Estresse é a principal causa de afastamento do trabalho por longo período
outubro 6, 2011 por Paula Sanches
Em: Saúde Corporativa
Estresse se tornou o motivo mais comum para um funcionário ficar um longo tempo afastado do trabalho, revela o relatório do Chartered Institute of Personnel and Development, na Inglaterra.
Especialistas dizem que a condição psicológica tornou-se tão generalizada que foi considerada a Peste Negra do século 21. O absenteísmo considerado longo é aquele em que o funcionário tira 4 semanas ou mais de uma vez, por conta da saúde. Segundo o estudo, o estresse tem mesmo sido o gatilho de problemas como dor nas costas, acidente vascular cerebral, ataque cardíaco e câncer.
Crise lá fora
Jill Miller, consultor do instituto, diz que o relatório “destaca a pressão em que muitas pessoas se sentem submetidas no local de trabalho como resultado da desaceleração econômica prolongada”. O estresse foi comum, especialmente, entre os funcionários de empresas que anunciaram demissões.
Cary Cooper, o coautor de um livro recente sobre estresse, A Ciência da Saúde Ocupacional, estabeleceu uma distinção entre a pressão e o estresse. Ele diz que a pressão pode ser “estimulante e motivadora”, mas se torna estressante quando “é ultrapassada a capacidade de lidar com ela”.
O estresse pode ser percebido por mudanças no comportamento
SINAIS: Normalmente, encontrar dificuldades para se concentrar, perder o senso de humor ou o temperamento mais rápido do que o normal, podem ser sinais de estresse elevado.
Em fases posteriores, o estresse pode se manifestar em se alimentar mal ou em excesso, bem como fumar ou beber em excesso.
Por períodos curtos, essas atitudes são facilmente administráveis, mas podem levar a sérios problemas de saúde, como doenças do coração ou do estômago e problemas intestinais, se persistirem.
CAUSAS MAIS COMUNS: Carga de trabalho excessiva, o estilo de gestão de um chefe, a reestruturação no local de trabalho e os problemas em casa.
O relatório CIPD mostra que um trabalhador comum fica 7,7 dias fora a cada ano devido a alguma doença, geralmente pequena, como resfriados, gripes, problemas de estômago, dores de cabeça e enxaquecas. Mas os trabalhadores do setor público, que compõem um em cada cinco da força de trabalho, ficam mais dois dias doente, em média, do que os trabalhadores do setor privado – 9,1 dias.
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junho 20, 2011 por Paula Sanches
Em: Destaque, Saúde Mental
Após a semana de trabalho intensa, você deve pensar que a dormida de sábado irá ajudar a recuperar o atraso no sono. Mas os cientistas fizeram um estudo para mostrar que isso de fato não acontece.
A grande sacada é que esse hábito melhora a sonolência, mas não traz de volta o desempenho, deteriorado pelo sono regular restrito a seis horas por noite. Ao passar um tempo deitado, é possível se sentir um pouco mais lúcido, porém ainda estará lento.
O pesquisador Alexandros Vgontzas, especialista em sono e professor de psiquiatria, monitorou homens e mulheres jovens que passaram 13 noites consecutivas em seu laboratório.
Eles dormiram oito horas nas primeiras quatro noites. Depois as horas de sono foram reduzidas para seis por seis noites. Em seguida, três noites de “recuperação” com dez horas de sono.
A prática usual de estender o sono durante o fim de semana após uma semana de trabalho associada à perda de sono não é suficiente para reverter os efeitos cumulativos sobre a função cognitiva resultantes desta privação.
Mas há algumas boas notícias – pelo menos para os homens. A pesquisa mostra que eles são menos capazes de lidar com a falta de sono do que elas – o que significa que se alguém merece um final de semana lento, são eles.
