Bebês prematuros têm calendário de vacinação diferente
setembro 26, 2011 por Paula Sanches
Em: Saúde Física
Por apresentarem um sistema imune mais imaturo, e muitas vezes outras condições de agravo, esses bebês devem ter um calendário vacinal diferenciado.
Os recém-nascidos (RN) com idade inferior a 37 semanas são classificados como pré-termos (RNPT) e os que apresentam menos de 2.500 g ao nascer são classificados como de baixo peso (RNBP).
A completa assistência ao recém-nascido com idade inferior a 37 semanas envolve a sua imunização, que já pode ser iniciada ainda na unidade neonatal, segundo a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).
A Sociedade, com o apoio do Instituto Abrace e dos laboratórios Abbott, promove essa campanha de conscientização de médicos e da população sobre a importância da adequada imunização dos prematuros. Cabe ao pediatra neonatologista orientar a família.
Calendário de Imunização do Prematuro
RECÉM-NASCIDO HOSPITALIZADO: Deverá ser vacinado com as vacinas habituais, desde que clinicamente estável. Não usar vacinas de vírus vivos: pólio oral e rotavírus.
PROFISSIONAIS DE SAÚDE E CUIDADORES: Todos os funcionários da Unidade Neonatal, pais e cuidadores devem ser vacinados contra o influenza e receber uma dose da vacina tríplice acelular do tipo adulto, a fim de evitar a transmissão da influenza e da coqueluche ao recém-nascido.
VACINAÇÃO EM GESTANTES E PUÉRPERAS: A imunização da gestante contra a influenza é uma excelente estratégia na prevenção da doença em recém-nascidos nos primeiros 6 meses de vida, época que ele ainda não pode receber a vacina. A prevenção do tétano neonatal não deve ser esquecida, e o momento do puerpério é oportuno para receber as vacinas contra doenças para as quais a puérpera (parturiente) seja suscetível: hepatite B, hepatite A, rubéola, sarampo, caxumba, varicela, coqueluche e febre amarela.
IMPORTANTE!
Lavar constantemente as mãos, evitar frequentar ambientes aglomerados e retardar a matrícula em escolas, berçários e creches, são importantes fatores de proteção.
O estímulo ao aleitamento materno, assim que possível, contribui para um estado imunológico mais fortalecido desses bebês.
Aplicação de Vacinas, eventos adversos
Como trata-se de um assunto que merece redobrada atenção, é preciso analisar outros fatores, como se o caso do bebê é de extremo baixo peso; o local de aplicação da vacina, entre outros.
No Informe, são abordadas as características imunológicas do prematuro, sua resposta imune, as indicações de vacinas – especialmente nos dois primeiros anos de vida – eficácia e eventos adversos mais comuns, e a proteção no longo prazo.
Todas essas informações estão detalhadas no hotsite: prematuroimunizado.com.br
Veja também:
- Profissionais da saúde terão guia de atenção ao recém-nascido
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maio 13, 2011 por Paula Sanches
Em: Últimas Notícias
Idosos, gestantes e crianças entre 6 meses e 2 anos de idade poderão tomar a vacina até o próximo dia 20 de maio.
A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo e agora a Secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil (Sesdec) do Rio de Janeiro, prorrogaram a campanha de vacinação contra a gripe até o dia 20 de maio. A campanha terminaria hoje, dia 13.
São Paulo
Desde o dia 25 de abril, 3,7 milhões de paulistas foram imunizados. Entre os três grupos principais definidos para a vacinação deste ano, as gestantes ainda apresentam menor adesão – menos da metade recebeu a dose.
As crianças entre 6 meses e 2 anos de idade foram as que mais compareceram aos postos, quase 60%. Entre os idosos com 60 anos ou mais foram imunizados 2,7 milhões de pessoas, ou 54,9%.
Vale lembrar que para as crianças são necessárias duas doses da vacina. A segunda deve ser tomada com intervalo de 30 dias após a primeira. Entre os grupos participantes da campanha, também estão os profissionais de saúde e indígenas.
Horário de funcionamento dos postos
Os postos de saúde abrem das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira. Na capital, as salas de vacina do Instituto Pasteur (avenida Paulista, 393) e dos terminais rodoviários do Tietê e da Barra Funda funcionam das 8h às 20h, inclusive aos sábados e domingos. O hospital estadual Emílio Ribas (avenida Dr. Arnaldo, 156, Cerqueira César) vacinará das 7h às 17h.
“A vacina protege contra uma série de complicações decorrentes da gripe, como as pneumonias. A vacina é segura e não oferece qualquer risco de a pessoa desenvolver gripe”, diz Helena Sato, diretora de Imunização da Secretaria.
Rio de Janeiro
O motivo da prorrogação, orientada pela Secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil (Sesdec), é o baixo índice de cobertura vacinal até o momento. Até a manhã desta sexta-feira, das cerca de 2,7 milhões de pessoas que deveriam se vacinar, apenas 1,2 milhão tinha sido imunizado, menos da metade do público alvo. O imunizante continuará a ser aplicado nos postos de saúde dos 92 municípios fluminenses.
No caso dos idosos que vivem em asilos e não possam ir a um posto de saúde deve solicitar à Secretaria de Saúde de seu município a visita de um agente para que a vacinação seja feita onde mora.
