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Grupo Bradesco Seguros lança “Cadernos de sustentabilidade”

O Grupo Bradesco Seguros lançou o “Cadernos de sustentabilidade”. A publicação – disponível, em versão on-line, no endereço www.bradescoseguros.com.br/sustentabilidade – mapeia as iniciativas e inovações do Grupo Segurador nessa área, em um registro inédito de sua ligação com o tema.

“Cadernos de sustentabilidade” é dividido em seis capítulos – “Seguro e sustentabilidade”, “Longevidade”, “Convivência no trânsito”, “Gestão de recursos naturais”, “Inovação sustentável” e “Depoimentos”. A publicação apresenta histórias que evidenciam o papel estratégico que uma seguradora pode desempenhar em um mundo cada dia mais necessitado de segurança e proteção.

– Com esta publicação, o Grupo Bradesco Seguros reafirma a todos que a sustentabilidade está na essência do mercado segurador e que a oferta de produtos e serviços capazes de agregar eficiência e compromisso com práticas sustentáveis não é mais um diferencial, mas uma condição, pois o que está em jogo é trabalhar para assegurar o futuro comum – afirma Eugênio Velasques, diretor de Sustentabilidade do Grupo Bradesco Seguros.

No caderno “Seguro e sustentabilidade”, o destaque é o pioneirismo da marca como a primeira seguradora brasileira a integrar o grupo signatário dos Princípios para a Sustentabilidade em Seguros (PSI, na sigla em inglês de Principles for Sustainable Insurance), do Programa da Organização das Nações Unidas para o Meio Ambiente – Iniciativa Financeira.

Em “Longevidade”, o leitor tem um resumo das iniciativas que integram a “plataforma de longevidade” do Grupo Segurador, que inclui o Fórum da Longevidade (com 11 edições realizadas), o Circuito da Longevidade (circuito de corrida e caminhada, criado em 2007, que já reuniu mais de 380 mil pessoas em várias cidades brasileiras) e o programa Porteiro Amigo do Idoso (responsável pela capacitação, desde 2010, de mais de 2.700 profissionais de portaria de 11 grandes cidades da Região Sudeste).

No capítulo intitulado “Convivência no trânsito”, a estrela é o Movimento Conviva, conjunto de ações do Grupo Segurador que visam estimular a convivência harmoniosa entre ciclistas, motoristas, motociclistas e pedestres, e que tem na CicloFaixa de Lazer de São Paulo – com 120 km de quilômetros de extensão e mais de 120 mil participações a cada domingo e feriado nacional –, patrocinada pela marca, uma de suas principais vitrines.

Em “Gestão de recursos naturais”, são listadas as iniciativas que revelam a contribuição do Grupo para o uso racional dos recursos, mas também com a disseminação de atitudes responsáveis entre funcionários e clientes. Entre os exemplos citados, está o edifício-sede do Grupo Bradesco Seguros em Alphaville (Barueri, SP), que recebeu a certificação internacional LEED Green Building Gold For New Construction, concedida a empreendimentos imobiliários que adotam práticas sustentáveis em todas as etapas da construção. Já o capítulo “Inovação sustentável” apresenta iniciativas premiadas, como a operação Atendimento em Situação Climatológica Severa – ou “Operação Calamidade” – que assegura aos clientes envolvidos em tragédias naturais o recebimento das indenizações no menor tempo possível.

Por fim, em “Depoimentos”, o Grupo Bradesco Seguros reuniu, em mais de 30 vídeos gravados com funcionários, entrevistas abordando desde a adoção de práticas sustentáveis no ambiente de trabalho até exemplos domésticos de coleta seletiva.

 

 Sobre o Grupo Bradesco Seguros

O Grupo Bradesco Seguros, conglomerado segurador da Organização Bradesco, lidera o mercado de seguros brasileiro, com atuação multilinha em âmbito nacional nos segmentos de Seguros, Capitalização e Previdência Complementar Aberta. No primeiro semestre de 2017, o Grupo Segurador registrou faturamento de R$ 36,4 bilhões, evolução de 12,4% sobre igual período de 2016, mantendo market share em torno de 25%. Nesse período, seus ativos financeiros somaram R$ 256 bilhões e o volume de provisões técnicas atingiu R$ 233,6 bilhões. Já o total pago em indenizações e benefícios pelo Grupo Bradesco Seguros atingiu, nos primeiros seis meses do ano, R$ 28,7 bilhões – evolução de 15,5% em relação ao primeiro trimestre de 2016 -, o que corresponde a R$ 225 milhões por dia útil. Há 15 anos consecutivos o Grupo é apontado como Top of Mind  pelo Instituto Data Folha.

Para contratação do Seguro Saúde Bradesco, acesse http://planosonline.com.br/ e faça uma cotação.

