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Meningite viral e bacteriana: qual a diferença?

A meningite é uma doença que consiste na inflamação das meninges – membranas que envolvem o encéfalo e a medula espinhal. Ela pode ser causada, principalmente, por vírus ou bactérias.

O quadro das meningites virais – tipo que atinge a cantora Ivete Sangalo – é mais leve e seus sintomas se assemelham aos da gripe e resfriados.

Entretanto, a bacteriana – causada principalmente pelos meningococos, pneumococos ou hemófilos – é altamente contagiosa e geralmente grave, sendo a doença meningocócica a mais séria. Causada pela Neisseria meningitidis, pode causar inflamação nas meninges e, também, infecção generalizada (meningococcemia).

O ser humano é o único hospedeiro natural desta bactéria cujas sequelas podem ser variadas: desde dificuldades no aprendizado até paralisia cerebral, passando por problemas como surdez.

Consultamos o Dr. Ricardo Cunha, Diretor de Vacinas do Delboni Auriemo Medicina Diagnóstica, para entender mais sobre a doença, a contaminação e métodos de prevenção, como a nova vacina meningocócica quadrivalente.

Transmissão

A transmissão se dá pelo contato da saliva ou gotículas de saliva da pessoa doente com os órgãos respiratórios de um indivíduo saudável, levando a bactéria para o sistema circulatório aproximadamente cinco dias após o contágio.

Como crianças de até 6 anos de idade ainda não têm seus sistemas imunológicos completamente consolidados, são elas as mais vulneráveis. Idosos e imunodeprimidos também fazem parte do grupo de maior suscetibilidade.

A transmissão da meningite viral e bacteriana se dá da mesma forma?

O Dr. Ricardo explica que “as meningites virais são decorrentes de infecções virais que a pessoa contrai podendo ser, por exemplo, viroses intestinais, sarampo, caxumba, varicela, etc. A partir desta infecção inicial há o acometimento das meninges e consequente instalação de quadro de meningite”.

“As meningites bacterianas têm como seus principais agentes etiológicos os meningococos, pneumococos e o haemophilus influenza do tipo B, estas infecções são contraídas por via respiratória, sendo geralmente o quadro de meningite o primeiro a se manifestar”.

Sintomas

Febre alta, fortes dores de cabeça, vômitos, rigidez no pescoço, moleza, irritação, fraqueza e manchas vermelhas na pele (que são inicialmente semelhantes a picadas de mosquitos, mas rapidamente aumentam de número e de tamanho, sendo indício de que há uma grande quantidade de bactérias circulando pelo sangue) são alguns dos seus sintomas. É essencial procurar atendimento médico rapidamente para que a infecção não alcance a corrente sanguínea.

Diagnóstico

A doença meningocócica tem início repentino e evolução rápida. Para a confirmação diagnóstica das meningites, retira-se um líquido da espinha, denominado líquido cefalorraquidiano, para identificar se há ou não algum patógeno e, se sim, identificá-lo.

Em caso de meningite viral, o tratamento é o mesmo feito para as viroses em geral; caso seja meningite bacteriana, o uso de antibióticos específicos para a espécie, administrados via endovenosa, será imprescindível.

O tipo que atinge a cantora está sendo divulgado como meningite benigna. Este tipo é necessariamente a viral, mais leve?

Dr. Ricardo Cunha: O termo Meningite benigna não se trata de um termo muito apropriado, mas no entanto, é utilizado, refere-se à Meningite de etiologia viral, que tem um quadro clínico mais discreto que as Meningites bacterianas e com menor comprometimento do estado geral do paciente, apresenta risco menor de complicações.

Vacinas

Quando se fala sobre vacinas contra meningite, estamos nos referindo apenas às meningites bacterianas?

“Em geral sim, mas não podemos nos esquecer de que ao vacinarmos contra o Sarampo, Caxumba e Varicela também estamos, de certa forma, prevenindo contra Meningites virais decorrentes dessas doenças”, explica o Doutor.

O Sistema Único de Saúde oferece a vacina contra meningite para crianças menores de 2 anos, as seguintes vacinas que protegem contra eventuais meningites bacterianas : Vacina Meningocócica do grupo C e Vacina Pneumocócica 10 valente.

Vacina quadrivalente

Entre as inovações no setor, está a vacina meningocócica conjugada A, C, W, Y, primeira quadrivalente disponível no mercado que ajuda a proteger contra quatro dos cinco principais sorogrupos da bactéria meningocócica (A, C, W-135 e Y).

Até hoje, a única vacina conjugada disponível no Brasil para prevenção contra a meningite meningocócica combate apenas o sorogrupo C.

A nova vacina é indicada, inicialmente, para imunização de adolescentes maiores de 11 anos e adultos, e está disponível para a população nas clínicas privadas de vacinação.

