31°C | Rio de Janeiro, Rio de Janeiro | 05 / 02 / 2012
Ocultar

SP – Voluntários para pesquisas sobre alcoolismo, menopausa e fibromialgia

A Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) procura voluntários para três diferentes procedimentos. Confira.

Alcoolismo

O Cebrid – Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas – recruta homens e mulheres com idade entre 18 e 65 anos para participarem de uma pesquisa clínica sobre o tratamento do álcool.

Os voluntários devem apresentar problemas relacionados ao uso de bebidas alcoólicas, mesmo se já frequentaram tratamentos anteriores.

Os interessados devem fazer as inscrições pelo telefone (011) 5083-1084, e falar com Valéria.

Menopausa

O estudo para tratamento da menopausa será conduzido pelo Ambulatório de Climatério.

As pesquisas envolvem medicamento a base de soja para combater os sintomas da menopausa. As voluntárias devem ter entre 40 e 65 anos, com atividade sexual ativa e que apresentem queixas sexuais e perda de memória.

É necessário que as voluntárias apresentem ausência de menstruação por pelo menos um ano e não tenham utilizado nenhum tipo de terapia hormonal nos últimos três meses.

Para iniciar o tratamento no ambulatório do Climatério serão realizados exames ginecológicos, antes da administração do medicamento por um período de seis meses.
As inscrições podem ser feitas de segunda à sexta-feira, das 8h às 15h, pelo telefone (011) 5549-6174.

Fibromialgia

A disciplina de Reumatologia da universidade recruta voluntários com diagnóstico de fibromialgia.

Podem participar do estudo mulheres com idade entre 18 e 60 anos, que saibam nadar e que tenham disponibilidade para participar de programa de exercícios físicos três vezes por semana, por um período de 12 semanas.

Os interessados deverão entrar em contato com Giovana pelo telefone (11) 8498-7581.

Email This Post Email This Post

Atenção! O próximo Mutirão da Catarata de São Paulo será realizado no dia 26 de novembro, às 8 horas, no INCAT – Instituto da Catarata (Rua Botucatu, 989 – Vila Clementino, São Paulo/SP), do Departamento de Oftalmologia da UNIFESP.

Para participar é necessário levar documento de identidade (RG), CPF, comprovante de endereço e o “Cartão Nacional da Saúde”, que pode ser obtido em todos os Postos de Saúde da cidade. O paciente não deve ir em jejum. Além disso, é recomendado ir com acompanhante.

Dúvidas e informações: (11) 5906-0630.

Email This Post Email This Post

Médicos paulistas irão utilizar células-tronco retiradas da polpa de dentes de leite em tratamento de pessoas com alguma lesão na córnea. O Instituto da Visão da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) começará em setembro a fazer a triagem dos pacientes para aplicar o novo tratamento.

A técnica foi desenvolvida pelo Instituto Butantan e pode ajudar a reconstruir os tecidos da córnea de pessoas que sofreram danos por queimaduras ou doenças genéticas e imunológicas.

Durante cinco anos, os pesquisadores utilizaram as células-tronco em coelhos e, em três meses de tratamento, houve recuperação total da córnea das cobaias. Segundo o coautor do projeto, Nelson Foresto Lizier, a autorização para aplicação em seres humanos foi obtida este ano.

Como a técnica será aplicada?

De acordo com Lizier, o procedimento cirúrgico é relativamente simples e rápido. O paciente terá acompanhamento mensal durante algum tempo, ou de acordo com a reação e necessidade.

“Vamos observar a qualidade da córnea, se ela está ficando transparente, se a pessoa apresenta algum problema com o transplante, e a durabilidade dessa córnea, já que o objetivo é o de que a transparência dure para sempre”, explica.

Por que o dente de leite?

Segundo o especialista, os dentes de leite são doados por pacientes do hospital e as células encontradas na polpa (tecido mole) do dente têm características muito semelhantes às da córnea.

Para retirar as células, os profissionais mexem no interior do dente, que fica aberto quando cai, e depositam o tecido em uma placa de cultura onde as células-tronco se multiplicam em grande escala. As células se reproduzem sobre uma fina camada estrutural para ganhar o formato de uma córnea de fato.