Essa é a 13ª campanha anual de vacinação contra a gripe para pessoas com mais de 60 anos. Estudos apresentados pelo Ministério da Saúde mostram que a vacina contra a gripe reduz em mais de 50% as doenças relacionadas à gripe nos idosos vacinados e 32% do total de hospitalizações por pneumonia.
Duração da Campanha em SP
25 de abril a 20 de maio
Quem será vacinado
Toda a população de 60 anos ou mais, toda a população indígena (acima de 6 meses de vida), crianças com idade entre seis meses e dois anos, gestantes e profissionais de saúde.
Contraindicações
Não deve tomar a vacina quem tem alergia à proteína do ovo. Pessoas com deficiência na produção de anticorpos, seja por problemas genéticos, imunodeficiência ou terapia imunossupressora, devem consultar o médico primeiro.
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março 16, 2011 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo decidiu convocar as pessoas que irão viajar ao exterior ou a outros estados brasileiros para que tomem a vacina contra o sarampo, caso ainda não tenham sido imunizadas.
O motivo é a confirmação do primeiro caso importado de sarampo no Estado desde 2005. A ação é preventiva, com objetivo de evitar que a doença retorne a circular no território paulista.
Além dos viajantes, devem tomar a vacina:
- profissionais que atuam no setor de turismo (motoristas de táxi, funcionários de hotéis e restaurantes)
- profissionais de saúde e de educação
O ideal é manter a sua caderneta de vacinação em dia. Por isso, se estiver com doses em atraso, também procure tomar a vacina.
Recomendações
No calendário básico a primeira dose é aplicada aos 12 meses e uma segunda dose entre 4 e 6 anos de idade.
Para as pessoas entre 7 e 19 anos de idade, recomenda-se que recebam 2 doses (com intervalo de 30 dias) e para as pessoas entre 20 e 50 anos, pelo menos uma dose.
Quem tomou a primeira e segunda dose recomendadas e agora tem entre 7 e 19 anos precisa tomar as outras duas doses de reforço?
Não, pois essas pessoas já foram completamente imunizadas.
E se o fizeram nesta idade (entre 7 e 19 anos), precisam se dirigir ao posto para tomar mais uma dose entre 20 e 50 anos?
Não. As pessoas que têm entre 7 e 19 anos e tomaram apenas uma dose da vacina devem comparecer a um posto de vacinação para tomar a segunda dose. Após receberem as duas, elas já estarão imunizadas, não sendo necessário tomar os reforços posteriormente.
As pessoas entre 20 e 50 anos que nunca foram imunizadas só necessitam tomar uma dose da vacina.
A medida tomada pela Secretaria visa fazer com que as pessoas que nunca se vacinaram ou tomaram doses insuficientes da vacina compareçam a um posto de saúde para ficarem totalmente imunizadas.
A vacina imuniza a pessoa para toda a vida. Se ela já foi imunizada não é necessário vacinar-se novamente.
Sarampo no mundo
Casos de sarampo continuam ocorrendo em diferentes partes do mundo, como Europa, África e Austrália. Na região das Américas houve evidência de surtos neste ano no Canadá, Estados Unidos e Argentina.
No Brasil, em 2010, foram identificados 68 casos de sarampo, distribuídos entre Pará, Rio Grande do Sul e Paraíba.
O Estado de São Paulo não apresenta casos autóctones de sarampo desde 2000. Em 2001, 2002 e 2005 foram identificados quatro casos importados ou vinculados à importação.
Para os viajantes que retornam a São Paulo a orientação é para que fiquem atentos aos sintomas do sarampo.
Os principais sintomas são febre e exantema (manchas avermelhadas no corpo), acompanhados ou não de tosse, coriza e conjuntivite.
Nesses casos a recomendação é para que a pessoa procure imediatamente um posto de saúde e evite contato desnecessário com outras pessoas até que receba avaliação médica.
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março 2, 2011 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Recorremos a profissionais para associar folia, carnaval e diversão à pele saudável, saúde em dia e responsabilidade sexual. Confira!
Nenhuma outra comemoração do ano permite tanto que se invista nas cores e brilhos como o carnaval. Um jato de spray aqui, um pouco de purpurina ali e pronto. As colombinas, odaliscas, passistas e piratas ganham vida na maior festa popular brasileira.
Mas para curtir os quatro dias de carnaval é preciso ter alguns cuidados com a pele. Produtos como sprays, tintas, purpurinas e colas podem provocar desde reações alérgicas leves até queimaduras. Alergias com produtos que contém corantes são as mais comuns.
A dermatologista do Hospital Federal de Ipanema, Márcia Senra, alerta que a pele é um órgão de contato, então várias pessoas podem ter qualquer tipo de alergia mesmo sem nunca terem usado um determinado produto. Portanto, tudo que contém tinta ou corante pode provocar uma alguma reação desagradável.
Márcia orienta as pessoas a aplicarem o produto em áreas menores do corpo para testar se vão ter alguma reação. O ideal é escolher a região anterior do antebraço e deixar a substância agir de um dia para o outro.
Segundo a Dra. Edith Horibe, presidente da ABMAE – Academia Brasileira de Medicina Antienvelhecimento, é possível prevenir e reverter alguns dos processos de envelhecimento, até mesmo no Carnaval.
