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OMS recomenda reforço em vacinação após emitir alerta de sarampo nas Américas

O aumento de casos de sarampo nos países das Américas levou a Organização Mundial da Saúde a emitir um alerta sobre a doença e exortou países a reforçarem a vacinação. Só neste ano, 1.115 casos casos de sarampo foram confirmados em 11 países das Américas.
A Venezuela responde por 904 infecções; Brasil aparece em segundo lugar (104); seguido dos Estados Unidos (63). Outros países com casos são: Antígua e Barbuda (1 caso), Argentina (3), Canadá (9) Colômbia (21), Equador (3), Guatemala (1), México (4) e Peru (2).
No Brasil, o surto de sarampo atinge apenas os estados de Roraima, com 81 casos, e do Amazonas, que confirmou 22 infectados.

Sintomas de sarampo
O sarampo é uma doença infecciosa grave e altamente contagiosa.  Entre os sintomas estão:
* Febre alta, acima de 38,5°C;
* Tosse;
* Coriza;
* Conjuntivite;
* Manchas vermelhas pelo corpo;
* Vermelhidão dos olhos;
* Pontinhos brancos que aparecem na mucosa bucal.

Prevenção
A melhor forma de realizar a prevenção do sarampo é por meio da vacinação. Ela deve ser tomada em duas doses – aos 12 e 15 meses de vida. A imunização faz parte do Calendário Nacional de Vacinação e pode ser encontrada em todos os postos de saúde do país de graça.

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo vai antecipar e ampliar a campanha de imunização contra a febre amarela, com a meta de imunizar 8,3 milhões de pessoas ainda não vacinadas. O início será em 29 de janeiro, última segunda-feira do mês.

Haverá ‘Dias D’ nos sábados 3 e 17 de fevereiro, data prevista para encerramento da campanha. Durante o período, o Governo do Estado pretende vacinar moradores de 54 cidades que residem em áreas ainda não alcançados pelo vírus, mas que estão receptivas, pois integram os corredores ecológicos. A finalidade é proteger a população preventivamente. Nos ‘Dia D’, os postos de saúde dos municípios envolvidos estarão abertos em regime especial para atender a população.

O 54º município incluído foi São Caetano do Sul e outros doze municípios que teriam vacinação em bairros específicos agora serão contemplados em sua totalidade, para cidadãos que não receberam a vacina até o momento. Serão alcançadas as regiões da Grande São Paulo, Vale do Paraíba e Baixada Santista (confira abaixo a lista de municípios). Todos os recortes foram definidos por critérios epidemiológicos após análises técnicas e de campo feitas pelo CVE (Centro de Vigilância Epidemiológica/Divisão de Zoonoses) e Sucen (Superintendência de Controle de Endemias) em locais de concentração de mata.

Na capital, onde as estratégias de vacinação têm sido desenvolvidas desde o ano passado, a campanha visa imunizar 2,5 milhões de pessoas que residem em distritos previamente definidos das zonas Leste e Sul (Capão Redondo, Cidade Tiradentes, Grajaú , São Mateus, entre outros).

A campanha será realizada com dose fracionada da vacina, conforme diretriz do Ministério da Saúde. O frasco convencionalmente utilizado na rede pública poderá ser subdividido em até cinco partes, sendo aplicado assim 0,1 mL da vacina. Estudos evidenciam que a vacina fracionada tem eficácia comprovada de pelo menos oito anos. Estudos em andamento continuarão a avaliar a proteção posterior a esse período. As carteiras de vacinação terão um selo especial para informar que a dose aplicada foi a fracionada.

Cerca de 6,3 milhões de doses da vacina fracionada serão disponibilizadas para as pessoas ainda não imunizadas que residem nos locais definidos pela campanha. Quem já tomou uma dose da vacina, mesmo se fizer parte destes municípios incluídos na campanha, não precisará se vacinar novamente.  A vacina aplicada até o momento (dose padrão) tem validade para a vida toda, segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde).

“Decidimos antecipar e a ampliar a campanha de vacinação para proteger a população contra a febre amarela. Pessoas ainda não vacinadas e que residem em locais onde ainda não há circulação do vírus receberão a dose fracionada, que é segura e tem eficácia comprovada. Em quinze dias de campanha, queremos triplicar o número de pessoas vacinadas no Estado de São Paulo”, destaca o secretário de Estado da Saúde, David Uip.

A campanha também prevê a oferta de 2 milhões de doses padrão, que serão disponibilizadas para crianças com idade entre nove meses e dois anos incompletos, pessoas que viajarão para países com exigência da vacina, grávidas residentes em áreas de risco e portadores de doenças crônicas – como diabéticos, cardiopatas e renais crônicos, por exemplo.

Deverão consultar o médico sobre a necessidade da vacina os portadores de HIV positivo, pacientes com tratamento quimioterápico concluído, transplantados, hemofílicos ou pessoas com doenças do sangue e de doença falciforme.

Não há indicação de imunização para grávidas que morem em locais sem recomendação para vacina, mulheres amamentando crianças com até 6 meses e imunodeprimidos, como pacientes em tratamento quimioterápico, radioterápico ou com corticoides em doses elevadas (como por exemplo Lúpus e Artrite Reumatoide). Em caso de dúvida, é fundamental consultar o médico.

Nas demais áreas do Estado de São Paulo onde já há vacinação em razão da circulação do vírus a imunização seguirá com a vacina padrão.

