26°C | Rio de Janeiro, Rio de Janeiro | 10 / 02 / 2012
Ocultar

Bikeboy é o novo Motoboy

As bicicletas estão cada vez mais presentes no cotidiano urbano. Tanto é que agora ganham nova função e são utilizadas como transporte de encomendas, atividade antes feita apenas com as motos.

A ideia é reduzir a emissão de gases, deixar o trânsito menos carregado e ainda ser eficiente. São Paulo e Curitiba contam com o serviço. Mas os ciclistas têm que ser muito experientes para tornarem-se bikeboys.

Email This Post Email This Post

Todos os dias, quatro pessoas morrem em acidentes de trânsito em São Paulo. Duas são pedestres que morrem atropelados atravessando a rua ou até mesmo na calçada. Em 2010, foram 7.007 atropelamentos resultando na morte de 630 pedestres. Números menores que 2009, mas ainda assim alarmantes.

Todas essas informações são da prefeitura da cidade de São Paulo que, com a Campanha Dê Preferência à Vida, está cada vez mais engajada nessas questões.

Em uma pesquisa encomendada à FGV, ao medir as reações psiconeurofisiológicas de motoristas paulistanos, constatou-se que eles percebiam tudo ao redor, menos a faixa de pedestre.

Por isso, conheça o Homem Faixa. Ele quer muito deixar de ser invisível.


A campanha de Proteção aos Pedestres da Prefeitura de São Paulo foi criada pela agência nova/sb.

De olho neles

Desde agosto, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) intensifica a fiscalização do Programa.

Quem não der prioridade ao pedestre que desejar atravessar a faixa ficará sujeito a multa de 191,53 reais e 7 pontos na carteira. A penalidade para quem deixar de sinalizar mudança de direção com a seta é de 127,69 reais e 5 pontos na carteira. E quem parar sobre a faixa poderá receber multa de 85,12 reais e 3 pontos na carteira.

Avanços

Desde o início, o programa conta com parceiros importantes e a confiança de milhares de cidadãos, comprometidos em ajudar a melhorar o trânsito da cidade. O Movimento Viva Vitão também já provocou diversas mudanças, entenda aqui.

Não mora em São Paulo? Como é o respeito aos pedestres no seu estado?

Email This Post Email This Post

Após a irreparável perda do amigo Vitor Gurman, um grupo de pessoas decidiu se mobilizar e transformar o luto em luta com a primeira mensagem difundida pelo movimento: Não espere perder um amigo para mudar sua atitude.

Vitor tinha 24 anos e foi atropelado por uma Land Rover na Vila Madalena, em São Paulo, no dia 23 de julho. Ele voltava a pé para casa após sair de uma festa.

O grupo quer mobilizar o maior número de pessoas para uma questão cultural que envolve mais do que “se beber não dirija”. É preciso agir como cidadão; pensar novos meios de transporte; entender e respeitar os espaços e as pessoas. Um pedestre é também um motorista.

O movimento já conta com 8.686 adeptos na página do Facebook e o apoio vem de todos os lados e formas. Cartazes colados nos bares da cidade com a mensagem; fotos de quem será o motorista da rodada; depoimentos de quem já sofreu por uma perda semelhante e, principalmente, a vontade de mudar.

Os jogadores do Corinthians (time para qual Vitor torcia) o homenagearam antes da partida contra o Atlético, ao entrarem em campo com uma faixa contendo os dizeres do movimento.

O prefeito Gilberto Kassab autorizou um cruzamento na capital paulista ser batizado com o nome do jovem – o local ainda será escolhido.

Caminhadas e palestras também estão agendadas, além de vídeos de conscientização passados em algumas escolas. Com isso, a esperança de formar melhores cidadãos ou moldar aqueles que haviam se esquecido do seu papel em grupo parece caminhar em passos lentos, mas firmes.

Para saber mais sobre o movimento e iniciativas, clique aqui.

Viva Vitão from VIVA VITÃO on Vimeo.

Email This Post Email This Post

Quem mora em São Paulo passa cerca de um mês por ano dentro do carro, no trânsito, de acordo com Lincoln Paiva, diretor da consultora Green Mobility.