O dr. Vgontzas acrescentou que nas mulheres o sono profundo parecia ter um efeito protetor, além do sexo feminino lidar melhor com as noites mal dormidas. Outra pesquisa publicada também no Daily Mail revelou que a dificuldade para uma mulher adormecer pode ser ruim para o casamento. Maridos com insônia, no entanto, não têm o mesmo efeito negativo sobre felicidade conjugal.
Fim de semana preguiçoso não compensa as noites mal dormidas
Veja o que diz um novo estudo sobre as noites de recuperação.
Após a semana de trabalho intensa, você deve pensar que a dormida de sábado irá ajudar a recuperar o atraso no sono. Mas os cientistas fizeram um estudo para mostrar que isso, de fato, não acontece.
A grande sacada é que esse hábito melhora a sonolência, mas não traz de volta o seu desempenho, deteriorado pelo sono regular restrito a seis horas por noite. Ao passar um tempo deitado, é possível se sentir um pouco mais lúcido, porém ainda estará lento.
O pesquisador Alexandros Vgontzas, especialista em sono e professor de psiquiatria, monitorou homens e mulheres jovens que passaram 13 noites consecutivas em seu laboratório de sono.
Eles dormiram oito horas nas primeiras quatro noites. Depois, as horas de sono foram reduzidas para seis por seis noites. Em seguida, três noites de “recuperação” com dez horas de sono.
A prática usual de estender o sono durante o fim de semana após uma semana de trabalho associada à perda de sono não é suficiente para reverter os efeitos cumulativos sobre a função cognitiva resultantes desta privação.
Mas há algumas boas notícias - pelo menos para os homens. A pesquisa mostra que eles são menos capazes de lidar com a falta de sono do que elas - o que significa que se alguém merece um final de semana lento, são eles.
O dr. Vgontzas acrescentou que nas mulheres o sono profundo parecia ter um efeito protetor e que lidam melhor com os efeitos de privação do sono, mas mesmo assim não devem deixar de lutar por uma boa noite bem dormida.
E pesquisa publicada também no Daily Mail revelou que a dificuldade de uma mulher para adormecer pode ser ruim para o casamento. Maridos com insônia, no entanto, não têm o mesmo efeito negativo sobre felicidade conjugal.
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novembro 29, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Corporativa
O “burnout” (em português “combustão completa”) é uma das síndromes incluídas no rol dos transtornos mentais relacionados ao trabalho. Segundo dados da Previdência Social, foi a terceira maior causa de afastamento de profissionais em 2009.
A síndrome não pode ser confundida, ela vai além de um estado de estresse. Esse transtorno psíquico une esgotamento e desilusão.
O problema foi identificado em 1974, nos Estados Unidos, pelo médico Freunderberger, a partir da observação de desgaste no humor e na motivação de profissionais de saúde com os quais trabalhava.
Quando o seu trabalho “não vale a pena”
O “burnout”, também conhecido como síndrome do esgotamento profissional, é um desalento profundo, está relacionado com o valor depositado ao trabalho. A doença é gerada pela percepção de que o esforço feito é superior à recompensa. A pessoa se sente injustiçada e insatisfeita.
O estado de tensão emocional e estresse crônicos provocados por condições de trabalho físicas, emocionais e psicológicas desgastantes são suas principais características.
No entanto, diferente do estresse, que tem um componente biológico forte, ligado a situações em que o corpo tem de responder ao perigo, o “burnout” é um transtorno emocional em que a pessoa não sente mais vontade de produzir.
Sintomas
O sintoma típico da síndrome de “burnout” é a sensação de esgotamento físico e emocional, que se reflete em algumas alterações comportamentais como, o maior consumo de café, álcool e remédios, baixo rendimento, cinismo, ausências no trabalho, agressividade, isolamento, mudanças bruscas de humor, irritabilidade, dificuldade de concentração, lapsos de memória, ansiedade, depressão, pessimismo e baixa autoestima.
