Você sabe qual o caminho que a fumaça do cigarro percorre?
outubro 14, 2011 por Blog da Saúde
Em: Saúde Cultural
Os milhares de usuários do Metrô Clínicas de São Paulo já podem conferir a exposição itinerante “O Caminho da Fumaça”, promovida pelo Hospital A. C. Camargo.
A mostra conta com painéis ilustrativos mostrando como a fumaça do cigarro circula em nosso corpo, mas de uma forma criativa e bem-humorada. Ela expõe os diferentes tipos de câncer que têm o cigarro como fator de risco, com suporte técnico-científico do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Oncogenômica do A.C.Camargo (INCiTO).
Até o dia 31 de outubro quem passar pela Estação Clínicas do Metrô poderá conferir os painéis. Mas como a exposição é itinerante, ela também poderá ser vista nas estações Luz (10 a 30 de novembro) e Largo Treze (10 a 31 de dezembro).
O tabagismo
Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), 17,5% da população brasileira adulta é fumante e 200 mil pessoas morrem por ano no país por causa do cigarro.
Todos os dias, 10 mil pessoas morrem em decorrência do tabagismo, totalizando cerca de 4 milhões de mortes por ano no mundo. E as previsões não são nada otimistas: em 2030 o câncer de pulmão terá atingido mais de 2,2 milhões de pessoas no mundo, de acordo com a OMS.
No Brasil - Ocorrem 27 mil novos casos de câncer pulmonar por ano no país, conforme dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca). E calcula-se que em 2011 sejam registrados 17.800 casos de câncer de pulmão na população masculina e 9.830 na feminina.
Alguns dos problemas que o fumo pode acarretar são: doenças cardiovasculares, doença pulmonar obstrutiva crônica, problemas nos dentes e gengivas, úlcera péptica, hipertensão arterial sistêmica e osteoporose.
E em relação ao câncer, o tabagismo está relacionado ao surgimento de cerca de 30% dos tumores malignos, sendo responsável por 30% das mortes em razão da doença.
A exposição conta com apoio do Centro de Excelência em Pesquisa, Inovação e Difusão do A.C.Camargo – programa financiado pela Fapesp que propõe a aproximação entre a pesquisa na área de câncer e a sociedade.
Confira algumas das imagens da mostra:
“O Caminho da Fumaça”
Locais e datas: Estação Clínicas (10 a 31 de outubro), Estação Luz (10 a 30 de novembro) e Estação Largo Treze (10 a 31 de dezembro).
Horário: domingo a sexta das 04h40 às 00h00 e sábado das 04h40 à 01h00
Gratuito
Email This Post
agosto 27, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o cigarro é a principal causa de morte evitável do mundo. É fator de risco para mais de 50 doenças e responsável por 200 mil mortes por ano no Brasil.
O cigarro é um dos piores inimigos da saúde e tornou-se um problema mundial por causa de um dos seus componentes, a nicotina, causadora da dependência física e psíquica.
Seis a cada dez fumantes com câncer não conseguem parar de fumar mesmo depois de saber que estão doentes. O dado foi detectado em levantamento do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo.
Que é prejudicial todo mundo sabe!
No caso do câncer, o tabagismo prejudica a função pulmonar, o que aumenta o risco de complicações durante a radioterapia. Além disso, dificulta a cicatrização, eleva a pressão arterial e o risco de doenças cardiovasculares.
Outro problema provocado pelo cigarro é a interferência na quimioterapia. Para quem é tabagista, o efeito de alguns remédios pode ser bem menor.
Para contornar o problema – 35% dos pacientes atendidos pelo instituto são fumantes – foi adotada a estratégia de distribuição de gomas de nicotina e adesivos.
O cigarro não só causa câncer, derrame, infarto e outras doenças, como também é um problema para as gestantes, ocasionando abortos espontâneos, bebês de baixo peso, hemorragia, partos prematuros e outras complicações devido ao monóxido de carbono e a nicotina.
No entanto, suas consequências não afetam não só os que fumam, como também os que respiram a nicotina indevidamente ao lado do fumante.
Reduz a ação de antibiótico
Estudo realizado pelo curso de Odontologia da Faculdade São Leopoldo Mandic (Campinas/SP), em parceria com a área de Farmacologia da Faculdade de Odontologia da Unicamp, reforça a lista de males causados pelo tabagismo.
Os pesquisadores comprovaram que o cigarro pode afetar de forma negativa a atuação de antibióticos e interferir na eficácia do tratamento proposto.
