Blog da Saúde
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Plantando o futuro, mudando o presente: iniciativa socioambiental em penitenciária

Atuando de maneira diferenciada na preservação do meio ambiente, a empresa Florestas Inteligentes produz não só mudas de árvores, mas auxilia também na recuperação de pessoas. Como? Formando coletores de sementes em comunidades carentes e levando o cultivo das mudas para dentro do Pemamo, penitenciária de Tremembé, em São Paulo.

A iniciativa tem como foco principal a conservação ambiental, inovação e inclusão social. Com o lema “O homem e a floresta em pé”, proporciona aos detentos, por meio do trabalho, a oportunidade de capacitação profissional e remuneração.

Pois ao trabalhar no cultivo das mudas, eles passam a ser chamados de reeducandos e são recompensados. Recebem um salário mínimo, a redução de um dia da pena a cada três trabalhados e a chance de fazer cursos técnicos de jardinagem, viveirismo, paisagismo e restauração florestal da ESALQ (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da USP). Preparando-se, assim, para a volta à sociedade.

Além disso, há a valorização como ser humano. “Depois que comecei a trabalhar aqui fiz coisas para minha família que eu nunca pensei em fazer quando estava na rua. Com o dinheiro deste trabalho, reformei minha casa e construí um jardim para minha mulher”, conta Alcione, reeducando preso há 11 anos.

Reflorestamento

A Florestas Inteligentes cultiva mudas adultas, que são as que têm tamanho superior a 1 metro, produzidas em viveiros e que podem ter diversos fins, como o reflorestamento de áreas degradadas. Essas mudas adultas são mais resistentes do que as menores, e por isso mais comuns em projetos de compensação ambiental.

Nos dois viveiros cultivados na penitenciária são produzidas mensalmente 100 mil mudas. Totalizando, em uma área de 7,8 hectares, 130 espécies. Elas são produzidas em vasos biodegradáveis, que são compostos por casca de arroz, abundante no Vale do Paraíba (região da penitenciária) o que traduz sustentabilidade, por ser matéria prima local e também por evitar a utilização de tubos de PET e sacos plásticos.

Com o trabalho desenvolvido na penitenciária de Tremembé, a Florestas Inteligentes ganhou o Prêmio Governador Mario Covas na categoria Excelência de Gestão Pública, em 2010, quando a iniciativa ainda não havia sido lançanda oficialmente.

Imagem: Florestas Inteligentes

Viveiro de Mudas em Tremembé (Imagem: Florestas Inteligentes)

Vasos biodegradáveis (Imagem: Florestas Inteligentes)

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Foi lançado o Mobilize Brasil, um portal brasileiro de conteúdo exclusivo sobre o tema. O objetivo é estimular debate público a fim da transformação social e da educação.

Notícias sobre mobilidade, iniciativas, transporte público do Brasil e do mundo. O legal é que, dessa maneira, as regiões do país podem se inspirar umas nas outras e aplicar as boas ações, discutir o que dá ou não dá certo.

Para quem sabe que alternativas ao carro devem ser consideradas, mas gostaria de ver a representação disso em números, há também estudos e estatísticas. Por exemplo:

Quer saber como anda a extensão do metrô nas cidades brasileiras (Km)?

Imagem: Mobilize

Ano: 2011 – Abrangência: Cidades Brasileiras

Ou os custos da emissão de poluentes e dos acidentes de trânsito, por modo?

Imagem: Mobilize

Ano: 2008 – Abrangência: Brasil – municípios com mais de 60 mil habitantes

Iniciativa bacana também é um reflexo de um mundo que tem percebido a necessidade das cidades serem feitas a favor das pessoas.

Tudo sobre Mobilidade Urbana Sustentável

Foi lançado o Mobilize Brasil, um portal brasileiro de conteúdo exclusivo sobre o tema. O objetivo é estimular debate público a fim da transformação social e da educação.

Notícias sobre mobilidade, iniciativas, transporte público do Brasil e do mundo. O legal é que, dessa maneira, as regiões do país podem se inspirar umas nas outras e aplicar as boas ações, discutir o que dá ou não dá certo.

Para quem sabe que alternativas ao carro devem ser consideradas, mas gostaria de ver a representação disso em números, há também estudos e estatísticas. Por exemplo:

Quer saber como anda a extensão do metrô nas cidades brasileiras (Km)?

Ano: 2011 – Abrangência: Cidades Brasileiras

Ou os custos da emissão de poluentes e dos acidentes de trânsito, por modo?

Ano: 2008 – Abrangência: Brasil – municípios com mais de 60 mil habitantes

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A arquitetura e a decoração também estão se adequando à onda de sustentabilidade. Há uma tendência na Europa que agora chega ao Brasil: as piscinas ecológicas. Desenvolvidas a partir dos anos 90, elas vêm, aos poucos, substituindo as piscinas clássicas.

