Senado aprova fim dos fumódromos em todo o país
novembro 24, 2011 por Paula Sanches
Em: Últimas Notícias
O Projeto de Lei de Conversão foi aprovado pelo Senado e proíbe o uso de cigarros em qualquer ambiente fechado no Brasil.
Além disso, os avisos de alerta dos males de fumar deverão aparecer em 30% da área frontal dos maços a partir de janeiro de 2016.
O texto também prevê aumento do imposto sobre o cigarro e fixa preço mínimo de venda. O aumento no preço do produto está previsto para o início de 2012. Com o reajuste do imposto e o estabelecimento de um preço mínimo, o cigarro subirá cerca de 20%, em 2012, chegando a 55% em 2015.
Após a aprovação do Senado, o projeto seguiu para sanção da presidente Dilma Rousseff.
Para saber mais:
- Últimas notícias do cerco ao tabaco no mundo
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novembro 21, 2011 por Paula Sanches
Em: Saúde Física
Após a Austrália ser o primeiro país do mundo a proibir marcas de cigarro em maços, mais iniciativas parecem vir à tona para restringir o fumo.
No Reino Unido, A British Medical Association pede ao governo britânico para trazer a ousada e corajosa proibição de fumar em carros, mesmo se estiver em seu próprio veículo.
A explicação dos médicos é de que níveis de toxinas do fumo em um veículo fechado podem ser 23 vezes maiores do que em um bar, colocando crianças e idosos em situação de risco.
As crianças absorvem mais poluentes do que os adultos e seus sistemas imunológicos imaturos são menos capazes de lidar com a fumaça, de acordo com a BMA.
Os idosos são propensos a problemas respiratórios que podem ser agravados pela inalação da fumaça de cigarro. Tais grupos vulneráveis podem ser incapazes de recusar viagens em veículos contendo fumantes, o BMA ressalta.
No Reino Unido, atualmente, é proibido fumar em todos os lugares públicos fechados, mas os médicos acreditam que ainda mais pode ser feito.
O Departamento de Saúde do país, por enquanto, disse não acreditar que a legislação seja a maneira mais eficaz de incentivar as pessoas a mudar o comportamento.
Já o projeto de lei australiano proíbe que as empresas de cigarro imprimam sua logomarca ou mesmo o nome do cigarro nos maços. Em vez disso, devem trazer fotos e mensagens de advertência.
Por aqui, se você acha que a indústria de tabaco precisa de limite, como por exemplo, proibir que os fabricantes adicionem ao cigarro sabores como menta ou canela, porque são mais atrativos para os adolescentes começarem a fumar, assine a petição clicando aqui.
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setembro 30, 2011 por Paula Sanches
Em: Saúde Social
Além de termos uma audiência pública da Anvisa para propor mais rigor no controle do tabaco acontecendo na semana que vem (6/10), a Associação de Controle ao Tabagismo – ACT, em parceria com a Fundação do Câncer, mostra por que temos que impor limite a essa indústria:
1 – Porque ela ainda tem a liberdade de fazer propaganda em todos os pontos de venda.
2 – Porque esta propaganda é sua principal estratégia para vender e atrair novos fumantes. Tanto que ela investe mais e mais milhões a cada ano.
3 – Porque ela tem a liberdade de colocar seus produtos próximos às balas, doces e chocolates, o que influencia, não só seus consumidores, mas, em especial, crianças e adolescentes.
4 – Porque ela tem toda a liberdade de adicionar sabores, como canela, cravo, hortelã e baunilha, para tornar o cigarro mais agradável. E, principalmente, para quem? Crianças e adolescentes.
5 – Porque ela tem a liberdade para vender e fazer propaganda perto de escolas e universidades. Não é à toa que jovens expostos à publicidade de cigarro têm 2 vezes mais chances de começar a fumar.
6 – Porque, ao fazer isso livremente, ela ameaça a liberdade e o futuro dos jovens, que são alvo prioritário dessa indústria. (90% dos fumantes começam a fumar antes dos 19 anos).
7 – Porque ela ainda tem a cara de pau de manipular a boa-fé de seus consumidores, afirmando que a liberdade deles é um “valor inegociável”, que eles são livres para fazer o que quiserem (apesar de serem escravos da nicotina).
8 – Porque a liberdade de criar leis é da sociedade, não desta indústria.
Portanto, a ACT e Fundação do Câncer convidam a todos os cidadãos a assinarem a petição para proibir a propaganda de cigarros nos pontos de vendas e o uso de aditivos (sabores e aromas) ao cigarro: limitetabaco.org.br
#LimiteTabaco: Nós já fizemos a nossa parte. Depois de assinar, divulgue para seus amigos. Precisamos mostrar quem é que manda
.