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A resolução que determina as cepas (linhagens) de vírus que serão utilizadas nas vacinas contra a gripe a partir de fevereiro de 2012 foi divulgada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

As vacinas deverão conter três tipos de cepas de vírus em combinação: um vírus similar ao vírus influenza A/California/7/2009 (H1N1), um similar ao vírus influenza A/Perth/16/2009 (H3N2) e um ao vírus influenza B/Brisbane/60/2008.

Como os vírus circulantes não sofreram grandes alterações, as cepas para 2012 são as mesmas recomendadas para 2011.

Portanto, as empresas que tiveram a alteração pós-registro para atualização da cepa aprovada no ano de 2011 estão dispensadas de nova avaliação da Anvisa para o ano de 2012.

Para garantir a eficácia da vacina, a sua composição é atualizada a cada ano, de acordo com os vírus circulantes.

Segundo a Agência, a resolução está de acordo com as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) para o Hemisfério Sul. Fica proibida a utilização de qualquer outra cepa de vírus em vacinas contra gripe.

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O verão aproxima-se e o período é propício para a proliferação dos mosquitos da dengue. Isto é, se nós deixarmos.

Só em São Paulo, um mapeamento do Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE) e da Sucen (Superintendência de Controle de Endemias), apontou 283 (43%) dos municípios paulistas como de risco alto ou muito alto para a ocorrência de dengue no próximo verão.

A classificação levou em conta fatores como histórico de transmissão da doença e índices de infestação de larvas do Aedes aegypti, por exemplo. Por enquanto, ainda não está disponível a vacina contra a doença, mas os testes têm sido animadores.

Vacina contra a dengue

As novidades e os desafios no desenvolvimento da vacina contra a dengue serão apresentados durante a 13ª Jornada Nacional e 3ª Jornada Paulista de Imunizações, entre os dias 26 e 29 de outubro, em São Paulo.

Segundo informações do médico e professor de pediatria Luiz Carlos Rey, somente uma das vacinas que estavam sendo desenvolvidas passou para a fase 3, ou fase de testes clínicos.

“Todas as pesquisas clínicas com outras vacinas atenuadas contra dengue foram descontinuadas nas fases 1 ou 2. Há outras vacinas em vias de serem produzidas, tanto vivas (manipuladas geneticamente) quanto inativadas, entretanto elas irão demorar um pouco mais para chegar à fase 3”, adiantou o médico, que participa do evento da SBIm no dia 29 de outubro.

Os resultados dos estudos clínicos têm sido animadores, já que demonstram imunização duradoura após a aplicação de três doses da vacina, e baixa capacidade reatogênica (geração de efeitos colaterais). Os estudos estão sendo realizados em países do sudeste da Ásia e da América Latina como México, Porto Rico, Honduras, Colômbia e Brasil.

“A vacina deve chegar ao mercado em 2015”, antecipa Luiz C. Rey. Para o próximo verão, as previsões de uma epidemia de grandes proporções são assustadoras. O vírus do tipo 1 voltou depois de 20 anos. No início deste ano, apareceu pela primeira vez o do tipo 4.

Estados em que é preciso redobrar o alerta

O relatório do Ministério da Saúde 2010-2011 aponta os estados com risco muito alto da doença: Rio de Janeiro, Amazonas, Amapá, Maranhão, Piauí, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Sergipe e Bahia. Onde há risco alto são os estados do Pará, Mato Grosso, Tocantins, Minas, Espírito Santo, São Paulo e Paraná.

No início de 2011, os casos graves da doença no Nordeste, a segunda região mais populosa do país, foram 16% do total nacional, sendo que em Pernambuco foram registrados 116 casos, no Ceará 109 e no Rio Grande do Norte 74.

De acordo com Luiz C. Rey, que é pesquisador associado do Instituto de Biomedicina da Universidade Federal do Ceará, o estado ficou durante décadas com o sorotipo DEN-2 e depois com o DEN-3. “O sorotipo 4 ainda não tem importância epidemiológica por aqui, ele limita-se ao Norte”, disse.

Números da doença no NORDESTE

Em 2009 o Ceará foi um dos estados mais atingidos por epidemias de dengue. Em 2010 e 2011 o número TOTAL de casos reduziu e com isso diminuiu também a entrada do vírus 1. Entretanto, a incidência da doença vem aumentando em Fortaleza – o número de casos em 2011 já é cinco vezes maior que o registrado em 2010, quando foram confirmados 27.618 casos. Atualmente a cidade é responsável por 70% dos casos e metade dos óbitos por dengue no estado.

Um dos principais problemas de saúde pública no mundo

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que entre 50 a 100 milhões de pessoas se infectem anualmente em mais de 100 países de praticamente todos os continentes (a exceção é o continente europeu). Cerca de 550 mil doentes necessitam de hospitalização e 20 mil morrem em consequência da doença.

É importante lembrar que o objetivo da vacina é fazer a prevenção do adoecimento, uma vez que a redução da circulação do mosquito Aedes aegypti está a cargo da população por meio de medidas educativas incentivadas pelas políticas públicas.