Com o verão por perto nada melhor do que uma piscina para relaxar e se refrescar, não é? Mas as convencionais, que contêm cloro e outros produtos químicos, além de gastarem energia, poluem o meio ambiente, ressecam a pele, os cabelos e irritam os olhos.

Os produtos derivados de cloro são substâncias perigosas e responsáveis por danos ambientais, como a redução da camada de ozônio. Pois estão presentes em: dioxinas, DDT, Agente Laranja, PCB’s e os destruidores do ozônio (CFC’s). As piscinas ecológicas não causam nada disso; são como lagos artificiais.

Elas são uma espécie de ecossistema aquático em pequena escala, uma vez que a água é tratada naturalmente e a qualidade mantida por um sistema ecológico de circulação e filtragem dos resíduos, através de filtros naturais de areia, pedras e plantas, juntamente a um tratamento complementar com equipamentos de ionização ou raios UV, que limpam a água sem uso de elementos químicos.

A construção das piscinas naturais compreende a um sistema com duas áreas de igual volume, uma para utilização propriamente dita, e outra para a regeneração e tratamento da água, onde ficarão as plantas, o substrato etc., além das bombas e equipamentos.

A ecopiscina traz em si um conceito que não prejudica o meio ambiente, fornecendo também integração à natureza. Além disso, nas biopiscinas, também é possível reutilizar a água da chuva, captada pelos telhados, o que gera economia de água e promove a sustentabilidade.

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Imagem: Greenpeace

Você sabia que o Brasil detém a mais importante zona de biodiversidade do Atlântico Sul? Ela se chama Abrolhos, é um arquipélago no litoral da Bahia que abriga corais de até 7 mil anos de idade e 1300 espécies, sendo que quarenta e cinco já estão ameaçadas de extinção.

Foi lá que nasceu o primeiro parque nacional marinho do Brasil, em 1983. E, além disso, de junho a novembro, a região é usada pelas baleias jubarte para acasalamento. Vindas da Antártida, elas usam as águas quentinhas (24 °C) de Abrolhos para se reproduzirem e amamentar os filhotes.

Mas não estão deixando as jubarte namorarem em paz, pois a região está sendo cobiçada pela indústria petroleira.  O que vem colocando o ciclo reprodutivo das baleias e todas as espécies que lá vivem em risco. Isso sem contar com as mais de 80 mil pessoas que sobrevivem do turismo e pesca local.

Abrolhos não resistiria aos danos causados por poluição ou vazamento de um desastre como o do Golfo do México, que derramou cerca de 700 milhões de litros de petróleo no mar. Todavia, treze blocos de exploração já foram licitados pelo governo para dez empresas petrolíferas.

Foi pensando nisso que o Greenpeace Brasil, juntamente com a AlmapBBDO, lançou a campanha “Deixe as baleias namorarem”, pedindo ao governo e às empresas uma moratória de 20 anos na exploração de gás e petróleo da região.

Assista abaixo aos vídeos da Campanha:

Entenda os danos que a comunidade pode sofrer:

Não deixe esse Sítio do Patrimônio Mundial Natural se transformar em mais uma zona de exploração de petróleo. Para ajudar, há um abaixo-assinado, um aplicativo e cartões postais disponíveis no site da Campanha.

Vamos deixar as baleias namorarem! - As baleias jubarte passaram por séculos de caça comercial e quase foram dizimadas. A sua caça foi proibida há 40 anos, mas elas ainda são consideradas pelo Ibama como uma espécie vulnerável.

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Você, que leva seu filho para a escola todos os dias de carro, já pensou em organizar um rodízio com os outros pais? E você que vai sozinho ao trabalho e volta, diariamente, sabe o que é o sistema de carona solidária?

Numa sociedade cada vez mais dependente do carro para a locomoção existem pessoas caminhando na direção contrária, para amenizar essa dependência e os danos causados ao meio ambiente por ela.

Todos os dias, inúmeros carros circulam com apenas um ocupante. Então por que não promover esquemas de caronas?

Além de auxiliar na redução dos congestionamentos e da poluição das cidades, os caronistas (quem dá) e caroneiros (quem pega) ainda economizam e têm maior interação social com os amigos ou até fazem novas amizades e ampliam o networking.

Para organizar a carona solidária na hora de levar os filhos à escola, temos algumas dicas:

- Converse com os seus filhos para saber se eles têm sugestões de amigos que morem por perto;

- Faça com que eles anotem na escola os endereços dos colegas para organizar um trajeto;

- Converse com os outros pais e proponha um rodízio entre os que participarão.

Aos que vão ao trabalho na hora do rush e sozinhos, é válido colocar cartazes nos murais do condomínio, no local de emprego ou estudo; conversar com vizinhos e colegas de trabalho para organizar um rodízio entre os motoristas; criar os trajetos etc.

Outra opção interessante é se cadastrar em sites como o Carona Solidária, E-CaronaUniCaronas e Campus Aberto.

Ao otimizar o uso do carro, você contribui para a diminuição: da poluição do ar, das emissões de gases que provocam o efeito estufa, da dificuldade de circular pela cidade e do estresse provocado pelos congestionamentos.

