Hotsite de receitas saudáveis da Victory Consulting
dezembro 23, 2011 por Paula Sanches
Em: Saúde Física
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O Blog da Saúde deseja um final de ano maravilhoso aos queridos leitores!
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agosto 19, 2011 por Blog da Saúde
Em: CONARH 2011, Saúde Corporativa
Certa vez perguntaram ao Dalai Lama: “O que mais te surpreende na humanidade?”
E ele respondeu:
“Os homens… Porque perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem dinheiro para recuperar a saúde. E por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem do presente de tal forma que acabam por não viver nem o presente nem o futuro. E vivem como se nunca fossem morrer… e morrem como se nunca tivessem vivido.”
Focando no valor e importância do bem-estar psicológico dos profissionais, a palestra da Victory Consulting no CONARH 2011 levou o tema: “O custo invisível da saúde mental nas organizações” e contou com a presença da Presidente da Victory, Vera Bejatto, e da psicóloga formada em coaching, com atuação em programas de saúde mental nas organizações, Deborah Toniolo.
A Victory levanta a bandeira de que o melhor é não ficar doente; trabalhar a prevenção. E que os gastos com a saúde mental têm sido altos nas organizações.
Doenças psiquiátricas roubam anos do brasileiro
De acordo com Deborah Toniolo, os transtornos emocionais têm causas multifatoriais, e pessoas estressadas e deprimidas têm 70% e 46% a mais, respectivamente, de gastos com saúde em comparação com indivíduos saudáveis. Ao analisar posições de liderança, 70% dos gestores convivem com altos níveis de estresse e 8% com depressão.
Plugados 24 horas por dia no smartphone
Já que passamos boas horas do nosso dia no trabalho, as mudanças tecnológicas e econômicas no ambiente em que exercemos nossas funções também podem vir a contribuir para o aumento do estresse. O transtorno da ansiedade generalizada causa danos na produtividade, insônia, falta de apetite, entre outros problemas.
Países como Canadá e EUA têm tido altos custos com os problemas gerados pelo estresse. O primeiro gasta, em média, $ 14,4 bilhões, e o segundo, $300 bilhões por ano. O Brasil também apresenta gastos elevados de, aproximadamente, R$ 6 bilhões anualmente.
Isso tudo sem contar os custos indiretos com transtornos mentais causados por turnover, absenteísmo, acidentes de trabalho, conflitos interpessoais e presenteísmo. Déborah mostrou aos congressistas que os fatores externos na empresa também exercem influência para desencadear problemas psicológicos. Veja abaixo alguns deles:
• Fusões e aquisições
• Evoluções tecnológicas
• Chefes tóxicos
• Excesso de informação
• Reestruturações
• Exigências do mercado
• Urgências e prioridades
Ainda há preconceito na hora de procurar um psicólogo ou psiquiatra e os investimentos das empresas em relação à saúde mental dos colaboradores são baixos. Mas é possível, e necessário, fazer com que os profissionais que necessitam de auxílio procurem ajuda profissional.
O trabalho deve englobar desde a prevenção e conscientização em relação ao tema, por meio de estratégias de atuação que incluem palestras, workshops, programas específicos, até plantão com psicólogo, palestras psico-educativas, EAP (employer assistance program), quick massage, entre outras.
Os resultados de cases da Victory Consulting demonstram a efetividade do programa com a diminuição de: consultas, frequência de internação e participação no custo assistencial de consultas.
É possível ter satisfação e ser saudável no ambiente de trabalho. Assim como afirmou Vera Bejatto: “Como agentes de saúde dentro das organizações, nós temos um papel fundamental”. Temos sempre que ter a consciência de que se não cuidarmos da saúde mental, todo o restante ficará comprometido.
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agosto 17, 2011 por Paula Sanches
Em: CONARH 2011, Saúde Física
O pai piloto, Marcos Paioli, relutou para levar a filha que, desde os 4 anos de idade, pede para correr. Foi aos 12 que ela decidiu ligar para uma escola de kart para dar seus próprios passos.
