores: a prisão da atriz Lindsay Lohan e o terceiro filme da saga Eclipse. Em relação a este último, metade dos resultados de busca apresenta links maliciosos.

Os cibercriminosos veem a curiosidade das pessoas como porta de entrada aos vírus. Imagens de celebridade sendo presa, embriagada ou mesmo nua é um bom caminho para perceber que o conteúdo é duvidoso.

Não importa o que o link prometa, exclua ou ignore e-mails e resultados de pesquisa que você não conhece. Ter um programa antivírus ativo e atualizado também ajuda a proteger o computador.

Pais podem instalar ferramentas de controle para bloquear sites inadequados aos filhos. Fiquem atentos!

Crimes virtuais são geralmente relacionados aos assuntos do momento

Para quem já sabe como se prevenir de links duvidosos e não é facilmente enganado na internet, não importa o quão atraente seja o título de um e-mail recebido – vai direto para a lixeira.

Crianças são as mais propensas a cair nesses golpes, já que 19% delas clicam no que recebem, sem prestar atenção em questões de segurança, segundo pesquisa da Symantec.

O mesmo estudo indica quais são os assuntos do momento usados para enganar os usuários e infectar os computadores: a prisão da atriz Lindsay Lohan e o terceiro filme da saga Eclipse. Em relação a este último, metade dos resultados de busca apresenta links maliciosos.

Os cibercriminosos veem a curiosidade das pessoas como porta de entrada aos vírus. Imagens de celebridade sendo presa, embriagada ou mesmo nua é um bom caminho para perceber que o conteúdo é duvidoso.

Não importa o que o link prometa, exclua ou ignore e-mails e resultados de pesquisa que você não conhece. Ter um programa antivírus ativo e atualizado também ajuda a proteger o computador.

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Ontem, 3, o Ministro da Saúde do México confirmou a primeira mutação do vírus da Nova Gripe. Os casos suspeitos são 423 e um já foi confirmado como resistente ao antiviral.

A vítima da mutação ocorrida no vírus foi um bebê de dez meses. Apesar disso, o Instituto de Diagnóstico e Referência Epidemiológica informou que mesmo com a mutação a política de tratamento não será modificada.

*Com informações do Estadão.
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