Dar carona é assumir o papel de agente transformador e servir de exemplo e inspiração como consumidor consciente.

Mobilize outros cidadãos a mudarem seus hábitos de transporte e contribuírem para um mundo mais sustentável.

Confira alguns dados a respeito da situação dos carros e da poluição nas grandes cidades:

- A má qualidade do ar nas principais capitais do país provoca a morte prematura de 11,6 mil pessoas por ano.

- A frota de veículos no estado de São Paulo tem aumentado quatro vezes mais depressa do que o número de habitantes. Entre 2002 e 2006, enquanto a população cresceu 6,2%, a frota se expandiu 26%.

- A queima de combustíveis fósseis, como gasolina e diesel, é uma das principais causas do aquecimento global.

- 30% dos trabalhadores da cidade, passam cerca de 3h30 no trânsito todos os dias, emitindo 32,5 milhões de toneladas de CO2 anualmente.

Conheça o ciclo do petróleo assistindo ao vídeo do Akatu Mirim abaixo:

Fonte: Instituto Akatu e Carona Solidária.

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O vidro é um material milenar e sempre foi símbolo de nobreza e elegância. E a embalagem (potes para alimentos, frascos, garrafas, produtos farmacêuticos) é uma das mais antigas e frequentes aplicações do material.

É possível colocar qualquer tipo de produto em uma embalagem de vidro, mas ela não põe nada de si nos alimentos. Em um pote de geléia, por exemplo, há só geléia, nenhuma molécula de vidro. E assim ocorre com o mel, com o leite ou com o molho de tomate.

Entre seus atributos, está a singular capacidade de barrar gases. Pois o CO2 que é dissolvido no produto não passa pelo vidro, o que acontece em alguns tipos de materiais. Diferentemente de alguns tipos de embalagens plásticas e latas, o vidro não libera ftalatos, nem contém bisfenol A.

Sendo assim, o conteúdo não sofre alteração de sabor, odor, cor ou qualidade porque ele é 100% inerte, neutro, e tem alta resistência química – até por ser um composto totalmente natural (fusão de três minerais: cálcio, sódio e areia).

O vidro possui alta estabilidade térmica, então pode ser aquecido e resfriado sem nenhuma interação ou troca com o produto nele armazenado, que, por conta dessas características, pode ter a vida útil até dobrada.

Benefícios

•    Reciclável, Retornável, Reutilizável;

•     Higiênico: por ser fabricado com elementos naturais, ele protege os produtos por mais tempo e dispensa a utilização de conservantes adicionais;

•    Impermeável: não é poroso e funciona como uma barreira contra qualquer agente exterior, mantendo assim os produtos mais frescos, aumentando a vida útil em relação a outros tipos de embalagens;

•    Resistente: mudanças bruscas de temperatura e umidade não são um problema para as embalagens de vidro;

•    Transparente: o consumidor visualiza o que pretende comprar. Os produtos ganham uma imagem confiável;

E tem coisa mais charmosa e saborosa do que aquele leite em garrafa de vidro? Quem pensa que isso é coisa do passado está redondamente enganado. Pois algumas empresas já estão unindo esse conceito tradicional às novas realidades e necessidades do mercado.

Modernidade

Com tecnologia do futuro, mas um design saudosista – As embalagens de vidro estão sendo eco-projetadas. O uso dos recursos naturais já está sendo otimizado, o que reduz em 15% a emissão de CO2. Algumas das garrafas no mercado já são até 30% mais leves do que as antigas.

Produzidas com um peso cada vez menor, sem perder suas características originais, permitem melhor desempenho ambiental da logística de transporte e distribuição.

Reciclagem

O vidro é 100% reciclável e não poluente – Completando esse ciclo alinhado e sustentável, estão as diversas ações de reciclagem e a recuperação do que já foi utilizado. De um pote é possível que seja feito outro exatamente igual sem adições, apenas retornando-o ao forno.

Com um quilo de caco se faz um quilo de vidro, assim há redução no gasto de energia e diminuição na retirada de matéria-prima da natureza.

As embalagens desse material também têm a vantagem de poderem ser retornáveis e utilizadas diversas vezes.

Nesse ciclo todos saem ganhando: a sociedade, o meio ambiente e a própria indústria. Porque além de ser uma atividade lucrativa, a reciclagem também apresenta um importante caráter social por apresentar geração de empregos e, consequentemente, de renda, que beneficia camadas mais carentes da população.

Fonte: Guia de Embalagens para Produtos Orgânicos do Instituto de Embalagens.

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Muito já se falou dos danos que os gases emitidos pelos automóveis e carros causam à atmosfera. Mas quase não se comenta sobre os impactos ambientais que a manutenção do seu carro pode gerar.

Podemos reverter esses danos adotando atitudes sustentáveis, sendo motoristas e cidadãos mais conscientes.

Além de o carro poluir, ele ainda nos faz perder tempo de trabalho e lazer quando enfrentamos os congestionamentos diários dos grandes centros.