Em entrevista publicada no Menos Um Carro, movimento pela mobilidade sustentável em Lisboa, o especialista mostrou informações importantes sobre o cenário brasileiro, utilizando São Paulo como exemplo de cidade em que as pessoas passam de duas a três horas diárias no congestionamento.

Lincoln afirma que, por dia, são inseridos 1.500 carros na cidade; nos últimos três anos foram incorporados 1 milhão de novos automóveis. Atualmente, são quase 200 km de morosidade diária.

O resultado da soma é que uma pessoa que vai para o trabalho de carro em São Paulo passa 1 mês inteiro por ano dentro do automóvel. Olha que bacana.

Perda de tempo, de dinheiro com combustível e de milhões de toneladas de gases tóxicos e CO2 emitidos na atmosfera.

O caminho é promover uma mudança radical no modo como as pessoas encaram as suas deslocações diárias. Atenção: 75% dos trabalhadores que utilizam automóveis para se deslocar ao trabalho moram até 5 km de distância, percurso que poderia ser realizado por meios não motorizados.

Propostas

Lincoln Paiva é um defensor dos meios de transporte não motorizados e de um Pacto de Mobilidade Sustentável nas cidades. Mas para o especialista, grande parte do esforço tem que vir das empresas.

Como são responsáveis por grandes volumes de deslocação, deveriam desenvolver programas que incentivem os funcionários a mudar comportamentos de mobilidade. As escolas e universidades são, em seguida, responsáveis também.

Já o governo deveria proporcionar maior segurança ao cidadão e calçadas de melhor qualidade, além de sinalização para que os carros possam partilhar as ruas com as bicicletas. Sem deixar de lado a melhoria do serviço de transporte coletivo.

A Green Mobility já implementou dois projetos interessantes em São Paulo. Um deles pode ser considerado ousado para um centro urbano. O U-bike consiste em contratar a ajuda de um Personal Biker, um profissional acostumado com as ruas de São Paulo que ajuda você a montar a sua rota, além de acompanhá-lo na visita a uma das maiores cidades do mundo.

Já o Campus Aberto permite que você busque ou ofereça carona cadastrando sua rota. O objetivo é integrar os universitários e promover a mobilidade sustentável.

Email This Post Email This Post

Com certeza, você já deve ter visto na rua um carro com a música no último volume, que você pode ouvir a quilômetros de distância, e dentro uma ou mais pessoas, como se nada estivesse acontecendo…nestas horas, a pergunta mais comum é: “Será que esse som, tão alto, não faz mal para a saúde”?

A resposta é sim, faz mal! A potência das caixas de som pode causar perdas irreparáveis na capacidade auditiva.

O nível de 50 decibéis é o indicado como saudável pela OMS (Organização Mundial da Saúde) e equivale a uma conversa normal entre duas pessoas. Segundo a fonoaudióloga Hilka Bueno, do Centro Auditivo Audisom, muitos jovens costumam colocar o som dos carros mais alto do que o indicado a fim de chamar a atenção de quem passa na rua, porém, não imaginam que poderão causar danos irreversíveis aos ouvidos daqui alguns anos se mantiverem o hábito.

Se o som parece alto para quem está na rua, imagine para o motorista e os passageiros? A exposição constante a esses ruídos com nível superior a 50 decibéis faz com que as pessoas percam a sensibilidade auditiva.

“A orelha humana suporta no máximo, a intensidade de 85 decibéis. Todo som acima disso é passível de lesão”, ressalta a Dra. Hilka. Ela informa ainda que, em casos extremos, essa exposição pode chegar a causar surdez.

Potência e qualidade sonora

A sugestão da especialista para quem não abre mãos da música no carro é, em primeiro lugar, procurar um bom profissional para fazer o serviço, assim ele projetará previamente e fará as medições recomendadas na potência dos ruídos. O som deve ser bem equalizado para dar uma sensação acústica agradável. E lembre-se: não precisar exagerar no volume!

Para quem já está acostumado com o som alto, a recomendação é diminuir aos poucos o volume, até se acostumar. É uma questão de saúde e bom senso. “Além da diminuição da sensibilidade auditiva, a intensa exposição aos altos sons pode gerar stress, fadiga, zumbidos, tontura, irritabilidade e até depressão”, explica a fonoaudióloga.