Algumas dicas para cair na folia e que ajudam no processo Anti-aging: comer adequadamente, cuidar da hidratação e da ansiedade para não cometer todos os excessos concomitamente, aumentando os radiciais livres e acelerando o processo de envelhecimento.
Alimentação
Para a Dra Edith Horibe as bases para uma alimentação adequada incluem proporções equilibradas de proteínas, carboidratos e fibras, lipídeos (gorduras), vitaminas, minerais, e água.
O importante é evitar os fast foods, que geralmente são mais gordurosos e calóricos. No cardápio estão inclusos peixe e frango, vegetais crus ou cozidos no vapor, frutas pouco calóricas, como ameixa, frutas cítricas, maçã com casca, melão amarelo e melão cantalupo, pêra com casca, pêssego, que além de hidratar são excelentes fontes de carboidrato e grãos integrais.
Muito cuidado deve-se ter com a escolha das bebidas e ter moderação se forem alcoólicas, por isso nada melhor do que água, água de côco, sucos de frutas naturais, chá verde gelado – mas devem ser consumidos sem adoçante e sem açúcar. O açúcar é considerado alimento pró-inflamatório, rouba energia e vai deixar a pessoa cansada no meio da folia.
Para que a festa não acabe em diarreias e intoxicações, é preciso não abusar de álcool e ter cuidado com os alimentos gordurosos, como geralmente é a alimentação dos foliões.
O gastroenterologista do Hospital Federal dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro, André Nazar, aconselha que a hidratação deve ser feita não só antes, mas durante e após para repor todo o líquido perdido, além de cuidados extras.
“De preferência, escolher bem o lugar que come, porque a maioria das vezes se come na rua. Alimentos quentes, com maionese exposta ao sol, devem ser evitados”. Para não ficar com fome leve sempre barra de cereais.
Outra dica de Nazar são os sorvetes, principalmente, os de fruta. Evite carnes mal passadas ou cruas, como carpaccio e comidas japonesas. Esses alimentos associados ao calor facilitam a intoxicação alimentar.
A ingestão de bebidas alcoólicas, comidas gordurosas, longa exposição ao sol, poucas horas de sono e alto gasto energético, agridem o organismo, causam estresse físico e debilita o sistema imunológico, além de abrir portas para infecções e doenças.
Buscando sempre as melhores alternativas, a nutricionista Audrey Abe, do Natural em Casa, têm algumas dicas para curtir as festas e, ao mesmo tempo, cuidar da saúde.
“Faça, antes de sair, um lanche reforçado à base de carboidratos como pão ou arroz integral, batata ou macarrão, pois é fundamental para ter bastante energia e disposição nas horas de festa”, explica a nutricionista.
1. Prefira carnes magras, queijos magros e leite desnatado, pois estes evitam a sensação de peso no estômago e digestão lenta.
2. Consuma carboidratos de absorção rápida, como arroz integral, pão integral, batata e macarrão, para ter bastante energia.
3. Não passe mais de 4 horas sem comer. Escolha alimentos fáceis de transportar, rápidos e práticos, que irão repor as suas energias, como barra de cereais, frutas liofilizadas e sucos de frutas.
4. Após as comemorações, opte também por alimentos com propriedades antioxidantes como a vitamina A, E e C, que podem ser encontradas na cenoura, abóbora, agrião, couve, espinafre e brócolis.
Importante! As bebidas alcoólicas além de calóricas aumentam a diurese, o que pode elevar o risco de desidratação. O consumo de água proporciona a eliminação mais rápida dos metabólicos do álcool.
Atividade Física
Se você vai se divertir na avenida ou no baile de carnaval, não precisa se preocupar se faltou à academia: 60 minutos sambando pode gastar 180 calorias.
Mas se carnaval para você não é sinônimo de folia, aproveite os dias para fazer uma hora de caminhada.
Vacina em dia
No quesito saúde, estar com as vacinas em dia já é um ótimo começo. “Elas protegem de doenças de fácil transmissão pelo beijo, aperto de mão ou contato sexual, e também de outras que estão controladas no Brasil, mas que podem ser transmitidas por turistas estrangeiros, como o sarampo, por exemplo”, explica a médica Flávia Bravo, coordenadora do Centro Brasileiro de Medicina do Viajante (CBMEVi).
“É recomendado, principalmente para os jovens, tomar vacinas que protegem de doenças relacionadas ao ato sexual”, indica a médica. A vacina do HPV, por exemplo, é fundamental para evitar o contágio pelo vírus do papiloma humano. A imunização contra Hepatite B também é importante, já que a doença é transmitida por sangue contaminado e é cerca de 100 vezes mais contagiosa que a AIDS.
Como neurose não combina com Carnaval, as vacinas continuam sendo a forma mais eficaz de combater pelo menos as doenças imunopreveníveis. Veja se a sua carteira de vacinação está em dia. Nos casos em que não há esta possibilidade, vale uma boa dose de informação, bom senso e de cuidado redobrado, lançando mão de todos os recursos disponíveis.
Responsabilidade sexual
A campanha de carnaval de 2011 do Ministério da Saúde terá como público as mulheres de 15 a 24 anos, porque a infecção por HIV entre as mulheres está em constante crescimento. Apesar de haver mais casos da doença nos homens, essa diferença diminui ao longo dos anos, segundo Maria Helena Vilela, diretora do Instituto Kaplan.