Para você que não abre mão do automóvel, e não quer adotar um transporte alternativo, vale a pena conferir como continuar sendo um motorista, mas pensando no nosso planeta.

Como ser um condutor consciente

Escolher a oficina mecânica certa, que tenha uma logística reversa, ou seja, dando o descarte correto do óleo, pneu, plástico etc. Optar sempre pelos biocombustíveis, e não pela gasolina ou diesel, são simples atitutes que fazem toda a diferença.

Essas ações ajudam o nosso ar a ficar mais puro e também reduzem os custos que acabamos tendo com a conservação dos carros.

Assista no vídeo abaixo algumas dicas para dirigir com responsabilidade ambiental:


Inovação

Trabalhar focado em sustentabilidade é sempre um diferencial. Em gestão de frotas, mais ainda. Então, com pioneirismo na área é que a Ecofrotas, desde 2006, vem atuando para reduzir o impacto ambiental provocado pelos veículos de empresas.

A Ecofrotas participa da compra de créditos de carbono no mercado voluntário para compensar as emissões de CO2, e conta com mais de 5000 oficinas credenciadas em todo o Brasil, que fazem o descarte correto dos resíduos. Além de contar com a certificação ambiental da rede de postos de abastecimento.

A inovação pode ser vista também no relatório que consegue mensurar a emissão de CO2 de cada veículo, na utilização da manutenção preventiva, no sistema de controle de utilização de combustíveis renováveis, entre outras coisas.

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Com o lema “Começa com você”, o Festival de música e arte SWU ocorrerá entre os dias 12 e 14 de Novembro, em Paulínia, no interior de São Paulo.

Nesta segunda edição, a área do evento será 3 vezes maior do que a da primeira, em Itu. E, além das diversas intervenções artísticas, o Festival contará com quatro palcos, sendo três deles ao ar livre, e uma tenda eletrônica, com os seguintes nomes: Consciência, New Stage, Energia e Tenda Heineken Greenspace.

O evento, que une música e sustentabilidade, terá 70 atrações ao total ,e o público estimado para os três dias é de 210 mil pessoas.

As atrações internacionais já confirmadas para esta edição são:

•    Dia 12 de Novembro:
Black eyed peas, Snoop Dogg, Damian Marley, Michael Franti e Spearhead, James Murphy e Frankie Knuckles.

•    Dia 13 de Novembro:
Peter Gabriel & The New Blood Orchestra, Chris Cornell, Duran Duran, Afrojack e Fedde Le Grand.

•    Dia 14 de Novembro:
Faith no More, Sonic Youth, Megadeth, Primus, Black Rebel Motorcycle Club, 311, Down, Miyavi, Sven Vath, Joris Voorn, Nic Fanciulli, M.A.N.D.Y, Loco Dice, Damian Lazarus, Layo e Bushwacka.

Paralelamente às atividades musicais e artísticas ocorrerá, no Teatro Municipal de Paulínia, o 2º Fórum Global de Sustentabilidade.

Entre os palestrantes do evento estão: o cantor e compositor Neil Young, o surfista John Rose, Mário Mantovani (SOS Mata Atlântica), The Voice Project e Virgílio Viana (diretor geral da Fundação Amazonas Sustentável).

Como intuito de movimentar o maior número de pessoas em prol da conscientização, e da importância das pequenas atitudes diárias de cada um, em função de um planeta mais sustentável, o movimento SWU vai além dos shows e da curtição. Ele engloba concursos culturais e socioambientais, palestras, conteúdo online e ainda ações para as crianças.

Até as crianças

O SWU Kids tem o intuito de esclarecer, de maneira mais lúdica, o conceito de sustentabilidade para os pequenos.

O vídeo abaixo faz parte de uma série animada voltada para eles.

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Quando o assunto é panfletagem não existem muitas formas de diversificar e ser irreverente. Mas a ONG WWF da Hungria encontrou uma maneira de ser criativa utilizando apenas um panfleto e dois voluntários vestidos de panda.

A ação aconteceu em um shopping e atingiu cerca de 250 mil pessoas com a seguinte mensagem: “Apenas uma cópia foi impressa, porque acreditamos que ele pode convencê-lo a dar 1% do seu imposto para a preservação. Ajude a salvar as florestas. 2011 é o Ano das Florestas”.

Durante a panfletagem, um voluntário se posicionava no início da escada rolante e entregava o folheto, enquanto o outro esperava ao final da escada. Assim, a pessoa lia a mensagem enquanto subia, ou descia, e devolvia o panfleto ao outro voluntário.

Confira o vídeo da campanha:

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Imagine se você pudesse enterrar tudo que não usa mais, como um par de tênis velho, por exemplo. E se, ao ser enterrado, se transformasse em lindas flores silvestres?