O Uruguai mostrou que é possível unir boas ações para promover melhorias na vida da população. A partir de um projeto do estadunidense Michael Reynolds, foi arquitetada uma escola pública construída com dois mil pneus, cinco mil garrafas de vidro, dois mil metros quadrados de papelão e oito mil latas de alumínio.

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Nos anos 60, Reynolds notou que a arquitetura havia abandonado o ser humano e fundou uma comunidade para viver de forma mais inteligente e harmônica com a natureza. Ele criou a Earthship, empresa especializada em edifícios sustentáveis e de baixo custo.

A escola, além de ter sido construída a partir de materiais recicláveis, apresenta placas de energia solar e moinhos de vento para gerar energia e horta orgânica.

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Desde 2014, os moradores da região colaboram para concretização deste projeto. Foram 200 voluntários do Uruguai e de outros países que ajudaram na construção que durou sete semanas e usou em 60% da estrutura material reciclado. Todas aprenderam o método de Reynolds para espalhar e aplicar em outros lugares do mundo.

As cidades estão crescendo. As florestas estão perdendo seu espaço. Os animais, os rios, as matas e o ar estão perdendo as suas vidas. Em uma situação desta, onde é difícil plantar novamente as árvores por falta de espaço, o que fazer?

A obra de arte “In Search Of Habitus”, do artista Jorge Bakker, chamou a atenção do coletivo holandês Mothership, que adaptou para a vida real.

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Obra In Search Of Habitus

Em março, Roterdã, na Holanda, receberá uma floresta flutuante, composta por 20 árvores e com bases feitas a partir de materiais recicláveis. O projeto, segundo os criadores, serve para levantar questões sobre o relacionamento entre os cidadãos e a natureza.

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A ação reúne ousadia, arte e sustentabilidade para presentear os moradores da região.

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A companhia Salt – Sustainable Alternative Lighting criou mais um produto sustentável que visa levar energia aos lugares mais pobres e tornar-se uma nova opção para iluminar, sem risco de provocar incêndios.

The SALt Lamp é uma fonte de energia a custo baixo. Com apenas um copo d’água e duas colheres de sal, a lâmpada garante oito horas de luz. O produto também funciona com água do mar.

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Econômica e segura, esta opção é uma ótima alternativa para crises de energia elétrica. Ele foi criado através da ciência de células galvânicas, que convertem a energia química em elétrica, ao alterar os eletrólitos e criando uma solução não tóxica.

A pré-venda já está disponível no site http://www.salt.ph/

A falta de água no estado de São Paulo fez com que diversas ideias sustentáveis para captação da água da chuva surgissem. Entre elas, está a criação do técnico Edison Urbano, o equipamento denominado Minicisterna.

Com capacidade para acumular cerca de 200 litros de água e com custo de R$ 150 a R$ 300, o sistema ajuda a economizar cerca de 50% da conta de água.

Para quem ficou interessado, o portal Sempre Sustentável elaborou um esquema explicativo do funcionamento:

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Para construir a sua própria minicisterna, você precisará dos seguintes materiais:

1 Adaptador para válvula de tanque de 1 1/4″ x 40mm (branco)
1 Adaptador soldável com anel para caixa d’água 20mm (flange)
5 Anel de borracha de 75mm linha esgoto (*)
1 Bucha de redução roscável de 1.1/4″ x 1″ (branco)
1 Cap de 40mm (branco)
1 Cap de 75mm (branco)
1 Joelho 90º soldável e com rosca 20mm x 1/2″ (marrom)
1 Joelho de 45º de 75mm (linha esgoto – branco) (*)
3 Joelho de 90º de 75mm (linha esgoto – branco) (*)
Luva soldável e com rosca 20mm x 1/2″ (marrom) (depende da instalação)
1 Plug de 50mm (branco) (tampinha para jogar cloro)
2 Tê  de 75mm (linha esgoto)
1 Tubo de 20mm (linha água fria – marrom) (só vai precisar de um pedacinho)
2 Tubo de 75mm x 3m (linha esgoto)

O Shopping Eldorado, localizado na cidade de São Paulo, criou, em 2012, um Telhado Verde. Neste há uma horta orgânica com adubo feito a partir de resíduos orgânicos. O objetivo da iniciativa é zerar o envio de lixo orgânico ao aterro em 5 anos.

Na composteira criada no telhado do shopping são usados, como adubo, restos de comida. As mais de 10 mil toneladas mensais de resíduos recebem uma enzima que auxilia o processo de compostagem, eliminando o odor e transformando a massa em adubo.

Nesta horta são produzidos legumes e verduras, como alface, tomate, manjericão e cebola; além de plantas, como gazânia, lavanda, erva-doce e hortelã. Tudo é destinado aos restaurantes do empreendimento.

O benefício da iniciativa não para por aí. Como a horta está localizada em uma extensão considerável do telhado, forma-se uma espécie de camada extra de isolamento térmico, o que permite uma estrutura naturalmente mais fresca e ajuda na economia de energia, já que o ar condicionado não precisa ser tão usado.