Entre as manifestações físicas que podem estar associadas à síndrome, podemos citar as dores de cabeça, enxaqueca, cansaço, sudorese, palpitação, pressão alta, dores musculares, insônia, crises de asma e distúrbios gastrintestinais.
Diagnóstico e tratamento
O diagnóstico é feito a partir da avaliação do histórico do paciente e seu envolvimento e realização pessoal no trabalho. Não é fácil detectar o “burnout”, já que seus sintomas podem ser confundidos com depressão ou síndrome do pânico.
O tratamento inclui o uso de antidepressivos e psicoterapia. Atividade física regular e exercícios de relaxamento também ajudam a controlar os sintomas.
Vale ressaltar, no entanto, que a medicação só combate os sintomas e não as causas do problema. Por isso, é importante que a pessoa reavalie o papel do trabalho em sua vida, o quanto está interferindo em sua qualidade de vida e prejudicando sua saúde física e mental.
União
Especialistas ressaltam ainda que as providências para prevenir o “burnout” devem partir tanto do sujeito quanto da empresa.
Ao funcionário cabe, por exemplo, se permitir algumas atividades diárias cuja única finalidade é o prazer para compensar o clima estressante do dia a dia. Já a empresa, deve valorizar o esforço e respeitar os limites de seus subordinados. Além disso, é importante que ambos respeitem o limite entre o profissional e o pessoal.
Profissões de risco
A síndrome se manifesta especialmente em pessoas cuja profissão exige envolvimento interpessoal direto e intenso. Profissionais das áreas de educação, saúde, assistência social, recursos humanos, agentes penitenciários, bombeiros, policiais e mulheres que enfrentam dupla jornada correm risco maior de desenvolver o transtorno.
*Com informações FSP e site Dr. Dráuzio Varella.
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fevereiro 2, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Social
Ser mãe não é uma tarefa fácil, o seu corpo e o seu humor começam a mudar, você sente enjôos, e a sensação é de que, a cada dia que passa, você está maior. Ficar grávida também afeta nossa vaidade com o corpo, mas quando seguramos o bebê no colo tudo passa, e parece que estamos no céu.
Pela lei, a mulher só tem direito a 4 meses de licença maternidade, mas através do Programa Empresa Cidadã, a empresa pode ceder mais dois meses para a mamãe poder ficar mais perto do filho e acompanhar essa fase da vida que passa voando.
Depois que a licença acaba é hora de voltar ao batente. Mas como você vai conseguir deixar seu talismã e ir trabalhar sem sentir um peso na consciência?
Veja sempre o lado bom das coisas!
Sim, esse é o espírito! Por conta disso o Blog da Saúde divulga uma lista de coisas boas que acontecem depois que nos separamos de nossos bebês. A lista é baseada na experiência da blogueira Isabel Clemente, que escreve para o Blog Mulher 7×7:
- Quando você se separa do seu filho, começa a entender que ele não é propriedade sua e de que essa situação vai acontecer por várias vezes. É preciso deixar que outras pessoas também tomem conta dele;
- Quando você está trabalhando, o tempo que existe é só seu, e você pode fazer coisas que não estejam relacionadas exclusivamente ao seu bebê;
- Tenha de volta preocupação com a vaidade! Durante a gravidez e quando você estava cuidando do seu bebê, usar batom podia sujá-lo; o perfume provocava enjôos; com o salto alto você corria o risco de despencar com o filhote, ou inchar o pé durante a gravidez;
- Você terá mais alternativas no seu guarda-roupa. Quando você está amamentando o bebê, você precisa usar roupas mais práticas, que abram na frente para amamentar, na volta ao trabalho pode voltar a usar roupas “normais”.