Vale lembrar um interessante dado da Organização Mundial da Saúde. Ao ter uma dieta balanceada somada ao controle do tabagismo, dois terços das mortes mundiais poderiam ser evitadas.
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agosto 29, 2011 por Paula Sanches
Em: Estética, Saúde Física
Hoje, dia 29 de agosto, é o Dia Nacional de Combate ao Fumo e você deve estar se perguntando: mas a data internacional voltada ao combate já não é suficiente? Não, enquanto 15% da população brasileira continuar sendo usuária do tabaco.
O dado, divulgado pela pesquisa Vigitel do Ministério da Saúde, mostra que houve uma queda no número de brasileiros fumantes entre 2006 e 2010, de 16,2% para 15,1%. Ainda há muito esforço a ser feito. Entre os males causados, está o comprometimento da circulação sanguínea que, visualmente, resultará na pele opaca e sem brilho, podendo ficar até acinzentada.
“São diversos prejuízos tanto para a saúde quanto para a beleza da pele. Do ponto de vista do envelhecimento, o fumo é mais nocivo do que os raios solares. Ou seja, pode trazer danos irreversíveis”, explica a dermatologista Annia Cordeiro Lourenço.
Envelhecimento precoce – O fumo envelhece a pele mais do que os raios solares, isso porque suas toxinas promovem o aumento de radicais livres, destroem fibras de elastina e de colágeno e prejudicam a produção de novas fibras. “Com a perda significativa do colágeno e da elastina, a pele perde sua elasticidade natural e isso resulta no envelhecimento precoce e aparecimento acentuado de rugas. Ou seja, o fumante, em geral, parece ser muito mais velho do que realmente é”. Uma das áreas mais afetadas é a região ao redor da boca, pois o movimento de franzir os lábios para fumar, associado à perda do colágeno, leva ao aparecimento de rugas finas.
Perda da capacidade de cicatrização – O hábito de fumar promove a vasoconstrição, que é a diminuição do diâmetro dos vasos sanguíneos. Na pele, o resultado é a diminuição significativa da irrigação sanguínea e, consequentemente, a baixa oxigenação. “Com a circulação comprometida, menos sangue chega à pele e isso faz com que ela perca a capacidade de cicatrização. Sendo assim, pequenas feridas e até mesmo a acne podem demorar muito mais para desaparecerem nos fumantes”.
Pele opaca e sem brilho – O comprometimento na circulação sanguínea também é responsável por deixar a pele do fumante opaca e sem brilho, em alguns casos, até mesmo acinzentada. “A circulação ruim, a baixa oxigenação e a perda do colágeno faz com que a pele do fumante fique mais fina e com menor quantidade de células vivas, levando a esse aspecto envelhecido”.
Para diminuir os sinais - Dra. Annia explica que dependendo dos danos que a pele sofreu, mesmo que a pessoa pare de fumar, há sinais que são irreversíveis. “Em alguns casos, é possível realizar alguns tratamentos, como laser, preenchimentos, uso de ácido retinóico e antioxidantes.”
Mas, se para você, uma imagem vale mais que mil palavras, veja o que a combinação de fumo mais sol pode causar à sua pele. Passe adiante.
*Annia Cordeiro Lourenço graduou-se em Medicina pela UFPR em 1995, fez residência em Dermatologia na Santa Casa de Curitiba e especialização na mesma área na Sociedade Brasileira de Dermatologia. Além disso, fez estágios em hospitais de Miami e Barcelona. Hoje atende em consultório.
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maio 31, 2011 por Paula Sanches
Em: Saúde Física
No Dia Mundial sem Tabaco comemorado hoje (31), a Organização Mundial da Saúde celebra o sucesso da Convenção-Quadro para Controle do Tabaco.
Ao mesmo tempo, reconhece os desafios que permanecem para o tratado da saúde pública alcançar o potencial máximo como a maior ferramenta de controle do tabaco do mundo.
A Convenção (FCTC é a sigla em inglês) é o primeiro tratado negociado, em vigor desde 2005, e um dos mais rapidamente e amplamente adotados na história das Nações Unidas – 172 países mais a União Europeia fazem parte. Um tratado baseado em evidências, que reafirma o direito de todas as pessoas terem os mais elevados padrões de saúde e fornece novas dimensões para a cooperação no controle do tabaco.
O Dia Mundial sem Tabaco de 2011 será destinado a destacar a importância global do tratado, as obrigações decorrentes dele e para promover o apoio aos países para cumprirem essas obrigações.
O tabagismo é a principal causa evitável de morte. Este ano, mais de 5 milhões de pessoas vão morrer de ataque cardíaco, derrame, câncer, doença pulmonar ou outras doenças relacionadas ao tabaco. Isso não inclui as mais de 600.000 pessoas – mais de um quarto crianças – que vão morrer da exposição à fumaça dos outros. O número de mortes anuais em decorrência da epidemia global de tabagismo pode subir para 8 milhões até 2030.