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Diversas cidades brasileiras recebem, ou receberão, a visita do Cinesolar, cinema móvel que utiliza energia solar para exibir filmes. Até o momento foram realizadas 90 sessões.

Para seu funcionamento, o cinesolar é equipado com placas solares que possibilitam, através de um sistema conversor de energia solar para elétrica, a exibição de filmes. O veículo também é sustentável em sua estrutura, afinal, carrega cadeiras para o público, sistema de som e projeção, telão e até uma cabine de DJ. A economia de energia elétrica é maior que 220 mil Watts, o equivalente a quase 400 horas de uma geladeira ligada sem interrupção.

Os filmes, em sua maioria, são nacionais que apresentam os temas: social, econômico e ambiental. Há também a exibição de curtas sobre sustentabilidade.

Algumas atividades envolvendo reciclagem é realizada para que crianças e adolescentes aprendam mais sobre o meio ambiente e a importância em cuidar da natureza.

Para saber a programação visite: http://www.cinesolar.com.br/

No dia 5 de Junho, é celebrado o Dia Mundial do Meio Ambiente e, como todos já sabem, o planeta terra está passando por mudanças, graças ao homem. Tais alterações ambientais estão prejudicando a vida dos seres vivos e da natureza. Para ter uma vida mais sustentável e ajudar o meio em que vivemos, siga as nossas dicas:

 

Troque os aparelhos eletrônicos quando realmente for necessário. O descarte dos resíduos eletrônicos causa impactos ambientais.

 

Compre apenas o que precisar. Desta forma, economizará e gerará menos resíduos.

 

Na hora das compras no mercado, prefira os produtos em embalagens econômicas. Sai mais barato e há menos desperdício de matéria-prima da fabricação de embalagens.

 

Evite o desperdício de água ao eliminar os vazamentos presentes na sua casa. Você sentirá a diferença na conta do fim do mês.

 

Reaproveite a água da máquina de lavar e da chuva. Use-as para lavar a casa, regar as plantas ou enxaguar o carro.

 

Desligue os aparelhos eletrônicos assim que parar de usá-los. Deixar no modo Stand by consome energia.

 

Conserte a fiação elétrica, caso os fios estejam danificados.

 

Troque as lâmpadas incandescentes por econômicas fluorescentes. A economia chega a 60% no consumo.

 

Separe os lixos para reciclar os materiais.

 

Diminua o uso de produtos descartáveis, como copos, sacolas, guardanapos entre outros.

 

Durante o verão, deixe a grama do jardim crescer até  4 centímetros. Assim, haverá retenção da umidade.

 

Ao comprar móveis, escolher por aqueles feitos com madeira certificada.

 

Para limpar a casa, use produtos biodegradáveis e receitas caseiras.

 

Não misture os produtos recicláveis com os resíduos orgânicos no lixo. Isto evitará o mau cheiro.

Fonte: Portal Sebrae

100860652Na próxima segunda-feira, 7, o Portal CicloVivo comemora o Dia Mundial da Saúde, criado em 1948 pela Organização Mundial da Saúde (OMS) com o objetivo de conscientizar a população global sobre a importância e as necessidades de se preservar e promover a vida saudável. E a vitalidade do homem nunca esteve tão dependente do uso sustentável de recursos naturais e da necessidade de se cultivar hábitos que promovam o bem-estar físico, mental e social.

Publicado recentemente, um relatório resultante do segundo capítulo do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), da Organização das Nações Unidas (ONU), veio corroborar o alerta que já havia sido dado na primeira edição do evento, em 2013: reflexos negativos à saúde da população, como redução das safras e das fontes de água potável e poluição do ar, resultam da ação do homem sobre a natureza. O que os 259 pesquisadores-autores que formularam o relatório afirmam, de fato, é que a ação do homem vai colaborar para o aumento de problemas de saúde em muitas regiões do mundo.

Plantar uma horta em casa, usar mais a bicicleta e evitar alimentos industrializados são atitudes pelas quais a natureza e a sua saúde agradecem

“Esse relatório do IPCC aponta que muitos problemas de saúde de ordem global podem ser evitados a partir da gestão sustentável dos recursos naturais”, explica Mayra Rosa, idealizadora do portal CicloVivo, para quem a sustentabilidade é uma prática de comportamento que deve ser aplicada no cotidiano de cada um. “A sustentabilidade não deve ser considerada apenas como algo que precisa ser colocado em prática de maneira global. Quando uma pessoa pensa somente no aquecimento do planeta, ela se esquece de que plantar a sua própria horta em casa também é importante e pode trazer benefícios enormes à sua saúde e à de sua família, bem como ao planeta”, afirma.