Pesa também na saúde financeira….

Quem ouve som a uma altura exagerada, também está sujeito a multas. Isso porque as músicas em volume muito alto impedem que o motorista ouça buzinas de outros veículos, sirenes de emergência, além de aumentar a poluição sonora nas ruas.

Motoristas flagrados com o nível do som maior de 104 decibéis (falta considerada grave) terão que pagar R$ 127,69 e receberão cinco pontos na CNH (Carteira Nacional de Habilitação). O nível vale para medições realizadas a meio metro de distância.

Email This Post Email This Post

Imagem BBC

Depois do mecanismo de buscas, de navegador da web, de sistemas operacionais para celulares, entre outros, o Google desenvolve um sistema no qual o carro pode dirigir sozinho.

Ao que tudo indica, no futuro a tecnologia poderá ser a responsável por nos livrar das falhas e distrações humanas.

O carro, munido de inteligência artificial e câmera com ângulo de 360°, é capaz de detectar qualquer carro ou objeto próximo e tomar decisões certeiras.

O software imita o comportamento de motoristas em tempo real no trânsito com sucesso (e sem sono ou distração).

Segundo o Google, sete Toyota Prius testados percorreram mais de 1.600 km sem intervenção humana e mais de 225 mil quilômetros com um motorista de prontidão caso ocorresse alguma falha.

A única reportada pelos engenheiros responsáveis pelo projeto foi uma batida por trás sofrida quando o carro estava parado em um semáforo.

E agora?

Segurança é a principal prioridade do projeto, embora ainda sem previsão de lançamento comercial.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, mais de 1,2 milhão de pessoas morrem anualmente em acidentes de trânsito.

Os profissionais do desenvolvimento do projeto acreditam que a novidade tem o potencial para reduzir esse número talvez em até metade disso. Graças à tecnologia da computação.

Email This Post Email This Post

Um ano depois da implantação da Lei do Clima na cidade de São Paulo, as principais metas previstas pela gestão do prefeito Gilberto Kassab não saíram do papel.

A lei busca adequar a capital paulista a uma convenção da Organização das Nações Unidas para mudança do clima. Uma das metas é reduzir em 30% a emissão de dióxido de carbono em São Paulo até 2012.

O dióxido de carbono é considerado o principal gás causador do efeito estufa e, consequentemente, do aquecimento global. Apesar da importância de sua redução, a concentração de dióxido de carbono na atmosfera vem aumentando consideravelmente ano após ano.

De acordo com a Lei do Clima, o que era para ter acontecido:

 

- Relatório anual sobre os impactos das mudanças climáticas na saúde. Ainda não foi divulgado!

- Inventário para medir o real impacto das motocicletas na poluição. Ainda não foi concluído!

- A cada ano, 10% dos novos ônibus passem a ser movidos a álcool ou a biodiesel, medida eficaz para a redução de emissões do dióxido de carbono. Até agora, nenhum ônibus novo passou a usar álcool ou biodisel!

Por enquanto, para tentar cumprir a nova legislação, um diesel menos poluente está sendo utilizado nos motores dos ônibus do sistema de transporte municipal. Além de parte da frota ter sido renovada.

- Instalação de ecopontos para descarte de entulho. A lei prevê um por distrito da capital até junho de 2011. No total são 96 distritos. Só dois novos ecopontos foram criados! 38 já existiam.

- Implementação de corredores exclusivos de trólebus (ônibus elétricos). A implementação não foi iniciada!

Por enquanto, o que aconteceu:

 

- Criação de programa de inspeção veicular.

- Controle de emissões dos aterros sanitários.

- Criação de ciclovias.

Aprovada por 51 dos 55 vereadores, a Lei do Clima não prevê punição à prefeitura pelo atraso.

A poluição e as mudanças climáticas na capital paulista são responsáveis por cerca de 70% das internações por doenças respiratórias.