A pesquisa utilizou o antibiótico Metronidazol, receitado, por exemplo, no tratamento de doenças periodontais e ginecológicas.
A conclusão da pesquisa aponta que para compensar a redução do efeito do medicamento no organismo, dentistas e médicos precisariam ministrar doses maiores do remédio para os pacientes fumantes.
A nova dosagem implica, porém, no risco de potencializar também os seus efeitos colaterais, como alteração de paladar e diarréia, entre outros problemas.
Risco de ataque cardíaco X Quantidade de cigarros
O tabagismo também pode aumentar em três vezes o risco de um ataque cardíaco. Não apenas o consumo, mas a quantidade de cigarros fumados por dia também influenciam!
Segundo a pesquisa Interheart, realizada com mais de 27 mil pessoas, o risco de infarto aumenta em 63% nas pessoas que fumam menos de dez cigarros diariamente. Essa chance é maior (2,6 vezes) para os fumantes que acendem entre 10 e 19 cigarros e de 4,6 vezes para aqueles que fumam mais de 20 cigarros por dia.
Fumo e pílula anticoncepcional: mistura perigosa!
A ginecologista e obstetra Denise Coimbra alerta contra os malefícios do cigarro para a mulher que toma anticoncepcional. Segundo a especialista, nenhuma pessoa deveria fumar, especialmente mulheres que tomam pílula.
É importante ressaltar que a nicotina não tira o efeito da pílula anticoncepcional, mas faz muito mal à saúde. De acordo com a ginecologista, as consequências da combinação cigarro e pílula anticoncepcional dificilmente são percebidas.
“As pacientes fumantes, que usam a pílula como método anticoncepcional, devem estar informadas sobre os riscos dessa mistura. Os anticoncepcionais e a nicotina são vasos constritores, ou seja, provocam a contração das paredes dos vasos sanguíneos. Com o passar do anos, formam uma combinação perigosa, que pode ocasionar riscos de infartos ou AVC”, explica.
Uma alternativa para as fumantes, pelo menos para evitar a combinação, é procurar outras opções de anticoncepcionais, como DIU ou implantes de progesterona, conforme orientação médica.
Preocupado com a aparência?
Cada vez mais homens e mulheres estão preocupados com a aparência, mas os que fumam se esquecem que o cigarro é o grande vilão para a saúde e beleza da pele.
A pele corresponde a 40% do peso corpóreo e, consequentemente, qualquer alteração que ocorra com o organismo, afeta-a diretamente.
Quando os pulmões respiram mal, a taxa de oxigenação da pele também diminui. Com isto, todas as funções metabólicas ficam alteradas, desencadeando o envelhecimento precoce.
“O fumo afeta diretamente a quantidade de vitamina A, C e E (antioxidantes naturais) presentes em grande quantidade na pele, os quais neutralizam as radicais hidroxilas (OH). A falta de vitaminas diminui a resistência aos radicais livres e afeta a síntese de colágeno”, informa a Dra. Edith Kawano Horibe, cirurgiã plástica e presidente da ABMAE – Academia Brasileira de Medicina Antienvelhecimento.
Além disso, não há como ignorar os reflexos negativos do fumo em processos de cirurgia plástica. “A recuperação é mais prolongada e existe um maior índice de complicações como, formação de necroses e problemas na cicatrização”, explica a especialista.
O fumo compromete a cicatrização após as cirurgias que envolvem o desdobramento do tecido cutâneo, como a de rejuvenescimento facial e as plásticas de abdome. Isso ocorre porque há uma diminuição natural da circulação sanguínea, acabando por potencializar os efeitos negativos sobre a pele.
E os dentes amarelos?
Vale lembrar que os dentes também são prejudicados. Com o tempo, ganham um amarelado perceptível. Isso acontece porque o cigarro libera nicotina, provocando o amarelamento e manchas marrons.
Eu quero parar!
De acordo com último levantamento, realizado em 2009, da Pesquisa Especial do Tabagismo (Petab), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 24,6 milhões de brasileiros são fumantes.
A pesquisa mostra também que mais da metade dos entrevistados, 52,1%, afirmou que pretende parar de fumar. Contudo, os especialistas e os próprios fumantes apontam as dificuldades de enfrentar a dependência do tabaco.
Para se ter idéia, o tabagismo representa 16,3% dos 2,8 milhões de ligações feitas ao serviço telefônico do Ministério da Saúde. O serviço gratuito funciona como um guia para a população encontrar respostas sobre as doenças de vários tipos.