“Nos seres humanos nós transportaremos essa película para o olho e em seguida colocaremos uma lente de contato para segurar a película. Assim que as células estiverem seguras, essa lente é retirada”, completa o coautor do projeto.

Ele ressaltou ainda que o procedimento é vantajoso porque não é invasivo e apresenta baixo risco para o paciente. Além disso, as células-tronco do dente de leite são imunoprivilegiadas, isto é, dificilmente seriam rejeitadas pelo organismo receptor.

“Isso quer dizer que provocam baixa resposta imune do organismo, permitindo que sejam utilizadas células de parentes para a doação e até mesmo de pessoas que não sejam ligadas ao paciente”, ressalta.

O que pode dar errado?

O pesquisador explica que o que poderia dar errado com essa técnica seria a devolução da qualidade da córnea por um curto período e, assim, o indivíduo precisar de uma nova operação.

“Na pesquisa com os coelhos, aqueles que precisaram de uma segunda cirurgia foram os que tinham a córnea muito danificada. Mas na segunda operação, a integridade da córnea foi recuperada. Pelos resultados que tivemos com os coelhos a expectativa é a de que dê certo com humanos”, afirma Nelson Foresto Lizier.

Quando o tratamento terá início?

Ainda não há previsão de quando o tratamento será iniciado, pois é preciso encontrar um grupo homogêneo de pacientes, ou seja, com problema semelhante na córnea, para testar o tratamento e provar que ele é eficaz em certo número de pessoas. Dez pessoas já foram indicadas.

De acordo com Lizier, o custo de todo o procedimento laboratorial não passa de R$ 500. A técnica já está sendo estudada para a utilização em outros tipo de doenças de visão, ossos, cartilagens e tecidos nervosos.

Leia mais: Cientistas comprovam que é possível ter a visão restaurada com um implante de células-tronco

* Com informações da Agência Brasil.
Email This Post Email This Post

O Nupeq (Núcleo de Pesquisas em Geriatria Clínica e Prevenção) da Unifesp busca voluntários para um estudo que vai desenvolver uma nova vacina contra a gripe H1N1 e outros vírus que podem circular neste período de inverno.

Os voluntários devem ter entre 18 e 70 anos, apresentar histórico de doenças cardíacas ou hipertensão arterial, e ainda não ter tomado vacina contra a gripe H1N1 ou ter tomado há mais de 90 dias.

Os interessados devem entrar em contato pelo telefone (11) 5579-0400, de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 17h; ou pelo e-mail regulatorio.nupeq@gmail.com.

As inscrições podem ser feitas até o final de julho.

Email This Post Email This Post

Com maior incidência entre as mulheres, a osteoporose hoje traz ao homem uma preocupação até então inexistente.

Estudos apontam que, em 2025, o número de fraturas de fêmur relacionadas à doença em homens deve representar quase 30% do total de casos. Estima-se ainda que, o número de fraturas em quadril nas mulheres chegue a 2,78 milhões e, nos homens, a 1,16 milhões.

A explicação: o aumento da longevidade masculina e a queda nas taxas gerais de mortalidade!

Como os índices de mortalidade têm caído a cada ano e a expectativa de vida dos homens só tem aumentado, os casos de osteoporose masculina estão cada vez mais frequentes. Isso acontece porque, em geral, os homens desenvolvem a doença depois dos 65 anos.

A vantagem da ala masculina é que a testosterona, hormônio que barra o desgaste ósseo, têm suas taxas reduzidas gradativamente com a idade, e não bruscamente como ocorre com as mulheres na menopausa.

Por isso eles são acometidos em menor escala e entram na faixa de risco bem mais tarde do que elas – só lá por volta dos 65 anos.

Nos homens, a osteoporose ainda é cercada de mistérios. Sabe-se que está associada a moléstias como inflamações crônicas e distúrbios renais. Por isso, uma das pistas para investigar se o esqueleto masculino está perdendo massa é saber se o paciente sofre de artrite reumatóide – que obriga o homem a tomar cortisona por muito tempo.