“A sustentabilidade não deve ser considerada apenas como algo que precisa ser colocado em prática de maneira global. Quando uma pessoa pensa somente no aquecimento do planeta, ela se esquece de que plantar a sua própria horta em casa também é importante e pode trazer benefícios enormes à sua saúde e à de sua família, bem como ao planeta”

Um dos exemplos apontados pelo IPCC de impacto negativo da ação do homem na natureza e, consequentemente, prejudicial à saúde da população, está relacionado ao aumento da temperatura global. Se o planeta estiver 2 ºC ou 3ºC mais quente, produções de culturas como trigo, arroz e milho estarão comprometidas. A insegurança alimentar é uma das principais preocupações quando se pensa em devastação ambiental, explica Mayra. “Saúde e sustentabilidade estão intimamente relacionadas, principalmente quando nos referimos à alimentação e à qualidade ambiental, fatores que exercem influência direta em nossa saúde”, explica ela.

O portal CicloVivo informa sobre saúde e sustentabilidade por meio da divulgação de dados e estatísticas sobre a saúde no mundo. Essas informações trazem exemplos de doenças geradas em consequência da poluição ou alimentação. Tudo isso é muito importante para conscientizar a população e incentivar a mudança de hábitos e, assim, começar a ter atitudes mais saudáveis em todas as áreas da vida. “Ter um estilo de vida mais sustentável abrange muitas áreas e isso também reflete em sua saúde. Quem decide ser mais sustentável prioriza alimentos livres de agrotóxicos ou processados, tenta manter uma rotina de exercícios físicos e busca sempre reduzir a quantidade de gás carbônico gerada por seus hábitos, entre outras coisas”, finaliza a jornalista do site Thais Teisen.

Foto: Reprodução/Once Upon a Family

Foto: Reprodução/Once Upon a Family

Você sabia que se usar uma garrafa PET, um pouco de areia e algumas pedras, é possível montar um filtro de água? Capaz de retirar até mesmo grandes impurezas do líquido.

Para montar seu filtro sustentável, você vai precisar de:

  • 1 garrafa PET
  • Algodão
  • Areia para aquário
  • Pedras pequenas para aquário
  • Carvão em pó
  • Tesoura

Modo de fazer

  • Divida a garrafa em duas partes, medindo com cuidado, para que a parte do gargalo tenha, aproximadamente, 20 centímetros.
  • Corte a parte do gargalo com uma tesoura e coloque um chumaço de algodão no bico. Logo acima do bico da garrafa, forre uma camada de carvão, outra de areia, e, por fim, faça uma camada com as pedrinhas para aquário.
  • Encaixe a parte das camadas com a outra metade vazia. Assim, a parte que ficou separada dará apoio ao filtro e servirá como um pequeno reservatório da água filtrada.

Faça o filtro funcionar

Depois de pronto, o equipamento já pode ser usado, de preferência com a água da torneira. Isso porque, como a garrafa não suporta grandes quantidades de minerais, como o carvão e as pedras, que filtram a água, não será possível eliminar partículas muito pequenas, como o sal, por exemplo.

Os mais aventureiros podem misturar água e terra dentro da garrafa PET, já que as partículas do barro são maiores e ficam retidas no filtro. Quem fizer esta experiência vai perceber que a água barrenta fica um pouco turva, e pode ser filtrada novamente, até ficar o mais transparente possível.

No entanto, para evitar problemas, o líquido que tinha terra deve ser fervido e misturado com um pouco de hipoclorito de sódio.

*Com informações do ciclovivo.com.br

trabalho_sustentavelCuidar do meio ambiente e se preocupar com a sustentabilidade é um pensamento que cada vez mais deve fazer parte da rotina das pessoas, seja em casa ou no escritório. As consequências de não pensar nessas questões estão ai, visíveis. Secas extremas, alagamentos, mudanças climáticas, etc. Se você tem consciência de que as coisas não podem ficar como estão confira 5 dias para ser mais sustentável no seu trabalho, e comece a usá-las em seu dia a dia.

blog_piscandoVerdeDesligue aparelhos que não estão sendo utilizados
Aparelhos como impressoras e scanners continuam consumindo energia mesmo se não estão sendo utilizados no momento. Desligue-os da tomada até que precise deles.

blog_piscandoVerdeReduza o seu uso de papel
Diminuir a quantidade de papel que você utiliza durante o dia é uma ótima forma de cuidar do meio ambiente. Guarde a maior quantidade de arquivos importantes que você conseguir no seu computador, no lugar de arquivá-los em papel.

blog_piscandoVerdeUtilize papel reciclado
Para os documentos que você realmente precisa imprimir, utilize o papel reciclado. Além de diminuir a utilização de madeira para sua produção, alguns processos de reciclagem podem economizar água e energia.

blog_piscandoVerdeColoque plantas em seu escritório
Plantas ajudam a melhorar a qualidade do ar.

blog_piscandoVerdeLembre-se dos 3 R’s
Reciclar, reusar, reduzir, são o lema da sustentabilidade e devem ser incorporados ao seu dia a dia se você quiser colaborar com a diminuição dos prejuízos que o meio ambiente vem sofrendo.