Depois de ter causado a morte de 100 milhões de pessoas durante o século 20, o uso do tabaco pode matar 1 bilhão durante o século 21.
Como acontece com qualquer outro tratado, a FCTC confere obrigações legais aos participantes. Entre essas obrigações estão:
• Proteger a saúde pública de propagandas e outros interesses comerciais da indústria do tabaco.
• Adotar preços e taxas para reduzir a demanda por tabaco.
• Proteger as pessoas da exposição à fumaça.
• Regulamentar os produtos e divulgações.
• Regulamentar as embalagens e marcas de produtos com tabaco.
• Alertar as pessoas sobre o perigo do uso.
No Dia Mundial sem Tabaco 2011, e durante todo o ano, a OMS pede aos países para colocar o tratado no centro dos esforços. O uso de tabaco contribui para a epidemia de doenças crônicas (como ataque cardíaco, câncer, enfisema), que são responsáveis por 63% das mortes no mundo inteiro e quase 80% delas ocorrem em países de baixa e média renda.
Até a metade de todos os usuários de tabaco acabará por morrer vítima de uma doença relacionada ao fumo.
Os cartazes e vídeo colocam a Convenção-Quadro para Controle do Tabaco ao lado de extintores e bóias para mostrar três maneiras de salvar vidas.
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março 31, 2011 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Ler sobre os efeitos do cigarro e do sol na pele causa um tipo de sensação; ver imagens, outro completamente diferente.
Qual das irmãs gêmeas é a fumante?
Sabe-se que não existe a fonte da juventude, mas por outro lado, há inúmeros hábitos que fazem a pessoa parecer bem mais velha do que realmente é. A combinação de cigarro e exposição ao sol causa muitos danos à pele.
A gêmea “B” fuma metade de um maço de cigarros, por dia, há 14 anos, além de tomar sol frequentemente. A sua irmã (A) nunca fumou.
Há mais de 4.000 produtos químicos na fumaça do tabaco, e muitos deles desencadeiam a destruição do colágeno e elasticidade da pele.
As manchas de cor mais escura são comuns na face e nas mãos. Embora qualquer pessoa possa desenvolver estas manchas se passar muito tempo no sol, a pesquisa sugere que fumantes são mais suscetíveis.
Nesta imagem, a gêmea da direita passou décadas fumando e se expondo ao sol, enquanto sua irmã não.
Só para pontuar: fumar danifica a pele, dentes e cabelos. Também afeta questões ligadas à fertilidade, coração, pulmão e ossos, entre outros problemas. O estudo e as imagens foram publicadas no veículo WebMD.
Por Paula Sanches
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março 4, 2011 por Blog da Saúde
Em: Saúde Social
“Cigarros mentolados agora são ilegais. Mas a indústria continua a vender outros produtos feitos com tabaco no qual adicionam 45 sabores doces diferentes. Por que eles querem deixar o tabaco com gosto doce? O que você acha?”
Este texto é parte da nova campanha da Truth, que costuma usar cenas chocantes para denunciar os males causados pelo consumo do tabaco e como a indústria apela para cativar os novos consumidores.
Ao mesmo tempo em que as leis têm cercado os fumantes em áreas publicas, como aconteceu recentemente em Nova Iorque, a indústria continua a procurar lacunas para agir.
Um dos exemplos dessa escapatória são as balas fabricadas pela RJ Reynolds Tobacco, o Camel Orbs. O produto é solúvel, desmancha na boca e tem sabor de hortelã ou canela.
Porém tem alto nível de nicotina extremamente absorvível devido à alcalinidade do produto.
A discussão que envolve os cigarros mentolados e outros produtos com tabaco continua. Até o dia 17 de março o tema é debatido pela agência reguladora americana Food and Drugs Administration (FDA), com decisão prevista para sair 23 de março.
Indústria do tabaco apela e usa doces para atrair consumidores
“Cigarros mentolados agora são ilegais. Mas a indústria continua a vender outros produtos feitos com tabaco no qual adicionam 45 sabores doces diferentes. Por que eles querem deixar o tabaco com gosto doce? O que você acha?”
Este texto é parte da nova campanha da Truth, que costuma usar cenas chocantes para denunciar os males causados pelo consumo do tabaco e como a indústria apela para cativar os novos consumidores.
Ao mesmo tempo em que as leis têm cercado os fumantes em áreas publicas, como aconteceu recentemente em Nova Iorque, a indústria continua a procurar lacunas para agir.
Um dos exemplos dessa escapatória são as balas fabricadas pela RJ Reynolds Tobacco, o Camel Orbs. O produto é solúvel, desmancha na boca e tem sabor de hortelã ou canela.