Estratégias para abandonar o vício do tabaco somaram 456.580 telefonemas, à frente de dúvidas sobre câncer, aids, rubéola e doação de órgãos (os outros temas mais acessados).
Informações
Para esclarecer dúvidas e dar dicas para parar de fumar, o Instituto Nacional do Câncer (Inca) preparou uma cartilha sobre o tema (clique aqui para acessar o material).
Além disso, entre os dias 28 e 29 de agosto, a Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas (Abead), disponibilizará, em seu no site, um espaço para que os internautas possam enviar dúvidas sobre como parar de fumar. As questões serão respondidas pelos especialistas da associação via e-mail.
Parar de pensar em cigarro não ajuda
Assim como acontece com uma música grudenta, que não para de tocar dentro da cabeça à força, não há fórmula mágica para esquecer o cigarro.
Psicólogos ingleses publicaram na revista “Psychological Science” uma pesquisa que testou a famosa estratégia de quem tenta parar de fumar: pensar em qualquer coisa que não seja cigarro.
Conclusões: A primeira é que o bloqueio de pensamentos incômodos tem um efeito contrário. Há um sucesso temporário, mas a estratégia se revela um tiro pela culatra. O nível de estresse das pessoas que deveriam reprimir pensamentos subiu muito durante a semana em que essa tarefa lhes foi imposta.
A segunda conclusão é que a redução temporária do número de cigarros durante essa semana de supressão de pensamentos leva as pessoas a acreditar que esse método é eficaz, reforçando um comportamento que pode ser prejudicial para o objetivo.
Segundo a psicóloga Sílvia Cury Ismael, do programa de assistência integral ao fumante do HCor, a repressão não ajuda mesmo. O melhor é tentar tirar o fumante do piloto automático e ajudá-lo a avaliar os motivos que o levam a acender o cigarro.
“Usamos a técnica do adiamento. Quando ele vai pegar o cigarro, pedimos que espere mais cinco ou dez minutos, para que a vontade passe. Nisso, ele acaba demorando mais para acender o próximo e vai reduzindo a quantidade de cigarros fumados por impulso”, afirma.
Juliana Moysés, psicóloga do programa PrevFumo da Unifesp, diz que o importante é treinar o fumante para lidar com as situações em que ele recorre ao cigarro, como momentos de estresse ou quando bebe, por exemplo.
“Treinamos a habilidade para enfrentar dificuldades. Ensinamos técnicas de confronto de pensamentos, não de repressão.” Se o pensamento no cigarro emerge, a pessoa deve lembrar que por mais que ele tenha sido importante antes, seu papel é só figurativo, não resolve.
29 de agosto: Dia Nacional de Combate ao Fumo!
- Crianças que fumam: a culpa é de quem?
- Como incentivar a produção de fumo e ao mesmo tempo promover ações antitabagistas?
- Vacina para parar de fumar em teste
* Com informações da FSP.
Email This Post
julho 13, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Social
A política antitabagista adotada pelo Brasil ganhou uma decisão contraditória com a aprovação de um documento para incentivar e aumentar a produção do fumo no Brasil.
Formulada pela Câmara Setorial do Tabaco (ligada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA), a Agenda Estratégica sugere ações que contrariam ou neutralizam o esforço para colocar em prática políticas de prevenção e redução do tabagismo.
O documento prevê a captação de recursos públicos para um programa de desenvolvimento e inovação do fumo, além da criação de linhas de crédito para o setor com taxas de juros semelhantes ao do Pronaf, voltado à agricultura familiar.
O texto sugere ainda a redução de impostos para a fabricação de charutos e o retorno de embalagens de 10 cigarros, que por ser mais barato e ter apelo junto ao público jovem esse maço está proibido desde 1998.
Contradição
A Agenda Estratégica é contrária a Convenção-Quadro do Tabaco, acordo mundial ratificado em 2005 pelo Brasil com regras deter a expansão do consumo de tabaco e seus danos à saúde.
A concessão de crédito para ampliar a área de plantação de fumo também vai no sentido inverso ao programa de apoio à diversificação produtiva de áreas com fumo.
Assinada por seis ministérios em 2005, a iniciativa tem a proposta de auxiliar fumicultores a mudar de produção. A ideia é proteger os produtores de uma redução futura do mercado e preservá-los de prejuízos.