Por incrível que pareça isso já é possível. E, pensando em sustentabilidade na indústria da moda, a OAT Shoes criou tênis biodegradáveis, fabricados com cânhamo, cortiça, algodão biológico, plásticos biodegradáveis, lixívia sem cloro e outros materiais amigos do meio ambiente. Que, além disso, quando enterrados, dão flores!

Os tênis demoram em média 6 meses para se biodegradarem totalmente. Mas, segundo o fabricante, bastam apenas alguns dias enterrados para que as flores silvestres apareçam.

Imagem: OAT Shoes

Nem sempre é fácil fazer escolhas verdes. Optar pela consciência ecológica, muitas vezes, significa ter de fazer concessões na aparência, funcionalidade, preço ou conveniência. Geralmente, quando se compra sapatos, não se leva em conta as implicações éticas e sustentáveis, mas sim, a beleza e o conforto. Então para aqueles que gostam de unir estilo e consciência ambiental essa novidade mostra que muitos dos nossos costumes podem se tornar ecologicamente corretos.

Para quem se interessou em ter o seu tênis enterrado no jardim, os sapatos OAT ainda não podem ser encontrados no Brasil. Somente em lojas na Holanda, Bélgica e para entrega dentro da Europa, através da loja virtual. Os tênis são unisex e custam por volta de €140,00.

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O projeto que proíbe a venda e distribuição de sacolas plásticas nos comércios da cidade de São Paulo foi aprovado pela Câmara. O próximo passo fica com o prefeito Gilberto Kassab, que pode vetar ou sancionar a lei, segundo o Valor Online.

O objetivo é encontrar alternativas como o uso de sacolas não descartáveis. As sacolas plásticas demoram mais de cem anos para se decompor, poluem os mananciais, entopem bueiros e causam enchentes.

Pelo projeto, a medida entra em vigor a partir de 1º de janeiro de 2012. A multa para o comércio que desrespeitar a lei fica entre R$ 50 e R$ 50 milhões ou a licença comercial suspensa.

Acordo feito também neste mês

O governo do estado e a Associação Paulista de Supermercados (APAS) firmaram um acordo no dia 9 de maio para banir as sacolas plásticas, feitas com petróleo, dos estabelecimentos.

Este acordo só vale para o setor e não prevê punição para quem desrespeitá-lo. As sacolas plásticas deverão ser substituídas por embalagens ecológicas que se decompõe em poucos meses.

A substituição, que deve ocorrer a partir de janeiro do ano que vem, é gradativa e não obrigatória. Outras cidades do país, como o Rio de Janeiro, já aprovaram medidas semelhantes.

Manifestantes do setor químico de São Paulo protestaram contra a medida, afirmando que a ação pode provocar demissões.

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Divulgação/Lufthansa

Os primeiros voos comerciais do mundo movidos à biocombustível serão realizados em abril de 2011, com o Airbus A321, da empresa alemã Lufthansa. O combustível é feito com uma mistura de 50% de óleo vegetal hidrogenado e 50% de querosene tradicional.

Em nota, a empresa informa que os voos serão realizados na rota Hamburgo-Frankfurt por um período de seis meses, em fase de testes do projeto “Burn Fair”, que avaliará “o impacto a longo prazo dos biocombustíveis sustentáveis na aviação”.

O representante da Lufthansa, Wolfgang Mayrhuber, disse acreditar que haverá grandes oportunidades de utilizar querosene biossintético, mas alerta que primeiro eles querem aprender com a experiência diária. A proposta é inicialmente fornecer assistência técnica e monitorar as propriedades do combustível.

“A Lufthansa é a primeira linha aérea do mundo que utilizará o biocombustível em seus voos e este passo é um importante marco dentro da estratégia para conseguir uma aviação sustentável”, ressaltou Mayrhuber no comunicado.

Outras linhas aéreas, como a KLM e a Continental, já estão testando os biocombustíveis, mas a Lufthansa será a primeira a usar o óleo vegetal em voos comerciais.

No Brasil

No mês passado, a TAM realizou o primeiro voo experimental da América Latina utilizando biocombustível produzido a partir do óleo de pinhão manso, uma biomassa vegetal brasileira.

A aeronave, um Airbus A320, decolou do Aeroporto Internacional Tom Jobim/Galeão, no Rio de Janeiro, retornando ao mesmo aeroporto depois de 45 minutos. O teste é parte de um projeto para reduzir as emissões de gás carbônico nos voos da companhia aérea.

“A realização deste voo experimental materializa a participação da TAM num amplo projeto de desenvolvimento da cadeia produtiva desse biocombustível de biomassa vegetal, com o objetivo de se criar uma plataforma brasileira de bioquerosene de aviação sustentável”, diz em nota o presidente da companhia, Líbano Barroso.

O próximo passo será a implementação de uma unidade de plantio de pinhão manso, em escala reduzida, no Centro Tecnológico da TAM em São Carlos (SP).  O objetivo é estudar a viabilidade técnica e econômica da instalação de uma cadeia produtiva de biocombustível à base de óleo de pinhão manso, desde a matéria-prima até a distribuição do bioquerosene.