*Com informações da InfoMoney

virada_slogan-01Depois de nove edições da Virada Cultural, cinco da Virada Esportiva e três da Virada Sustentável, São Paulo recebe pela primeira vez a Virada Ambiental. “O paulistano já incorporou as outras viradas, mas ainda faltava essa”, afirma Milton Persoli, diretor de parques e áreas verdes da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente, idealizadora do projeto.

De hoje (16) até domingo (18), a iniciativa vai ocupar 69 parques municipais em todas as regiões da capital, com atividades gratuitas. Persoli diz que o objetivo do evento é sensibilizar a população para causas ambientais e promover um estilo de vida saudável e sustentável. “Queremos introduzir na população uma reflexão de que ações individuais fazem a diferença e mostrar a importância de contribuir para uma cidade melhor.”

As atividades promovidas, gratuitamente, durante a virada serão divididas por temáticas, como: educação ambiental, artes, esportes, astronomia, coleta seletiva e incentivo à arborização. As atrações espalhadas pela cidade buscam justamente estimular a ação individual: vários parques, como o Buenos Aires, em Higienópolis, e o Ibirapuera, na zona sul, terão pontos de coleta de óleo de cozinha e de pilhas. O parque Luís Carlos Prestes, no Butantã, também recolherá baterias e eletrônicos.

O Parque Ibirapuera terá de fato uma “virada”: o local ficará aberto por 24h no sábado. Nesse período, haverá aulas de ioga e trilhas noturnas.

Também estão programadas atividades para as crianças, como oficina de produção de brinquedos com materiais recicláveis, revoada de pipas e teatro de fantoches. Algumas atividades, embora gratuitas, exigem inscrição no próprio local. O ideal é chegar com uma hora de antecedência. Confira a programação completa no site do evento.

A abertura oficial da Virada Ambiental ocorre às 9h de hoje durante um seminário, no Parque Ibirapuera, sobre licenciamento ambiental, autorização para manejo de vegetação arbórea e intervenções em Área de Preservação Ambiental no município de São Paulo, aberto ao público mediante inscrição.

*Com informações do Estadão

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Tem gente querendo preencher o cinza de São Paulo com verde. Diante da grande disponibilidade de paredões de concreto na cidade e da vontade de transformá-la em um lugarmais agradável e mais habitável, surge o Movimento 90o. Trata-se de uma iniciativa de paisagistas, arquitetos, administradores, advogados, engenheiros e empresários para a instalação de jardins verticais em grandes fachadas de prédios que não são ocupadas nem por janelas.

As vantagens do movimento são muitas. Além de criar ambientes mais atraentes, um jardim vertical ameniza a poluição e o barulho que vêm das ruas, contribui para o aumento da umidade do ar e atua como isolante térmico e acústico para os prédios.

O Movimento 90o propõe que o cultivo de plantas seja feito em uma estrutura simples, com sistema automatizado de irrigação e fertilização. “O custo de um jardim vertical é bem baixo em relação à quantidade de problemas urbanos que ele ajuda a resolver”, diz Guil Blanche, paisagista e diretor executivo do movimento. Ele também explica que as estruturas não apresentam nenhum risco de infiltração.

Inspiração é o que não falta. Na página do movimento no Facebook, você pode ver exemplos de jardins verticais em cidades da França, Inglaterra e Espanha que transformaram a paisagem urbana local para melhor.

E a primeira intervenção em São Paulo está prestes a acontecer. O movimento espera conseguir financiamento coletivo – as contribuições podem ser feitas pelo site Benfeitoria, até 18/05. O prazo foi prorrogado! – para instalar jardins verticais em quatro edifícios da Rua Augusta, durante a Virada Cultural deste ano, que acontecerá nos dias 18 e 19/05. Esta primeira atuação do Movimento 90o faz parte do projeto Augusta ComVida, promovido pelo LAB SP, do Instituto Escola São Paulo.

Assista ao vídeo abaixo e imagine como é a São Paulo em que você gostaria de viver!

blog_piscandoRoxoO que acharam da iniciativa? Um boa ideia seria expandir o movimento para outros cidades, afinal, muitas delas precisam de mais jardins!

 

* Com informações do Planeta Sustentável

Amanhã, 08/01, os brasileiros entrarão, oficialmente, no clima de Carnaval. Viagens, desfiles de escolas de samba, blocos de rua, trios elétricos, festas à fantasia… o feriado pode ser aproveitado de várias maneiras, mas no fundo todos querem a mesma coisa: cair na folia e se divertir!

Curtir o Carnaval, no entanto, não precisa ser sinônimo de irresponsabilidade e destruição. Dá para aproveitar os quatro dias de festa com muita alegria e sem contribuir para a depredação da cidade onde você está e do meio ambiente. Duvida?