Porém tem alto nível de nicotina extremamente absorvível devido à alcalinidade do produto.
A discussão que envolve os cigarros mentolados e outros produtos com tabaco continua. Até o dia 17 de março o tema é debatido pela agência reguladora americana Food and Drugs Administration (FDA), com decisão prevista para sair 23 de março.
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janeiro 18, 2011 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
A fumaça do cigarro provoca danos genéticos após a primeira inalação. O estudo detalhou como as substâncias do tabaco danificam o DNA com ligação para o surgimento do câncer.
De novo: não são necessários nem dias para que a inalação da fumaça seja maléfica ao DNA, é questão de minutos.
Tabagismo e câncer
O câncer de pulmão mata pelo menos três mil pessoas diariamente, grande parte como consequência do uso de tabaco. Além disso, o fumo também está ligado a pelo menos outros 18 tipos de câncer.
Estudo
O tabaco possui substâncias prejudiciais conhecidas como hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (PAH). Os cientistas acrescentaram um um PAH marcado aos cigarros, o fenantreno, e acompanharam seu destino em 12 voluntários.
O fenantreno rapidamente formou uma substância tóxica no sangue, causando mutações. Os fumantes desenvolvem níveis máximos dessa substância em um período de tempo que surpreendeu os pesquisadores: de 15 a 30 minutos depois que terminaram de fumar.
O efeito é tão rápido que equivale a injetar a substância na corrente sanguínea.
A pesquisa foi publicada na revista American Chemical Society.
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novembro 26, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Social
Você tem uma alimentação saudável, pratica exercícios, planta árvores, faz trabalho voluntário e respira a fumaça dos outros.
O fumo passivo mata mais de 600 mil pessoas por ano, segundo um estudo com informações de 192 países colhidas em 2004. Sendo que 40% das crianças e mais de 30% dos adultos não fumantes estão expostos ao cigarro regularmente.
A estimativa é que o fumo passivo mate 379 mil pessoas por doenças cardíacas, 165 mil por doenças respiratórias, 36,9 mil por asma e 21,4 mil por câncer de pulmão, a cada ano. Isso totaliza 1% das mortes do mundo todo.
A OMS está preocupada com as 165 mil crianças que morrem por infecções respiratórias causadas pelo cigarro a cada ano, a maioria no sudeste asiático e na África. Filhos de fumantes têm maior risco de morte súbita, infecções de ouvido, pneumonia, bronquite e asma.
Impacto
O fumo passivo tem o maior impacto nas mulheres, causando 281 mil mortes no ano.
Entre crianças, as mortes pelo fumo passivo se concentram nos países de baixa e média renda. Entre adultos, elas se distribuem de forma mais homogênea.
No Reino Unido, a Fundação Britânica do Pulmão está pedindo que o governo proíba o fumo dentro dos carros. O argumento é de que os pais subestimam o perigo do fumo para seus filhos: eles não fariam algo perigoso como deixar as crianças no meio da rua, mas fumar na frente delas é aceitável.
O estudo da Organização Mundial da Saúde foi publicado no jornal Lancet. As 600 mil mortes por fumo passivo devem ser somadas aos 5,1 milhões de mortes de fumantes ao ano.
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agosto 27, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o cigarro é a principal causa de morte evitável do mundo. É fator de risco para mais de 50 doenças e responsável por 200 mil mortes por ano no Brasil.
O cigarro é um dos piores inimigos da saúde e tornou-se um problema mundial por causa de um dos seus componentes, a nicotina, causadora da dependência física e psíquica.
Seis a cada dez fumantes com câncer não conseguem parar de fumar mesmo depois de saber que estão doentes. O dado foi detectado em levantamento do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo.
Que é prejudicial todo mundo sabe!
No caso do câncer, o tabagismo prejudica a função pulmonar, o que aumenta o risco de complicações durante a radioterapia. Além disso, dificulta a cicatrização, eleva a pressão arterial e o risco de doenças cardiovasculares.
Outro problema provocado pelo cigarro é a interferência na quimioterapia. Para quem é tabagista, o efeito de alguns remédios pode ser bem menor.
Para contornar o problema – 35% dos pacientes atendidos pelo instituto são fumantes – foi adotada a estratégia de distribuição de gomas de nicotina e adesivos.
O cigarro não só causa câncer, derrame, infarto e outras doenças, como também é um problema para as gestantes, ocasionando abortos espontâneos, bebês de baixo peso, hemorragia, partos prematuros e outras complicações devido ao monóxido de carbono e a nicotina.
No entanto, suas consequências não afetam não só os que fumam, como também os que respiram a nicotina indevidamente ao lado do fumante.