Essa é uma das conclusões do relatório “Vulnerabilidades das Megacidades Brasileiras às Mudanças Climáticas: Região Metropolitana de São Paulo”, elaborado por pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

O estudo revela que as mudanças climáticas causadas pelo modelo de expansão da metrópole, aliadas à alterações no clima global, estão deixando a cidade cada vez mais vulnerável a desastres, como enchentes e deslizamentos, além de afetar de diversas maneiras a saúde da população.

*Com informações da FSP.

Email This Post Email This Post

Carros, businas, música alta, pessoas falando, celulares, eletrodomésticos, construções…

Em grandes capitais, como São Paulo, conseguir um pouquinho de silêncio, principalmente durante o dia, parece impossível, mas de grande importância.

Não  se trata apenas de incômodo, mas de qualidade de vida e saúde.

A constante exposição a altos ruídos podem gerar danos que vão além da perda auditiva e do zumbido.

Estudos científicos associam a exposição a sons altos com a insônia, aumento de pressão arterial, estresse, alteração no funcionamento do estômago, dores de cabeça crônica e até alterações hormonais.

Qualquer ruído que ultrapasse os 65 decibéis, dependendo do tempo de exposição da pessoa ao som, já pode ser considerado nocivo para a saúde, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Ainda de acordo com a OMS, decibéis muito acima do tolerável ocupam atualmente o terceiro lugar no ranking de problemas ambientais que mais afetam as pessoas no mundo, atrás apenas da poluição do ar e a da água.

Em São Paulo, encontrar lugares para fugir do barulho não é tarefa fácil.

Pesquisa da Folha de São Paulo lista alguns pontos da cidade onde é possível encontrar silêncio, como Parque Trianon, área de esculturas do Parque da Luz e o roseiral da Casa das Rosas, em plena avenida Paulista.

Se por um lado esses são locais onde é possível relaxar, fuja dos campeões em barulho!

Dados da Prefeitura de São Paulo informam que bairros como Sé, Pinheiros, Vila Mariana, Mooca e Lapa enfrentam constantemente problemas de poluição sonora causados por bares, restaurantes e estabelecimentos comerciais.

Esses bairros foram os campeões de reclamação feitas em 2009 para o Programa de Silêncio Urbano (Psiu), que combate a poluição sonora gerada por estabelecimentos, indústrias, templos religiosos e obras, com base em duas leis: a da 1 hora e a do ruído.

Prepare-se! Com a Copa do Mundo surgem as cornetas, gritos, fogos de artifício…vem mais barulho por aí!

Email This Post Email This Post

A partir de 9 de junho a utilização do bebê conforto, cadeirinha ou booster será obrigatória. Quem não cumprir com a obrigação cometerá infração gravíssima, com sete pontos na carteira de habilitação e uma multa de R$ 191,54.

Atualmente a legislação contém brechas que permitem que crianças de até 7 anos de idade sejam transportadas no banco traseiro apenas com o cinto de segurança.

Mas, segundo a OMS – Organização Mundial da Saúde, o cinto de segurança é insuficiente para eliminar os possíveis riscos às crianças.

A utilização correta da cadeirinha reduz em até 70% as chances de morte em acidentes. Nos últimos sete anos mais de 180 mil crianças foram vítimas de acidentes de trânsito no Brasil, sendo que 8000 perderam suas vidas.

Você ainda tem dúvidas em relação à importância de utilizar as cadeirinhas no trânsito?

Email This Post Email This Post

Se você aprontava muito na escola, com certeza já deve ter esbarrado em um dedo-duro que foi o responsável pelas suas suspensões, castigos e expulsões. Depois de algum tempo você cresceu e continuou a fazer muita coisa errada ou se endireitou na vida. Você deve ter pensado que estava livre desse dedo-duro, mas ele estará bem presente nas estradas paulistas.

Se você não entendeu o que nós queremos dizer, saiba que os radares equipados com dispositivos de leitura automática de placas (LAP), também é chamado de dedo-duro. Eles têm a função de dedurar os “espertinhos” que ultrapassam a velocidade, quem deu um calote no IPVA, e quem ainda não fez o licenciamento do carro.