Ela informa que dados do Ministério da Saúde – Departamento de DST/AIDS mostram que em 1989, a relação de sexos era de cerca de 6 casos de contaminação do sexo masculino para cada 1 caso no sexo feminino. Em 2009, chegou a 1,6 caso em homens para cada 1 em mulheres.
Maria Helena lembra que as mulheres lutaram por seus direitos sexuais, pelo direito de desenvolver uma carreira profissional e conquistar sua autonomia econômica e pessoal. Mas, quando a questão é amor e sexo, grande parte não sabe como exigir o uso de preservativo.
Vale lembrar a importância das consultas periódicas, já que o canal vaginal é um órgão interno, o que dificulta à mulher perceber qualquer alteração.
“Meninas sejam espertas e fiquem fora desta estatística da Aids”, recomenda Maria Helena. “Só se previne quem tem convicção dessa necessidade. Busque informações sobre razões para se prevenir, sexualidade, DST/Aids e métodos contraceptivos.”
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novembro 30, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
O governo federal proibiu o uso da vacina fabricada pelo laboratório Biovet na campanha contra raiva animal. De acordo com uma nota técnica dos ministérios da Saúde e da Agricultura, testes revelaram resultados insatisfatórios sobre os efeitos a serem provocados pela vacina.
A vacinação nacional contra raiva está suspensa desde outubro, após o registro de mortes e reações adversas em animais vacinados, como hemorragia e dificuldade de locomoção.
Os ministérios determinaram que as secretarias de Saúde incinerem parte das vacinas. Outras unidades serão recolhidas pelo próprio laboratório.
A campanha de vacinação deverá ser retomada somente em 2011, sem data definida. O Ministério da Saúde receberá três milhões de doses da empresa apenas para ações esporádicas.
Última campanha
Segundo dados dos ministérios, 637 cães e gatos apresentaram efeitos adversos depois de terem sido vacinados, 41,6% considerados graves.
O Ministério da Agricultura reiterou que as vacinas foram testadas pelos laboratórios oficiais antes de serem usadas na campanha, quando não foram detectadas falhas.
A vacina do Biovet passou a ser usada na edição deste ano da campanha.
Quer mais informações sobre a raiva? Clique aqui.
*Com informações da Agência Brasil.
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novembro 18, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias, Saúde Física
O Senado aprovou ontem (17) um projeto de lei que inclui cinco vacinas no calendário básico de vacinação da criança. Com o projeto, o Sistema Único de Saúde (SUS) passa a ser obrigado a disponibilizar as vacinas: hepatite A, meningocócica conjugada C, pneumocócica conjugada 7-valente, varicela (catapora) e pneumococo.
*Duas delas, a meningocócica conjugada C e pneumocócica conjugada 7-valente, já haviam sido incluídas no calendário no início deste ano, por decisão do Ministério da Saúde.
Agora é obrigatório
Segundo o ministério, as novas vacinas são aplicadas hoje na rede pública para os chamados “casos especiais”. As doses são oferecidas no SUS, por exemplo, para portadores de HIV, doenças pulmonares crônicas ou para quem vai se submeter a transplantes. A partir da sanção da lei, elas passam a ser obrigatórias para todas as crianças.
Para o autor do projeto, deputado federal Alexandre Silveira (PPS-MG), a inclusão dessas vacinas no calendário oficial deve reduzir significativamente a mortalidade infantil no País.
Vacinas
- A vacina contra a hepatite A previne a inflamação do fígado causada pelo vírus HAV. Por seu modo de transmissão, é típico de áreas menos desenvolvidas, com más condições de higiene e falta de saneamento básico. Nesses locais, a doença predomina em crianças de 2 a 6 anos, mas pode ser adquirida em qualquer idade.
Atualmente, o SUS recomenda a aplicação da vacina somente em casos especiais, como em portadores de doenças crônicas no fígado ou pessoas que passaram por transplante de medula óssea;
- Altamente contagiosa, a varicela, popularmente chamada de catapora, é uma das doenças virais mais comuns na infância. É causada pelo vírus varicela-zoster;
- A meningocócica conjugada C protege contra a bactéria meningococo C, que causa meningite (inflamação das membranas que envolvem o encéfalo e medula espinhal), principalmente em crianças de até 4 anos. A transmissão é de pessoa para pessoa por meio de beijo e secreções expelidas por tosse, fala ou espirro.
Atualmente, a vacina meningocócica conjugada C é aplicada aos 3 e 5 meses, com reforço aos 15 meses.
- A vacina pneumocócica conjugada 7-valente previne a pneumonia. Ela é aplicada aos 2, 4 e 6 meses, com reforço entre 12 e 15 meses;
- A quinta vacina combate o pneumococo, bactéria que pode causar doenças meningites, pneumonias pneumocócicas, sinusite, inflamação no ouvido, septicemia (infecção generalizada). É indicada hoje para crianças maiores de 5 anos portadoras de imunodeficiências (como cardiopatias e pneumopatias) e idosos que vivem em asilos, casas de repouso ou hospitais.
O texto aprovado pelo Senado, já havia passado pela Câmara dos Deputados. Agora segue para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
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novembro 10, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo oferece, até o final de dezembro, a vacina conjugada contra o meningococo C, causador de uma das formas mais graves de meningite bacteriana.