- Você finalmente não vai ficar cheia de marcas de golfadas na roupa e poderá usar uma bolsa que não tenha desenhos de bichinhos;
- Se você gosta de brincos grandes, de argola, não vai precisar mais se preocupar com a mãozinha do bebê querendo puxar eles, além de arrancar seu ouvido;
- Falar ao telefone era difícil quando se tinha um bebê ao lado, ele sempre te interrompia com os choros de fome, xixi, etc. Isso não irá mais acontecer, mesmo que você esteja no telefone com a babá, que por sua vez será interrompida por ele;
- À volta ao trabalho depois do período de licença faz a gente lembrar que além de mães, somos mulheres amoras, dedicadas, vaidosas e muito ocupadas.
“A melhor coisa que existe depois de um dia cheio e corrido, é poder chegar em casa
e ver a carinha do filhote que também estava morrendo de saudades de você.”
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novembro 9, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Corporativa
O mercado de trabalho cada vez mais competitivo, o avanço da medicina e a preocupação exacerbada com a aparência física fazem com que homens e mulheres recorram às cirurgias plásticas para se reposicionarem no mercado.
“Se antes eram as mulheres de meia idade que procuravam o consultório com objetivos puramente estéticos, hoje, tanto homens quanto mulheres aparecem buscando na aparência jovem um instrumento para se manter e crescer no mercado de trabalho”, confirma a tendência o Dr. Alexandre Barbosa, da Clínica de Cirurgia Plástica de São Paulo, uma das mais conceituadas do setor.
O que para alguns soa exagero, para outros é um método de conciliar a beleza externa com a interna. “Devemos levar em consideração que o mais importante nisso tudo é o bem-estar, que tem relação com trabalho e produtividade”, acredita a personal stylist Cris Vieira.
Existem algumas profissões que os cuidados extras com a aparência passam a ser um diferencial no currículo. Mas isso é muito relativo e devemos primar pela regra do equilíbrio, mantendo o foco no valor intelectual.
Quais os limites da vaidade? Como a medicina estética pode ajudar a melhorar a auto-estima? Queremos saber sua posição em relação ao assunto que será debatido no próximo dia 14 de novembro na palestra “O papel da medicina estética na qualidade de vida” a ser realizada no MAM (Museu de Arte Moderna), em São Paulo, como parte da Campanha Saúde da Mulher 2009.
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outubro 23, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Corporativa
Estamos envoltos por sons em quase todas as atividades que realizamos. Não importa qual seja o estilo de sua preferência, as músicas sempre despertam uma sensação diferente dentro de você, consciente ou não. Mas, será que seu efeito é positivo dentro do ambiente de trabalho.
Conhecida como “efeito Mozart”, uma teoria defende que ouvir música clássica aumenta a aptidão espaço-temporal e, por tanto, auxilia o aprendizado e desenvolvimento matemático. A tese do otorrinolaringologista francês, Alfred Tomatis, filho de um cantor de ópera também estabelece uma relação da música com a habilidade de aprender línguas estrangeiras e acabar com a depressão.
Dependendo da profissão que você desempenha, a música pode ser uma excelente alternativa para estimular criatividade e aliviar tensões. Por outro lado, tarefas que requerem mais atenção podem ficar prejudicadas pelo desvio de atenção ou um “lá lá lá” vindo do colega do seu lado ou de você mesmo.
A música colabora com as relações interpessoais e propicia integração. Nas questões intrapessoais ela também promove auto-estima e alivia tensões. Mas, cada pessoa tem seu ritmo de trabalho, funções e preferências, por isso o melhor a fazer quando você divide um espaço corporativo com outras pessoas é utilizar fones de ouvido ou mesmo perguntar se o som atrapalha o desempenho do seu colega de trabalho.
E você gosta de trabalhar escutando música? Que tipo de música?
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setembro 8, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Corporativa
Aparência não é tudo, mas dizer que não conta é pura hipocrisia. Na área corporativa não é diferente, físico e vestuário são itens que influenciam desde a contratação à promoção.
