Reajuste de até 6% nos preços dos medicamentos aproxima-se
março 22, 2011 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
Mais de 20 mil medicamentos terão aumento nos preços a partir do dia 31 de março. O reajuste varia de 3,54% a 6,01%, dependendo da categoria a que o remédio pertence.
A Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) – ligada à Agência Nacional de Vigilância Sanitária – autorizou o aumento de medicamentos como antibióticos e remédios de uso contínuo.
Medicamentos fitoterápicos e homeopáticos não estão sujeitos aos valores determinados pela CMED. Seus preços são sujeitos à variação por determinação do fabricante.
O cálculo do reajuste levou em conta uma série de fatores, como por exemplo, IPCA acumulado entre março de 2010 e fevereiro de 2011 e competitividade do produto no mercado – estabelecida pelo nível de participação de genéricos nas vendas.
Quanto maior a participação, maior o percentual de reajuste. Para o cálculo, também foi levado em conta o ganho de produtividade das empresas.
O governo define o valor máximo que podem subir a cada ano, a fim de evitar que a população seja prejudicada por eventuais aumentos excessivos por parte da indústria farmacêutica.
Os valores reajustados não poderão ultrapassar o limite estabelecido até março de 2012.
Procedimento
As produtoras de medicamentos deverão apresentar à CMED, até 31 de março de 2011, o relatório contendo os preços que pretendem colocar. Quem elevar os preços acima do autorizado pode ser multado em até R$ 3,2 milhões.
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agosto 21, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Corporativa
No período da tarde do terceiro dia do Conarh 2009 duas palestras trataram de um tema de interesse geral que impactou todo o cenário mundial: a crise econômica. Um período delicado como este exige planejamento e informação eficazes. Foi em busca de gerir uma troca de conhecimentos e soluções que o Conarh deu enfoque ao assunto no encontro deste ano.
O público preocupado em amenizar os impactos negativos da crise em suas empresas sem afetar seu consumidor assistiu a palestra “Como gerenciar o clima em períodos de incerteza” conduzida por Arthur Marinho, diretor executivo da Tempo Consulting e Marcos Reitano, diretor-gerente do Banco Itaú. Duas palavras resumem bem as atitudes e idéias propostas para contribuir com o gerenciamento em tempos como o que estamos passando: “transparência e valores”, colocou muito bem a gerente de negócios da Across, Rosana.
Resgatar valores foi uma colocação bastante citada no evento este ano. O ex-presidente FHC também levantou a questão de valores e educação na palestra realizada no dia anterior, lembrou a âncora de outra palestra “Onde estão os custos da crise?”.
Esta última, liderada por Renato Caporali, gerente executivo da Unidade de Cooperação, indicou que o verdadeiro custo da crise iria aparecer independente dela existir ou não. Os reflexos que temos hoje são resultado de todo um processo estrutural econômico adotado há mais de 40 anos, baseado no neoliberalismo.
“Uma sociedade que vive para ganhar dinheiro é problemática” – já dizia Aristóteles. A sociedade deve viver em busca de riquezas (materiais sim, mas também morais) e qualidade de vida. É neste contexto que o RH das empresas deve trabalhar para cultivar ética e preparar pessoas que se adéqüem aos novos valores que a crise retoma: consumo consciente, responsabilidade social e ambiental e solidariedade competitiva. Isso se dará através da inclusão e prosperidade econômica.
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