 

Município População-alvo
DIADEMA 365.124
MAUA 396.690
RIBEIRAO PIRES 105.651
RIO GRANDE DA SERRA 41.503
SANTO ANDRE 623.152
SAO BERNARDO DO CAMPO 707.474
SÃO CAETANO 94.435
BERTIOGA 46.251
CUBATAO 104.440
GUARUJA 275.974
ITANHAEM 85.935
MONGAGUA 45.537
PERUIBE 57.847
PRAIA GRANDE 260.175
SANTOS 333.561
SAO VICENTE 317.339
CACAPAVA 79.433
IGARATA 6.804
JACAREI 198.278
JAMBEIRO 5.366
MONTEIRO LOBATO 3.978
PARAIBUNA 16.549
SANTA BRANCA 12.466
SAO JOSE DOS CAMPOS 566.323
CARAGUATATUBA 89.603
ILHABELA 25.689
SAO SEBASTIAO 58.288
UBATUBA 74.237
APARECIDA 33.222
ARAPEI 2.448
AREIAS 3.675
BANANAL 9.715
CACHOEIRA PAULISTA 28.388
CANAS 4.507
CRUZEIRO 72.051
CUNHA 21.530
GUARATINGUETA 93.274
LAGOINHA 4.475
LAVRINHAS 6.623
LORENA 77.075
NATIVIDADE DA SERRA 6.549
PINDAMONHANGABA 138.567
PIQUETE 13.955
POTIM 20.158
QUELUZ 11.248
REDENCAO DA SERRA 3.745
ROSEIRA 9.721
SAO BENTO DO SAPUCAI 0
SAO JOSE DO BARREIRO 4.036
SAO LUIS DO PARAITINGA 10.013
SILVEIRAS 5.832
TAUBATE 253.003
TREMEMBE 42.025
CAPITAL 2.500.000
TOTAL 8.373.937

 

Ainda durante a fase adulta da vida estamos suscetíveis a infecções por vírus e bactérias. Por esta razão, é necessária a proteção vinda de vacinas.

“As inúmeras doenças que se manifestam mais na vida adulta são fortes indicadores de que o indivíduo precisa se vacinar”, explica Dra. Ligia Pierrotti, infectologista do Alta Medicina Diagnóstica.

Segundo a médica, as pessoas pertencentes aos grupos de risco, como gestantes, idosos e portadores de doenças crônicas, devem sempre estar atentas sobre a vacinação. Isto porque, para algumas doenças, a proteção tem prazo de validade – o que explica a necessidade do reforço. “Depois de dez anos, o sistema imunológico deixa de produzir anticorpos suficientes para evitar doenças, como febre amarela e tétano”, revela. Mas todos os adultos devem ser vacinados, mesmo aqueles que não estejam no grupo de risco.

Existem vacinas tanto para bactérias como para vírus. “No primeiro caso, a vacinação é feita para controlar surtos epidemiológicos e, para o caso dos vírus, a imunização normalmente dura a vida toda, sendo necessárias apenas algumas doses de reforço para garantir que a doença não vai mais voltar”, diz a especialista.

Confira as sete vacinas mais recomendadas para os adultos:

Vacina Dupla tipo adulto – para difteria e tétano

A primeira parte da vacinação contra difteria e tétano é feita em três doses, com intervalo de dois meses. Geralmente, essas três doses são tomadas na infância. Então confira a sua carteira de vacinação para certificar-se se a vacinação está em ordem. Depois delas, o reforço deve ser feito a cada dez anos para que a imunização continue eficaz. É nesse momento que os adultos cometem um erro, deixando a vacina de lado.

Vacina Tríplice-viral – para sarampo, caxumba e rubéola

No caso do sarampo, a transmissão ocorre por via respiratória. Em adultos, essa doença é pouco observada, mas como a forma de contágio é simples, os adultos devem ser imunizados para proteger as crianças com quem convivem.

O adulto deve tomar a tríplice-viral se ainda não tiver recebido as duas doses recomendadas para a imunização completa quando era criança e se tiver nascido depois de 1960. O Ministério da Saúde considera que as pessoas que nasceram antes dessa data já tiveram essas doenças e estão imunizados, ou já foram vacinados anteriormente.

Além disso, as mulheres que pretendem ter filhos e que não foram imunizadas ou nunca tiveram rubéola devem tomar a vacina um mês antes de engravidar, já que a rubéola é bastante perigosa quando acomete gestantes, podendo causar deformidade no feto.

Vacina contra a hepatite B

Até os 24 anos, todas as pessoas podem tomar a vacina contra hepatite B, gratuitamente, em qualquer posto de saúde. A aplicação da vacina também continua de graça, quando o adulto faz parte de um grupo de risco. “Pessoas que tenham contato com sangue, como profissionais de saúde, podólogos, manicures, tatuadores e bombeiros, ou que tenham relacionamentos íntimos com portador da doença são as mais expostas a essa doença”, diz a especialista. Fora isso, qualquer adulto pode encontrar a vacina em clínicas particulares.

Pneumo 13 – Pneumonia

Mesmo sendo uma das vacinas mais importantes, é a única vacina do calendário que não é oferecida em postos de saúde – somente em clínicas particulares. Protege contra 13 tipos de bactérias causadoras da pneumonia.

Vacina contra a febre amarela

Por ser uma doença grave, e com alto índice de mortalidade, todas as pessoas que moram em locais de risco devem tomar a vacina a cada dez anos, durante toda a vida. Quem for para uma dessas regiões precisa ser vacinado pelo menos dez dias antes da viagem. No Brasil, as áreas de risco são: zonas rurais no Norte e no Centro-Oeste do país e alguns municípios dos Estados do Maranhão, do Piauí, da Bahia, de Minas Gerais, de São Paulo, do Paraná, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul.

Mesmo que os efeitos colaterais mais sérios sejam muito raros, a vacina contra febre amarela deve ficar restrita aqueles indivíduos que moram ou irão viajar para algum lugar de risco.

Vacina contra o Influenza (gripe)

A vacina contra gripe deve estar na rotina de quem está com mais de 60 anos. “Muitas pessoas deixam de tomá-la com medo da reação que ela pode causar, mas isso é um mito, já que a suposta reação do corpo não tem nada a ver com a vacina, e sim com a própria gripe”, diz a infectologista.