A osteoporose em homens ainda é relativamente pouco estudada no Brasil. Pesquisa pela Unifesp, que analisou 301 indivíduos, mostrou que depois dos 70 anos os ossos dos homens são tão frágeis quanto das mulheres. Porém, apenas 1% deles relataram estar em tratamento.

Um levantamento realizado em 2004 pelo Instituto Nacional de Tráumato-Ortopedia (INTO), entidade ligada ao Ministério da Saúde, apontou que, entre os 712 homens avaliados, 19,5% dos maiores de 50 anos tinham a doença. Nos homens com mais de 80 anos, esse índice subiu para 36,4%.

Causas da osteoporose

Tabagismo, alcoolismo, inatividade física, baixa ingestão de cálcio, pouca exposição solar e histórico familiar são alguns dos principais motivos que levam uma pessoa a desenvolver a osteopenia ou a osteoporose. Essas duas doenças se diferem apenas no grau de lesão. A primeira é uma consequência inicial da falta de cálcio no osso e, a segunda, é mais grave.

Ações preventivas

Ir ao urologista ou geriatra podem identificar a propensão em desenvolver a osteoporose, o que propicia iniciar um tratamento preventivo.

O exame básico de controle é a densitometria óssea. O exame é rápido e simples e permite detectar níveis iniciais da doença.

A doença progride de forma lenta e raramente apresenta sintomas. Sem os exames, é percebida apenas quando surgem as primeiras fraturas, acompanhadas de dores agudas. A osteoporose pode, também, provocar deformidades e reduzir a estatura do doente.

Praticar atividade física, evitar bebida alcoólica, não fumar e ingerir alimento rico em cálcio são as principais maneiras de prevenir a doença.

As necessidades de cálcio

O consumo ideal depende da idade. Confira as doses ideais e como garantir essas porções na dieta:

Faixa etária Ingestão adequada (mg/dia)
0 a 6 meses 210
7 a 12 meses 270
1 a 3 anos 500
4 a 8 anos 800
9 a 18 anos 1300
19 a 50 anos 1000
Maior de 51 anos 1200
Gestantes e lactantes 1000 (se menor que 18 anos) a 1300

 

Confira a quantidade de cálcio de alguns alimentos:

• 1 copo de leite
250 mg de cálcio
• 1 colher de sopa de doce de leite
90 mg de cálcio
• 3 unidades de sardinha em lata
234 mg de cálcio
• 1 bola de soverte
150 mg de cálcio
• 3 colheres de sopa de brócolis
200 mg de cálcio
• 1 colher de sopa de amêndoas
50 mg de cálcio
• 1 fatia de pizza de mussarela
115 mg de cálcio
• 1 fatia média de queijo branco
275 mg de cálcio

Artes marciais contra a osteoporose

Técnicas das artes marciais (judô ou kung fu) podem ser eficazes na redução do impacto das quedas em pessoas com osteoporose, além de diminuir o risco de fraturas ósseas.

Os praticantes de judô, por exemplo, aprendem a cair em um movimento de rolamento, distribuindo o impacto sobre uma área maior do corpo. Com a prática de artes marciais a pessoa ficar mais atenta e desenvolver reflexos para coordenar melhor os movimentos.

Uma pesquisa feita na Holanda e publicada na revista “BMC Research Notes” sugere que, se as pessoas com osteoporose aprendessem técnicas similares, poderiam ter menos risco de quebrar um osso.

Eles mediram os efeitos de uma queda em voluntários jovens e saudáveis e compararam os resultados com informações sobre o impacto no fêmur que uma pessoa idosa com osteoporose suportaria.

A conclusão é que o treino é seguro e ajuda os idosos a cair sem se machucar. Mas é preciso usar equipamentos de segurança (como protetores de quadril) para evitar lesões durante o exercício.

Mas atenção! Idosos com a osteoporose já avançada podem se machucar. Nesses casos, é melhor trabalhar técnicas de equilíbrio já consagradas, como o Tai Chi Chuan. Assim é possível prevenir a queda em vez de ensiná-los a cair com menos impacto.

Correr também pode trazer benefícios! Exercícios de impacto como a corrida estimulam a fixação de cálcio, prevenindo o problema.