Confira, abaixo, 10 dicas supersimples para os foliões que estão dispostos a aproveitar o Carnaval sem deixar de lado a consciência socioambiental.

1- SEJA UMA BOA VISITA
Não importa se você vai viajar nesse feriado ou ficará na sua cidade: quando estiver curtindo o Carnaval, na rua, respeite o espaço público! Fazer xixi no asfalto, destruir placas de sinalização, subir em cima de árvores e depredar monumentos não tem nada a ver com diversão, mas sim com falta de cidadania.

2- FAÇA DO DITADO UMA MARCHINHA: LUGAR DE LIXO É NO LIXO
A sujeira que o Carnaval deixa nas cidades é um dos maiores problemas do pós-feriado: latas de alumínio, garrafas de vidro, copos plásticos e panfletos de divulgação são facilmente encontrados nas ruas, entupindo bueiros e aumentando o risco de enchentes. Até mesmo os mares são feitos de lixeira pelos foliões, o que polui a água e prejudica a biodiversidade marinha. Em 2010, a ONG internacional Global Garbagepostou fotos chocantes do fundo do mar de Salvador, 10 dias depois do Carnaval: mais de 1.500 latinhas e garrafas, além de pedaços de abadás e outros objetos plásticos, foram encontrados por mergulhadores. Jogar o lixo no lixo, durante a folia, daria muito menos dor de cabeça na ressaca do pós-Carnaval!

3- GASTE ENERGIA, APENAS, NAS COMEMORAÇÕES
Se você for viajar, não esqueça de tirar da tomada todos os aparelhos eletroeletrônicos – como televisão, computador e microondas -, que ficam na sua casa. Segundo o Instituto Akatu pelo Consumo Consciente, tirar esses equipamentos da tomada, quando eles estão fora de uso, pode reduzir a conta de luz em até 25%. Com o dinheiro que você economizar, dá até para trazer umas lembrancinhas de artesanato para os amigos e, de quebra, incentivar a economia local da cidade que você visitar.

4- NÃO TOLERE A EXPLORAÇÃO
O problema acontece o ano inteiro, mas no Carnaval – por conta do aumento da circulação de pessoas nas cidades e, também, do clima de “pode tudo” – a incidência de crimes sexuais contra crianças e adolescentes aumenta. Em 2012, entre os meses de janeiro e abril, a Secretaria de Direitos Humanos (SDH) recebeu mais de 34 mil denúncias de abuso e exploração sexual de menores, o que representa um aumento de 71%, em relação ao mesmo período de 2011. Para tentar mudar essa realidade, o governo preparou para 2013 a campanha Não desvie o olhar. Divulgada por todo o Brasil, a ação incentiva a população a denunciar esses casos no Disque 100, que funciona 24h por dia. Portanto, já sabe: se você presenciar alguma cena de exploração neste feriado, não exite em denunciar e aproveite para transmitir essa mensagem para todos os seus amigos e parentes.

5- ABUSE DA CRIATIVIDADE PARA SE FANTASIAR
Viagens e abadás já custam tanto dinheiro que economizar na hora de se fantasiar é uma ótima ideia. Que tal liberar a criatividade e utilizar materiais usados para confeccionar sua roupa de Carnaval? Além de poupar o bolso, você dá uma trégua para o meio ambiente e, depois da folia, dá para reciclar a fantasia ou, então, trocá-la com amigos. Aproveite e já combine com eles o roteiro do próximo Carnaval!

6 – PROGRAME O FERIADO DOS SEUS ANIMAIS
Acredite: tem gente que planeja a viagem de Carnaval com tanto entusiasmo e fica tão ansioso para os dias de folia que acaba esquecendo dos cuidados que deve tomar com os animais de estimação enquanto estiver fora. Ou, pior, os abandona na rua. Se seu bicho não o acompanhar na viagem, lembre de deixá-lo aos cuidados de um vizinho ou parente. O ideal é que alguém passe na sua casa todos os dias, para brincar com ele, passear e limpar a sujeira. Também há a opção de hotéis para animais domésticos, que dispensam a preocupação do viajante.

7 – ECONOMIZE COM O TRANSPORTE
Se optar por viajar de carro, lembre de oferecer carona para amigos e parentes que vão ao mesmo destino ou, então, que passem pelo seu caminho. Com mais gente no carro, todos economizam dinheiro e também poupam o meio ambiente, que deixa de receber os gases do efeito estufaliberados pela queima do combustível. A carona ainda alivia o trânsito, que pode ser infernal em feriados prolongados. Quão desagradável não é uma viagem que dura o dobro – ou mais – do que o necessário por causa do excesso de veículos?