Pessoas com mais de 60 anos podem tomar a vacina nos postos de saúde, enquanto os mais jovens podem ser vacinados em clínicas particulares. Os idosos que não querem esperar até a campanha anual de vacinação podem tomar a vacina em clínicas particulares em todas as épocas do ano.

HPV

A vacina existe tanto para homens quanto para mulheres e previne os quatros principais tipos do Papilomavírus Humano – o HPV. Apesar de existir a vacina bivalente, que protege dos tipos 16 e 18 de HPV e só é aplicada em mulheres, a quadrivalente é a mais indicada, pois protege desses dois tipos citados mais os tipos 6 e 11 e também serve para os homens. A quadrivalente deve ser tomada em três doses, sendo a segunda dose após 30 dias da primeira e a terceira, seis meses depois da segunda.

A Anvisa recomenda a vacinação em pessoas dos nove aos 26 anos – em especial para aquelas que ainda não iniciaram sua vida sexual, para garantir maior eficácia na proteção.

O governo de São Paulo informou que prorrogará a campanha de vacinação contra a gripe até o dia 31 de maio. Foram compradas 1 milhão de doses que serão distribuídas entre as seguintes cidades:

Capital e Grande São Paulo: 705.000 doses extras
Araçatuba: 56.450 doses extras
Araraquara: 46.016 doses extras
Barretos: 21.854 doses extras
Bauru: 118.325  doses extras
Campinas: 212.053 doses extras
Franca: 34.488 doses extras
Marília: 77.504 doses extras
Piracicaba: 72.677 doses extras
Presidente Prudente: 57.773 doses extras
Registro: 15.023 doses extras
Ribeirão Preto: 73.440 doses extras
Santos: 106.191 doses extras
São José da Boa Vista: 51.046 doses extras
São José do Rio Preto: 22.854 doses extras
Sorocaba: 133.517 doses extras
Taubaté: 143.124 doses extras

A campanha terminaria nesta sexta, contudo, houve um aumento inesperado de doentes crônicos que buscaram a vacina em postos de saúde.

De acordo com o secretário estadual da saúde, David Uip, a prioridade para as doses extras será as cidades que ainda não atingiram a meta para vacinar 80% do público-alvo. Se sobrarem vacinas, elas poderão ser distribuídas para outros municípios que já atingiram 112% da meta.

Desde a semana passada, diversos postos de saúde notificaram a falta de vacinas contra a gripe H1N1. Segundo o Ministério da Saúde, até a sexta-feira (13), todos os estados receberão mais doses, até que 100% delas sejam entregues. Por enquanto, 93% do total das doses foram distribuídas. Em nota, o MS explicou que não há falta de produto. Há uma reserva técnica com mais de 4 milhões de doses e todo o público-alvo conseguirá ser vacinado.

As doses são distribuídas para os estados em etapas, pois, de acordo com o Ministério da Saúde, o laboratório produtor fabrica e as distribui conforme são preparadas as doses. De qualquer maneira, a campanha de vacinação seguirá até o dia 20 de maio e todos conseguirão ser imunizados. “O Ministério da Saúde adquiriu doses em quantidade superior ao público-alvo, o que chamamos de reserva técnica. Portanto, não há necessidade de correria aos postos de saúde porque tem vacina para todos que fazem parte do público-alvo”, observou o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Antônio Nardi.

Público-alvo

  • Pessoas a partir de 60 anos,
  • Crianças de seis meses a menores de cinco anos (quatro anos, 11 meses e 29 dias),
  • Trabalhadores de saúde,
  •  Povos indígenas,
  • Gestantes,
  • Puérperas (até 45 dias após o parto),
  • Pessoas privadas de liberdade – o que inclui adolescentes e jovens de 12 a 21 anos em medidas socioeducativas,
  • Funcionários do sistema prisional,
  • Pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis, que inclui pessoas com deficiências específicas (para esse grupo não há meta específica de vacinação).

A escolha dos grupos prioritários segue recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS). Essa definição também é respaldada por estudos epidemiológicos e pela observação do comportamento das infecções respiratórias, que têm como principal agente os vírus da gripe. São priorizados os grupos mais suscetíveis ao agravamento de doenças respiratórias.

Tem início hoje (30) a campanha nacional de vacinação contra a gripe. A meta é imunizar cerca de 49,8 milhões de pessoas, conforme projeção divulgada pelo Ministério da Saúde. A vacinação nos postos de saúde seguirá até 20 de maio.

No ano passado, poucas pessoas tomaram a vacina. Isto provocou o surto de H1N1 no Brasil durante o início do ano. A situação pegou o governo e os brasileiros de surpresa. Alguns conseguiram ser vacinados antes do início da campanha, mas foram apenas integrantes de grupos de risco, pois as vacinas levam seis meses para serem produzidas e sua fabricação tem início após o inverno dos países do extremo norte, como Estados Unidos.

Quem ainda não tomou a vacina deve ser imunizado. Somente no Dia D, serão 240 mil profissionais espalhados em 65 mil postos pelo Brasil para a aplicação da vacina em grupos de maiores riscos, como idosos a partir dos 60 anos, crianças entre seis meses e até 5 anos, trabalhadores de saúde, povos indígenas, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), pessoas privadas de liberdade, funcionários do sistema prisional e portadores de doenças crônicas não-transmissíveis.

De acordo com o Ministério da Saúde, “este ano, contando até o dia 16 de abril, foram registrados 1.635 casos de influenza de todos os tipos no Brasil. Desse total, 83% (1.365) por influenza A (H1N1), sendo 230 óbitos, com registro de um caso importado (o vírus foi contraído em outro país). A Região Sudeste concentra o maior número de casos (976) de H1N1, sendo 883 no Estado de São Paulo”.

As vacinas que serão aplicadas protegerão as pessoas dos grupos de riscos contra três subtipos do vírus da gripe, incluindo o vírus tipo A, causador da gripe H1N1.