Os exercícios são fundamentais para fortalecer os ossos e afastar a ameaça da osteoporose. Isso porque a atividade física aumenta a fixação do cálcio nos ossos e acelera o trabalho dos osteoblastos.

No entanto, vale lembrar que é preciso procurar orientação médica antes de iniciar qualquer atividade! Só um profissional especializado pode informar o que é mais recomendado para cada caso.

Se o programa for mal prescrito, a atividade pode se tornar um risco!

Números da osteoporose

A osteoporose é considerada um grave problema de saúde pública, sendo uma das mais importantes doenças associadas com o envelhecimento.

Só na cidade de São Paulo, 2.261 idosos foram internados de janeiro a novembro de 2008 por fratura de fêmur – a queda acidental foi responsável por 93% dos casos.

No Brasil, cerca de 10 milhões de pessoas sofrem da doença e aproximadamente 2000 pessoas morrem anualmente em consequência de complicações de fraturas causadas pela osteoporose.

A osteoporose é uma doença que atinge os ossos. Caracteriza-se quando a quantidade de massa óssea diminui substancialmente e desenvolve ossos ocos, finos, fracos e de extrema sensibilidade, mais sujeitos a fraturas.

Folha de São Paulo

Mais informações sobre a relação peso X osteoporose? Clique aqui!

* Com informações da revista Saúde!

Email This Post Email This Post

A Vila Clementino, na Zona Sul de São Paulo, contará com o primeiro hospital do país voltado para o atendimento exclusivo de urgência de traumatismos graves em UTIs.

O futuro bairro universitário, projeto da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), terá investimento total de R$ 120 milhões nos próximos cinco anos.

Serão construídos cinco prédios na região que já abriga o campus da instituição. A maior parte das obras ficará sob responsabilidade da universidade. A prefeitura fará a reforma das calçadas nas ruas Pedro de Toledo e Borges Lagoa.

Já foram gastos R$ 18 milhões para a compra de um prédio e outros R$ 4 milhões serão utilizados na adaptação do imóvel. Não há prazo para conclusão das obras.

Transplantes

A capital também passa a contar com o primeiro hospital público do Brasil especializado em transplantes, o Hospital de Transplantes Dr. Euryclides de Jesus Zerbini.

Hospital de Transplantes do Estado de São Paulo Dr. Euryclides de Jesus Zerbini (Divulgação)

A proposta é tornar o local referência em transplantes de rim, fígado, pâncreas, medula óssea e córneas.

O complexo tem capacidade para realizar mais de 630 transplantes de órgão e tecidos por ano. Não serão feitas operações entre pessoas vivas.

O hospital, que antes tinha o nome de Hospital Brigadeiro, fica na Avenida Brigadeiro Luis Antônio. O local foi inteiramente reformado e modernizado, com investimentos de R$ 37,3 milhões entre obras e equipamentos. O complexo ganhou oito salas especiais para transplantes, com sistema de ventilação controlado para evitar infecções.

A equipe, com cerca de 80 médicos, se dividirá em áreas de especialidades para os atendimentos. O hospital já começou a receber pacientes candidatos a transplantes.

*Com informações da FSP.

Email This Post Email This Post

Você passa a maior parte do dia na frente do computador. Além disso, o ar condicionado não perdoa. Resseca o ar e castiga nossas vistas. Com isso, você pode até não saber, mas a sensação de ardência e incômodo que você sente pode ser Olho Seco.

A cura contra esse incômodo é o simples ato de piscar, mais e mais vezes ao dia. Quando piscamos da maneira correta, estimulamos a hidratação ocular não sentimos nada. Porém, sempre que estamos à frente do computador, principalmente trabalhando, estamos concentrados, o que nos faz piscar bem menos.

Batizado de Pisc, o aparelho desenvolvido e testado na Unifesp – Universidade Federal de São Paulo emite luzes sons ou vibrações 15 vezes por minuto.

Os vilões da hidratação ocular

Ar condicionado – A umidade relativa do ar cai de cerca de 60% para 30%. Com isso, a lágrima evapora muito mais rápido.

Computador – Exige uma atenção muito ativa, o que faz com que a pessoa pisque menos e a lágrima evapore mais.