Para o médico Renato Kfouri, presidente da SBIm Nacional, “o controle da transmissão do vírus da dengue se dá essencialmente no âmbito coletivo e exige um esforço de toda a sociedade”, afirma. Ele considera ainda prioridade prevenir sempre, uma vez que não existe nenhuma evidência técnica de que a erradicação do mosquito seja possível em curto prazo.

O médico Luiz Carlos Rey (CE) faz palestra no dia 29/10 com o tema Dengue e as novas perspectivas de vacinas, durante as Jornadas de Imunizações da SBIm, que já falamos por aqui.

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A Secretaria de Estado da Saúde, por intermédio do Centro de Referência e Treinamento em DST/Aids e em parceira com a Faculdade de Medicina da USP, está recrutando mais 20 voluntários para dar continuidade ao estudo de duas vacinas preventivas contra o HIV. Até o momento, 5 pessoas já foram recrutadas.

“É importante ressaltar que as partes do vírus utilizadas durante os experimentos com os voluntários são sintéticas e inativas. Por isso, não há chances de contaminação. Até hoje, nenhum dos voluntários já convocados em estudos anteriores foi infectado por conta dos testes”, diz Arthur Kalichman, coordenador-adjunto do CRT DST/Aids e responsável pela Unidade de Pesquisa de Vacinas.

Os interessados em colaborar com o estudo deverão responder a questionários sobre práticas de exposição ao HIV e também terão que passar por avaliação médica, que inclui a coleta de amostras de sangue e urina. Durante a pesquisa, os recrutados terão a disposição uma equipe de especialistas do CRT para suporte médico e psicológico.

Quem pode participar

Tanto homens como mulheres, independente da orientação sexual. Entre os critérios necessários estão ter entre 18 e 50 anos de idade, ser saudável e não infectado pelo HIV, residir na cidade de São Paulo ou na região metropolitana e, no caso dos homens, ser circuncidado. Mulheres grávidas ou amamentando não podem participar.

Quem desejar se inscrever, deve entrar em contato com a Unidade de Pesquisa de Vacinas Anti-HIV, pelo número (11) 5087-9915, pelo e-mail vacinas@crt.saude.sp.gov.br ou pessoalmente no Centro de Referência em DST/Aids, localizado na Rua Santa Cruz, 81, Vila Mariana, zona sul da capital.

Depoimento de quem já fez sua parte

“Na primeira vez em que recebi a vacina, em 2004, fiquei muito ansiosa, pensando no que poderia acontecer comigo. Após a primeira dose, não senti nada e tudo ficou mais tranquilo. Sei que quando implantarem a vacina, poderei falar que participei, que estive lá quando precisaram de voluntários para as pesquisas. Tenho minha consciência tranquila porque sei que fiz a minha parte e não fiquei de braços cruzados” , diz Helena Costa de Lima, 44, voluntária da Unidade de Pesquisa de Vacinas Anti-HIV do CRT.

A pesquisa é conduzida pela Unidade de Pesquisa de Vacinas Anti-HIV do CRT para a rede internacional de pesquisa de vacinas “HIV Vaccine Trials Network” (HVTN), sediada nos EUA e composta por instituições líderes em pesquisa em 27 cidades de quatro continentes.

O Dr. Dráuzio Varella tem um recado para dar:

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Ao longo do tempo foram detectadas muitas dúvidas que, derivadas umas das outras, rondam três principais temas: tempo que o vírus pode permanecer sem ser diagnosticado ou manifestado, formas de contaminação e tratamentos.

Com mais de 140 diferentes tipos, o HPV, após o contágio, pode permanecer “adormecido” (sem causar lesões), provocar o aparecimento de verrugas (pele, genitais ou outras localizações) ou induzir o desenvolvimento de câncer do colo do útero.

Na maioria dos casos, as lesões têm crescimento limitado e é comum regredirem espontaneamente, como indica o Prof. Dr. Gilberto da Costa Freitas, ginecologista que atua no Hospital CECMI – Centro Especializado em Cirurgias Minimamente Invasivas.

A pessoa pode estar com o HPV muitos anos e não saber?

Dr. Gilberto: O tempo em que o vírus pode permanecer inativo no corpo é indeterminado e a resposta a sua pergunta é: sim, pode.

Estudos comprovam que 50% a 80% das pessoas sexualmente ativas serão infectadas por um ou mais tipos de HPV em algum momento de suas vidas. Porém, a maioria das infecções é transitória e assintomática, sendo combatida espontaneamente pelo sistema imune, principalmente entre as mulheres e homens mais jovens.

Qualquer pessoa infectada por HPV desenvolve anticorpos, que poderão ser detectados no organismo, mas nem sempre estes são suficientemente competentes para eliminar os vírus.