Hoje, Zizi Paioli tem 25 anos, é pilota de automobilismo e instrutora do Centro Pilotagem Roberto Manzini. Após quatro anos correndo de kart e ao atingir a idade necessária para participar do curso de competição de carro, 16 anos, ela foi procurar tirar sua carteira de piloto e conciliou o kart ao automobilismo por dois anos, até se dedicar completamente ao último. A carteira de piloto não serve para a legislação normal de trânsito, vale lembrar.
O Blog da Saúde conversou com ela, convidada da Victory Consulting durante o CONARH 2011, e obteve todas as informações para quem se interessa pelo esporte. Atualmente, Zizi corre no Campeonato Mercedes Benz Grand Challenge, que lhe exige dedicação e preparo.
Seu time é composto por oito mecânicos; o pai como chefe de equipe – avisa por rádio acontecimentos que podem estar fora do seu campo de visão; e sua mãe, que cuida de toda a parte administrativa.
Para quem não entende as regras do esporte, as bandeiras nos postos de sinalização são de extrema importância para o dinamismo da corrida. Para dar alguns exemplos, a bandeira amarela significa perigo a frente, como um acidente. A vermelha interrupção da prova e a preta, que vem acompanhada do número do carro, indica que o mesmo foi desclassificado. Mas essas são só algumas, entre várias sinalizações.
Preparo Físico
Ao contrário do que se pode pensar, o preparo para o esporte não tem diferença entre homem e mulher, porque o essencial não é força, mas resistência.
Quando corria de kart fazia também musculação, porque demandava mais força. Atualmente, a preparação é mais aeróbica e envolve alongamento e corrida, atividades para as quais ela conta com a ajuda de um treinador físico com uma proposta bem específica para a modalidade. Pescoço e braços são duas regiões bem trabalhadas nesse caso.
Os cuidados na alimentação envolvem evitar carne no final de semana da competição, pois diminui os reflexos, e ingerir carboidratos, além de muita água.
O carro é equipado com uma mini geladeira contendo gelo seco e os pilotos usam camiseta especial que faz a refrigeração durante a corrida. Os treinos ocorrem normalmente três vezes por semana e cinco vezes na semana que antecede uma competição.
Para quem quiser começar, Zizi indica o curso de pilotagem (que ela mesma fez) onde hoje é instrutora. Lá, eles cedem o carro e a vestimenta juntamente ao treinamento necessário.
No Brasil, ocorrem 160 mortes por dia no trânsito, conta. Por isso, a recomendação da pilota para quem ama velocidade, é deixar a paixão para as pistas de corrida, onde certamente haverá o preparo necessário para evitar qualquer risco.
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julho 6, 2011 por Paula Sanches
Em: Últimas Notícias
Com premiações em 2007, 2008 e 2009, a Victory Consulting novamente se destaca em uma das mais importantes premiações do mercado de seguros.
O Troféu Gaivota de Ouro foi consagrado à Victory, na categoria “Top Qualidade” com o programa “Saúde Mental como fator de redução de sinistros no Plano de Saúde”.
Já na categoria “Destaque Executiva do Ano na Área de Benefícios”, quem recebeu o troféu foi a presidente da Victory, Vera Lúcia Bejatto. “Agradecemos a todos que nos apoiaram por mais esta conquista”, afirma.
O Troféu Gaivota de Ouro é concedido às empresas, produtos, serviços, ações inovadoras e pessoas que tenham contribuído para o crescimento deste mercado. A 11ª edição do prêmio aconteceu dia 30 de junho, em São Paulo.
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abril 26, 2011 por Paula Sanches
Em: Saúde Física
No Dia Nacional de Combate à Hipertensão Arterial, não podíamos deixar de unir todos os esforços para alertar sobre o problema que é a principal causa de doenças do coração, dos rins e derrame.
A hipertensão arterial e pressão alta são nomes diferentes para o mesmo problema que, hoje, no Brasil, atinge mais de 30 milhões de pessoas que precisam entender e cuidar da saúde para viver melhor.
Segundo a Organização Mundial da Saúde, quem é hipertenso e não faz o controle adequado pode ter uma redução na expectativa de vida de até 16 anos e seis meses.
Ao conhecer o problema e suas principais causas, é possível perceber que a maioria delas diz respeito aos hábitos do dia a dia, como o consumo excessivo de sal.