A preocupação das empresas com a roupa de seus colaboradores não é exagero, já que cada um deles representa a imagem da empresa como um todo. É importante conhecer o código de vestuário da empresa e observar os trajes de seus superiores. Dessa maneira, o colaborador poderá se vestir da maneira mais adequada àquele grupo com o qual trabalha, mesmo se não estiver de acordo com seu estilo próprio.
Discernimento é essencial, principalmente para as mulheres e pela infinidade de alternativas que possuem. As sociais são apropriadas para festas e estão associadas à sexualidade, roupas para serem utilizadas no trabalho (e pode parecer redundante) são as profissionais. Aquelas mais formais impõem respeito e valorização.
O Blog da Saúde convencido da importância do vestuário adequado, tanto pelo conforto quanto pela imagem que traspassa, conversou com a personal stylist, Cris Vieira, que deu algumas dicas sobre como se produzir no ambiente de trabalho. Confira!
1. Como não errar a roupa no primeiro dia de trabalho?
Em primeiro lugar, deve-se analisar o cargo para o qual é a entrevista, pois numa empresa formal, a roupa deve ser discreta, inclusive nas cores, decotes, comprimentos e tecidos, mantendo looks discretos.
Ex: Calça pantalona preta + camisa branca ou bege + echarpe estampada + scarpin bege;
Já se o cargo for para funções nas áreas de publicidade, design, moda e afins, ou seja, atividades cujo perfil seja de uma pessoa criativa, aí vale ousar (no sentido que a roupa será uma linguagem não-verbal que transmitirá essa informação sobre a pessoa).
Ex: bermuda + camiseta + colete colorido + echarpe colorido + sandália ou tênis
2. Pode repetir muitas vezes a mesma roupa no trabalho?
Claro, ainda mais nos dias atuais, na atual crise.
Porém, o “jogo da ilusão” se deve a troca de acessórios – tais como echarpes; sobreposições de peças (camisa com colete, camiseta sobre a camisa ou camisa com casaqueto).
O mais importante é exercer a criatividade. A peça em questão deve ser às vezes papel principal nas produções; às vezes fazer papel de coadjuvante, ou seja, uma vez ela é o foco, outra não.
3. Roupas profissionais não combinam com o calor. Qual a melhor maneira de se vestir em dias quentes sem sair das regras da empresa?
Buscando peças de tecidos ideais para dias quentes, tais como o linho e a malha, por exemplo.
O importante é estar confortável em seu look para encarar mais de 8 horas diárias na rua.
Se optar por peças básicas com medo de errar, faça um contraponto usando acessórios de “peso”, porém discretos (ao menos que você se encaixe naquelas profissões mencionadas na questão 1 – da criatividade)
Nunca tecidos transparentes, mesmo com as atuais propostas de verão.
Os looks de trabalho devem “conversar” com o perfil da empresa, de modo que haja uma harmonia entre todo o contexto: empresa, ambiente, função e profissional.
4. Se essa roupa exigida pela empresa que você trabalha não te agrada ou causa desconforto, vale conversar com o chefe para propor uma alternativa?
Depende. Se a empresa é flexível em relação a esse ponto, vale a pena sim, pois você poderá defender a ideia de que, com a troca da roupa, ficará mais confortável, sendo um benefício até em termos de produção.
Porém, se é regra fechada da empresa não tem jeito: vale buscar alternativas para deixá-la mais atraente, seja com uma boa maquiagem, um sapato legal, acessórios que combinem com o look. Enfim, ações que buscam neutralizar essa empatia.
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agosto 6, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Social
Filho geralmenteé sinônimo de felicidade e união, porém também sabemos das preocupações que causam e dificuldades em educá-los. Para a criança não se tornar um “empecilho” e, até mesmo, uma desculpa para o insucesso do casamento ou da vida profissional dos pais, o ideal é planejar a hora certa do nascimento e haver muito diálogo entre todos os membros da família.