Reduz a ação de antibiótico
Estudo realizado pelo curso de Odontologia da Faculdade São Leopoldo Mandic (Campinas/SP), em parceria com a área de Farmacologia da Faculdade de Odontologia da Unicamp, reforça a lista de males causados pelo tabagismo.
Os pesquisadores comprovaram que o cigarro pode afetar de forma negativa a atuação de antibióticos e interferir na eficácia do tratamento proposto.
A pesquisa utilizou o antibiótico Metronidazol, receitado, por exemplo, no tratamento de doenças periodontais e ginecológicas.
A conclusão da pesquisa aponta que para compensar a redução do efeito do medicamento no organismo, dentistas e médicos precisariam ministrar doses maiores do remédio para os pacientes fumantes.
A nova dosagem implica, porém, no risco de potencializar também os seus efeitos colaterais, como alteração de paladar e diarréia, entre outros problemas.
Risco de ataque cardíaco X Quantidade de cigarros
O tabagismo também pode aumentar em três vezes o risco de um ataque cardíaco. Não apenas o consumo, mas a quantidade de cigarros fumados por dia também influenciam!
Segundo a pesquisa Interheart, realizada com mais de 27 mil pessoas, o risco de infarto aumenta em 63% nas pessoas que fumam menos de dez cigarros diariamente. Essa chance é maior (2,6 vezes) para os fumantes que acendem entre 10 e 19 cigarros e de 4,6 vezes para aqueles que fumam mais de 20 cigarros por dia.
Fumo e pílula anticoncepcional: mistura perigosa!
A ginecologista e obstetra Denise Coimbra alerta contra os malefícios do cigarro para a mulher que toma anticoncepcional. Segundo a especialista, nenhuma pessoa deveria fumar, especialmente mulheres que tomam pílula.
É importante ressaltar que a nicotina não tira o efeito da pílula anticoncepcional, mas faz muito mal à saúde. De acordo com a ginecologista, as consequências da combinação cigarro e pílula anticoncepcional dificilmente são percebidas.
“As pacientes fumantes, que usam a pílula como método anticoncepcional, devem estar informadas sobre os riscos dessa mistura. Os anticoncepcionais e a nicotina são vasos constritores, ou seja, provocam a contração das paredes dos vasos sanguíneos. Com o passar do anos, formam uma combinação perigosa, que pode ocasionar riscos de infartos ou AVC”, explica.
Uma alternativa para as fumantes, pelo menos para evitar a combinação, é procurar outras opções de anticoncepcionais, como DIU ou implantes de progesterona, conforme orientação médica.
Preocupado com a aparência?
Cada vez mais homens e mulheres estão preocupados com a aparência, mas os que fumam se esquecem que o cigarro é o grande vilão para a saúde e beleza da pele.
A pele corresponde a 40% do peso corpóreo e, consequentemente, qualquer alteração que ocorra com o organismo, afeta-a diretamente.
Quando os pulmões respiram mal, a taxa de oxigenação da pele também diminui. Com isto, todas as funções metabólicas ficam alteradas, desencadeando o envelhecimento precoce.
“O fumo afeta diretamente a quantidade de vitamina A, C e E (antioxidantes naturais) presentes em grande quantidade na pele, os quais neutralizam as radicais hidroxilas (OH). A falta de vitaminas diminui a resistência aos radicais livres e afeta a síntese de colágeno”, informa a Dra. Edith Kawano Horibe, cirurgiã plástica e presidente da ABMAE – Academia Brasileira de Medicina Antienvelhecimento.
Além disso, não há como ignorar os reflexos negativos do fumo em processos de cirurgia plástica. “A recuperação é mais prolongada e existe um maior índice de complicações como, formação de necroses e problemas na cicatrização”, explica a especialista.
O fumo compromete a cicatrização após as cirurgias que envolvem o desdobramento do tecido cutâneo, como a de rejuvenescimento facial e as plásticas de abdome. Isso ocorre porque há uma diminuição natural da circulação sanguínea, acabando por potencializar os efeitos negativos sobre a pele.
E os dentes amarelos?
Vale lembrar que os dentes também são prejudicados. Com o tempo, ganham um amarelado perceptível. Isso acontece porque o cigarro libera nicotina, provocando o amarelamento e manchas marrons.
Eu quero parar!
De acordo com último levantamento, realizado em 2009, da Pesquisa Especial do Tabagismo (Petab), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 24,6 milhões de brasileiros são fumantes.
A pesquisa mostra também que mais da metade dos entrevistados, 52,1%, afirmou que pretende parar de fumar. Contudo, os especialistas e os próprios fumantes apontam as dificuldades de enfrentar a dependência do tabaco.
Para se ter idéia, o tabagismo representa 16,3% dos 2,8 milhões de ligações feitas ao serviço telefônico do Ministério da Saúde. O serviço gratuito funciona como um guia para a população encontrar respostas sobre as doenças de vários tipos.