Hipertensão: tim tim por tim tim
O coração é a “bomba” responsável por fazer o sangue circular por todo o nosso corpo. A força com a qual esse potente órgão bombeia o sangue através dos vasos é chamada de pressão arterial.
A pressão considerada normal é aquela que, na média, é igual ou inferior a 12 por 8, ou seja, máxima em 120 milímetros e mínima em 80 milímetros de mercúrio (mmHg).
A hipertensão arterial acontece quando os valores das pressões máxima e mínima são iguais ou ultrapassam 14 por 9. Valores entre 12 por 8 e 14 por 9 são considerados limítrofes, ou pré-hipertensão, e podem merecer tratamento em alguns casos, conforme recomendação médica.
Após os 55 anos, mesmo as pessoas com pressão arterial normal têm 50% de chance de desenvolver o problema.
Causas: Hereditariedade, Obesidade, Estresse, Excesso de Sal, Má Alimentação
Como Evitar: Acompanhamento médico, Atividade Física, Controle de peso, Redução de Sal, Medicamento (se prescrito), Alimentação Equilibrada
EU SOU 12 POR 8
A cada ano, 300 mil brasileiros são vitimados pelas doenças cardiovasculares, principalmente causadas pela hipertensão.
Um número 2 vezes maior que as mortes causadas por câncer de todos os tipos, 3 vezes mais que aquelas devidas a acidentes e 4 vezes maior que as causadas por infecções, incluindo a AIDS – para se ter uma ideia da atenção que devemos dar ao problema.
Cumprimos nosso objetivo ao fazer com que as pessoas percebam os benefícios de manter uma pressão normal e, caso descubram o problema, não abandonem o tratamento.
No Brasil, estima-se que apenas 10%, dos cerca de 30 milhões de hipertensos existentes, façam o controle adequado da hipertensão. A campanha foi criada pelo Departamento de Hipertensão da Sociedade Brasileira de Cardiologia. É preciso conscientizar.
O Blog da Saúde e a Victory Consulting são 12 por 8 e têm bom coração:
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agosto 24, 2010 por Blog da Saúde
Em: Planos de Saúde, Saúde Corporativa
O pleno acesso a um atendimento médico de qualidade é direito de todo brasileiro previsto na Constituição. O ideal seria que, independente da classe social, todo indivíduo pudesse usufruir de forma gratuita dos serviços de profissionais da área de saúde.
Infelizmente a realidade não corresponde ao que reza a lei. Para aqueles que não têm renda suficiente para arcar com os custos dos planos de saúde ou mesmo com o atendimento em rede particular, resta a rede pública, com suas deficiências e dificuldades para atender à grande maioria da população.
Para a parcela da população cujo orçamento prevê gastos com convênios de saúde, o pagamento, mês a mês, pode ser bastante pesado. Segundo a Victory Consulting, especializada na consultoria de planos de saúde, atualmente um plano básico, com acomodação em enfermaria, pode custar mais de 700 reais por mês para pessoas na faixa etária acima dos 59 anos de idade.
A partir dos 49 anos, os preços dos planos aumentam consideravelmente devido aos maiores riscos de aparecimento de doenças graves. Quanto mais avançada a idade, maiores também serão as chances de que sejam utilizados serviços e cuidados médicos caros, como internações ou cirurgias.
Abaixo a consultoria Victory mostra como os gastos mensais das pessoas com planos de saúde crescem ao longo do tempo:
Configurações: Plano Básico, enfermaria
Faixa etária Empresa 1 Empresa 2 Empresa 3
49 a 53 anos R$ 350,57 R$ 325,01 R$ 340,85
54 a 58 anos R$ 448,27 R$ 364,64 R$ 426,06
59 ou mais R$ 717,15 R$ 594,51 R$ 725,88
Para que os gastos com a saúde não transbordem os limites do orçamento, algumas medidas preventivas podem ser tomadas para evitar sacrifícios ao padrão de vida ou corte custos em outras áreas essenciais.