- Plano para ajudar produtores a migrar do tabaco para outras culturas, evitando prejuízo com a redução da demanda;
- Discussões para defender na próxima Conferência das Partes, em novembro, a proibição da adição de produtos que tornem o cigarro mais atrativo, como açúcar;
- Proibição de embalagens de 10 cigarros, conhecidas como “kid packs”, porque facilitam que adolescentes experimentem;
- Reuniões de grupo interministerial para colocar em prática determinações da Convenção-Quadro do Tabaco. Na agenda, discussões sobre aumento de impostos e elevação do preço dos cigarros.
- Captar recursos públicos para fortalecer e ampliar a cadeira produtiva do fumo, com criação de linha de crédito com taxas de juros semelhante ao do Proaf;
- Evitar a restrição sem fundamento técnico ao uso de novos ingredientes na composição do tabaco;
- Discutir mudanças na legislação que permitam o retorno de maços com 10 unidades, formato atualmente proibido;
- Reduzir o IPI de charutos de 30% para 15%, reduzindo a carga tributária para o setor.
Projeto que proíbe fumo em ambiente fechado ainda aguarda avaliação
A posição de liderança na área antitabagista, conquistada pelo Brasil nos anos 90, começa a ser questionada.
Aprovado em março na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, o projeto que proíbe o fumo em ambientes coletivos fechados em todo o País aguarda há quase quatro meses avaliação na Comissão de Assuntos Sociais.
O relatório do projeto ainda não foi nem mesmo preparado. A senadora encarregada da tarefa, Rosalba Carlini (DEM-RN), promete a entrega para os próximos dias. Mas o Congresso vai entrar em recesso.
A hesitação sobre o fim dos fumódromos no Brasil tem provocado desgaste na imagem do país na comunidade internacional. Doze Estados têm leis proibindo o fumo em ambientes fechados.
* Com informações do ESP.
Email This Post
maio 10, 2010 por Blog da Saúde
Em: Destaque, Saúde Ambiental, Saúde Corporativa, Saúde Física
É furada. Mesmo se o adolescente fumar uma vez por mês, aproxima-se da dependência, o que aumenta ainda mais se ele demonstrar sintomas precoces como ânsia para fumar ou irritação quando não puder.
O estudo foi publicado na Pediatrics e acompanhou 370 voluntários durante 4 anos. Do total, 62% fumavam pelo menos uma vez por mês, 52% tinham sintomas de dependência e 40% tornaram-se fumantes diários.
Durante os anos de acompanhamento, os sintomas aumentavam conforme eles aumentavam o consumo. Se antes só tinham vontade de fumar, com o passar do tempo os relatos incluíam dificuldade para se controlar, abstinência da nicotina e a frequência passou a ser diária.
Brasil
A idade média em que os jovens começam a fumar vai de 13 a 15 anos. Mas com a contribuição das campanhas antitabagismo, como a Lei Antifumo, mais e mais pessoas deixam de fumar ou têm intenção de parar.
Na Pesquisa Especial de Tabagismo realizada pelo IBGE e pelo Ministério da Saúde, entre 1989 e 2008 o percentual da população brasileira fumante com 15 anos ou mais caiu de 32% para 17,2%.
Substituir o cigarro por cigarrilha e outros derivados do tabaco por achar que são menos prejudiciais, não adianta. Todos esses produtos possuem por volta de 4.700 substâncias tóxicas e mais de 40 são cancerígenas.
E se você acha que precisa de meses para ter algum benefício ao parar de fumar, se engana:
20 minutos após fumar o último cigarro
• a pressão arterial e a frequência cardíaca voltam ao normal
• a temperatura das mãos e dos pés aumenta até o nível normal
8 horas após parar
• estabilizam-se as concentrações sanguíneas de monóxido de carbono e de oxigênio
• não há mais nicotina circulando no sangue
48 horas após parar
• melhora significativa no olfato e no paladar
1 a 3 semanas após parar
• melhora da disposição física
• melhora a circulação sangüínea
• a função pulmonar aumenta em até 30%
1 a 9 meses após parar
• diminuem a tosse, a congestão nasal, a fadiga e a falta de ar
• o risco de doença coronariana fica reduzido à metade se comparado ao risco de um fumante
5 anos após parar
• em 5 a 15 anos, o risco de derrame cerebral fica reduzido ao mesmo de um não-fumante
• o risco de câncer de boca, garganta e esôfago chega à metade do risco de um fumante
10 anos após parar
• a taxa de morte por câncer de pulmão chega à metade da de um fumante
• células pré-cancerosas são substituídas por células saudáveis
Você está esperando o quê para abandonar o vício? Qualquer pessoa pode parar de fumar!