Estratégias para abandonar o vício do tabaco somaram 456.580 telefonemas, à frente de dúvidas sobre câncer, aids, rubéola e doação de órgãos (os outros temas mais acessados).
Informações
Para esclarecer dúvidas e dar dicas para parar de fumar, o Instituto Nacional do Câncer (Inca) preparou uma cartilha sobre o tema (clique aqui para acessar o material).
Além disso, entre os dias 28 e 29 de agosto, a Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas (Abead), disponibilizará, em seu no site, um espaço para que os internautas possam enviar dúvidas sobre como parar de fumar. As questões serão respondidas pelos especialistas da associação via e-mail.
Parar de pensar em cigarro não ajuda
Assim como acontece com uma música grudenta, que não para de tocar dentro da cabeça à força, não há fórmula mágica para esquecer o cigarro.
Psicólogos ingleses publicaram na revista “Psychological Science” uma pesquisa que testou a famosa estratégia de quem tenta parar de fumar: pensar em qualquer coisa que não seja cigarro.
Conclusões: A primeira é que o bloqueio de pensamentos incômodos tem um efeito contrário. Há um sucesso temporário, mas a estratégia se revela um tiro pela culatra. O nível de estresse das pessoas que deveriam reprimir pensamentos subiu muito durante a semana em que essa tarefa lhes foi imposta.
A segunda conclusão é que a redução temporária do número de cigarros durante essa semana de supressão de pensamentos leva as pessoas a acreditar que esse método é eficaz, reforçando um comportamento que pode ser prejudicial para o objetivo.
Segundo a psicóloga Sílvia Cury Ismael, do programa de assistência integral ao fumante do HCor, a repressão não ajuda mesmo. O melhor é tentar tirar o fumante do piloto automático e ajudá-lo a avaliar os motivos que o levam a acender o cigarro.
“Usamos a técnica do adiamento. Quando ele vai pegar o cigarro, pedimos que espere mais cinco ou dez minutos, para que a vontade passe. Nisso, ele acaba demorando mais para acender o próximo e vai reduzindo a quantidade de cigarros fumados por impulso”, afirma.
Juliana Moysés, psicóloga do programa PrevFumo da Unifesp, diz que o importante é treinar o fumante para lidar com as situações em que ele recorre ao cigarro, como momentos de estresse ou quando bebe, por exemplo.
“Treinamos a habilidade para enfrentar dificuldades. Ensinamos técnicas de confronto de pensamentos, não de repressão.” Se o pensamento no cigarro emerge, a pessoa deve lembrar que por mais que ele tenha sido importante antes, seu papel é só figurativo, não resolve.
29 de agosto: Dia Nacional de Combate ao Fumo!
- Crianças que fumam: a culpa é de quem?
- Como incentivar a produção de fumo e ao mesmo tempo promover ações antitabagistas?
- Vacina para parar de fumar em teste
* Com informações da FSP.
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agosto 6, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Social
Paulistas devem estar lembrados que no dia 7 de agosto de 2009 as saídas noturnas para os fumantes (e para os não-fumantes também!) ficaram um pouco diferentes.
Amanhã, sábado, faz um ano que a lei antifumo entrou em vigor e tem sido super respeitada pelos estabelecimentos – a adesão foi em 99,78% deles. Mas muito se deve ao serviço da população que denunciou quem estivesse descumprindo as regras.
Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, no total – entre mais de 360 mil fiscalizações na capital, litoral, interior e grande SP – 822 multas foram aplicadas. Destas, 183 foram originadas a partir de denúncias recebidas por telefone ou via portal da lei.
Cerca de 500 fiscais da Vigilância Sanitária e do Procon foram especialmente treinados para fiscalizar o cumprimento da lei. Eles seguem realizando blitze diárias, em diferentes horários, incluindo madrugadas.
Benefícios à saúde pública
Em um ano de atuação, os benefícios já são mensuráveis: em cerca de 700 estabelecimentos pesquisados, como bares, restaurantes e casas noturnas, houve uma redução de até 73,5% nos níveis de monóxido de carbono no interior desses ambientes.
O estudo realizado pelo Instituto do Coração (Incor) do Hospital das Clínicas mostra que a população compreendeu que a lei tinha compromisso com a saúde em público.
Multas por região
Apenas um estabelecimento chegou a ser interditado por 48 horas na cidade de Mogi das Cruzes, por ter sido flagrado três vezes descumprindo a legislação.
A região do Alto Tietê e Guarulhos liderou o índice de descumprimento da lei antifumo paulista no primeiro ano. Em segundo lugar no ranking ficou a capital paulista.
