Para uma vida cheia de significados
junho 28, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Espiritual
Caso perguntássemos para alguém: Qual o sentido da sua vida? Ouviríamos as mais diversas respostas. O motivo é que cada um de nós dá importância e significados diferentes para as coisas. O que pode estar em segundo plano para alguns, é muito importante para outros.
Existe uma importante relação entre a saúde e o sentido que damos a vida, também chamado de espiritualidade. A Organização Mundial da Saúde em sua Assembléia 101 propôs a espiritualidade como um componente da saúde para um estado dinâmico de completo bem-estar.
O estudioso Frankl, que em sua obra desenvolveu uma visão existencial da espiritualidade, afirmava que ter uma missão a cumprir na vida, um sentido a realizar, influencia a saúde geral da pessoa.
Essa missão poderia ser: um objetivo adequado, alguém que se ame ou um trabalho a desenvolver. Ou seja, uma atividade externa a nós, que esteja de acordo com nossas aptidões, que sejamos capazes de enfrentar e nos ofereça desafios permanentes.
Não seja tão apegado aos bens materiais a ponto que esse seja seu maior objetivo na vida. Você deve possuí-los e não o contrário.
A dimensão de saúde espiritual é melhor acessada pela inspiração do profissional, pelo desenvolvimento espiritual, criatividade, empatia e fatores menos calculados. Ética e sensibilização para o sagrado, influenciam no desenvolvimento humano e na auto-superação.
Assim, ao darmos sentido a nossa vida, poderemos ter uma vida mais saudável e plena. Pense nisso!
“E, respondendo ele, disse: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças, e de todo o teu entendimento, e ao teu próximo como a ti mesmo.” (Lucas 10:27)
Boa semana!
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maio 21, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Social
“É a primeira espécie que se replica que tivemos neste planeta cujo pai foi um computador”
Craig Venter
A frase acima, do líder de pesquisa americano, é polêmica e refere-se à fabricação da primeira célula sintética, cujo DNA foi montado com informações vindas de um computador. Mas ainda não significa vida artificial criada a partir do zero.
A equipe do Instituto J. Craig Venter já tinha criado um genoma sintético e transplantado um genoma de uma bactéria para outra – mas desta vez combinaram os dois, com o custo por volta de US$20 milhões.
Para ‘não cientistas’ fica difícil assimilar a ideia. Por isso, veja como foi feito:
Passo 1: As informações genéticas do DNA da bactéria Mycoplasma mycoides foram guardadas em um computador.
Passo 2: Usando um programa, cientistas fizeram alterações no genoma do micróbio para marcá-lo e assim poder ser identificado nas réplicas, caso desse certo.
Passo 3: Cientistas materializaram o DNA com a informação que só existia no computador.
Passo 4: O material genético foi então injetado em uma célula de outra bactéria, que teve seu DNA retirado.
Passo 5: As células que estavam vazias e receberam o novo DNA, passaram a se reproduzir normalmente.
Prós
Futuramente, essas células sintéticas podem servir para produzir vacinas, biocombustíveis ou outros medicamentos.
Na foto, a cor azulada é um indicador e representa que o genoma foi transplantado com sucesso.
A espécie artificial foi batizada como Mycoplasma micoides JCVI-syn1.0, sigla para “organismo sintético do James Craig Venter Institute 1.0”.
Contras
Os ambientalistas temem a criação, já que ainda não existe regulamentação do governo dos EUA sobre micróbios sintéticos. O medo é que essas novas criaturas escapem para o ambiente ou possam cair na mão de bioterroristas. Porém a equipe afirma que as células são seguras. A bactéria também foi enfraquecida, então dificilmente conseguiria viver fora do laboratório.
*Este post conta com informações do gizmodobr
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