*Este artigo conta com informações do Hospital Albert Einstein
Email This Post
março 10, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Parece que a lei antifumo em São Paulo surte efeitos positivos. Uma pesquisa realizada no Canadá com 19 países demonstrou que de cada dez fumantes brasileiros, oito afirmam que já sofreram algum problema de saúde relacionado ao cigarro. E nove dizem estar preocupados com a própria saúde.
O objetivo do estudo, realizado pela Universidade de Waterloo é verificar o impacto das medidas tomadas pelos governos contra o tabagismo. No Brasil, o governo federal pretende gastar cerca de R$ 66 milhões para ampliar o programa dos atuais 358 municípios para 1240 até o final de 2010.
Confira as informações apuradas pela pesquisa
- 91% dos fumantes estão preocupados com a saúde;
- 82% dizem ter tido problemas de saúde relacionados ao cigarro
Para largar o vício
- 51% planejam deixar o cigarro nos próximos seis meses;
- 82% acham que o governo deveria ajudar mais os fumantes.
Quantidade: Os brasileiros fumam em média 15,4 cigarros por dia. Na pesquisa foram ouvidos mordores das capitais SP, RJ e Porto Alegre, entre abril e junho de 2009.
*Com informações da FSP.
Email This Post
março 2, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
A lei antifumo em São Paulo obteve sucesso e seu exemplo foi seguido em outros estados. Se você é fumante e ainda não optou por pelo menos tentar parar com o vício não trazemos boas notícias.
Uma pesquisa realizada pelo Icesp – Instituto do Câncer do Estado de São Paulo demonstrou que das pessoas que desenvolvem câncer de cabeça e pescoço, cerca de 95% são tabagistas ou têm histórico do vício. Desse percentual, 90% são homens.
A maioria dos cânceres, de acordo com especialistas é desenvolvido na boca, faringe, laringe e traqueia. A ação do fumo associado ao álcool em nosso organismo é gradativa. O tempo de vício e a quantidade de cigarros fumados por dia fazem toda a diferença.
Por isso é tão importante cuidarmos da saúde e mantermos hábitos saudáveis. De outra maneira nosso corpo “manda a conta”, é inevitável. O diagnóstico precoce dos tipos de câncer citados no post confere aos pacientes boas chances de cura.
Porém, infelizmente a maioria chega tarde demais para o tratamento e o resultado da estatística é triste. Cerca de 70% acabam morrendo num período de cinco anos.
“Acabou de acender o cigarro? Pense melhor antes da próxima tragada. O tempo nesse caso não perdoa e amanhã poderá ser tarde demais para que você pare.”
Email This Post
novembro 9, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Estima-se que atualmente 33 milhões de brasileiros possuem o hábito de fumar. Largar este vício que “mata” 80 mil pessoas anualmente é uma tarefa complicada.
Tratamentos químicos, psicológicos, adesivos… São várias as alternativas e tentativas existentes para combater a dependência.
Para a Sociedade Brasileira de Cardiologia do Maranhão, o tabagismo é uma doença crônica e mesmo que “curados” os indivíduos que fumam estão sujeitos à recaídas. Seus médicos alertam aos profissionais da saúde que este hábito deve ser tratado como uma doença.
E você, acredita que o tabagismo seja uma doença, fraqueza ou modismo? Por que algumas pessoas conseguem parar de fumar e outras não?
Email This Post
outubro 13, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Um levantamento feito por pesquisadores da Universidade da Califórnia demonstrou que houve uma queda de 17% no número de internações por infarto desde a entrada em vigor de leis restritivas ao cigarro, como a da capital paulista. O resultado foi baseado em estudo feito em cinco países.
Em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, Jaqueline Scholz, cardiologista e diretora do programa de tratamento de tabagismo do Incor – Hospital das Clínicas nos lembra que há dois movimentos quando se veta o cigarro em ambientes fechados: Os não fumantes deixam de inalar a fumaça e os dependentes do cigarro por consequência natural diminuem o consumo.
A redução brutal de monóxido de carbono, que afeta a chamada função endotelial (responsável pela preservação da saúde dos vasos sanguíneos) contribui significamente para que ao longo do tempo o número de internações por infarto diminua.