Serão instalados radares desse tipo, em 28 estradas estaduais de São Paulo, a partir da metade do mês de março. Quem for capturado pelos olhares eletrônicos será parado poucos quilômetros a frente pelos policiais que levarão seu carro para um depósito, até que a situação seja regularizada.

Para facilitar a liberação, o governo de São Paulo, estuda a possibilidade de colocar unidades móveis do Poupatempo ao lado dos postos policiais para debitar as pendências, e liberar o carro na hora.

Segundo o secretário de Transportes, Mauro Arce, cerca de 30% dos carros parados nas estradas de São Paulo têm algum tipo de irregularidade.

“Regularize sua situação e matenha a velocidade estipulada pelas
estradas, evite que o dedo-duro te comprometa.”

Email This Post Email This Post

Para quem pretende passar o Carnaval no litoral paulista é bom ficar atento quanto às condições das estradas. Muitas vias ainda estão prejudicadas por conta das chuvas que atrapalharam o Réveillon dos paulistas.

As quatro principais rodovias utilizadas para chegar às praias de São Paulo têm pelo menos 15 pontos de risco de desabamento. E existe a previsão de que fortes chuvas atingirão o litoral nesse fim de semana de carnaval.

A situação mais crítica está na rodovia dos Tamoios, próximo ao km 49, a pista auxiliar encontra-se interditada. Na Oswaldo Cruz, o principal perigo são as curvas fechadas, onde as encostas estão vulneráveis perto da cidade de São Luiz do Paraitinga, que foi devastada pelas chuvas em janeiro. A Mogi-Bertioga tem um trecho de acostamento interditado por muros de apoio por causa de uma encosta que desabou.

Cerca de 2 milhões de paulistas sairão da cidade para curtir a folia.

Até as 17h de hoje a capital tinha 119 km de congestionamentos. Para ver os pontos críticos da cidade ou os quilômetros de congestionamento em tempo real clique aqui.

“Para você que vai para o litoral fique atento às condições das estradas, e não faça da folia um pesadelo”

Email This Post Email This Post

A obra do Rodoanel vai passar por vinte municípios da região metropolitana de São Paulo. O grande objetivo da obra é retirar das marginais os veículos de carga que são um dos responsáveis pelo afogamento do trânsito da metrópole.

O governo do Estado de São Paulo divulgou no dia quarta-feira passada, 20, quais serão os valores máximos a serem cobrados nos pedágios que serão instalados no trecho sul e leste. Os pedágios do trecho sul terão pedágios de até R$ 6,00, os do leste custarão até R$ 4,50.

Como funciona?
A empresa ou consorcio que oferecer o valor mais baixo ficará responsável pela operação do trecho sul e pela construção do trecho leste. O sul tem previsão para ficar pronto em março desse ano.

Você acredita que essa mega obra conseguirá desafogar o trânsito
caótico dentro de São Paulo? Comente

*Com informações da FSP

Email This Post Email This Post

Em 2008, foi feita uma tentativa para aumentar a segurança do motociclista que anda pelo trânsito caótico dessa selva de pedra que é São Paulo. Um corredor para as motos foi implantado na 23 de maio para tentar diminuir os óbitos de motociclistas, mas os teste não teve resultados positivos e a medida foi abandonada.

Existe apenas um corredor para motos na capital, que fica na Avenida Sumaré. Mas ele não será o único, o prefeito Gilberto Kassab (DEM), tem o projeto de fazer oito novas faixas na capital. A primeira delas começará a ser feita na semana que vem, a partir do dia 15. Sua extensão será de 7 km, e irá da Vila Mariana até a Praça João Mendes (Centro).

O corredor Vergueiro pode desafogar o trânsito da Avenida 23 de Maio e diminuir as ocorrências de morte dos motociclistas, que em 2009 aumentou em 131%, foram 7.162 novas ocorrências.

Agora é só esperar para ver se essa nova medida da prefeitura não vai ser mais uma furada!

O que você achou dessa medida da prefeitura? Ela vai conseguir atingir
seus objetivos ou irá fracassar como em 2008? Comente.

Email This Post Email This Post

Estamos nos despedindo do ano de 2009 e nada melhor do que curtir a virada tomando uma água de coco, pegando uma cor e vendo os fogos á beira da praia. É isso que várias famílias paulistas vão fazer.