Em relação à vida conjugal, a chegada precoce de um bebê, quando o casal ainda não tem uma estabilidade emocional e financeira, pode causar desarmonia. As crises estão relacionadas, muitas vezes, ao ciúme da nova distribuição do tempo entre o cônjuge, a crianças e os afazeres domésticos.
A vida moderna traz ainda mais um fator para a disputa: a vida profissional. A mulher, hoje, também precisa conciliar o seu emprego, que é uma fonte de renda e realização pessoal, com a educação de seus filhos. A presença dos pais na formação da criança é indispensável, eles são a base e o espelho para ela se desenvolver.
Mas, o que fazer quando há outras responsabilidades, além da familiar? A solução mais indicada é baseada na qualidade do tempo em que pais e filhos podem ficar juntos e não na quantidade. Há um grande cuidado a ser tomado, já que pais que trabalham tendem a serem menos rígidos com seus filhos a fim de compensar sua ausência, tornando-os mimados e prejudicando na sua formação. A escolha de quem ficará com seus filhos, seja parente ou uma babá, também deve ser feita com cautela, esses devem estar cientes das regras e valores da família.
“Uma vida harmônica e saudável começa em casa”.
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maio 19, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Corporativa
Você conhece a Geração Y? Formada por jovens ousados, espertos e ágeis nascidos entre 0s anos de 1978 à 1988, essa geração têm grande facilidade para assimilar conteúdo e tecnologia. Foram criados sob muitas atividades e aprendizado, o que significa que são ao mesmo tempo voltados para alto desempenho e alta manutenção. Para Bruce Tulgan, pesquisador americano ligado à CNN – “Eles também acreditam no seu próprio valor”
No cenário nacional, os jovens da Geração Y foram testemunhas da intensa instabilidade econômica seguida de uma “arrumação geral” no Brasil, com o processo de democratização do país. Rotular uma geração é estudar e contabilizar as mudanças acontecidas na história mundial durante períodos distintos. Seu reflexo é percebido diante de mudanças de comportamento e relacionamento.
O perfil do profissional mudou e junto com ele mudou também a maneira como as empresas enxergam o colaborador. No mercado de trabalho, a geração Y se apresenta como a grande força atual. Antes de completarem 30 anos de idade já possuem uma carga de conhecimento bem desenvolvida e passaram por vários empregos, consequência de seu anseio por uma carreira estabilizada em tempo reduzido. Tempo este que se torna curto diante de tantas responsabilidades.
Célia Marcondes Ferraz, coordenadora do Núcleo de Gestão de Pessoas da ESPM – Escola Superior de Propaganda e Marketing, afirmou, em matéria para o jornal Folha de São Paulo que, os jovens da geração Y querem ser empreendedores dentro de suas próprias carreiras.
A partir dos anos 90 e com o advento da globalização, reter talentos ficou cada vez mais desafiador aos gestores. Os profissionais “Y” possuem algumas características bem específicas. Enumeramos algumas para que conheça ou se identifique:
- Facilidade de Aprendizado;
- Multitarefeiros;
- Integrados com as equipes;
- Compromissados;
- Atentos ao mercado;
- Criativos;
- Inovadores.
Cuidados com a saúde tornam-se fundamentais diante do acúmulo de tantas responsabilidades. Combater o sedentarismo físico auxiliará para que os profissionais tenham ainda mais disposição para alcançarem seus objetivos. Separamos para você algumas dicas para combater a falta de tempo. Confira:
- Organize seu tempo e faça dele seu aliado;
- Busque encontrar o equilíbrio entre trabalho e lazer;
- Aumente o intervalo entre um compromisso e outro;
- Durma mais. Dormir pouco pode ocasionar aumento de peso, hipertensão e diabetes.
Por fim, encontre tempo para praticar seu esporte favorito!
Atividades Físicas diminuem em 8 vezes as chances de se desenvolver doenças cardíacas, além de proporcionar momentos de descontração e novas amizades.
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