8 – PREPARE O SEU CARRO
Para pegar a estrada e dirigir de forma confortável, lembre-se de fazer uma vistoria geral no seu veículo. A atitude garante mais segurança para você e, também, para os outros motoristas. Pneus calibrados, água no depósito do limpador pára-brisa, nível certo do óleo e parte elétrica em dia são, apenas, alguns dos itens necessários. Não se esqueça também do kit macaco, triângulo e chave de roda, para o caso do pneu furar.

9 – CAMISINHA NA CABEÇA E SAMBA NO PÉ
Faça as contas: nove meses depois do Carnaval, o número de bebês chegando ao mundo cresce bastante. Além de evitar a gravidez indesejada, a camisinha previne da contaminação de doenças sexualmente transmissíveis. Por isso, como faz todos os anos, o Ministério da Saúde já lançou sua campanha para 2013: a A vida é melhor sem Aids, que lembra os foliões a respeito da importância de usar preservativo nas relações sexuais. Não dá nem para usar a desculpa de que esqueceu de levar a camisinha para a festa: o governo anunciou que distribuirá gratuitamente aos foliões 68 milhões de preservativos durante as festas de Carnaval de todo o Brasil.

10 – MANEIRE NO ÁLCOOL
Lembre-se que condutores de veículos são proibidos de consumir bebidas alcoólicas. A lei que mudou o Código de Trânsito Brasileiro não é à toa: o álcool altera a capacidade de reação e prolonga a resposta do motorista. Trata-se de um poderoso catalisador de acidentes. De acordo com especialistas, não existe uma quantidade segura para se beber e dirigir. Então, para se divertir sem preocupação, combine com a turma quem será o motorista da vez e não beberá – ou pegue um taxi. Também é importante ter em mente que o álcool desidrata o organismo: para evitar a ressaca, beba água, isotônicos e sucos naturais.

Fonte: Planeta Sustentável

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e a Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couros, Calçados e Artefatos (Assintecal) lançaram nesta quarta-feira (16), em São Paulo, durante o evento de moda InspiraMais, a primeira certificação sustentável do Brasil para calçados.

Batizada de Origem Sustentável, a iniciativa – que conta com a parceria da Universidade de São Paulo (USP) e doInstituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) – pretende avaliar o grau de comprometimento das empresas do setor coureiro calçadista com a sustentabilidade, com base em 52 diferentes critérios, agrupados em quatro pilares: cultural, ambiental, social e econômico.

“Analisamos a atuação da empresa desde o momento da compra da matéria-prima até a hora da entrega do produto final, levando em conta quesitos como gasto de energia, nível de poluição, consumo de água, descarte de resíduos, legislação trabalhista, não utilização de substâncias tóxicas e relação com funcionários e comunidade do entorno”, explica Valdemar Masselli Jr., vice-presidente de Inovação e Sustentabilidade da Assintecal.

O programa de certificação, que é auditado pela System & Service Certification (SGS) e pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), possui cinco diferentes selos:

- branco, concedido às empresas que demonstram interesse em participar do programa;
– bronze, dado às companhias que relatam suas iniciativas ao programa, demonstrando transparência;
– prata, para marcas que acompanham a média do mercado nacional, quando o assunto é o comprometimento com a sustentabilidade;
– ouro, para as empresas que superam a média brasileira e
– diamante, concedido às companhias que acompanham ou superam a média do mercado internacional.

Por enquanto12 empresas brasileiras possuem a certificação Origem Sustentável: três delas são fabricantes de calçados – Piccadilly, Calçados Bibi e Dian Patris -, enquanto as outras produzem componentes para o setor – Killing, FCC, Prisma, Endutex, Dublauto Gaúcha, Jotaclass, JR Dublagens, Cipatex e MK Química. Todas elas receberam o selo bronze, “mas a maioria está pleiteando o prata”, conta Masselli.

Qualquer marca do setor coureiro calçadista interessada em se submeter ao programa de certificação pode procurar a Abicalçados ou a Assintecal. A única exigência para participar da iniciativa é ser associado a uma das duas instituições. “Queremos incentivar nas empresas o compromisso de gerenciar e melhorar seus resultados. O conceito de calçado sustentável, com certeza, ampliará as oportunidades no mercado internacional e dará maior competitividade às marcas. A Europa, por exemplo, não aceita mais o ingresso de determinados produtos em seu território”, explica Marcelo Nicolau, presidente da Assintecal.

Por enquanto, para se manter atualizado a respeito de quais empresas estão participando da iniciativa, consumidores e stakeholders devem procurar as associações envolvidas no programa. “Mas, no futuro, queremos desenvolver uma identidade visual que informe, na hora da compra, a participação da marca no Origem Sustentável e seugrau de comprometimento com a sustentabilidade”, diz Masselli.

Fonte: Planeta Sustentável

Modificações simples como a priorização da luz natural, o uso de cores claras e materiais de fácil limpeza estão na lista das ações que podem dar um “up” no negócio. “Mas para que a repaginada seja satisfatória, é importante se informar sobre a cadeia produtiva dos produtos e sobre o teor da responsabilidade social e ambiental da empresa, além de reutilizar e reciclar com criatividade e priorizar produtos que sejam de origem natural”, avalia Roberta Arend, bioarquiteta da Arquitetura Ambiental.