Não deixe de tomar a vacina. A prevenção é a melhor forma de evitar a transmissão e a contaminação.

Veja todas as datas divulgadas pelas respectivas secretarias de saúde de todos os estados do país:

Goiás 12 de abril – Goiânia e Região Metropolitana da capital18 de abril – Demais estados Obs: A campanha abrange os grupos de risco: crianças de 6 meses a menores de 5 anos, pessoas com 60 anos ou mais, trabalhadores de saúde, povos indígenas, gestantes, puérperas, população privada de liberdade e pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis ou com outras condições clínicas especiais.
Minas Gerais 30 de abril**Os municípios têm a autonomia para antecipar a vacina caso haja necessidade. A recomendação da SES-MG é que os municípios, na semana que antecede o início da Campanha (25 a 30 de abril) ofertem a vacina para grupos de pessoas acamadas ou residentes em instituições fechadas, como asilos. Os grupos prioritários são: indivíduos com 60 anos de idade ou mais, crianças na faixa etária de seis meses a menores de cinco anos de idade, gestantes, puérperas, trabalhadores de saúde, indígenas, doentes crônicos e outras condições clínicas especiais.
São Paulo 11 de abril – Capital e região metropolitana30 de abril – Para demais cidades do estado 11 de abril – crianças maiores de seis meses e menores de cinco anos, gestantes e idosos30 de abril – os citados acima mais os doentes crônicos, puérperas, indígenas, funcionários do sistema prisional e a população privada de liberdade.
Paraná  30 de abril  Grupos prioritários.
Santa Catarina 25 de abril – em todo o estado Indivíduos com 60 anos ou mais de idade, crianças na faixa etária de seis meses a menores de cinco anos de idade, gestantes, puérperas, trabalhadores de saúde, indígenas, doentes crônicos não transmissíveis e outras condições clínicas especiais e os funcionários do sistema prisional.
Bahia 30 de abril Crianças de seis meses a menores de cinco anos, os idosos, trabalhadores da área da saúde, indígenas, gestantes, puérperas, grupos portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional.
Rio Grande do Sul 25 de abril Grupos prioritários.
Pará 30 de abril Grávidas, crianças de 6 meses a 4 anos, trabalhadores da área da saúde, mulheres lactantes, índios, presidiários, funcionários do sistema penal, adolescentes e jovens cumprindo medidas socioeducativas, pessoas a partir de 60 anos, hipertensos, renais crônicos e diabéticos.
Pernambuco  30 de abril  Grupos prioritários.
Espírito Santo  30 de abril  Grupos prioritários.
Rio de Janeiro 25 de abril Crianças a partir de seis meses de idade e menores de cinco anos, gestantes, mulheres com até 45 dias após o parto, idosos com idade a partir de 60 anos, doentes crônicos e profissionais da área da saúde.
Amazonas  30 de abril  Grupos prioritários.
Maranhão  30 de abril  Grupos prioritários.
Ceará 30 de abril Crianças de 6 meses a 4 anos, trabalhadores da saúde, gestantes, puérperas, indígenas, idosos acima de 60 anos, pessoas com comorbidades, adolescentes e jovens sob medidas socioeducativas, população carcerária e funcionários do sistema prisional.
Mato Grosso 30 de abril Crianças na faixa etária de seis meses a cinco anos, trabalhadores de saúde das unidades que fazem atendimento para a influenza, trabalhadores do sistema prisional, população indígena, gestantes, adultos com 60 anos ou mais, portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais.
Paraíba A partir de 11 de abril 11 de abril – gestantes e trabalhadores da área de saúde.Obs: A partir do início da campanha, avaliando a cada semana, o público será ampliado aos poucos até o dia 30 de abril, quando todos os públicos prioritários terão acesso às vacinas – idosos, puérperas, crianças a partir de seis meses a menores de cinco anos, portadores de doenças crônicas, indígenas, funcionários do sistema prisional, pessoas privadas de liberdade e adolescentes e jovens em conflito com a lei.
Alagoas A partir do dia 23 de abril A campanha terá início no dia 30 de abril, contudo, a partir de 23 de abril já serão distribuídas as vacinas para as secretarias municipais que poderão já iniciar a campanha. Terão direito à vacina gratuita: crianças menores de cinco anos, gestantes, mães até 40 dias após o parto, idosos, profissionais de saúde, indígenas, detentos e portadores de doenças crônicas.
Mato Grosso do Sul 30 de abril Indivíduos com 60 anos ou mais de idade, crianças da faixa etária de seis meses a menores de cinco anos, gestantes, puérperas, trabalhadores de saúde, indígenas, doentes crônicos não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional.
Acre  30 de abril  Grupos prioritários.
Rondônia  30 de abril  Grupos prioritários.
Rio Grande do Norte  30 de abril  Grupos prioritários.
Sergipe 30 de abril Crianças de 6 meses a 5 anos, gestantes, puérperas, idosos a partir de 60 anos, profissionais da saúde, todo o sistema prisional (funcionários e presidiários) e grupos de comorbidade.
Tocantins  30 de abril  Grupos prioritários.
Piauí 30 de abril Crianças de seis meses a menores de 5 anos, gestantes e puérperas, pessoas com mais de 60 anos, trabalhadores da saúde, funcionários do sistema prisional, população privada de liberdade, doentes crônicos com recomendação médica, pessoas com problemas respiratórios, cardíacos, com baixa imunidade.
Roraima 18 de abril Crianças de seis meses a menores de cinco anos, gestantes, puérperas, trabalhador de saúde, indígenas, indivíduos com 60 anos ou mais de idade, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional, pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais.
Amapá 30 de abril Grupos considerados mais vulneráveis, como idosos, pessoas com doenças pulmonares ou problemas cardíacos e gestantes.
Distrito Federal 30 de abril Pessoas com mais de 60 anos, crianças de 6 meses a menores de 5 anos, profissionais de saúde, indígenas, gestantes, puérperas até 45 dias após o parto, população privada de liberdade, funcionários do sistema prisional e portadores de doenças crônicas não transmissíveis ou de outras condições clínicas especiais.