A campanha é voltada para crianças menores de 1 ano, que devem tomar duas doses da vacina (aos 3 e aos 5 meses) e uma de reforço quando fizerem o primeiro aniversário.
As vacinas serão disponibilizadas em toda a rede pública de saúde do Estado.
A dose conjugada contra meningococo C é normalmente bem tolerada e não apresenta reações adversas graves. Apenas crianças com histórico de anafilaxia (alergia imediata e aguda) em dose anterior não devem ser vacinadas.
“Aproximadamente 25% dos casos ocorrem em menores de 2 anos e a vacina é a melhor forma de proteção contra a doença, com um índice de proteção de mais de 90%”, afirma Helena Sato, diretora de imunização da secretaria.
Calendário de imunização
A partir de janeiro, a vacina contra meningite C fará parte do calendário de imunização do Sistema Único de Saúde (SUS). Antes dessa medida, a dose estava disponível na rede pública apenas para ações pontuais de controle e bloqueio de surtos.
A campanha contra o meningococo C já foi realizada para as crianças entre 1 ano e 1 ano e 11 meses de idade, faixa etária que precisa de apenas uma dose da vacina.
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outubro 21, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
Após três anos sem casos de sarampo, o Brasil está prestes a alcançar um recorde de registros da doença na década: em 2010 já foram confirmados 55 casos em três Estados.
A Paraíba é a mais afetada, com 45 casos, seguida por Rio Grande do Sul (sete) e Pará (três). O número deve aumentar porque ainda há cerca de 70 pessoas com suspeita da doença.
Desde 2001, o ano com mais casos de sarampo registrados no País foi 2006, com 57.
Contradição
O aumento no número de registros está ocorrendo justamente no momento em que o Brasil pediu à Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) o certificado de eliminação da doença.
O Ministério da Saúde, porém, afirma que o pedido não está comprometido. Segundo autoridades brasileiras, não há no Brasil uma “transmissão sustentada” da doença, que só ocorre se forem registrados casos ao longo de 12 meses. Por enquanto, os registros deste ano somam pouco mais de um mês.
Como informou o Blog da Saúde, os casos registrados aqui são classificados como “vírus importado”, ou seja, provenientes de outras localidades, como Europa, África, América Latina e Oceania.
A Secretaria Estadual da Saúde informou que realiza uma campanha de vacinação e busca de pessoas que tiveram contato com os doentes.
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setembro 28, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias, Saúde Física
O Brasil entregou à Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) um relatório para certificação de eliminação do sarampo.
A solicitação e entrega do documento para declaração de país livre da doença foi feita pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão, na 50ª Reunião do Conselho Diretor da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) em Washington, nos Estados Unidos.
O Brasil é o primeiro país das Américas a solicitar o certificado. “O relatório para certificação é resultado de um esforço de inúmeros profissionais de saúde e mobilização da população para superar esse desafio”, informou o ministro da Saúde.
Casos confirmados
Apesar da solicitação, este ano foram confirmados seis casos de sarampo na Paraíba, três no Rio Grande do Sul e um no Pará.
Segundo o Ministério da Saúde, no entanto, as ocorrências estão relacionadas com vírus importados da África do Sul e da Europa e não tiram as condições do Brasil para a certificação de país livre do sarampo.
O Brasil conta com um sistema de vigilância para notificar e acompanhar doenças como essa, além de identificar os casos importados de nações que ainda mantêm sua transmissão ativa.
“Hoje, o aumento da sensibilidade e da agilidade da vigilância epidemiológica, além do avanço tecnológico no diagnóstico laboratorial, permite detectar rapidamente esses eventos e identificar as características do vírus encontrado em cada amostra, indicando assim sua procedência”, informa o diretor de Vigilância Epidemiológica do Ministério da Saúde, Eduardo Hage.
Interrupção
Uma das doenças mais antigas do continente, o sarampo teve sua transmissão interrompida no território brasileiro em 2000, com o último caso registrado em Mato Grosso do Sul. Entre 2001 e 2009, foram registradas 67 ocorrências, mas todas provenientes de outras nações.
Vacina
A vacina contra o sarampo passou a ser aplicada no País em meados da década de 1960, embora sem um plano de continuidade.
A doença, introduzida pelos colonizadores na descoberta das Américas, era epidêmica e responsável por elevada mortalidade de crianças, em associação com a desnutrição.
Acompanhe e evolução:
- Entre 1969 e 1971, o sarampo era a principal causa de morte em crianças de 1 a 4 anos na América Latina (estudo conduzido pela Opas);
- Na década de 70, 5% dos infectados morriam por causa da doença no Brasil;
- A partir dos anos 90, a estratégia de vacinação ganhou reforço, alcançando coberturas acima de 95% na última década, com a adoção da vacina tríplice viral para crianças de 1 ano;
- Entre 1998 e 2009, o número de registros de sarampo nas Américas diminuiu 99%, passando de 135,9 mil para 11 casos, em 2009;
- Além dos casos brasileiros, em 2010 outros países das Américas, como Estados Unidos, Canadá e Argentina, apresentaram casos relacionados à importação do vírus de outras regiões.
A vacina é recomendada para a população até 49 anos.
- Sarampo: Recomendação é tomar a vacina antes de viagens internacionais
*Com informações da Agência Brasil.