Barretos foi a terceira região do Estado com maior índice de multas sobre o total de inspeções. Já as regiões com menor percentual de multas em relação às vistorias realizadas foram Assis, com 0,01%, e Osasco, com 0,02%.
A multa pelo descumprimento da legislação é a partir de R$ 821,00, dobrando em caso de reincidência. Na terceira autuação o estabelecimento pode ser fechado por 48 horas e, na quarta, a interdição prevista é de 30 dias.
Multas na capital
Levantamento da Secretaria de Estado da Saúde aponta que o Itaim Bibi, na zona sul de São Paulo, liderou o número total de multas por descumprimento da lei. De 7 de agosto de 2009 ao final de junho deste ano, período analisado para o estudo, foram 32 autuações na região aplicadas pelos agentes da Vigilância Sanitária Estadual e do Procon.
Em segundo lugar ficou o bairro da Liberdade, com 20 multas, seguido por Sumaré, Campo Belo e Sé/República, cada um com 19 autuações.
Entre as regiões da cidade, a zona sul lidera, com 109 multas, seguida pela região central, com 78, e a zona leste, com 74. A zona norte teve 70 multas e a zona oeste, 50.
Tipos de estabelecimento
Foram 117 estabelecimentos de naturezas diferentes autuados – 182 multas a bares, 118 à lanchonetes e 82 a restaurantes e similares. Mas outros estabelecimentos (que você nem imagina!) também receberam multas.
Houve, por exemplo, 37 multas em padarias, 31 em armazéns, mercearias e mini-mercados, 21em lojas de roupas, 14 em hotéis, 11 em postos de gasolina e 11 em clubes sociais ou desportivos. Também foram multados 10 lojas de bebidas, 9 farmácias, 8 discotecas ou danceterias e 7 peixarias.
O balanço aponta, ainda, 6 multas a condomínios, 5 a salões de cabeleireiro, 4 autuações a lojas de bijuterias, souveniers e artesanato, outras quatro a hipermercados e quatro a lojas de peças e acessórios para automóveis.
Também receberam inspeção e multas estabelecimentos como lan-houses, armarinhos, comércios de hortifrutigranjeiros, agências de viagem, escolas de idiomas, universidades, livrarias e locadoras de vídeo, dentre outros.
O que você acha da lei?
Quem quiser informar sobre o descumprimento da lei pode fazer a denúncia por meio do telefone 0800 771 3541 ou pelo site www.leiantifumo.sp.gov.br
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julho 13, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Social
A política antitabagista adotada pelo Brasil ganhou uma decisão contraditória com a aprovação de um documento para incentivar e aumentar a produção do fumo no Brasil.
Formulada pela Câmara Setorial do Tabaco (ligada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA), a Agenda Estratégica sugere ações que contrariam ou neutralizam o esforço para colocar em prática políticas de prevenção e redução do tabagismo.
O documento prevê a captação de recursos públicos para um programa de desenvolvimento e inovação do fumo, além da criação de linhas de crédito para o setor com taxas de juros semelhantes ao do Pronaf, voltado à agricultura familiar.
O texto sugere ainda a redução de impostos para a fabricação de charutos e o retorno de embalagens de 10 cigarros, que por ser mais barato e ter apelo junto ao público jovem esse maço está proibido desde 1998.
Contradição
A Agenda Estratégica é contrária a Convenção-Quadro do Tabaco, acordo mundial ratificado em 2005 pelo Brasil com regras deter a expansão do consumo de tabaco e seus danos à saúde.
A concessão de crédito para ampliar a área de plantação de fumo também vai no sentido inverso ao programa de apoio à diversificação produtiva de áreas com fumo.
Assinada por seis ministérios em 2005, a iniciativa tem a proposta de auxiliar fumicultores a mudar de produção. A ideia é proteger os produtores de uma redução futura do mercado e preservá-los de prejuízos.
- Plano para ajudar produtores a migrar do tabaco para outras culturas, evitando prejuízo com a redução da demanda;
- Discussões para defender na próxima Conferência das Partes, em novembro, a proibição da adição de produtos que tornem o cigarro mais atrativo, como açúcar;
- Proibição de embalagens de 10 cigarros, conhecidas como “kid packs”, porque facilitam que adolescentes experimentem;
- Reuniões de grupo interministerial para colocar em prática determinações da Convenção-Quadro do Tabaco. Na agenda, discussões sobre aumento de impostos e elevação do preço dos cigarros.
- Captar recursos públicos para fortalecer e ampliar a cadeira produtiva do fumo, com criação de linha de crédito com taxas de juros semelhante ao do Proaf;
- Evitar a restrição sem fundamento técnico ao uso de novos ingredientes na composição do tabaco;
- Discutir mudanças na legislação que permitam o retorno de maços com 10 unidades, formato atualmente proibido;
- Reduzir o IPI de charutos de 30% para 15%, reduzindo a carga tributária para o setor.