Por isso, através das informações fornecidas pelo ginecologista, nota-se como é importante ter cuidados constantes, consultas periódicas ao médico e exames preventivos. O diagnóstico é feito por meio do papanicolau ou da colposcopia, e o diagnóstico final é feito por meio de biópsia da área suspeita.

Transmissão e tratamentos

A transmissão se dá por contato direto com a pele infectada. “Os HPV genitais são transmitidos por meio das relações sexuais, podendo causar lesões na vagina, colo do útero, pênis e ânus.” Pode ocorrer, inclusive, durante o sexo oral. Há, ainda, a possibilidade de contaminação por meio de objetos como toalhas e roupas íntimas.

“Também existem estudos que demonstram a presença rara dos vírus na pele, na laringe (cordas vocais) e no esôfago”, acrescenta o Dr. Gilberto.

E completa ao informar que as infecções subclínicas (sem manifestação clínica) são encontradas no colo do útero. O desenvolvimento de qualquer tipo de lesão clínica ou subclínica em outras regiões do corpo é bastante raro. O uso da camisinha diminui a possibilidade de transmissão na relação sexual (apesar de não evitá-la totalmente). Por isso, sua utilização é recomendada em qualquer tipo de relação sexual, mesmo naquela entre casais estáveis.

Diversos tipos de tratamento podem ser oferecidos (tópico, com laser, cirúrgico, ácidos, medicamentoso etc). Só o médico, após a avaliação de cada caso, pode recomendar a conduta mais adequada.

Transmissão mãe para filho

O vírus não representa riscos à gravidez, mas pode ser transmitido ao feto em virtude da infecção do canal do parto no qual passará a criança ao nascer. Por isso, alguns médicos indicam a cesariana para mães infectadas, já que através do parto normal o risco de infecção é maior.

Como pode haver ou não a contaminação, o Dr. Gilberto aconselha às mães com essa dúvida a procurar orientação do pediatra.

Vacina agora para homens e mulheres

Anteriormente indicada apenas para as mulheres, a vacina já pode ser tomada por ambos os sexos. Chamada de quadrivalente, como o próprio nome diz, é eficaz contra quatro tipos dos vírus: 6, 11, 16 e 18, tidos como principais causadores de câncer do colo de útero e verrugas genitais.

Saúde Pública

Você também pode obter informações sobre HPV e outras DST visitando um Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA). Os profissionais de saúde desses serviços são especializados em contágio e prevenção de doenças sexualmente transmissíveis. O contato é totalmente sigiloso e gratuito, bem como os testes. Acesse a lista de CTA nos estados pelo link “Onde encontrar”, na coluna à direita do portal http://bit.ly/8aqMpfUse camisinha sempre!

- HPV: Talvez você não saiba tudo sobre ele…
- Mais informações sobre a vacina quadrivalente

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O Brasil não registra transmissão direta de sarampo desde 2000. No entanto, nesse período ocorreram casos de pessoas que pegaram a doença em outros países.

Este é mais um registro dos chamados casos importados. O homem infectado tem 41 anos e não havia sido vacinado antes de viajar com a família para fora do país.

A Secretaria de Saúde de Campinas, a 95 km de São Paulo, confirmou o caso e informou que o último registro da doença na cidade ocorreu há 12 anos.

Todas as medidas de controle foram adotadas, como a busca ativa e vacinação dos passageiros do mesmo voo e translado, além dos familiares. Até o momento, não foram detectados outros casos entre esses grupos – o que indica por enquanto trata-se de um caso isolado.

A presença de casos importados é esperada pelas autoridades, mesmo após a eliminação do vírus no Brasil, já que a doença ainda existe em alguns países da Europa, Ásia e África.

Sarampo e Viajantes

O sarampo é uma doença contagiosa que se propaga no ar transmitida por secreções das vias respiratórias do doente ao tossir e espirrar, por exemplo.

Os primeiros sintomas são: febre, tosse, catarro, conjuntivite e perda de apetite. Em seguida, aparecem as manchas avermelhadas na pele, que começam no rosto e progridem em direção aos pés; há falta de energia e abatimento.

A vacina é a medida mais eficaz de prevenção. A dose é recomendada a partir de um ano de idade e está disponível nos postos de saúde.

Aos viajantes, a recomendação das autoridades de saúde àqueles que irão para países fora das Américas, é que procurem um centro de saúde pelo menos quinze dias antes da viagem para receberem a dose.

Vale lembrar que todos os profissionais dos aeroportos têm de estar com a vacina em dia.

Grávidas, pessoas com baixo sistema imunológico (como portadores do vírus da AIDS), além de pessoas com história de reação grave a dose anterior ou a algum de seus componentes são contraindicadas a tomar a vacina.

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Cerca de 200 pessoas entraram em contato, mas somente dois foram efetivamente recrutados para um estudo que necessita de 25 voluntários.

O estudo é referente a duas vacinas preventivas contra o HIV, e está sendo conduzido pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo por intermédio do Centro de Referência e Treinamento em DST-Aids.