O pinhão manso é uma planta que não concorre com a cadeia alimentar porque é imprópria para consumo humano e animal, “podendo ser consorciada com pastagens e culturas alimentícias”, explica a empresa no comunicado.

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Você tem a casa dos seus sonhos na cabeça, mas não tem ideia de como colocar no papel? Muitos menos de como torná-la realidade? Uma boa dica para os aspirantes a arquiteto é o “Manual do Arquiteto Descalço” (editora Empório do Livro).

O livro, escrito pelo holandês Johan Van Lengen, mistura arquitetura e sustentabilidade, trazendo uma série de orientações e dicas para um homem comum construir sua casa, sem desrespeitar a natureza ou agredir o ambiente.

Muito além da casa na árvore…

Com base na bio-arquitetura, um conceito que une ecologia, arquitetura e urbanismo, o manual revela técnicas e maneiras de construção em harmonia com a natureza e os seus recursos, promovendo o equilíbrio entre o meio ambiente e o progresso.

No “Manual do Arquiteto Descalço”, o leitor encontrará instruções básicas e úteis sobre contextos climáticos, formas e materiais capazes de solucionar questões que envolvem energia, água e saneamento por meio do uso de ecotecnologias alternativas, iniciativas criadas especialmente para promover a preservação dos recursos naturais.

O livro traz a apresentação completa de uma obra, desde os primeiros esboços até tabelas com misturas de argamassa. São dez capítulos, que envolvem cerca de 500 páginas, com ilustrações e explicações detalhadas.

Como já comentamos no Blog da Saúde, a sustentabilidade deixou de ser um tema da moda, em constante discussão, para tornar-se uma necessidade quando o assunto é a preservação do meio ambiente. Faça sua parte!

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Hospital remete à saúde, certo? E o que isso tem a ver com sustentabilidade? Hoje em dia, muito! Alguns hospitais, clínicas e centros de saúde estão investindo em ações que, além de contribuir com a saúde dos pacientes e reduzir gastos, podem ajudar o meio ambiente.

Saúde e Meio Ambiente

O Hospital viValle, de São José dos Campos (SP), é um exemplo de instituição que está investindo em ações verdes e implantando uma série de iniciativas que podem ajudar à preservação ambiental. Iniciados em julho de 2009, os projetos em andamento visam à economia de energia, reutilização da água e tratamento de resíduos.

Energia

O viValle está substituindo toda sua iluminação por lâmpadas de LED. Além de durar mais tempo, as lâmpadas economizam energia. Para se ter ideia, uma lâmpada LED consome 80% menos energia se comparada a uma lâmpada incandescente.

A LED é fabricada com material semicondutor semelhante ao usado nos chips de computador. Quando percorrido por uma corrente elétrica, emite luz. O resultado é uma peça menor, que consome menos energia e tem uma durabilidade maior.

Mais algumas informações interessantes*:

- Enquanto uma lâmpada comum tem vida útil de 1.000 horas e uma fluorescente de 10.000 horas, a LED rende entre 20.000 e 100.000 horas de uso ininterrupto;

- Uma lâmpada incandescente converte em luz cerca de 5% da energia elétrica que consome, já as lâmpadas LED convertem até 40%: redução de desperdício de energia que traz benefícios evidentes ao meio ambiente.

“Apesar de ainda não ser possível mencionar em números o resultado total dessa ação, só no setor de internação, o hospital já economiza cerca de R$ 600,00 na conta mensal de energia elétrica”, informa Vinícius Muradas, supervisor de engenharia do hospital.

O viValle conta ainda com um sistema de aquecimento solar, que supre 40% da necessidade de água quente de todo o hospital. A proposta é ampliar esse sistema para atingir sua total demanda.

Água que vai…e volta!

O pavimento externo também segue a linha ecológica: ele é todo feito com bloquetes intercalados, que não impermeabilizam o solo, facilitando que a água da chuva volte para o lençol freático.

Para onde vai o lixo?

Além disso, o viValle possui um Plano de Gerenciamento de Resíduos, que engloba ações de tratamento de resíduos químicos, reciclagem, acondicionamento e destinação adequada para materiais cortantes e contaminados.

“O trabalho é todo feito pelo próprio hospital, mediante um documento redigido em conjunto com o Serviço de Controle de Infecção Hospitalar e Segurança do Trabalho. Temos reuniões mensais para deliberar as ações descritas em ata”, explica o engenheiro.

Novidades

Além do aprimoramento das ações em andamento, o Hospital viValle está finalizando um estudo para implantação de uma ETE (Estação de Tratamento de Esgoto).  “Além de toda a economia que essas ações trazem, o fator que nos impulsionou foi a responsabilidade ambiental, que está diretamente ligada à saúde”, ressalta Muradas.

O Blog da Saúde vem destacando ações e iniciativas que visam ajudar à preservação do meio ambiente. A proposta é divulgar e estimular a transformação de entidades e organizações em locais “verdes”. Você conhece algum estabelecimento que investe em ações sustentáveis? Escreva para nós!