Se fizéssemos uma comparação dos números americanos aplicados para São Paulo o resultado seria 3147 mortes a menos entre agosto deste ano (quando a lei passou a vigorar) até agosto de 2010. Em três anos a projeção prevê que o número a menos de morte chegaria a 5554.
*Com informações da FSP.
Email This Post
setembro 2, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Pesquisa recente publicada na revista Neurology afirma que o risco de desenvolver demência e perda de memória ao longo do tempo aumenta nos hipertensos. A pesquisa foi feita com cerca de 20 mil pessoas acima de 45 anos e idosos que nunca sofreram Acidente Vascular Cerebral (AVC).
Os resultados da pesquisa foram aliados a outros fatores de risco como diabetes e tabagismo. Pessoas hipertensas sofrem os chamados microinfartos cerebrais. As lesões e a falta de circulação do sangue nessas regiões mata os neurônios, e, quando envelhecermos e a reserva de neurônios for menor será percebido o comprometimento neurológico.
Para entender melhor o que acontece em nosso cérebro clique aqui
Email This Post
agosto 21, 2009 por Blog da Saúde
Em: Eventos
| 21/08/2009 | até | 30/08/2009 |
Na Semana de Combate ao Fumo (24 a 30 de agosto), o Hospital A.C.Camargo em parceria com a Pfizer promove entre os dias 21 e 30 “A SUA SAÚDE E A SAÚDE DO OUTRO”, com atividades de conscientização sobre os males do tabaco no Conjunto Nacional (Av. Paulista) e na Praça Victor Civita (Pinheiros). A campanha, que também conta com o apoio da Fnac, Cepid-Fapesp, CNPq, Conjunto Nacional e do Instituto Abril, inclui a realização gratuita de testes genéticos e de sensibilidade do sabor amargo (como atividade ilustrativa de polimorfismo genético), da capacidade pulmonar, qualidade vocal e nível de dependência da nicotina, além de uma exposição e um concurso cultural.
PROGRAMAÇÃO
Na quinta, 27 de agosto, das 11h às 15h na Praça Victor Civita (Rua Sumidouro, 580, Pinheiros), o público poderá participar dos testes genéticos e de sensibilidade do sabor amargo (como atividade ilustrativa de polimorfismo genético); da avaliação com o uso do aparelho Peak Flow, que mede a função pulmonar (o fluxo de ar que há no pulmão, sob coordenação do pneumologista Jefferson Gross); da avaliação computadorizada da qualidade da voz (coordenação da fonoaudióloga Elisabete Carrara) e também do teste de Fagerström, criado há 35 anos pelo médico dinamarquês Karl Fagerström para medir o nível de dependência da nicotina e ajudar a definir a melhor estratégia para quem quer deixar o cigarro (coordenação do GAT).
Nos dias 28 e 29 de agosto (Dia Nacional de Combate ao Fumo), das 11 às 17 horas, na entrada principal do Conjunto Nacional (Avenida Paulista, 2.073), os testes continuam à disposição do público, sempre sob coordenação de pneumologistas, fonoaudiólogos, psicólogos, psiquiatras, biomédicos e biólogos da equipe multidisciplinar do A.C.Camargo.
EXPOSIÇÃO - Como prévia do evento, abre nesta sexta-feira, 21, no Conjunto Nacional onde fica até o próximo domingo, 30, das 10h às 20h, a exposição Câncer: Conhecer para Prevenir, reunindo dezesseis painéis ilustrados que mostram o que é, como se desenvolve e como prevenir o câncer, abordando sintomas e fatores de risco para câncer de mama, colo do útero, próstata, pele, pulmão, intestino, entre outros. O objetivo é mostrar ao público que o melhor aliado contra o câncer é a prática de um estilo de vida saudável, que inclua boa alimentação, realização de exercícios físicos, comportamentos e hábitos saudáveis.
CONCURSO CULTURAL - Na Semana de Combate ao Fumo, alunos do Ensino Fundamental (5ª à 8ª séries) e do Ensino Médio de três colégios da região de Pinheiros, em São Paulo, serão estimulados a participar do concurso cultural que elegerá as dez melhores frases centradas no tema A Sua Saude e a Saúde do Outro. A ação busca estimular a reflexão sobre os riscos da iniciação no cigarro na adolescência e dos males causados aos fumantes ativos e passivos. Serão distribuídas cartilhas e cartazes com informações sobre o assunto.