O problema é que pode estar comprometido por falta de voluntários. Do total de 184 pessoas que dispuseram-se a participar, 79 pessoas participaram de palestras informativas na unidade e 37 assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido para participar da pesquisa.

Entretanto, somente oito tinham, efetivamente, o perfil buscado para participar do estudo, dos quais seis não poderão participar em razão de suas condições de saúde. Restam, portanto, 23 vagas.

Quem pode ser voluntário

Mulheres e homens entre 18 e 50 anos de idade, saudáveis e não infectados pelo HIV que residam na cidade de São Paulo ou na região metropolitana podem se inscrever. Mulheres grávidas ou amamentando não podem participar. Os homens devem ser circuncidados para participar do estudo.

Os voluntários irão passar por avaliação médica, coleta de amostras de sangue e urina e responderão a questionários sobre práticas de exposição ao HIV.

Este é o sexto estudo de vacina preventiva contra o HIV conduzido pela Unidade de Pesquisa de Vacinas Anti-HIV do CRT-DST/Aids para a rede internacional de pesquisa de vacinas HIV Vaccine Trials Network (HVTN), sediada nos EUA e composta por instituições líderes em pesquisa em 27 cidades de quatro continentes.

“É importante ressaltar que o HIV não está presente nas vacinas que serão testadas. Elas usam componente sintético, que não apresenta o menor risco de infecção pelo vírus da Aids”, afirma o médico Artur Kalichman, coordenador-adjunto do CRT-DST/Aids e responsável pela Unidade de Pesquisa de Vacinas.

Para se inscrever basta procurar a Unidade de Pesquisa de Vacinas Anti-HIV, pelo telefone 5087-9915, e-mail vacinas@crt.saude.sp.gov.br ou ir pessoalmente ao Centro de Referência e Treinamento em DST/Aids, da Secretaria, que fica na Rua Santa Cruz, 81, Vila Mariana, zona sul da capital.

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São 90 anos de estudo, fases finais de preparação e a corrida pela vacina contra a dengue mira o Brasil.

Conforme informou o OESP, executivos da empresa francesa Sanofi Pasteur vêm ao país em março para tentar fechar acordo com o governo federal que antecipe a distribuição do imunizante.

A escolha pelo Brasil e não pela África, como primeiro local a oferecer a vacina, é devido ao país ter recursos que compensem os investimentos das multinacionais.

Os testes da terceira fase da vacina desenvolvida pela Sanofi serão iniciados neste ano, com 30 mil pessoas. O Brasil fará parte desses testes. Se a eficácia do produto for comprovada, o primeiro pedido de registro e autorização será feito em 2013.

Para a Sanofi, a meta é a de ter o produto no mercado mundial já em 2015 e antes disso no Brasil.

O que está sendo desenvolvido

Outras duas vacinas contra a dengue estão sendo desenvolvidas: uma por meio de uma parceria entre a multinacional GSK e a Fiocruz e outra pelo Instituto Butantã.

No entanto, segundo o Instituto Internacional de Vacinas, a Sanofi tem pelo menos quatro anos de avanço sobre os demais projetos – e a intenção é oferecer o produto antes que o Brasil esteja apto a finalizar sua própria produção.

Em um primeiro momento, nenhuma das empresas terá a capacidade de suprir todo o mercado. A Sanofi deve produzir 100 milhões de doses por ano – mas cada pessoa precisa tomar três doses.

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O estudo, realizado em mais de 18 países, mostrou que a vacina previne até 90% das lesões em homens, quando oferecida antes da exposição a quatro tipos do vírus.

Já bastante difundida entre as mulheres (apesar do alto custo para ter acesso às doses), o estudo feito pela Universidade da Califórnia e pelo centro H.Lee Moffitt de combate ao câncer, mostrou os benefícios para o sexo masculino.

Foram 4.065 homens com idades entre 16 e 26 anos acompanhados durante 4 a anos para chegar a tal resultado.

O uso da vacina em mulheres foi aprovado no ano de 2006, nos EUA. Os pesquisadores esperam daqui para frente que a vacinação de homens possa diminuir as infecções por HPV, que estão entre as doenças sexualmente transmissíveis mais comuns no mundo inteiro.

Os resultados foram publicados no periódico New England Journal of Medicine.

Há outras maneiras de prevenção?

O HPV é transmitido sexualmente ou pelo contato via oral ou pelo contato genital com fluidos contaminados.

Portanto, assim como toda doença sexualmente transmissível, o vírus também pode ser barrado com o uso de camisinha.

Essa proteção, porém, não é completamente eficaz para o HPV quanto é para as outras DSTs, já que o homem pode contrair o vírus pela bolsa escrotal, por exemplo, que não recebe a proteção.

- HPV: Talvez você não saiba tudo sobre ele…

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Um estudo finlandês faz com que a Organização Mundial da Saúde revise a segurança da vacina Pandemrix.