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setembro 24, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
As campanhas de vacinação desses animais estão suspensas por tempo indeterminado, até decisão dos Ministérios da Saúde e Agricultura.
A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo constatou que a vacina utilizada neste ano no Estado de São Paulo para a imunização de cães e gatos contra a raiva foi responsável por reações adversas acima do esperado em animais vacinados.
Os dados foram investigados pela Coordenadoria de Controle de Doenças e o Instituto Pasteur em parceria com os municípios e divulgados em nota oficial.
Por isso, os Ministérios decidirão se é necessária a substituição dos lotes encaminhados a São Paulo ou mesmo do produto. Decisão fundamental para que os municípios paulistas possam dar seguimento às campanhas.
Dados
Foram distribuídos neste ano dois lotes da vacina Raipet-Biovet, adquirida pelo Ministério da Saúde, entre os municípios paulistas: os de nº. 59/2010 e 139/2010. No entanto, 77,5% das cidades receberam exclusivamente o lote 59/2010.
Este lote também foi o único distribuído nos municípios de São Paulo e de Guarulhos, os mais populosos do Estado e responsáveis por 67% das notificações de reações adversas.
De 13 de agosto a 21 de setembro foram notificados 3.424 casos de reação em cães e gatos vacinados no Estado, dos quais 890 (26%) foram considerados graves, conforme critérios de classificação estabelecidos pelo Ministério da Saúde. Das reações graves, 717 foram em gatos.
A incidência de eventos adversos no mesmo período foi de 4,86 casos a cada mil animais vacinados.
A taxa é considerada alta quando comparada com registros da cidade de São Paulo nos últimos três anos, com índices sempre inferiores a 0,07 casos de reação por mil animais vacinados.
Um estudo de campo realizado pelo Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria com proprietários de 82 animais com eventos adversos notificados ao Centro de Controle de Zoonoses de Guarulhos, aponta que 57% dos cães e 32% dos gatos já haviam recebido outras vacinas em campanhas anteriores e não apresentaram reações.
Oitenta por cento desses animais vivem em residências e não tiveram contato com animais doentes nas duas semanas antes da vacinação.
Foram analisados 15 animais que não resistiram e morreram após serem vacinados e cinco deles tiveram hemorragias digestivas. Outros dois também tiveram problemas no aparelho digestivo, sem confirmação de sangramento. A Universidade de São Paulo investigou a pedido da Secretaria.
Os demais apresentaram problemas diversos, como choque hipovolêmico e broncopneumonia. Dois laudos apontaram a causa da morte como indeterminada.
Não é possível, entretanto, estabelecer a associação causal entre a vacina e os quadros encontrados.
Os resultados das investigações já foram encaminhados ao Ministério da Saúde e ao Ministério da Agricultura, mas os resultados ainda não foram divulgados.
ATENÇÃO: É importante ressaltar que a vacina contra a raiva humana, diferente do produto contra a raiva animal, está sendo oferecida normalmente à população do Estado de São Paulo para casos de mordedura, lambedura ou arranhadura de mamíferos.
- Ceará: Governo confirma primeiro caso de raiva humana do ano no Brasil
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setembro 16, 2010 por Paula Sanches
Em: Últimas Notícias
A Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo divulgou hoje, 16, uma recomendação para que os paulistas com viagem marcada para o exterior procurem os postos de saúde para tomar a vacina contra o sarampo.
Apesar de não haver registros de transmissão endêmica da doença no Brasil, alguns casos importados de outros países foram registrados em 2010.
Sarampo no Brasil
A secretaria afirmou que a transmissão endêmica do vírus do sarampo foi interrompida no Brasil em 2000. Apesar disso, este ano, de janeiro a 31 de agosto, foram confirmados cinco casos, após um período de quatro anos de ausência da doença no País. Todos os casos foram em pessoas não vacinadas.
Vacinação
A recomendação é que todos os paulistas que forem viajar ao exterior, mesmo para países onde não há a circulação do vírus, procurem um posto de saúde para atualizar a caderneta de vacinação. É importante tomar a vacina contra o sarampo preferencialmente 15 dias antes do embarque.
A vacina contra o sarampo é a tríplice viral e imuniza a pessoa também contra caxumba e a rubéola.
A secretaria ressalta ainda que o sarampo se mantém como a principal causa de morte por doença imunoprevenível (ou seja, que pode ser prevenida com a imunização ou a vacinação). Em todo mundo a estimativa é que ocorram anualmente cerca de 10 milhões de casos, com 164 mil óbitos.
- Rio Grande do Sul: Mais três casos suspeitos de sarampo
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setembro 8, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
A Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo disponibiliza a vacinação contra a meningite C para crianças menores de dois anos de idade, gratuitamente, em toda a rede pública do Estado.
A partir de agora a imunização passa a fazer parte do calendário do Sistema Único de Saúde (SUS), também em nível nacional, protegendo as crianças contra a bactéria causadora da doença, o meningococo C.
Etapas de vacinação
Primeiro serão imunizadas as crianças entre 1 ano e 1 ano e 11 meses de idade. Para esta faixa etária é necessário apenas uma dose da vacina.
Em novembro, a Secretaria irá disponibilizar a vacina contra o meningococo C também às crianças menores de 1 ano, que deverão tomar duas doses da vacina e uma dose de reforço quando completarem 1 ano de idade.