Uma delas é o planejamento ainda na vida economicamente ativa. Segundo Vera Bejatto, presidente da Victory Consulting, as regras da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) garantem a quem tem um plano de saúde corporativo há ao menos dez anos o direito de manter o mesmo plano quando se aposentar desde que assuma o pagamento integral do benefício. Como os valores pagos não mudam após a aposentadoria, pode ser uma forma interessante de economizar muito com saúde na terceira idade.
Ainda de acordo com a ANS, para os aposentados que tiverem contribuído com os planos corporativos de saúde por um período inferior a dez anos, será possível manter o mesmo seguro pagando o mesmo valor pelo número de anos de contratação do plano. Ou seja, uma pessoa que trabalhou durante cinco anos para uma empresa e manteve nesse período o mesmo plano de saúde terá o direito de pagar a mesma mensalidade após a aposentadoria por mais meia década.
Outro conselho a ser seguido é contratar plano de saúde o quanto antes. Segundo Andre Massaro, especialista em finanças do MoneyFit, para evitar surpresas em um orçamento planejado com base em renda da aposentadoria, o ideal é que o indivíduo contrate um plano de saúde assim que comece a trabalhar.
“Faz parte da boa educação financeira que se pense em adquirir convênio de saúde assim que a pessoa tiver uma renda que permita o pagamento do mesmo”, diz Massaro. Ele afirma que o ideal é que os custos com a saúde não ultrapassem 10% do orçamento mensal do indivíduo.
Se esse percentual não puder ser cumprido, o melhor a fazer é contratar um plano mais modesto. O maior risco é a pessoa simplesmente não contratar nenhum plano e ter de arcar com possíveis despesas médicas, um gasto que pode colocar o bem estar financeiro da família em sérios riscos.
O preço da diária de internação em um hospital na cidade de São Paulo custa, em média, 10.000 reais. O que significa que, apesar de algumas vezes parecer exorbitante, o preço pago por um plano de saúde não se compara aos gastos que uma pessoa pode ter ao optar por lidar com as despesas médicas em regime particular, sem o intermédio de um convênio. “É absolutamente inviável pensar em envelhecer com qualidade sem um plano de saúde privado”, alerta Vera.
Medicamentos
Outra grande despesa de muitos aposentados é com remédios. Sérgio Miguel Parra, advogado-chefe do escritório Parra Consultoria Jurídica, especializado na área de seguros e planos de saúde, explica que, para ter acesso a medicamentos que não são passíveis de cobertura do plano de saúde, os consumidores devem buscar na Justiça liminares que obriguem o Sistema Único de Saúde (SUS) a assumir despesa. “A justiça tem sido um caminho viável para conseguir estes benefícios.”
Especialistas também lembram que, para envelhecer com saúde, é preciso cuidar dela de maneira preventiva. Fazer exercícios, manter uma dieta saudável e cortar excessos ajuda a diminuir a dependência do indivíduo a planos de saúde e contribui para uma vida mais longeva e saudável.
Até mesmo para aqueles que pretendem continuar a trabalhar após a aposentadoria, manter-se ativo fisicamente ajuda a dar mais energia e disposição. Não é porque alguém vai envelhecer que necessariamente vai ficar doente. Se participar de programas preventivos de promoção da saúde, a pessoa irá chegar à idade avançada com uma boa qualidade de vida”, diz Vera, da Victory Consulting.
Fonte: EXAME
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setembro 22, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Corporativa
A terceira edição do ciclo mensal de palestras promovidas pela Victory Consulting contou com a presença de Mônica Bortolossi, Gerente Comercial da Porto Seguro. Mônica prendeu a atenção dos mais de sessenta convidados sobre um assunto importante e polêmico, a RN nº 200. A Resolução Normativa estabelecida pela Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS dispõe sobre questões como planos coletivos e individuais, tempo de carência entre outros.
O encontro sobre a nova Resolução da ANS – a RN nº200 – foi bastante elucidativo e pontuou as mudanças que deverão entrar em vigor no próximo dia 15 de outubro. A cadeira de convidados foi composta de empresas como Parmalat, TOTVS, Kalunga, TV Bandeirantes, entre outras. Abrindo a palestra, Vera Bejatto, presidente da Victory, ressaltou a importância da Consultoria em Gestão de Benefícios Corporativos, que alia a contratação do Plano de Saúde, sua Administração Operacional e Programas de Qualidade de Vida.