Quase impossível imaginar esse cenário depois de ter visto o sistema Anchieta-Imigrantes amarrotado de carros no último fim de semana. Mas com a liberação parcial da rodovia Mogi-Bertioga isso será possível.

A partir das 6 h da amanhã até as 14h de sexta-feira, a rodovia será liberada apenas no sentido litoral, isso porque as obras de contenção de terra continuarão durante o Réveillon. A via estava interditada desde o dia 8, por conta de um deslizamento de terra.

Mas somente carros, motos e ônibus de turismo poderão trafegar, caminhões continuam proibidos. Apesar da liberação parcial, o DER (Departamento de Estradas de Rodagem) confirma que a rodovia não será interditada novamente.

A rodovia Mogi-Bertioga é utilizada para ir para o litoral norte e para o interior. A expectativa é de que o trânsito fique melhor. A CET estima que 1,8 milhão de veículos deixem a capital.

Agora é só fazer as malas, chamar a criançada, os amigos, e curtir o feriadão! E Feliz 2010!

Email This Post Email This Post

No início da semana a cidade de São Paulo viveu momentos de caos logo nas primeiras horas do dia. As principais vias de acesso ao centro da cidade estavam interditadas por causa da chuva, incessante desde o início da madrugada de terça-feira.

Em momentos como esse o que fazer? Você tem horário para chegar ao trabalho, o trânsito está parado, o tempo passa e suas tarefas se acumulam. Em casos como esse uma tendência que cresce dia a dia mostra a sua cara e eficácia – O Home Office.

Eliane Figueiredo, da Projeto RH lembra que em casos de enchente e impossibilidade de chegar ao trabalho configuram-se duas situações distintas, pois existem cargos em que as tarefas executadas podem perfeitamente ser feitas em casa.

Já no caso de atendimento ao público, como caixas , motoristas, enfermeiros “sugerimos que façam um esforço adicional para comparecer ao trabalho, mesmo que compareçam em um horário posterior ao usual.”

Para que essa pratica funcione com eficácia e traga bons resultados é preciso escolher com assertividade quais as áreas e perfis de profissional que se encaixam a essa tendência. São características fundamentais:

Foco em Resultados
Afinal, não é porque você esta em casa que deixará de fazer o trabalho ou deixá-lo pela metade;

Administração do Tempo
Nem de mais e nem de menos. O profissional que trabalha em casa precisa dosar o tempo dedicado à execução das tarefas para não trabalhar em excesso e nem deixar de cumprir o prazo estabelecido pela empresa.

Aderir à pratica do home office traz vantagens intangíveis aos funcionários e benefícios para o bolso do empregador. Claro que tudo aliado à escolha certa de pessoas e boa administração do negócio. Nossas entrevistadas levantaram alguns desses aspectos para você, confira:

pontos_positivosPontos Positivos

Empresa Funcionários
Redução de Despesas              Mais tempo com a família
Aumento de Produtividade        Tempo para aprimorar a carreira com cursos

homeTrabalhar perto de casa ajuda?
Quem nunca pensou na oportunidade de trabalho dos sonhos na esquina seguinte à de sua casa que atire a primeira pedra. Mas, será essa uma característica decisória nos processos seletivos? Para Gerusa Mengarda, da Allis apesar de ser um fator a se pesar nas contratações não configura-se como ponto decisório.

“Morar em uma cidade como São Paulo requer paciência e tolerância para se locomover, ainda mais em dias de caos. Quando o profissional reside próximo ao trabalho, ele aumenta a qualidade de vida e ainda pode aproveitar o tempo livre para aprimorar seus conhecimentos e fazer um upgrade em sua carreira. Algumas vagas exigem que o trabalhador more perto do local de trabalho, mas não é considerado um fator de decisão na contratação.”

E você, qual a sua opinião sobre o assunto?
Trabalhar em casa seria melhor ou pior? Comente.

Email This Post Email This Post

Para os brasileiros a cor “amarela” no sinal significa “acelerar”, quando na verdade deveria significar “atenção”. Enquanto algumas pessoas ignoram a sinalização das cores do semáforo, outras realmente apresentam dificuldade em diferenciá-las.