A pesquisa sugere que as crianças que receberam a imunização eram nove vezes mais propensas a contrair narcolepsia, um transtorno do sono capaz de fazer a pessoa dormir várias vezes ao dia sem motivo.

As investigações do Instituto Nacional de Saúde e Bem-estar da Finlândia (THL) começaram depois da detecção desta doença em 17 crianças finlandesas vacinadas com Pandemrix, fabricada pela GlaxoSmithKline, durante a última pandemia de gripe A H1N1.

O uso da vacina está interrompido na Finlândia até que se descubram os efeitos colaterais. Os cientistas acreditam que a causa seja uma combinação de fatores genéticos e ambientais, incluindo as infecções.

Dados

Entre 2009 e 2010, o Instituto diagnosticou 60 casos de narcolepsia em crianças e adolescentes finlandeses com idades entre 4 e 19 anos, dos quais 52 (quase 90%) haviam recebido a vacina Pandemrix.

A maior parte dos quadros de narcolepsia aparece em crianças entre 4 e 15 anos, enquanto não detectaram nenhum caso em menores de 4 anos nem em jovens maiores de 19 anos.

Além da Finlândia, até o momento Suécia e Islândia detectaram aumento anormal de casos de narcolepsia infantil possivelmente relacionado à vacina Pandemrix, embora estejam realizando estudos adicionais em outros nove países da União Europeia.

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Os experimentos conduzidos no Instituto de Pesquisa Médica do Quênia mostraram que as crianças africanas obtiveram 46% de proteção por 15 meses ao receber a vacina experimental da GlaxoSmithKline.

Os primeiros resultados, publicados em 2008, mostraram que a vacina deu 53% de proteção contra a malária, pelo menos por oito meses, mas pesquisadores no Instituto de Pesquisa Médica do Quênia quiseram averiguar se a proteção duraria mais tempo.

Os resultados mostraram então que após 15 meses, a eficácia da vacina não tinha diminuído muito. As crianças vacinadas ainda tinham 46% menos probabilidade de contrair a doença em relação àquelas que não tinham sido imunizadas.

Os próximos estudos precisam estabelecer a eficácia da vacina, por exemplo, em crianças infectadas pelo HIV ou desnutridas, segundo os pesquisadores.

Histórico da doença

A malária é uma doença infecciosa transmitida por mosquitos que ameaça mais da metade da população mundial. A maioria das vítimas são crianças menores de 5 anos que vivem em países pobres da África subsaariana.

O último relatório da OMS (Organização Mundial de Saúde) sobre a doença encontrou avanços na última década, como a queda da estimativa de mortes, de quase um milhão em 2000 para 781.000 em 2009.

Últimas informações

A vacina experimental está em estágio avançado de testes com 16.000 crianças em sete países da África. A imunização termina no próximo mês.

O laboratório GSK (GlaxoSmithKline), afirma que, se a eficácia da vacina for demonstrada, ela será vendida a um preço acessível a quem mais precisa.

A empresa informou planeja uma margem de lucro de 5% sobre o custo de fabricação, que seriam reinvestidos em novas vacinas contra a malária e outras doenças negligenciadas.

Se os resultados forem mesmo satisfatórios, a vacina poderá ser licenciada e lançada em 2015.

Os experimentos foram conduzidos no Instituto de pesquisa Médica do Quênia e os resultados foram publicados na revista The Lancet.

*Com informações da Reuters
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O governo federal proibiu o uso da vacina fabricada pelo laboratório Biovet na campanha contra raiva animal. De acordo com uma nota técnica dos ministérios da Saúde e da Agricultura, testes revelaram resultados insatisfatórios sobre os efeitos a serem provocados pela vacina.

A vacinação nacional contra raiva está suspensa desde outubro, após o registro de mortes e reações adversas em animais vacinados, como hemorragia e dificuldade de locomoção.

Os ministérios determinaram que as secretarias de Saúde incinerem parte das vacinas. Outras unidades serão recolhidas pelo próprio laboratório.

A campanha de vacinação deverá ser retomada somente em 2011, sem data definida. O Ministério da Saúde receberá três milhões de doses da empresa apenas para ações esporádicas.

Última campanha

Segundo dados dos ministérios, 637 cães e gatos apresentaram efeitos adversos depois de terem sido vacinados, 41,6% considerados graves.

O Ministério da Agricultura reiterou que as vacinas foram testadas pelos laboratórios oficiais antes de serem usadas na campanha, quando não foram detectadas falhas.

A vacina do Biovet passou a ser usada na edição deste ano da campanha.

Quer mais informações sobre a raiva? Clique aqui.

*Com informações da Agência Brasil.
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Três laboratórios russos se juntaram para desenvolver a vacina considerada a mais efetiva até o momento contra o vírus da AIDS.

A efetividade chegou a 30% nos testes, se o paciente receber seis doses anuais, o que pode salvar um milhão de vidas ao ano, segundo o Departamento de Aids do Instituto de Imunologia da Rússia.