Em seguida, Mônica Bortolossi especificou as alterações impostas pela Lei 9656/98 aos planos coletivos por adesão e empresariais. Fazendo um paralelo entre a legislação vigente e as novas regras, Bortolossi destacou os pontos positivos e negativos, os itens que ainda aguardam instrução normativa específica e sua expectativa em relação à viabilização das regras e à atitude do mercado segurador e seus beneficiários.
Entre os assuntos apresentados, a questão do “triple A” (aposentados, afastados e agregados) e dos reajustes foram ressaltadas e bastante comentadas entre os convidados. As palestrantes prevêem que, devido às adaptações questões como práticas de gestão, necessidades corporativas e orçamento estarão ainda mais entrelaçados. As executivas enfatizaram também a necessidade da prevenção e da análise minuciosa do caso de cada empresa.
Os contratos terão um ano para se adaptarem a regulamentação e os detalhes não especificados na lei serão estabelecidos pelos contratantes junto às seguradoras e operadoras prestadoras de serviço. Vale lembrar que as informações analisadas no encontro estão de acordo com a nova norma, mas esta já foi prorrogada por uma vez e pode sofrer alterações assim que a ANS divulgá-las no Diário Oficial.
Confira vídeo exclusivo com depoimento de convidados
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setembro 21, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
O tempo nublado e a baixa temperatura não espantou os mais de 30.000 atletas inscritos na Maratona Pão de Açúcar, que agitou as imediações do Parque do Ibirapuera no último domingo, 20, em São Paulo. Este ano, o percurso realizado pelos atletas (nada menos que 42,2km) em sistema de revezamento contou também com bicicletários, para facilitar o acesso de quem além de correr também gosta de pedalar.
A equipe Blog da Saúde esteve presente no evento esportivo e acompanhou a concentração dos atletas da Huawei, multinacional chinesa que contou com tenda de apoio exclusiva fornecida pela Victory Consulting. Confira as fotos:
Para as executivas de RH da empresa, cuidar da saúde e promover auxílio para que os colaboradores participem de eventos esportivos como esse é fundamental. Para Viviane Borges, coordenadora de Recursos Humanos e Benefícios “qualidade de vida significa aproveitar melhor a vida em todos os aspectos. Quando o indivíduo tem uma boa qualidade de vida está cooperando com ele mesmo e servindo de incentivo a próxima geração. Tudo é uma consequência de atitudes, a próxima geração somente terá melhor qualidade de vida se tiver em quem se espelhar.”
Sua companheira de trabalho, Patrícia Cardoso acredita que quando ações como essa são promovidas pela empresa aumentam a produtividade do colaborador e ressalta que “a atividade física estimula o colaborador e o deixa mais alerta na maioria das vezes. Além disso, é uma forma de aliviar o stress diário, sendo uma válvula de escape importante para auxiliar no equilibrio físico e emocional.”
E você? O que faz em benefício à sua saúde física?
Confira no áudio abaixo as dicas dos corredores da equipe Huawei e mãos à obra!
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setembro 14, 2009 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
A Victory Consulting, consultoria de benefícios especializada em Plano de Saúde e Programas de Qualidade de Vida é eleita pela segunda vez Top 5 no 12º Top of Mind de RH 2009. A premiação, promovida anualmente pela Fênix Editora é considerada uma das mais importantes e prestigiadas em todo o Brasil na área de Gestão de Pessoas.
Desde sua primeira edição, em 1998, o prêmio tem como objetivo incentivar o desenvolvimento do mercado de Recursos Humanos, através do reconhecimento das empresas que se destacam no fortalecimento de sua prestação de serviços junto ao profissional da área.
A cerimônia de entrega das placas de homenagem aconteceu no dia 13/08 no Espaço Araguari, onde reuniu importantes executivos de RH. A Victory foi lembrada como referência em Consultoria de Benefícios por profissionais de cargos diretivos do RH que mencionaram, dentre 31 categorias o nome do primeiro fornecedor que viesse à mente, o que fez selecionar os cinco melhores em cada categoria.