*Dados Planeta Sustentável.
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Você já contou quantos copinhos plásticos utiliza por dia?

Agora, além da opção de substituir o copo plástico pela caneca, por exemplo, uma outra iniciativa sustentável parece eficiente para ajudar o meio ambiente: o copo descartável de papel.

O Ecopo foi criado para reduzir o uso do plástico e diminuir o volume de lixo nas empresas. É basicamente um envelope que pode ser utilizado para beber água e outros líquidos.

Ele mantém a praticidade dos copinhos plásticos, mas aumenta o nível de sustentabilidade do produto.

Feito de fibras de madeira reflorestada e uma fina camada de plástico degradável, ele se decompõe em até 18 meses e pode ser reciclado como papel comum. O Ecopo possui coloração parda, já que dispensa o uso de químicos branqueadores que podem fazer mal à saúde.

A capacidade de cada um é de 65 mililitros. No entanto, se a quantidade não for suficiente para sua sede, é possível reutilizá-los mais de uma vez!

Veja como usar o Ecopo:

Fonte: Ecopos

O inconveniente? Não é possível equilibrá-lo em uma mesa ou tomar café e chá muito quente (o papel não é isolante térmico), mas ainda assim parece uma boa opção para quem não é adepto das garrafinhas, xícaras ou copos de vidro no trabalho.

Criado com tecnologia coreana e produzido por uma empresa brasileira, o Ecocopo tem certificação para contato direto com alimentos.

A invenção já existe em países asiáticos há pelo menos 10 anos mas, só agora, está sendo  produzido no Brasil.

Só para lembrar: o plástico, responsável por boa parte da parcela do lixo que polui a natureza, é produzido, principalmente, a partir do petróleo. Além disso, se não for reciclado, pode levar até 450 anos para se decompor…

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Quem trabalha em escritório sabe quanto papel é desperdiçado diariamente: documentos que não são mais usados, fichas, formulários, apostilas, material para revisão, comunicados…até em casa, se não prestarmos atenção, acabamos gastando muito com impressão.

Hoje, já existem ações para conter o desperdício e promover o uso consciente da impressora, mas que tal um equipamento que reutiliza todos aqueles papéis que, se não são utilizados para rascunho, vão direto para o lixo?

A Sanwa PrePeat RP-3100, criada pela empresa japonesa Sanwa, é uma impressora sustentável. Além de reaproveitar os papéis de rascunho ou documentos com erros de impressão, o equipamento não precisa de toner ou tinta. Outro ponto positivo: suas folhas podem ser utilizadas até 1000 vezes!

O equipamento possui um cabeçote térmico e suas folhas são feitas de garrafas PET recicladas. Esses papéis especiais são termoplásticos, assim podem ser apagados e usados novamente. Segundo o fabricante, por enquanto a impressão pode ser feita apenas em preto e branco.

A novidade ainda tem um custo alto para o consumidor: a primeira versão do equipamento custará em torno de U$ 5 mil. Além da impressora, o consumidor precisa também adquirir suas folhas especiais. O valor? Cada uma terá custo de U$ 3,00.

O produto pode ajudar a reduzir custos daqueles que estão acostumados a gastar de tempos em tempos com novos cartuchos de tinta e possuem pilhas de impressões erradas que acabaram virando rascunho. Além disso, incentiva a reciclagem e evita a produção de milhares de cartuchos de tinta. É esperar para ver!

Veja como ela funciona:

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O ato de limpar as mãos é simples, certo? Basta lavar cuidadosamente com água e sabão. Mas na hora de secar…

Qual sua preferência: toalha de papel ou secador de ar? Calma! Antes de decidir, alguns pontos devem ser considerados.

SAÚDE

Como as bactérias se proliferam nas mãos molhadas, o método que remove mais umidade deve, teoricamente, ser mais eficaz. No entanto, alguns estudos sugerem a interferência de outros fatores.

Pesquisas têm demonstrado que os secadores de ar convencionais, aqueles encontrados em shoppings, bares e restaurantes, por exemplo, são áreas de reprodução de bactérias que contaminam as mãos e dispersam os germes pelo ambiente.

Isso vale também para os modelos mais recentes, com sistemas de jato de ar em que os usuários colocam as mãos em um recipiente enquanto o ar dispara rapidamente.

Mas atenção! Esses estudos podem apresentar um conflito de interesses: o financiamento da indústria do papel.

No ano 2000, a Clínica Mayo conduziu um dos poucos estudos independentes sobre a questão. Os pesquisadores recrutaram cem pessoas, contaminaram suas mãos e, em seguida, lhes instruíram a lavá-las com água e sabão.

Depois, pediram que passassem as mãos sob um secador de ar quente durante 30 segundos ou utilizassem um pano ou toalha de papel descartável por 15 segundos.

Os resultados

No final, os cientistas observaram um empate. Os dois métodos secaram bem as mãos e produziram reduções equivalentes de bactérias.