O trabalho conjunto dos três laboratórios acelerará o estudo e simplificará o processo. Por volta de 500 portadores do HIV foram selecionados para participar dos testes de laboratório.

Os responsáveis afirmam que, por enquanto, só uma dose contra o HIV desenvolvida nos Estados Unidos e provada na Tailândia demonstrou efetividade relativa.

Últimos dados sobre infectados pelo HIV, segundo ONU

Boas notícias: em 2009, o número de pessoas que contraíram o vírus caiu em 20% em relação há 10 anos, com o total de 2,6 milhões de novos infectados.

O novo relatório das Nações Unidas revela que o número de novos casos de contaminação com o vírus da Aids está diminuindo.

O que foi feito

Em 2009, a Aids matou 1,8 milhão de pessoas, 300 mil a menos que em 2004. O diretor-executivo do Unaids, Michel Sidibe, disse que os investimentos em prevenção e tratamento estão dando certo, mas ainda há muito trabalho a ser feito.

O Unaids informou que a quantidade de pessoas tratadas com antirretrovirais passou de 700 mil em 2004 para 5 milhões em 2009. Outra razão para a redução de casos é o uso de preservativos nas relações sexuais.

Mundo

Em todo o mundo, cerca de 33,3 milhões de pessoas estão vivendo com o HIV. O índice de novas infecções diminuiu ou estabilizou-se em pelo menos 56 países. A África Subsaariana continua sendo a área mais afetada pelo vírus, com cerca de sete em cada 10 novas contaminações.

No Brasil, a prevalência entre adultos continua menor que 1%, por causa do tratamento com antirretrovirais e campanhas de prevenção.

Essas informações são do documento publicado pelo Programa Conjunto da ONU sobre HIV/Aids, Unaids, e a Organização Mundial da Saúde, OMS.

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O vírus que causa câncer de colo de útero está entre as dez principais causas de morte de mulheres na América do Sul, mas o acesso à prevenção ainda é de alto custo.

Pelo menos por enquanto: um método mais barato contra o vírus do papiloma humano (HPV) foi desenvolvido na Argentina e testado, com sucesso, em ratos.

Atualmente, as duas vacinas disponíveis no país são importadas dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha, o que eleva mais ainda o custo.

Essa nova vacina criada no próprio país contém uma partícula idêntica ao HPV, sem informação genética,  para o sistema imunológico reagir e gerar anticorpos.

O próximo passo foi tomado por Gonzalo Prat Gay, diretor do Laboratório de Estrutura, Função e Engenharia de Proteínas da Fundação Instituto Leloir, de Buenos Aires, que iniciou uma negociação com farmacêuticas para que a vacina contra o HPV seja testada em humanos.

Estima-se que, com êxito nos testes em humanos, a vacina esteja no mercado em dois ou três anos. Se houver uma alternativa ao método de prevenção, o preço dos outros tipos tende a baixar.

A doença mata cerca de 2 mil mulheres por ano na Argentina.

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As campanhas de vacinação desses animais estão suspensas por tempo indeterminado, até decisão dos Ministérios da Saúde e Agricultura.

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo constatou que a vacina utilizada neste ano no Estado de São Paulo para a imunização de cães e gatos contra a raiva foi responsável por reações adversas acima do esperado em animais vacinados.

Os dados foram investigados pela Coordenadoria de Controle de Doenças e o  Instituto Pasteur em parceria com os municípios e divulgados em nota oficial.

Por isso, os Ministérios decidirão se é necessária a substituição dos lotes encaminhados a São Paulo ou mesmo do produto. Decisão fundamental para que os municípios paulistas possam dar seguimento às campanhas.

Dados

Foram distribuídos neste ano dois lotes da vacina Raipet-Biovet, adquirida pelo Ministério da Saúde, entre os municípios paulistas: os de nº. 59/2010 e 139/2010. No entanto, 77,5% das cidades receberam exclusivamente o lote 59/2010.

Este lote também foi o único distribuído nos municípios de São Paulo e de Guarulhos, os mais populosos do Estado e responsáveis por 67% das notificações de reações adversas.

De 13 de agosto a 21 de setembro foram notificados 3.424 casos de reação em cães e gatos vacinados no Estado, dos quais 890 (26%) foram considerados graves, conforme critérios de classificação estabelecidos pelo Ministério da Saúde. Das reações graves, 717 foram em gatos.

A incidência de eventos adversos no mesmo período foi de 4,86 casos a cada mil animais vacinados.

A taxa é considerada alta quando comparada com registros da cidade de São Paulo nos últimos três anos, com índices sempre inferiores a 0,07 casos de reação por mil animais vacinados.

Um estudo de campo realizado pelo Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria com proprietários de 82 animais com eventos adversos notificados ao Centro de Controle de Zoonoses de Guarulhos, aponta que 57% dos cães e 32% dos gatos já haviam recebido outras vacinas em campanhas anteriores e não apresentaram reações.

