Conselhos se juntaram para implantar ações educativas a fim de acabar com a violência.

Ministério da Saúde já notifica casos de violência contra mulheres, idosos, crianças e adolescentes. Dados são importantes para reformulação de políticas publicas

Segundo a Organização das Nações Unidas, repórteres correm riscos muito altos em determinados países.

O primeiro “Estudo Global sobre Homicídios” feito pelo Escritório das Nações Unidas para Drogas e Crimes revela que para cada 100 mil habitantes há 22,7 assassinatos no país.

Homens designers (ou não) com idade entre 18 e 25 anos podem participar de um concurso de camisetas para promover a igualdade entres os sexos.

O Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, dá um abraço simbólico em campanha que tem o intuito de combater a violência e a exploração sexual de crianças.

Qualquer forma de ofensa, humilhação, discriminação, agressão, gozação ou isolamento configura-se como Bullying. Um inimigo muitas vezes invisível, ele afeta a pessoa agredida e também quem presencia as ações hostis.

Uma matéria publicada hoje, 23 de novembro de 2009, na Folhateen retrata histórias de pais e filhos que fumam maconha juntos. O consumo presente no universo “familiar” enaltece diversas discuções sobre o tema das drogas como sua influência no convívio social, a descriminalização, o tráfico e os males causados à saúde.

Nos cinemas, “Salve Geral – o dia que São Paulo parou”, dirigido por Sérgio Rezende, faz um retrato aos ataques do PCC ocorridos em 2006; na vida real, a guerra entre traficantes no Rio de Janeiro, culminada na semana passada. A violência urbana é, infelizmente, uma realidade descontrolada. Onde será que vamos parar? Será que vai parar?

O Blog da Saúde convidou dois especialistas no assunto a falarem sobre a questão da violência urbana, tão próxima de você. Leia e reflita.

A violência em suas diversas formas não é preconceituosa, ela atinge desde crianças até idosos de todas as idades e pode interferir, direta ou indiretamente, na sua saúde. Muitas pessoas se privam de ter hábitos saudáveis, como andar a pé, com medo do ambiente promíscuo em que vivemos. Para que atitudes como esta deixem de ocorrer e prejudicar a qualidade de nossas vidas, algumas ações para redução da violência e agressividade já são tomadas.

Uma dessas iniciativas vem do Sindicato dos Psicanalistas do Estado de São Paulo, SINPESP, que no mês de outubro realizará um encontro para difundir o poder da ajuda psicanalítica no combate à violência e posturas comportamentais relacionadas a ela. “A psicanálise é capaz de promover uma mudança nesse quadro, pois provoca uma transformação no íntimo do ser humano”, explica a psicanalista presidente do Sinpesp, Araceli Albino.

Estudos apontam que, na realidade brasileira, a cada 13 minutos ocorre um assassinato no país, em decorrência do trânsito e armas de fogo. Para redirecionar esse caminho é necessária a mobilização da sociedade individualmente e da pressão aos órgãos públicos.

A cidade de Diadema é um exemplo na implementação de políticas de prevenção. O município de São Paulo conseguiu diminuir em 78% o número de homicídios na região, entre 1999 e 2008. Para obter resultados tão positivos a rede pública promoveu programas estratégicos envolvendo a polícia e segmentos sociais, focados na redução do consumo e uso indevido do álcool, grande “responsável” pela criminalidade, através da lei do Fechamento de Bares.

O secretário de Defesa Social do município, José Francisco Alves, irá apresentar essas ações já reconhecidas pela ONU, frente a representantes de 150 países no “Quarto Marco da Campanha para Prevenção da Violência”, organizado pela OMS, em Genebra, Suíça, hoje, 17. O evento reunirá também especialistas a fim de disseminar, em plano internacional, iniciativas eficazes no combate à violência e seu impacto na saúde.