É o caso de cerca de 8% da população masculina mundial portadores de daltonismo. A deficiência, muitas vezes detectada apenas durante o exame para obtenção da carteira de motorista, provoca uma confusão entre as cores verde e vermelha.

Apesar disso, a maioria dos daltônicos consegue dirigir normalmente já que decoram a ordem das luzes. O problema está na sinalização em obras e túneis, as quais normalmente não estão dispostas em três fases.

É por essas dificuldades, a fim de assegurar maior segurança a todos, que o médico daltônico, Josier Vilar, presidente do SindhRio propôs um padrão geométrico para os sinais de trânsito. Vermelho em forma de quadrado, amarelo triangular e verde no habitual círculo, serão as mudanças no Projeto de Lei 4937/09 que já tramita na Câmara.

Quem aprova a causa pode assinar a lista aqui.

Email This Post Email This Post

Brigas familiares, problemas financeiros, amorosos e de saúde são de deixar qualquer um atordoado, mas cada um lida com essas situações de um jeito diferente. Se no seu caso, sair xingando, brigando e destruindo tudo que aparece na sua frente é o que acontece, fique atento. Comportamentos como estes, seguido de um profundo sentimento de vergonha e arrependimento, podem ser uma doença: o transtorno explosivo intermitente.

O indivíduo afetado pelo transtorno é caracterizado pela incapacidade de controlar seus impulsos para agir agressivamente, sem que haja alteração por qualquer substância química ou condições médicas gerais. O grau de agressividade expressada no “surto” é amplamente desproporcional a qualquer provocação ou estresse desencadeante.

Numa cidade grande como São Paulo, fatores sociais podem expor aqueles com predisposição física e psicológica à doença. Um exemplo prático é o trânsito caótico presente no dia-a-dia de qualquer cidadão que sai de casa. Segundo a Associação Brasileira de Monitoramento e Controle Eletrônico de Transito (Abramcet), os engarrafamentos são a maior fonte de irritação para 61% dos motoristas das capitais brasileiras.

Estresse e ataques de fúria constantes, principalmente no trânsito, são extremamente perigosos e podem acabar em episódios de violência. Desde o ano passado o Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas dedicou um de seus ambulatórios para tratar apenas de pessoas com o perfil “invocadinho”. O tratamento é feito com psicólogos e psiquiatras e visa ensinar o doente a controlar seus impulsos para poder viver em sociedade.

O Blog da Saúde ouviu o psicólogo Dr. Hélio Guilhardi, especialista em terapia comportamental, para comentar sobre agressões sistemáticas e o comportamento preocupante no trânsito. Confira a entrevista e saiba que soltar um palavrão, se estressar ou se assustar em certos momentos faz parte do contexto.

1. Fatores da vida pessoal podem refletir no modo como as pessoas dirigem?
Sim. Uma pessoa insegura, com baixa auto-estima, pode dirigir com excesso de velocidade ou fazer manobras perigosas e relatar o fato com ar de herói do asfalto para sentir-se reconhecida. Há, por certo, maneiras mais prudentes, maduras e construtivas para uma pessoa manejar suas dificuldades pessoais que não colocando sua vida e a de outras pessoas em risco. Muitos outros perfis de personalidade, de déficits comportamentais, no entanto, poderiam explicar desatinos de motoristas no trânsito. Há que ser apontado, que fatores sociais e culturais interagem com as características pessoais do motorista. Assim, as leis de trânsito, a precária manutenção de estrada e vias públicas, as sinalizações deficientes, congestionamentos, fiscalização quase inexistente, corrupção em vários níveis do sistema coordenador e regulador do trânsito, etc. contribuem para a explosão irresponsável de sintomas pessoais.