Até 15 de abril, todos os postos de saúde do País vacinarão meninas de 9 a 13 anos contra o HPV. A ação faz parte da campanha nacional do Ministério da Saúde.

A meta deste ano é vacinar 80% das meninas de 9 anos, público-alvo da campanha. A imunização teve uma dose reduzida, a primeira é tomada entre março e abril. Já a outra dose, deverá ser aplicada 6 meses depois. Por esta razão, os postos de saúde oferecem a vacina durante todo o ano.

A orientação da pasta é que meninas de 10 a 13 anos que ainda não receberam a dose ou que não completaram o esquema vacinal também sejam imunizadas durante a campanha de mobilização. A proteção, segundo o Ministério, só é conferida se todas as doses forem aplicadas.

Meninas e mulheres, na faixa etária de 9 a 26 anos, vivendo com HIV ou aids também devem ser vacinadas. Neste caso, o esquema vacinal consiste em três doses – a segunda é administrada dois meses depois, e a terceira, após seis meses. Dados do Ministério apontam que cerca de 59 mil mulheres de 15 a 26 anos vivem com HIV ou aids no País atualmente.

Ainda de acordo com a pasta, meninas de 9 a 13 anos poderão ser vacinadas contra o HPV em escolas públicas e particulares. Para isso, o Ministério recomenda o envolvimento das secretarias Estaduais e municipais de educação na operacionalização das ações.

“A vacina é segura e recomendada pela Organização Mundial da Saúde. A dose já é utilizada em mais de cem países”, disse. O câncer de colo de útero representa a quarta causa de morte por câncer entre mulheres. Por isso, a vacinação é essencial.

 Fonte: Ministério da Saúde

Até o dia 8 de abril, a vacinação contra o vírus A H1N1 estará disponível das redes publicadas de 67 municípios, que compreendem o Grupo de Vigilância Epidemiológica (GVE) de São José do Rio Preto.

Segundo a Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo, receberão a vacina que fizer parte do grupo definido pelo Ministério da Saúde: idosos, gestantes, profissionais da saúde, puérperas, crianças de 6 meses a 4 anos de idade e pessoas com doenças crônicas. Aos demais, é possível encontrar a vacina em estabelecimentos particulares.

Quem tomar esta vacina precisa ser novamente vacinado contra a gripe durante a Campanha Nacional marcada para ter início no dia 30 de abril. Isto porque as composições das vacinas são diferentes, em decorrência do vírus circulante.

Veja quais municípios englobam este GVE:

Adolfo
Álvares Florence
Américo de Campos
Ariranha
Bady Bassitt
Bálsamo
Cardoso
Catanduva
Catiguá
Cedral
Cosmorama
Elisiário
Embaúba
Fernando Prestes
Floreal
Gastão Vidigal
General Salgado
Guapiaçu
Ibirá
Icém
Ipiguá
Irapuã
Itajobi
Jaci
José Bonifácio
Macaubal
Magda
Marapoama
Mendonça
Mirassol
Mirassolândia
Monções
Monte Aprazível
Neves Paulista
Nhandeara
Nipoã
Nova Aliança
Nova Granada
Novais
Novo Horizonte
Onda Verde
Orindiúva
Palestina
Palmares Paulista
Paraíso
Parisi
Paulo de Faria
Pindorama
Pirangi
Planalto
Poloni
Pontes Gestal
Potirendaba
Riolândia
Sales
Santa Adélia
São José do Rio Preto
Sebastianópolis do Sul
Tabapuã
Tanabi
Ubarana
Uchoa
União Paulista
Urupês
Valentim Gentil
Votuporanga
Zacarias

Desde segunda-feira (4), começou a valer o novo calendário de vacinação organizado pelo Ministério da Saúde. As alterações ocorreram nas doses de reforço para vacinas infantis contra meningite e pneumonia, além do esquema vacinal da poliomielite e o número de doses da vacina de HPV.

De acordo com o MS, estas mudanças são rotineiras e acontecem seguindo a situação epidemiológica. Dependendo do quadro no Brasil, há alterações das indicações das vacinas ou incorporação de novas vacinas.

Mudanças no calendário

Um das principias mudanças é na vacina papiloma vírus humano (HPV). O esquema vacinal passa para duas doses, sendo que a menina deve receber a segunda seis meses após a primeira, deixando de ser necessária a administração da terceira dose.

Estudos recentes mostram que o esquema com duas doses apresenta uma resposta de anticorpos em meninas saudáveis de 9 a 14 anos não inferior quando comparada com a resposta imune de mulheres de 15 a 25 anos que receberam três doses. As mulheres entre 9 e 26 anos que vivem com HIV devem continuar recebendo o esquema de três doses.

Para os bebês, a principal diferença será a redução de uma dose na vacina pneumocócica 10 valente para pneumonia, que, a partir de agora, será aplicada em duas doses, aos 2 e 4 meses, seguida de reforço preferencialmente aos 12 meses, mas poderá ser tomado até os 4 anos. Essa recomendação também foi tomada em virtude dos estudos mostrarem que o esquema de duas doses mais um reforço tem a mesma efetividade do esquema três doses mais um reforço.

Pólio

Já a terceira dose da vacina contra poliomielite, administrada aos seis meses, deixa de ser oral e passa a ser injetável. A mudança é uma nova etapa para o uso exclusivo da vacina inativada (injetável) na prevenção contra a paralisia infantil, tendo em vista a proximidade da erradicação mundial da doença. No Brasil, o último caso foi em 1989.