A melhor evidência disponível, no entanto, indica que o método de secagem é menos importante quando comparado com o tempo investido na eliminação dos germes: ou seja, quanto mais tempo, melhor para sua saúde!

JÁ QUANDO O ASSUNTO É O MEIO AMBIENTE…

Ambos possuem suas vantagens e desvantagens. Tanto as toalhas de papel quanto os secadores têm um custo ambiental. De um lado as árvores desmatadas, de outro o consumo de energia e a produção do equipamento. Vamos as contas.

O papel

O papel toalha pode ser de celulose virgem, que vem de floresta de reflorestamento. A vantagem é que uma árvore nova consome muito gás carbônico (CO2) e libera quantidades elevadas de oxigênio para crescer, ao contrário de uma árvore mais antiga.

No entanto, no Brasil ainda existe certa dificuldade em saber a origem exata da matéria-prima – mesmo que seja a minoria dos fornecedores – uma vez que temos problemas com o corte ilegal e o desflorestamento.

Há também o papel toalha reciclado…e neste caso, vale uma observação.

De acordo com Sidney Valeije, diretor de descartáveis da Associação Brasileira do Mercado Institucional de Limpeza (Abralimp), o processo para a produção de papel toalha reciclado usa muitos materiais químicos, que podem poluir mais do que a fabricação de outro papel qualquer.

Além disso, sem saber sua origem, muitas vezes o papel reciclado tem mais risco de contaminação e gera mais consumo, já que pode vir papéis que não são feitos para absorver direito.

Tanto um quanto o outro gastam em transporte…Aliás, a maior parte da madeira usada nas grandes capitais brasileiras vem de florestas do Norte ou Centro-Oeste.

No caso do papel toalha, vale lembrar também que poucos são aqueles que respeitam a recomendação do uso de uma ou duas folhas de papel e acabam usando três, quatro ou quantas acharem necessário.

Secadores

Pesquisas indicam que o secador de mãos é mais eficiente do ponto de vista sustentável e de custos, mesmo utilizando a energia elétrica. A maioria utiliza, aproximadamente, 2.200 watts de energia quando ligados, e 2 watts quando estão em stand by.

Ao secar as mãos durante 30 segundos, serão consumidos 0.018 kWh de eletricidade. Fazer isso três vezes ao dia, durante um ano, consumirá 19.71 kWh, que responde por 12 quilos de emissões de dióxidos de carbono.

Parece muito?

Embora os dados de consumo de energia, produção dos materiais e transporte do produto vão contra aos secadores de mãos, eles ganham graças à durabilidade e à falta de manutenção. Estima-se que um produto desses tem uma vida útil de sete a dez anos.

Segundo a fabricante americana World Dryer, durante seu ciclo de vida – que em média é de 10 anos -, o secador emite 3 toneladas de CO2 a menos do que a produção de papel toalha, se usado proporcionalmente.

São 1,6 toneladas liberadas pelo aparelho contra 4,6 toneladas do papel.

CONVIVÊNCIA

O assunto é polêmico e novas pesquisas vão surgir sempre. A questão é que, independente dos resultados, os dois podem (e devem) conviver.

Por exemplo, em um aeroporto ou no trabalho, o usuário precisa escovar os dentes ou secar o rosto…difícil fazer isso com o secador de ar, não? Vai demorar e o resultado talvez não seja assim tão bom!

Por isso, o mais sensato é manter os dois. Cabe, no entanto, aos usuários utilizá-los com consciência e moderação. O meio ambiente agradece!

*Com informações do jornal The New York Times, revista Galileu e Planeta Sustentável.
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A rede FTC – Faculdade de Tecnologia e Ciência – promove, entre os dias 13 e 15 de setembro, o Simpósio Internacional Sobre Sustentabilidade na cidade de Salvador, Bahia.

Nomes dos setores empresarial, governamental e comunitário estarão presentes no evento para debater, promover, disseminar e estimular discussões sobre a sustentabilidade.

Durante os três dias, a programação conta com palestras, exposições sobre negócios sustentáveis, visitas técnicas a indústrias e empresas consideradas modelos de sustentabilidade e rodadas de negócios.

Serão apresentadas também algumas experiências empresariais de sucesso. A proposta é compartilhar práticas e soluções, além de mostrar que a sustentabilidade deixou de ser apenas um diferencial competitivo para ser condição necessária às organizações existentes.

De acordo com Rita Agra, gerente de negócios coorporativos da FTC e organizadora geral do simpósio, hoje as empresas são fundamentais na consolidação de uma sociedade mais sustentável, acima de tudo, como educadoras.

Apesar do foco empresarial do evento, os debates terão impacto em toda a sociedade. Temas como energias renováveis e fontes de financiamento para a área de sustentabilidade serão debatidos por palestrantes de diversos setores.

Para mais informações, entre em contato pelo e-mail sustentabilidade@ftc.br ou pelos telefones:
- Salvador e região metropolitana 4002-3220
- Demais localidades 08002843220

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