Projeto que proíbe fumo em ambiente fechado ainda aguarda avaliação
A posição de liderança na área antitabagista, conquistada pelo Brasil nos anos 90, começa a ser questionada.
Aprovado em março na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, o projeto que proíbe o fumo em ambientes coletivos fechados em todo o País aguarda há quase quatro meses avaliação na Comissão de Assuntos Sociais.
O relatório do projeto ainda não foi nem mesmo preparado. A senadora encarregada da tarefa, Rosalba Carlini (DEM-RN), promete a entrega para os próximos dias. Mas o Congresso vai entrar em recesso.
A hesitação sobre o fim dos fumódromos no Brasil tem provocado desgaste na imagem do país na comunidade internacional. Doze Estados têm leis proibindo o fumo em ambientes fechados.
* Com informações do ESP.
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maio 10, 2010 por Blog da Saúde
Em: Destaque, Saúde Ambiental, Saúde Corporativa, Saúde Física
É furada. Mesmo se o adolescente fumar uma vez por mês, aproxima-se da dependência, o que aumenta ainda mais se ele demonstrar sintomas precoces como ânsia para fumar ou irritação quando não puder.
O estudo foi publicado na Pediatrics e acompanhou 370 voluntários durante 4 anos. Do total, 62% fumavam pelo menos uma vez por mês, 52% tinham sintomas de dependência e 40% tornaram-se fumantes diários.
Durante os anos de acompanhamento, os sintomas aumentavam conforme eles aumentavam o consumo. Se antes só tinham vontade de fumar, com o passar do tempo os relatos incluíam dificuldade para se controlar, abstinência da nicotina e a frequência passou a ser diária.
Brasil
A idade média em que os jovens começam a fumar vai de 13 a 15 anos. Mas com a contribuição das campanhas antitabagismo, como a Lei Antifumo, mais e mais pessoas deixam de fumar ou têm intenção de parar.
Na Pesquisa Especial de Tabagismo realizada pelo IBGE e pelo Ministério da Saúde, entre 1989 e 2008 o percentual da população brasileira fumante com 15 anos ou mais caiu de 32% para 17,2%.
Substituir o cigarro por cigarrilha e outros derivados do tabaco por achar que são menos prejudiciais, não adianta. Todos esses produtos possuem por volta de 4.700 substâncias tóxicas e mais de 40 são cancerígenas.
E se você acha que precisa de meses para ter algum benefício ao parar de fumar, se engana:
20 minutos após fumar o último cigarro
• a pressão arterial e a frequência cardíaca voltam ao normal
• a temperatura das mãos e dos pés aumenta até o nível normal
8 horas após parar
• estabilizam-se as concentrações sanguíneas de monóxido de carbono e de oxigênio
• não há mais nicotina circulando no sangue
48 horas após parar
• melhora significativa no olfato e no paladar
1 a 3 semanas após parar
• melhora da disposição física
• melhora a circulação sangüínea
• a função pulmonar aumenta em até 30%
1 a 9 meses após parar
• diminuem a tosse, a congestão nasal, a fadiga e a falta de ar
• o risco de doença coronariana fica reduzido à metade se comparado ao risco de um fumante
5 anos após parar
• em 5 a 15 anos, o risco de derrame cerebral fica reduzido ao mesmo de um não-fumante
• o risco de câncer de boca, garganta e esôfago chega à metade do risco de um fumante
10 anos após parar
• a taxa de morte por câncer de pulmão chega à metade da de um fumante
• células pré-cancerosas são substituídas por células saudáveis
Você está esperando o quê para abandonar o vício? Qualquer pessoa pode parar de fumar!
*Este artigo conta com informações do Hospital Albert Einstein
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fevereiro 10, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Física
Se antes você achava que convidar gentilmente os amigos tabagistas a fumar na varanda ou no quintal de casa bastava para livrar-se dos resíduos tóxicos da fumaça…bem, é melhor pensar em outra alternativa.
Uma pesquisa realizada pelo Lawrence Berkeley National Laboratory destaca que mesmo quando apagado, o cigarro permanece sendo uma ameaça à saúde dos não fumantes.
Isso porque as toxinas liberadas na fumaça grudam em superfícies como pisos, carpetes e permanecem ali por semanas e até meses.
Nesse cenário, onde o perigo está invisível aos olhos as mais prejudicadas são as crianças, que brincam, manipulam objetos e engatinham em lugares contaminados.
Além disso, pele, roupa e cabelos de quem fuma – e de quem está próximo – ficam com partículas das substâncias tóxicas.
“Precisa de mais algum motivo para dar o primeiro passo e tentar livrar-se do vício? Se não for por você, que seja pelas pessoas que ama.”
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