Lentes de contato – As gelatinosas tradicionais, chamadas hidrofílicas, sugam um pouco a lágrima. Com as rígidas o quadro é um pouco melhor.

Pisque corretamente e evite esse incômodo

No computador – Lembre-se de piscar; faça intervalos a cada meia hora; pingue lubrificante ocular.

Como piscar – A pálpebra superior deve encostar na inferior – muitas vezes piscamos só pela metade.

“Agora você já sabe, para que possa distribuir suas “piscadas” tranquilamente exercite a maneira correta e organize-se para descansos alternados do computador durante o dia.”

Email This Post Email This Post

Se você não dispensa um bom açaí é bom saber que além de ser uma delícia a fruta também ajuda na saúde dos olhos.

A fruta, que além do gosto saboroso tem uma cor escura a exuberante serviu de base para que pesquisadores do Departamento de Oftalmologia da Unifesp – Universidade Federal de São Paulo desenvolvessem um corante especial.

O produto, patenteado e com custo cerca de vinte vezes menor do que os disponíveis no mercado, servirá para detectar, em cirurgias, para que seja possível visualizar membranas e tecidos transparentes.

Os procedimentos cirúrgicos em que o corante será utilizado geralmente são os de retina e vítreo.

O preço médio de cada frasco utilizado varia de R$ 200,00 a R$ 500,00.

O professor Maurício Maia, coordenador do estudo afirma -  “Achamos na flora brasileira um corante natural melhor do que os químicos, que, além de serem caros também são tóxicos quando usados em dosagem alta ou, em alguns casos, até em medidas convencionais”.

A intenção para os próximos meses é apresentar o estudo nos EUA e comercializar o corante.

Email This Post Email This Post

Atenção! Próximo mutirão da catarata na zona leste de São Paulo acontecerá no dia 30 de maio. Para obter mais informações clique aqui

Atendimento para Catarata - Se o seu caso refere-se apenas a catarata o atendimento pode ser feito de segunda a sexta-feira das 07h00 ao meio-dia na Rua Botucatu, 989. É necessário estar acompanhado, levar documento de identidade (RG) e Cartão Nacional da Saúde.

Dúvidas ou informações adicionais ligar para (11) 5906-0630

Blog da Saúde e você – Juntos no combate à catarata.

*Chegaram muitas dúvidas a respeito do Mutirão. Fizemos um post para esclarecer. Para saber mais, clique aqui.

Email This Post Email This Post

A Unifesp seleciona pessoas com artrite de joelho para um estudo que avaliará se um remédio associado a exercícios terapêuticos melhora a doença. Serão feitos exames de coração, laboratório e raio-X, além de exercícios terapêuticos três vezes por semana. É preciso ter de 40 a 70 anos, bom estado geral de saúde e sentir dores no joelho. Inscrições pelo telefone (11) 2108-7090 (falar com Rosa).

Email This Post Email This Post

Você trabalha o dia inteiro, estuda, malha e finalmente chega em casa. Ufa! Agora é hora de tomar um banho quente, relaxar e dormir…ops, parece que o final da frase não combina muito com a rotina dos paulistanos. Pesquisa recente realizada pelo Instituto do sono, ligado à UNIFESP – Universidade Federal de São Paulo demonstra que 32,9% da população da capital possuem algum distúrbio do sono.

Dentre os distúrbios do sono mais curiosos esta o sonambulismo. Segundo o Instituto do Sono cerca de 10% das pessoas que são sonâmbulas podem desenvolver um hábito incomum. Comer enquanto dormem! Aos portadores do distúrbio, mesmo quando estão adormecidos, a área do cérebro responsável pelos movimentos está desperta, o que os impede de “trombar” em móveis e derrubar objetos.

Especialistas aconselham uma dieta leve no período noturno para garantir um sono tranquilo. Além disso, é necessário ficar atento, pois apesar de a área do cérebro responsável pelos movimentos estar ativa, nosso sistema de controle para razão e julgamento do que é certo ou errado continua adormecido. Confira abaixo reportagem sobre esse polêmico assunto veiculada ontem, 30 no Fantástico. Siga as dicas e bons sonhos.

Email This Post Email This Post