Vera Bejatto, presidente da consultoria agradece a indicação “agradecemos aos profissionais de RH pela indicação e afirmamos que nosso trabalho consiste em surpreender dia a dia as mais exigentes expectativas do setor”.
Fonte: Redação Victory
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agosto 7, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Corporativa
Prazos, metas, números. Diariamente somos cobrados por melhores resultados. Além da demanda de trabalho aumentar dia a dia o tempo parece que corre na contra mão das tarefas por ser cada vez menor. Assim, alguns gestores optam por “pressionar” suas equipes para obter sempre o melhor resultado. Uma observação importante, no entanto, é a de linkar ações de incentivo para que se obtenha o resultado esperado.
Planejamento e estratégia são as melhores maneiras de se atingir metas. Terrorismo e cobranças intangíveis só comprometerão os resultados. Profissionais estressados podem desenvolver problemas de saúde como gastrite, insônia e dores de cabeça, além de “contaminar” o restante da equipe com desânimo e falta de confiança no trabalho.
Um bom planejamento das atividades aliado à um Programa de Qualidade de Vida eficaz pode resolver este tipo de problema e otimizar os resultados. Conversamos com Vanessa Araújo, da área de Recrutamento e Seleção da Victory Consulting. A psicóloga enumerou 10 práticas para os gestores acertarem na hora de cobrar um trabalho. Confira.
- Conhecer o perfil do funcionário e o estilo de trabalho é fundamental para saber cobrar: alguns profissionais se irritam se cobrados diariamente, outros precisam ser cobrados com mais frequencia. O gestor que conhece sua equipe sabe como tirar o melhor de cada um.
- Deixe clara a meta a ser atingida e o prazo, pergunte se há dúvidas antes e no decorrer do processo. Quando não há dúvidas quanto ao trabalho a ser desenvolvido, as chances de sucesso e cumprimento de prazos é maior.
- Estimule o aproveitamento do tempo, não dê metas com prazos extremamente curtos ou muito longos. Se o tempo é curto, o profissional terá um desgaste maior e se o prazo é longo, o foco acaba perdido, além de provocar a desmotivação na realização do trabalho.
- Se você detecta que o tempo está sendo mal administrado, estude as causas desse problema – nem sempre o profissional está desperdiçando o tempo, talvez ele esteja desmotivado.
- Quando a pressão por resultados é muita intensa e comum em seu ambiente de trabalho, é interessante desenvolver projetos que ajudem os funcionários a lidar com essa pressão no dia-a-dia. A empresa é responsável também pela qualidade de vida de seu colaborador.
- Dê feedback sempre. O feedback ajuda a corrigir falhas e deixa o profissional ciente se está ou não atendendo as expectativas e em quais aspectos precisa melhorar.
- Ofereça incentivos aos funcionários. Recompense e comemore sempre que a equipe atinja as metas.
- Esteja atento aos “sintomas” entre seus funcionários: trabalho além do expediente, atrasos, absenteísmo e problemas de saúde podem ser sinais de que a pressão está além do nível suportado.
- Evite acirrar a pressão com a competição no ambiente de trabalho. Sempre que possível, estimule o cumprimento de metas grupais e a colaboração no ambiente de trabalho. Essas atitudes ajudam a melhorar o ambiente de trabalho.
- Prepare-se também para a hipótese de não atingir uma meta. É importante saber lidar com a frustração e ajudar a equipe a suportar esse sentimento. Reflitam sobre o que pode ter falhado e o que precisa melhorar para alcançar o sucesso no próximo desafio. Reconhecer as falhas e buscar o aprimoramento é saudável!
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julho 28, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Corporativa
O Jornal Folha de São Paulo noticiou ontem, 27 de julho que o vice-presidente da República, José Alencar, 77, recebeu alta da UTI do hospital Sírio-Libanês, onde se submeteu a uma nova cirurgia, na última sexta-feira, para tratamento de câncer na região abdominal. Não há, no entanto, previsão de alta. Ele seguirá internado nesta semana, em São Paulo.