A partir de agora, a criança recebe as três primeiras doses do esquema – aos dois,  quatro e seis meses de vida – com a vacina inativada poliomielite (VIP), de forma injetável. Já a vacina oral poliomielite (VOP) continua sendo administrada como reforço aos 15 meses, quatro anos e anualmente durante a campanha nacional, para crianças de um a quatro anos.

Também haverá mudança da vacina meningocócica C (conjugada), que protege as crianças contra meningite causada pelo meningococo C. O reforço, que anteriormente era aplicado aos 15 meses, passa a ser aplicado aos 12 meses, preferencialmente, podendo ser feito até os 4 anos. As primeiras doses da meningocócica continuam sendo realizadas aos 3 e 5 meses.

 

 

Pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) mostrou que 59% da população das capitais brasileiras tem consciência da importância de tomar vacinas, mas a grande maioria não sabe quais são indicadas para cada idade.

A proteção durante a infância é necessária, mas na terceira idade também é indispensável. Mas quais são as vacinas que devem ser tomadas após os 60 anos?

  • Influenza (gripe) – Os idosos fazem parte do grupo de risco aumentado para as complicações pelo vírus da influenza. Por isso, a vacina deve ser tomada anualmente, de preferência antes da chegada do inverno, período em que a incidência de gripe tende a crescer.
  • Herpes Zoster – Também conhecido popularmente como cobreiro, o herpes zoster é uma doença que afeta um quarto dos indivíduos com mais de 50 anos que já tiveram catapora na infância. A vacina é aplicada em dose única, e pode ser tomada a partir dos 50 anos.
  • Pneumocócica (pneumonia) – Pesquisas apontam que a pneumonia está entre as três principais causas de morte em todas as faixas etárias no mundo, perdendo apenas para doenças cardíacas e cerebrovasculares.
  • Tríplice bacteriana dTpa (Coqueluche, Tétano e Difteria) – Essa vacina é recomendada até mesmo para aqueles que já tomaram a dupla bacteriana (dT). O reforço contra a difteria e Tétano deve ser feito a cada 10 anos.
  • Meningocócica conjugada (meningite) – Recomendada principalmente durante surtos de meningite, que em idosos pode trazer sérias consequências.
  • Febre amarela – Por apresentar um maior risco de efeitos adverso graves em pessoas acima de 60 anos, a vacina contra febre amarela costuma ser indicada em casos específicos, como pessoas que moram em áreas endêmicas, ou antes de viagens para regiões onde a doença é mais comum. Sempre deve haver uma indicação médica.
  • Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) – Assim como a vacina de febre amarela, é indicada apenas para casos específicos, como surtos e sempre com orientação médica.

É importante lembrar que não há reação adversa, como dor muscular e febre, após a aplicação, assim como não é possível adquirir a doença logo após a vacinação.

Fique de olho no calendário das campanhas de vacinação e mantenha-se atualizado.

Em 2015, a Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite acontece no período de 15 a 31 de agosto. Todas as crianças de seis meses de idade até quatro anos, onze meses e 29 dias devem ser vacinadas. O objetivo é imunizar 95% das crianças na faixa etária da campanha, mantendo o país livre da doença. A vacina é gratuita e é disponibilizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em todas as Unidades Básicas de Saúde do estado.

A coordenadora de Imunização da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), Tânia Brant, explica que desde 1989 o Brasil não registra nenhum caso de poliomielite. No entanto, outras regiões do mundo ainda convivem com o vírus e, por isso, a vacinação é fundamental. “Mesmo que o Brasil não tenha mais casos da doença, outros países ainda convivem com a poliomielite, principalmente na África e na Ásia. Por causa do fluxo de turistas é fundamental vacinar todas as crianças brasileiras”, afirma.

No Brasil, existem 12.716.756 crianças na faixa etária a ser vacinada, enquanto Minas Gerais possui 1.161.989. A vacina que oferece proteção contra a poliomielite é segura e eficaz, não havendo contraindicações à vacinação. Apenas as crianças portadoras de infecções agudas, com febre acima de 38°C, com hipersensibilidade a algum componente da vacina ou que estejam em contato com pessoa imunodeprimida devem evitar a vacinação.

Para mobilizar pais, familiares e responsáveis a levarem as crianças para receber a vacina, a Secretaria contará com um contingente de cerca de 5 mil postos de saúde fixos e volantes. Com a hashtag #VacinaPólio, a campanha de vacinação contra a doença será divulgada nas redes sociais. Além disso, foi criado uma página no site da SES-MG (www.saude.mg.gov.br/vacinacao) em que o cidadão pode consultar informações sobre a vacina e a doença.

Neste ano, o Dia D de Vacinação Contra a Poliomielite poderá ser realizado em duas datas, no dia 15 ou 22 de agosto. Como no dia 15 é comemorado feriado religioso em algumas localidades, fica a critério de cada município a escolha entre as duas datas. Em Belo Horizonte, o Dia D de Vacinação será realizado no dia 15 de agosto, com uma série de apresentações culturais voltadas para o público infantil, na Praça JK, na região centro-sul da capital mineira.

Poliomielite

Também chamada de “paralisia infantil” ou “pólio”, a poliomielite é uma doença contagiosa grave que atinge, principalmente, crianças de até cinco anos. A doença pode causar flacidez muscular nos membros inferiores, provocando paralisia. Nas formas não paralíticas, os sintomas mais comuns são febre, mal-estar, dor de cabeça, de garganta e no corpo, vômitos, diarreia, constipação, espasmos, rigidez na nuca e meningite.

A poliomielite pode ser transmitida por secreções expelidas pela boca de pessoas infectadas, ao falar ou tossir. A infecção também pode ocorrer através do contato com fezes de indivíduos infectados, por isso a transmissão é facilitada em locais com falta de saneamento e higiene. “A única maneira de se prevenir da doença e impedir que o vírus volte a circular no Brasil é vacinando todas as crianças”, explica Tânia Brant.