Oitenta por cento desses animais vivem em residências e não tiveram contato com animais doentes nas duas semanas antes da vacinação.

Foram analisados 15 animais que não resistiram e morreram após serem vacinados e cinco deles tiveram hemorragias digestivas. Outros dois também tiveram problemas no aparelho digestivo, sem confirmação de sangramento. A Universidade de São Paulo investigou a pedido da Secretaria.

Os demais apresentaram problemas diversos, como choque hipovolêmico e broncopneumonia. Dois laudos apontaram a causa da morte como indeterminada.

Não é possível, entretanto, estabelecer a associação causal entre a vacina e os quadros encontrados.

Os resultados das investigações já foram encaminhados ao Ministério da Saúde e ao Ministério da Agricultura, mas os resultados ainda não foram divulgados.

ATENÇÃO: É importante ressaltar que a vacina contra a raiva humana, diferente do produto contra a raiva animal, está sendo oferecida normalmente à população do Estado de São Paulo para casos de mordedura, lambedura ou arranhadura de mamíferos.

- Ceará: Governo confirma primeiro caso de raiva humana do ano no Brasil

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O Nupeq (Núcleo de Pesquisas em Geriatria Clínica e Prevenção) da Unifesp busca voluntários para um estudo que vai desenvolver uma nova vacina contra a gripe H1N1 e outros vírus que podem circular neste período de inverno.

Os voluntários devem ter entre 18 e 70 anos, apresentar histórico de doenças cardíacas ou hipertensão arterial, e ainda não ter tomado vacina contra a gripe H1N1 ou ter tomado há mais de 90 dias.

Os interessados devem entrar em contato pelo telefone (11) 5579-0400, de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 17h; ou pelo e-mail regulatorio.nupeq@gmail.com.

As inscrições podem ser feitas até o final de julho.

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O Ministério da Saúde enviou ontem para o Estado de Alagoas mais um lote de 200 mil doses de vacinas, 13 mil diluentes e mil unidades de soro.

O material serve para tratar e prevenir hepatite A, rotavírus e tétano – doenças comuns em locais afetados por enchentes.

Ainda há 76 pessoas desaparecidas em Alagoas, de acordo com dados da Defesa Civil estadual. São 34 óbitos desde a última semana.

Histórico

Alagoas, na semana passada, recebeu do ministério 5 toneladas de medicamentos, dez ambulâncias para atendimento de urgência, vacinas e soros. Pernambuco também recebeu ajuda do Ministério da Saúde. Foram 11 toneladas de medicamentos e cerca de 500 mil doses de vacinas e 15 ambulâncias.

Os dois locais receberam 25 mil cartilhas sobre como agir em caso de enchentes e orientações para pessoas em situação de abrigo.

Previsão e Cuidados

A previsão é de que as chuvas fortes continuem no Nordeste, nos próximos dias, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

O Ministério recomenda que as pessoas evitem ao máximo, quando possível, o contato com água ou lama de das enchentes e esgotos, para evitar doenças como leptospirose, hepatite e diarreias.

Em relação aos alimentos e água para consumo humano, pessoas que vivem nas regiões afetadas devem sempre filtrar e ferver a água antes de beber, não consumir alimentos com cheiro, cor ou aspecto fora do normal (úmido, mofado, murcho) ou que estejam com a embalagem ou tampas estufadas, abertos ou danificados.

Hoje, na parte da manhã em Brasília, o Gabinete Permanente de Emergências reuniu-se pela segunda vez para monitorar a situação das áreas afetadas.

SOS Alagoas, SOS Pernambuco – clique para ver!

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Aviso aos adultos de 30 a 39 anos e pais de crianças de 2 a 5 anos incompletos: quarta-feira (2) é o último dia para receber a dose da vacina em um dos 36 mil postos do país.

Gestantes que ainda não estão imunizadas também devem garantir a proteção até amanhã.

O Ministério da Saúde comprou 113 milhões de doses e pretende que 71 milhões de pessoas sejam vacinadas.

As doses extras fazem parte do “estoque estratégico” que o governo obteve caso algum acontecimento não previsto ocorra.

São dois laboratórios que comercializam a vacina no país: Sanofi Pasteur e Solvay. A Solvay informou que já distribuiu as encomendas pelas clínicas do país; a Sanofi diz que deve finalizar a distribuição para as clínicas até o fim do mês.

Como está a situação em Clínicas Particulares

Ao contrário do que se vê com a campanha do Ministério da Saúde, as clínicas particulares em São Paulo e no país, sofrem com a falta de doses e muitas vezes não há previsão para a chegada.

Como o corpo só produz anticorpos 15 dias após a dose ser tomada, as pessoas devem se imunizar até o fim da primeira quinzena de junho, já que julho é o mês de maior incidência de casos.

Veja como está a situação em principais clínicas particulares de São Paulo:

Imagem FSP - Clique para ampliar

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