Antes desta medida a vacina estava disponível na rede pública apenas para ações pontuais de controle e bloqueio de surtos de meningite causada pelo meningococo C.
Dados
Aproximadamente 25% dos casos desse tipo de meningite ocorrem em crianças menores de 2 anos. A vacina tem índice elevado de proteção, chegando a mais de 90%, segundo Helena Sato, diretora de Imunização da Secretaria.
A vacina conjugada contra meningococo C é normalmente bem tolerada e não apresenta reações adversas graves. Somente crianças com histórico de reação anafilática em dose anterior não deverão receber a vacina.
Pais de crianças menores de 2 anos: não se esqueçam de imunizar seus filhos contra a meningite C!
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setembro 1, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
A partir do dia 8 de setembro, crianças menores de 2 anos de idade poderão receber gratuitamente a dose da vacina contra o meningococo C, causador de uma das formas mais graves de meningite bacteriana.
Calendário
O primeiro grupo a receber a vacina será o de crianças com idades entre 1 ano e 1 ano e 11 meses. De acordo com a secretaria, para esta faixa etária é necessário apenas uma dose da vacina.
Em novembro, a Secretaria Estadual da Saúde vai colocar a vacina contra o meningococo C à disposição também das crianças menores de 1 ano, que deverão tomar duas doses e uma de reforço quando completarem 1 ano.
“Aproximadamente 25% dos casos desse tipo de meningite ocorrem em crianças menores de dois anos e a vacina é a melhor forma de proteção contra a doença. Esta vacina tem um elevado índice de proteção, chegando a mais de 90%”, afirma Helena Sato, diretora de Imunização da Secretaria.
A vacina pode causar reações?
A secretaria ressalta que a vacina conjugada contra meningococo C é normalmente bem tolerada e não apresenta reações adversas graves. Somente crianças com histórico de reação anafilática em dose anterior não deverão ser vacinadas.
Em toda a rede pública
A imunização contra a doença passa agora a fazer parte do calendário do Sistema Único de Saúde (SUS). Antes da medida, a vacina estava disponível na rede pública apenas para ações pontuais de controle e bloqueio de surtos de meningite causada pelo meningococo C.
Quer saber mais sobre a doença?
A meningite C é transmitida de pessoa a pessoa pelas vias respiratórias, por gotículas e secreções no nariz e da garganta ao tossir ou até por um contato direto.
Os principais sintomas da doença são: rigidez na nuca, febre, dor de cabeça, grande sensibilidade à luz, sonolência, confusão mental, vômitos e manchas na pele tipo hematoma que, quando pressionada, não desaparecem (inicialmente são semelhantes às picadas de mosquitos, mas aumentam de número e de tamanho rapidamente).
O tratamento é feito com antibióticos. No entanto, é importante destacar que a evolução da doença é muito rápida. Portanto, procure imediatamente o médico caso desconfie de algum sinal!
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junho 30, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
Termina hoje, quarta-feira (30), a campanha de vacinação contra a gripe suína (H1N1) em todo o Estado de São Paulo.
A partir de amanhã, os postos de saúde só irão vacinar crianças de seis meses a 4 anos e 11 meses; portadoras de doenças crônicas até oito anos que precisem receber a segunda dose da vacina e profissionais a partir de 40 anos de idade que atuam em estabelecimentos do ensino fundamental e médio das redes públicas.
* Para este último, e novo, grupo a vacinação se estenderá até 16 de julho
Desde o dia 8 de março, quando a campanha foi iniciada, foram imunizados 20.008.481 paulistas, o que representa 47,5% de toda a população estimada para o Estado, segundo a Fundação Seade. A proporção de vacinados é maior do que a média nacional e também supera a de países como os Estados Unidos.
Vale ressaltar ainda que as crianças até oito anos precisam tomar duas doses da vacina para ficarem completamente imunizadas! A segunda dose não precisa ser aplicada exatamente 30 dias após a primeira, mas é importante que as crianças recebam a dose complementar.
A única contraindicação da vacina é para quem tem alergia a ovo de galinha. No enatnto, para esse grupo há uma vacina especial, clique aqui para mais informações.
Doenças crônicas contempladas na campanha de vacinação:
* Doença respiratória crônica (doença pulmonar obstrutiva crônica e asma);
* Doença cardíaca crônica com repercussão clínica e/ou hemodinâmica (cardiopatias congênitas, insuficiência cardíaca e pacientes com sequelas por febre reumatóide);
* Doença cerebrovascular (acidente vascular cerebral isquêmico ou hemorrágico, com alterações permanentes);
* Doença neurológica (paralisia cerebral e distrofia muscular);
* Doença hepática crônica (cirrose, hepatite crônica com alteração da função hepática, hepatite crônica em tratamento antiviral);
* Doença renal crônica (paciente com insuficiência renal crônica em diálise);
* Doença metabólica (diabetes em uso de medicamentos, obesidade grau III – antiga obesidade mórbida);
* Doença hematológica (anemia falciforme);
* Imunodeficiências (HIV/Aids, câncer);
* Outras condições (Síndrome de Down) Menores de 18 anos com terapêutica contínua com salicilatos (ex: doença reumática autoimune, doença de Kawasaki).