Na maioria dos casos, a criança não vai a óbito quando infectada, mas adquire sérias lesões que afetam o sistema nervoso, provocando paralisia permanente ou transitória, principalmente nos membros inferiores. A deficiência motora instala-se subitamente e a evolução desta manifestação, frequentemente, não ultrapassa três dias.

Fonte: Secretaria de Saúde de Minas Gerais

A Campanha Nacional de Vacinação contra poliomielite começa neste sábado (15) em todo o Brasil. O Ministério da Saúde espera que 95% das crianças de 6 meses a 5 anos sejam vacinadas. Postos de vacinação fixos e móveis aplicarão as doses até o dia 31 de agosto.

A poliomielite é considerada erradicada no Brasil desde 1994. É necessária manter a vacinação em dia para que o vírus continue afastado do país.

A paralisia infantil, ou poliomielite, causada pelo polivírus, que pode gerar fraqueza muscular permanente e paralisia irreversível.

Os postos também ofertarão outras vacinas, como contra febre amarela, hepatite B, rotavírus humano e tríplice viral (contra sarampo, rubéola e caxumba).

A procura pela vacina contra a gripe foi bem mais baixa do que o esperado pelo Ministério da Saúde. A Campanha que deveria ser encerrada na data de hoje (22) em todo o país foi prorrogada em diversos estados. A Secretaria da Saúde de cada região divulgou as novas datas.

As cidades do estado de São Paulo estenderam a campanha para o dia 3 de junho. Tanto Joinville, em Santa Catarina, quanto Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, continuarão imunizando a população por mais duas semanas.

Em uma matéria publicada pelo portal G1, a secretaria de saúde de Santarém, no Pará, afirma que continuará aplicando a vacina, no entanto, não apresenta uma data para o término da campanha.

Crianças de 6 meses a 5 anos, idosos a partir dos 60 anos, doentes crônicos, gestantes, puérperas (mulheres que tiveram filho nos últimos 45 dias), indígenas, funcionários do sistema prisional e profissionais da saúde deverão ir a qualquer posto de saúde para ser imunizado.

Para saber se o seu estado continua com a Campanha de Vacinação Contra a Gripe, visite o site da Secretaria de Saúde local.

O Ministério da Saúde (MS) está orientando às secretarias estaduais e municipais de saúde que evitem vacinar com a tríplice viral (sarampo, rubéola e caxumba) crianças com histórico de alergia à proteína do leite com o produto fornecido pelo laboratório Serum Institutte of India Ltd.

A informação é preventiva, pois foram notificados alguns casos de reações adversas em crianças que têm alergia à proteína do leite de vaca. Vale ressaltar que todas as crianças passam bem. Crianças com intolerância à lactose do leite podem receber a vacina normalmente.

O produtor Serum Institutte of India Ltd. é pré-qualificado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e fornece, há muitos anos, vacinas para vários países do mundo, inclusive o Brasil.

Como rotina para aumentar a segurança das vacinas utilizadas em nosso País, o Ministério da Saúde também testa cada lote antes do mesmo ser utilizado.

Todos os lotes da vacina tríplice viral que estão em uso no País, incluindo os do Serum Institute, passaram por análise no Instituto de Qualidade em Saúde (INCQS), sendo aprovadas para uso.

Desde junho deste ano, mais de 4,4 milhões de crianças já foram vacinadas com a tríplice viral (sarampo, rubéola e caxumba) no País e há garantia da segurança da vacina.

Ao analisar a composição da vacina do produtor Serum, verificou-se a presença de lactoalbumina hidrolisada, produto que pode fazer parte de algumas vacinas.

Embora não exista na bula nenhuma contraindicação do seu uso em pessoas que apresentam alergia ao leite de vaca, como medida de precaução, o Ministério da Saúde enviou a todas as secretarias estaduais de saúde informe técnico recomendando que crianças com histórico de alergia à proteína do leite não sejam vacinadas com a tríplice viral, do produtor Serum Institute of India Ltd. Nestas crianças, a vacinação, deverá ocorrer em uma data posterior.

O Ministério da Saúde está analisando, em conjunto com a Organização Pan-America de Saúde (OPAS/OMS), responsável pela aquisição deste produto, os eventos adversos registrados e sua possível associação com a vacina.

Cabe ressaltar que a vacinação contra o sarampo é muito importante para manter o País livre dessa doença. Apesar de não ter circulação nas Américas, ainda ocorrem surtos de sarampo em todos os outros continentes, o que representa uma permanente ameaça de reintrodução da doença no Brasil.

Fonte: Ministério da Saúde

Começa hoje a campanha da segunda dose de vacinação contra HPV (papilomavírus humano), que está disponível nas unidades de saúde e nas escolas públicas e particulares.

A primeira dose teve início no mês de março e durou três meses. A segunda deve ser tomada seis meses após a primeira e a terceira após cinco anos.

Meninas de 11 a 13 anos necessitam tomar a vacina. Para quem não tinha idade no primeiro semestre, deverá tomar a primeira dose agora.

A transmissão não é necessariamente exclusiva via sexual, mas também por meio da mãe/feto.

O HPV é um dos principais responsáveis pelo câncer de colo do útero, terceiro tipo de câncer que mais mata as mulheres no Brasil.

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A vacina contra o HPV (Papiloma Vírus Humano), usada na prevenção do câncer de colo do útero, começará a ser distribuída gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS) a partir de 10 de março. Para essa primeira fase da vacinação, meninas de 11 a 13 anos poderão ser beneficiadas.

Como será aplicada? Quantas doses são necessárias?  Por que meninas nessa faixa etária? As dúvidas sobre a vacina são muitas!  Pensando nisso, o Blog do Ministério da Saúde criou um “Perguntas e Respostas” sobre a vacinação contra o HPV. Confira abaixo e fique por dentro!

1. Como a vacina contra HPV funciona?

Estimulando a produção de anticorpos específicos para cada tipo de HPV. A proteção contra a infecção vai depender da quantidade de anticorpos produzidos pelo indivíduo vacinado, a presença destes anticorpos no local da infecção e a sua persistência durante um longo período de tempo.