As frases serão julgadas por uma comissão formada por sete profissionais, dentre eles pneumologistas do A.C.Camargo, professores das escolas e profissionais da Editora Abril, que levarão em conta os critérios criatividade, originalidade e correção gramatical. Os dez primeiros colocados receberão prêmios oferecidos pela Fnac. A premiação será no dia 30 de agosto, às 12h30, na Praça Victor Civita, após concerto do Quinteto de Metais da Osesp.
Email This Post
agosto 13, 2009 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
É o que diz o balanço da Secretaria de Saúde de São Paulo. O relatório contabiliza 50 estabelecimentos multados, sendo 30 bares e restaurantes, 5 padarias, 4 mercados, 2 supermercados, 1 hotel, 1 concessionária e 1 drogaria. Cada um terá que pagar o valor de R$ 792,50. Se forem flagrados novamente o valor será dobrado. Na terceira vez o alvará é suspenso por 48 horas e na quarta há interdição do estabelecimento por um mês.
* Com informações do jornal Folha de São Paulo
Email This Post
julho 21, 2009 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
Hoje, 21, pela manhã foi realizado no Auditório Qualidade de Vida da Victory Consulting a palestra “Tabagismo nas Organizações: Aspectos legais fundamentais para o RH Estratégico”. Ministrada pela advogada Dra. Luciana Galvão, foram abordadas as mudanças que a nova lei anti-fumo impõe e esclarecidas as dúvidas em relação ao comportamento e às medidas que podemos tomar para nós e a empresa em que trabalhamos se adaptarem às restrições que entram em vigor a partir do próximo dia 7.
A nova lei Estadual não se limita aos aspectos da proibição do tabaco em ambientes fechados de uso coletivo, mas visa proteção à saúde e estabelece responsabilidade por dano ao consumidor. Ou seja, não basta dizer o que pode e não pode e aplicar penalidades, mas deve haver paralelamente uma reeducação tanto dos fumantes quanto dos não-fumantes.
Além da orientação, um programa de qualidade de vida nas empresas que englobe o antitabagismo, é ideal para uma melhoria na saúde e no desempenho dos colaboradores. O processo de implantação deve contar com a participação de todos, desde os líderes, e ter continuidade. Por isso, conta com a sensibilização das partes, um mapeamento estatístico e um cronograma contínuo de ações corretivas e preventivas.
Confira algumas fotos do evento

Dra. Luciana Galvão

Auditório Qualidade de Vida

Vera Bejatto - Presidente da Victory e a palestrante Dra. Luciana Galvão

Dra. Karina - Gestora da Área de Qualidade de Vida Victory e Vera Bejatto
“As pessoas não fumam porque querem e sim porque desenvolveram dependência.”
*Para obter informações completas sobre este assunto polêmico, clique aqui.
Email This Post
julho 20, 2009 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
A polêmica sobre a lei antifumo continua. Resolução publicada no Diário Oficial determina que só será permitido fumar na calçada se o espaço não tiver envolto por toldo ou cortinas plásticas retráteis utilizadas para proteger os clientes do frio e da chuva. Os informes fixados na parece devem ter no mínimo 25 centímetros de largura por 20 cm de comprimento. Balanço feito pela Secretaria de Saúde, outro órgão que cuidará da aplicação das penas, 81% dos 3.861 estabelecimentos que foram visitados no início da operação de educação já haviam colocado adesivos indicativos sobre a proibição do fumo ou treinado os funcionários para abordarem os clientes que insistirem em acender o cigarro em ambiente interno .
* Para informações complementares sobre esta nota clique aqui
Email This Post
julho 2, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Cansaço, falta de ar, tosse com catarro. Cuidado! O que parece apenas um forte resfriado pode ser a DPOC – Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica. A doença, que durante muito tempo foi caracterizada como “enfisema pulmonar” ou “bronquite crônica” tem ocorrência maior no inverno, quando o clima seco favorece a concentração de poluentes e causa vulnerabilidade das vias respiratórias. Segundo a Organização Mundial da Saúde – OMS ao redor do planeta já são 210 milhões de portadores da doença. Convidamos o Dr. Alberto Culkier, professor da USP – Universidade de São Paulo e coordenador da comissão de DPOC da Sociedade Brasileira de Pneumologia para esclarecer algumas dúvidas sobre a doença. Confira!
1) A DPOC é mais comum em pessoas de que faixa etária?