2. Existe alguma doença que deixe a pessoa suscetível a perder a paciência no trânsito?
Acredito que há casos em que determinados quadros psicopatológicos predispõem a pessoa a reagir de maneira incomum no trânsito. Não me parece, no entanto, que essa devesse ser a primeira preocupação das pessoas responsáveis pelas condições do trânsito, desdenhando uma política de atuação mais abrangente e responsável, conforme sugerido na questão anterior. Pessoas com alguma forma de desequilíbrio grave, podem ser orientadas por médicos, psicólogos, familiares e – se for o caso – até contidas. Há, porém casos mais corriqueiros e igualmente graves que fogem ao controle no dia a dia. Por exemplo, o uso abusivo do álcool. Uma pessoa pode quase literalmente se “transformar” após o consumo de álcool.

3. Que fatores podem resultar numa atitude de violência no trânsito?
Olhe para a família, para a escola, para as Instituições que formam uma pessoa de bem, um cidadão consciente e você encontrará a resposta para a questão posta. Prejuízos alarmantes para o saudável desenvolvimento de uma criança (a qual virá a ser o adulto que nos preocupa) são produzidos por uma convivência familiar precária, inconsistente e irresponsável. A boa formação de uma criança envolve atenção, carinho, disciplina, orientação etc. em múltiplas e abrangentes áreas do desenvolvimento infantil. Punição não ensina comportamentos apropriados; enfraquece os padrões inadequados temporariamente, apenas enquanto o agente punitivo está presente; gera agressividade e contracontrole inadequados etc.

4. Há um perfil de pessoas mais propensas a brigar no trânsito?
As pessoas com baixa tolerância a frustração têm dificuldades importantes para adiar gratificações e para tolerar condições adversas. Tendem, portanto, a reagir agressivamente, quando as condições lhes parecem adversas. As pessoas pouco flexíveis não conseguem mudar seus objetivos imediatos e quando impedidas de atingir diretamente e de forma previsível e estereotipada suas metas, reagem de maneiras inesperadas e indesejáveis. Não conseguem mudar suas rotinas e, simplesmente, são incapazes de esperar, de ouvir uma música, de adiar suas necessidades imediatas etc. Pessoas competitivas podem interpretar de forma arbitrária e imprópria situações triviais como uma ultrapassagem. Pessoas pouco sensíveis às necessidades do outro tendem a interpretar determinadas atitudes do outro motorista – por exemplo, um sinal de luz pedindo passagem – como agressão (a ser revidada de pronto) e não simplesmente como um pedido feito por alguém que está atrasado para um compromisso. Fundamentalmente, as pessoas mais propensas a brigar no trânsito têm déficits comportamentais e afetivos importantes. Aquelas que agridem, usando o próprio veiculo como sua arma de agressão, são em geral frustradas, medrosas, impotentes diante das dificuldades da vida e incapazes de dialogar.

5. O que devemos fazer para evitar brigas no trânsito? Se escutarmos um insulto do motorista ao lado, o que fazer para se controlar e não responder?
O melhor procedimento é ignorar sinais de agressão, afastar-se da área de perigo (cedendo a passagem, reduzindo sua velocidade, alterando o percurso) e pensar que sua postura mostra equilíbrio e maturidade e que o agressor não está agredindo você, mas um outro anônimo, a quem dirige suas frustrações e dissabores. Evite olhar fixamente para ele, pois tal comportamento pode parecer desafio. Fazer gestos obscenos, nem pensar. Ligue o rádio, mude a sintonia em busca de algo que lhe interesse. O agressor não deve ser o foco mais importante de sua atenção. Caso a situação fuja do controle é mais prudente avisar alguma autoridade competente para cuidar da situação.

6. Motoristas com passageiros mudam significamente a maneira de guiar?      
A presença de um passageiro pode ou não amenizar a agressividade do motorista. Não é garantia de nada. Se o passageiro é a fonte principal da ira despertada, determinada reação aos comportamentos do agressor pode piorar ao invés de amenizar a situação. Não há como prever isso à distância. Às vezes, a presença de uma pessoa querida (por exemplo, um filho ou uma mãe) pode manter uma pessoa, usualmente, impulsiva, tranqüila. O problema, porém, pode surgir, a qualquer momento, quando a calma controlada (não espontânea) é interrompida por algum evento que escape ao controle do passageiro. Uma pessoa que tende a se portar de maneira agressiva ou impulsiva em geral não é muito sensível a presença do outro.

Email This Post Email This Post