O Blog da Saúde acompanhou toda a campanha de vacinação contra a gripe suína. Clique aqui para mais informações.
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junho 22, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
A primeira fase da Campanha Nacional de Vacinação Contra a Poliomielite 2010 foi prorrogada na capital paulista até sexta-feira, 25.
De acordo com a Secretaria Municipal da Saúde (SMS), já foram aplicadas 607.538 doses (69% de cobertura).
A meta estabelecida pelo Ministério da Saúde é vacinar, no mínimo, 95% das crianças menores de cinco anos de idade, entre as 891.935 residentes no município de São Paulo.
As Unidades Básicas de Saúde (UBS) continuarão de portas abertas, das 8 às 17 horas. A relação dos locais de vacinação pode ser consultada pela Central 156 ou pelo site Prefeitura de São Paulo.
A segunda fase da campanha será realizada no dia 14 de agosto.
Saiba mais sobre a poliomielite e ajude o Brasil continuar longe do vírus da paralisia infantil!
Outras vacinas – Nas Unidades de Saúde, as crianças poderão ainda atualizar a caderneta de saúde e receberem outras vacinas, como: BCG (contra as formas graves da tuberculose), Hepatite B, rotavirus, tríplice viral (contra sarampo, caxumba e rubéola), tetravalente (contra difteria, tétano, coqueluche e hemófilo influenza tipo b) e contra o pneumococo 10 valente.
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junho 10, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
A Copa do Mundo é tema da campanha de vacinação contra paralisia infantil (poliomielite) deste ano, que começa neste sábado, 12 de junho.
Com o slogan “Vacinou, é gol”, a campanha terá seu garoto-propaganda, o Zé Gotinha, vestido com a camisa da seleção brasileira.
Todas as crianças menores de cinco anos deverão se vacinadas em um dos 115 mil postos espalhados por todo o país. A vacina é oral, e mesmo quem já tomou antes deve participar.
Serão disponibilizadas cerca 24 milhões de doses para esta primeira fase, e mais 24 milhões para a segunda, que será realizada no dia 14 de agosto.
A meta é imunizar, na primeira etapa, 95% das crianças menores de cinco anos, ou 14,6 milhões.
A poliomielite é uma doença infecto-contagiosa grave!
Na maioria dos casos, a criança não morre quando é infectada, mas tem consequências sérias: lesões que afetam o sistema nervoso, provocando paralisia, principalmente nos membros inferiores.
A doença é causada e transmitida por um vírus (o poliovírus) e a contaminação se dá principalmente por via oral.
Histórico
21 anos sem a paralisia infantil - O Brasil está livre do vírus causador da pólio desde 1989, quando o último caso da doença foi registrado, na Paraíba.
Em 1994, o país recebeu da Organização Mundial de Saúde (OMS) o certificado de eliminação da poliomielite.
No entanto, enquanto houver registro de casos em qualquer lugar do mundo, é necessário continuar com a vacinação para evitar o risco de importação do vírus.
Países como Paquistão, Índia, Afeganistão e Nigéria ainda têm casos da doença.
* Com informações do Ministério da Saúde.
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junho 1, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias, Gripe Suína
Aviso aos adultos de 30 a 39 anos e pais de crianças de 2 a 5 anos incompletos: quarta-feira (2) é o último dia para receber a dose da vacina em um dos 36 mil postos do país.
Gestantes que ainda não estão imunizadas também devem garantir a proteção até amanhã.
O Ministério da Saúde comprou 113 milhões de doses e pretende que 71 milhões de pessoas sejam vacinadas.
As doses extras fazem parte do “estoque estratégico” que o governo obteve caso algum acontecimento não previsto ocorra.
São dois laboratórios que comercializam a vacina no país: Sanofi Pasteur e Solvay. A Solvay informou que já distribuiu as encomendas pelas clínicas do país; a Sanofi diz que deve finalizar a distribuição para as clínicas até o fim do mês.
Como está a situação em Clínicas Particulares
Ao contrário do que se vê com a campanha do Ministério da Saúde, as clínicas particulares em São Paulo e no país, sofrem com a falta de doses e muitas vezes não há previsão para a chegada.
Como o corpo só produz anticorpos 15 dias após a dose ser tomada, as pessoas devem se imunizar até o fim da primeira quinzena de junho, já que julho é o mês de maior incidência de casos.
Veja como está a situação em principais clínicas particulares de São Paulo:
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maio 31, 2010 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
Hoje, dia 31 de maio, é o último dia para adolescentes de 10 a 14 anos se vacinarem contra a meningite C na Bahia.
A campanha desta faixa etária estava prevista para ser entre os dias 29 e 30. A mudança ocorreu devido ao atraso de entrega das doses da vacina, o que gerou alguns tumultos já que muitas pessoas foram cedo garantir a dose.
A meningite C é do tipo bacteriano e pode ser transmitida de pessoa para pessoa. Os casos aumentaram em 47,6%, segundo a Secretaria de Saúde do Estado da Bahia, número que levou às campanhas de vacinação. Este ano, a doença matou 32 pessoas na Bahia, sendo que 25 dos casos foram em Salvador.
Fique Atento!
A próxima etapa da vacinação contra meningite C está marcada para os dias 12 e 13 de junho para adolescentes de 15 a 19 anos.
Para saber a lista dos postos de vacinação, clique aqui.
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