A doença é manifestada, geralmente, após os 40 anos. Como está ligada ao tabagismo, os fumantes começam a fumar desde jovens e os sintomas vão se desencadear na fase adulta.
2) Há uma conexão direta entre tabagismo e DPOC?
Sim. Cerca de 85% dos infectados são fumantes.
3) E os fumantes passivos? São prejudicados com a mesma intensidade?
Os fumantes passivos são menos prejudicados. Os outros 15% das pessoas que tem a doença também podem ter adquirido através da poluição nas cidades, pela inalação de substâncias na atividade profissional e/ou causas não conhecidas.
4) A ocorrência de DPOC pode ser genética?
Há pré-disposição, mas não é fator tão nítido como em outras doenças.
5) Qual é o tratamento indicado para este diagnóstico?
O tratamento mais eficaz é parar de fumar. Mas já que há outros fatores de risco, o tratamento também engloba a redução desses fatores. A vacina contra gripe e pneumonia também auxiliam do tratamento, assim como remédios que dilatam brônquios. A prática de atividades físicas é recomendada, pois a doença tende a diminuir a força muscular.

Alvéolos são estruturas pulmonares, onde ocorrem as trocas gasosas durante a respiração. Na DPOC podem ser destruídos gerando uma dificuldade na oxigenação sanguínea.
Email This Post
junho 24, 2009 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
Foi concedido pela justiça paulista nesta terça-feira a primeira liminar contra a lei antifumo, que à partir de agosto proibirá totalmente o cigarro em ambientes fechados públicos e privados no Estado de São Paulo, a partir de agosto. A decisão favorece as entidades que representam bares, restaurantes e hotéis de São Paulo. O juiz Valter Alexandre Mena, da 3ª Vara da Fazenda Pública, concedeu liminar e sentença de mérito cancelando a aplicação da legislação. Agora, os fumódromos não podem ser proibidos e os proprietários de bares e restaurantes não devem fiscalizar os clientes.
Para saber mais sobre esta notícia clique aqui
Email This Post
junho 17, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Quando você deixa de fumar os benefícios são inúmeros e perceptíveis. Listamos para você benefícios relacionados a todas as nossas saúdes. Acompanhe:
- Saúde Física - Onde acontecem as maiores transformações. Quer saber o que muda? clique aqui
- Saúde Mental – O uso contínuo da nicotina causa sensação de satisfação seguida de momentos depressivos. Para entender melhor a ação da nicotina em nosso cérebro clique aqui
- Saúde Ambiental – O desmatamento decorrente da indústria do cigarro impressiona. Áreas são desmatadas para o cultivo do fumo e também há derrubada de árvores para abastecer os fornos à lenha onde é feita a secagem das folhas. Dados da Organização Mundial da Saúde – OMS apontam que a cada ano, cerca de 200 mil hectares de matas e florestas são destruídos para dar lugar a plantações de tabaco.
- Saúde Financeira – Calcula-se que o tabagista gasta uma média de 15 a 20% de seu salário com cigarros. Quer saber quanto você gasta com o consumo de cigarros? clique aqui
- Saúde Social – Hálito agradável, melhor interação entre amigos e familiares. Quantas vezes você teve que se ausentar de um papo interessante ou uma reunião familiar para fumar? No caso contrário, quando você fuma perto de pessoas não fumantes além de se prejudicar você também as prejudica. Para saber dos malefícios do cigarro aos “fumantes passivos” clique aqui.
- Saúde Corporativa – Não mais importante que as demais, seus malefícios são parecidos com os da saúde social, com o agravante da perda de produtividade e até rejeição na contratação por parte das empresas que, segundo estudo do Sebrae chega a 18,2%.
“Se você é fumante repense este hábito e busque ajuda. Se não é, conscientize as pessoas que conhece.”
Email This Post
maio 8, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Social
Uma Blitz da Vigilância Sanitária prevê multa a estabelecimentos comerciais onde forem encontradas bitucas de cigarro e cinzeiros. A lei contra o fumo limita o consumo de cigarro e derivados de tabaco em ambientes de uso coletivo, público e privado que sejam fechados, por parede ou divisória, em todo o Estado de São Paulo. Com data prevista para início de agosto as vistorias acontecerão de maneira rigorosa. Para esta ação o foco são os estabelecimentos e não os usuários. A imagem abaixo, retirada de matéria veiculada na Folha On Line traz informações úteis sobre a Lei.

Email This Post


