Situações críticas de saúde como a que acometem José de Alencar podem acontecer com colaboradores de sua empresa. Por isso, a escolha do melhor plano de saúde e da Consultoria responsável pelo benefício concedido é fundamental. Alencar, que desde 1997 luta contra um câncer na região abdominal por vezes reluta em permanecer no hospital, o que, para sua saúde não é nada promissor.
Ao iniciarmos qualquer tipo de tratamento devemos nos ater às orientações médicas e cumprir todas as etapas necessárias à melhora do quadro clínico. Segundo a Folha apurou, a equipe médica não cederá à pressão do vice-presidente para deixar o hospital, como ocorreu na última quinta-feira.
Problemas crônicos de saúde como o câncer ainda intrigam e geram dúvidas, tanto do ponto de vista clínico e particular – paciente e familiares – quanto do ponto de vista corporativo, onde, muitas vezes gestores e equipes de RH necessitam de suporte e orientação de como agir e que atitudes tomar.
Ao associarmos a correria do dia a dia com fatores de risco à saúde como stress, alimentação inadequada e sedentarismo, o risco de contrairmos doenças graves é alto. Para Vera Lucia Bejatto, presidente da Victory Consutling – Consultoria especializada em benefícios e plano de saúde, o monitoramento de casos crônicos e doenças graves é fundamental.
A executiva lembra que manter a saúde mental em dia é um dos pontos chave para controlar o avanço da doença e alerta “orientações nutricionais, acompanhamento médico e tratamento adequado são fundamentais para reduzir e minimizar os impactos que uma doença grave pode acarretar na pessoa. Sabemos de vários casos em que o apoio e o carinho, tanto dos colegas de trabalho como da família, foi a “mola propulsora” para enfrentar a doença e obter sucesso. Além do mais, o apoio psicológico do Programa de Qualidade de Vida da Consultoria, é um facilitador para que o doente sinta-se mais confortável e amparado psicologicamente, e assim se tornar mais resiliente à doença.”
Se você ficou interessado (a) neste assunto e gostaria de obter informações complementares clique aqui
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julho 28, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Corporativa
No último sábado, 25, durante os treinos da Fórmula 1 para o GP da Hungria, o piloto brasileiro Felipe Massa foi atingindo por uma mola de metal desprendida do carro de Rubens Barrichello. A pancada que atingiu a cabeça do piloto desperta duas questões importantes à rotina dos profissionais de RH. Uma, quanto à segurança no ambiente de trabalho, e outra, quanto ao risco do acidentado não retornar a exercer suas funções rotineiras.
O uso de novas tecnologias em prol da segurança nas corridas automobilísticas amenizou os impactos e a gravidade do acidente de Massa. Palco de algumas tristes lembranças, a atividade nas pistas necessita de equipamentos de proteção, peritos em segurança e cuidados redobrados. Um acidente como este serve como alerta para novos estudos e medidas de prevenção.
Seja numa obra, num escritório, num hospital, um ambiente de trabalho seguro e saudável é fundamental para seus colaboradores. É responsabilidade da empresa adotar, informar e utilizar medidas coletivas e individuais para reduzir o risco de acidentes de trabalho (AT). Hoje, a maioria das empresas conta com um convênio em que há vinculado no contrato os ATs. Caso não haja, o colaborador acidentado é encaminhado para um hospital público. Nos dois casos, o primeiro atendimento consiste em ouvir a posição do médico para depois serem tomadas medidas para o tratamento e recuperação do paciente.
Segundo a Assistente Social da Victory Consulting, empresa de Consultoria na Gestão de Saúde e Benefícios, Elvira Carvalho, os procedimentos não são padronizados e variam de acordo com a política, o tipo e o risco de cada empresa. A profissional é responsável pelo suporte aos clientes que lidam com situações como esta. No caso Felipe Massa, houve sucesso na cirurgia para retirada de fragmentos do osso do crânio.
O piloto não corre risco de morte, mas permanece em coma induzido e ainda será submetido a uma série de exames. Ainda não se sabe se o piloto volta ou não às pistas. O retorno à vida comum e a profissão é uma grande preocupação tanto para o colaborador quanto para a empresa. O processo requer tempo e apoio conjunto por parte dos parentes, amigos, colegas de trabalho e um acompanhamento médico e psicológico.
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