2. A vacina será oferecida no SUS?

Sim. A vacina HPV será ofertada para meninas e pré-adolescentes entre 09 a 13 anos, nas unidades básicas de saúde e também em escolas públicas e privadas, de forma articulada com as unidades de saúde de cada região.

No entanto, a sua implantação será gradativa. Em 2014, a população alvo da vacinação contra HPV será composta por adolescentes do sexo feminino na faixa etária de 11 a 13 anos. Em 2015, serão vacinadas as adolescentes na faixa etária de 9 a 11 anos e a partir de 2016, serão vacinadas as meninas de 9 anos de idade.

3. Qual é o objetivo estabelecido pelo Ministério da Saúde com a vacinação contra HPV?

O objetivo da vacinação contra HPV no Brasil é prevenir o câncer de colo do útero, refletindo na redução da incidência e da mortalidade por esta enfermidade.

4. Por que o Ministério da Saúde estabeleceu a faixa etária de 9 a 13 anos para a vacinação?

Nas meninas entre 9 a 13 não expostas aos tipos de HPV 6, 11, 16 e 18, a vacina tem eficácia de 98,8%. A época mais favorável para a vacinação é nesta faixa etária, de preferência antes do início da atividade sexual, ou seja, antes da exposição ao vírus.

Estudos também verificaram que nesta faixa etária a vacina quadrivalente induz melhor resposta quando comparada em adultos jovens, e que meninas vacinadas sem contato prévio com HPV têm maiores chances de proteção contra lesões que podem provocar o câncer uterino.

5. Qual é a meta da vacinação contra HPV definida pelo Ministério da Saúde?

A meta é vacinar pelo menos 80% do grupo alvo, que em 2014 é de 5,2 milhões de adolescentes de 11 a 13 anos.

6. Quantas doses são necessárias para a imunização?

Para receber a dose, basta apresentar o cartão de vacinação ou documento de identificação. Cada adolescente deverá tomar três doses para completar a proteção, sendo que a segunda, seis meses depois, e a terceira, cinco anos após a primeira dose.

7. A vacina é administrada por via oral ou é injeção?

É por via intramuscular – injeção de apenas 0,5 mL em cada dose.

8. A vacinação contra HPV substituirá o exame de Papanicolaou?

Não. É importante lembrar que a vacinação é uma ferramenta de prevenção primária e não substitui o rastreamento do câncer de colo do útero em mulheres na faixa etária entre 25 e 64 anos. Assim, as meninas vacinadas, só terão recomendação para o rastreamento quando atingirem a faixa etária preconizada para o exame Papanicolaou e já tiverem vida sexual ativa.

É imprescindível manter a realização do exame preventivo (exame de Papanicolaou), pois as vacinas protegem apenas contra dois tipos oncogênicos de HPV, responsáveis por cerca de 70% dos casos de câncer de colo do útero. Ou seja, 30% dos casos de câncer causados pelos outros tipos oncogênicos de HPV vão continuar ocorrendo se não for realizada a prevenção secundária, ou seja, pelo rastreamento (exame Papanicolaou).

9. Mesmo vacinada será necessário utilizar preservativo durante a relação sexual?

Sim, pois é imprescindível manter a prevenção contra outras doenças transmitidas por via sexual, como HIV, sífilis, hepatite B, etc.

10. A vacina contra HPV pode ser administrada concomitantemente com outra vacina?

A vacina HPV pode ser administrada simultaneamente com outras vacinas do Calendário Nacional de Vacinação do PNI, sem interferências na resposta de anticorpos a qualquer uma das vacinas. Quando a vacinação simultânea for necessária, devem ser utilizadas agulhas, seringas e regiões anatômicas distintas.

vacina_criançaO Ministério da Saúde lançou ontem (15) campanha para atualizar a caderneta de vacinação infantil. A intenção do governo é ampliar a cobertura vacinal, vacinando entre os dias 24 e 30 de agosto crianças menores de 5 anos.

Durante a campanha, serão oferecidas todas as vacinas do calendário básico infantil: BCG, hepatite B, penta, inativada poliomielite (VIP), oral poliomielite (VOP), rotavírus, pneumocócica 10 valente, meningocócica C conjugada, febre amarela, tríplice viral (sarampo, rubéola e caxumba) e DTP (difteria, tétano e coqueluche). O Ministro da saúde, Alexandre Padilha, fez um apelo durante a apresentação da campanha para que os pais levem as crianças aos postos de Vacinação do Sistema único de Saúde (SUS). “O ideal é que não esqueçam da caderneta, mas se não tiver o documento, levem as crianças para que sejam avaliadas pelos profissionais de saúde”, afirmou.

O secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, lembrou da importância de que todo o calendário de vacinação seja concluído. “As crianças, especialmente as menores de cinco anos, só estarão protegidas, de fato, quando completarem todo o esquema de vacinal”. Ele ressaltou que a grande maioria das vacinas no Brasil exige mais de uma dose, acrescida do reforço.  O público nesta faixa etária é de, aproximadamente, 14,4 milhões de crianças.

Padilha explicou ainda que, com a ação, o Ministério da Saúde pretende diminuir o risco de transmissão de doenças que podem ser evitadas. “Hoje, oferecemos ao público infantil vacinas para 18 tipos de doenças, sendo 90% delas são produzidas no Brasil”, destacou.  Ele ressaltou o esforço do governo brasileiro no aumento da base tecnológica para a produção nacional de vacinas.

A campanha prevê também a suplementação da vitamina A para crianças entre 6 meses e 5 anos incompletos, que moram nas regiões Norte e Nordeste e em municípios prioritários do Plano Brasil sem Miséria. O complemento contribui para a redução do risco de morte por diarreia.

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*Com informações do Ministério da Saúde

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