Lembre-se de que muitos encaram a sustentabilidade como uma moda. Por isso, fica muito fácil cair em armadilhas. “Elas são conhecidas por greenwash ou verniz verde, que são produtos e serviços que pegaram carona nessa onda com a intenção de aumentar as vendas, não cumprindo com os benefícios econômicos e ambientais como se espera”, completa Vicente Castro Mello, arquiteto da Castro Mello Arquitetos.

1.    Mude a decoração
Para deixar o ambiente mais leve, o indicado é usar cores claras, que ajudam com a luminosidade do local por refletirem a luz. “Outra dica: faça uso de tons mais aconchegantes para que o ambiente não se torne frio demais pelo excesso de claridade”, diz Gustavo Mincarone de Souza, bioconstrutor da Arquitetura Ambiental.
Mas atenção! A pintura deve ser feita à base de água e com tintas naturais. “Você precisa pensar em todas as etapas do ciclo de vida do produto. Veja de onde os materiais vêm e pra onde vão no fim de sua vida útil”, ressalta Daniela Corcuera, arquiteta da Casa Consciente Consultoria e Arquitetura Ambiental.
Para o chão, opte por cimento queimado, ou pisos cerâmicos, bem como piso laminado de madeira. “Lembre-se de que os pisos frios são mais indicados pela durabilidade e baixa manutenção”, aconselha Daniela.

2.    Faça um projeto de iluminação 
Aqui vale privilegiar a iluminação natural. Se houver a possibilidade de mexer na arquitetura do espaço, uma boa aposta é avaliar a posição de janelas e portas, visando promover a redução dos ganhos térmicos pela incidência solar e pela ventilação natural, por exemplo.
Mas, se esse não for o caso, sensores de luz também ajudam nessa tarefa, automatizando e regularizando a quantidade adequada de luz para cada atividade desenvolvida. “Aposte, ainda, em lâmpadas com tecnologia LED, que são mais duráveis e econômicas e já estão mais acessíveis.

3.    Cuidado com os banheiros
Eles são os grandes vilões do desperdício. Por isso, é preciso ficar atento a esse local, fazendo pequenas mudanças que darão grandes efeitos. “Aposte em equipamentos economizadores, como vasos de duplo fluxo e arejadores nas torneiras. Além disso, use produtos de limpeza biodegradáveis, com baixa emissão de compostos orgânicos voláteis e de fontes naturais”, conta Daniela.E lembrem-se da importância de o banheiro receber incidência solar e ter uma boa ventilação natural para a sua salubridade!
Com relação aos papéis, nada de apostar nos mais baratos, pois essa pode ser uma economia sem resultados. “Eles devem ser de boa qualidade e absorventes, o que reduz a quantidade de uso”, pondera Daniela.

4.    Aposte nas plantas
Pode parecer bobagem, mas elas causam um efeito extremamente benéfico para o ambiente de trabalho. “O seu uso traz vitalidade, frescor e renovação do ar, melhorando a qualidade do ambiente. É um excelente recurso e muito acessível”, recomenda Daniela.
Você vai precisar avaliar as condições locais para definir as espécies mais viáveis para o seu escritório, mas boas opções são lírios, antúrios, bromélias, filodendros, palmeiras, bambus e cactos. Elas ajudam, ainda, a arejar o ambiente, como explica Gustavo.

5.    Use o ar condicionado com moderação
Sim, o uso desse aparelho deve ser minimizado e, na medida do possível, ele deve ser substituído por ventiladores ou pela ventilação natural. “É interessante, até, a adoção de uma cobertura vegetada, que irá trazer mais frescor e reduzirá o calor transmitido para o interior”, explica Daniela.
Caso o uso do ar condicionado seja necessário, o ideal é procurar modelos com a classificação Procel categoria A, que são mais eficientes e consomem menos energia.

6.    Dê atenção especial aos computadores
Lembre-se de desligar o monitor e colocar o computador em descanso quando falar ao telefone, quando sair para almoçar ou para tomar um café. Outra boa opção é o uso de programas específicos para o controle do gasto de energia. “São sistemas de automação e monitoramento que permitem identificar dados de consumo energético, possibilitando uma maior conscientização e melhor gestão dos recursos energéticos”, conta Daniela. Um exemplo é o Joulemeter, programa simples que faz esse papel.
Preocupe-se também com a impressora, já que o desperdício nesse caso é sempre muito grande. “Reveja os formatos em que os documentos são criados, pois, às vezes, eles têm espaçamentos exagerados e fontes grandes que demandam mais papel para impressão”, aconselha Daniela.Dê preferência, também, para os equipamentos com cartuchos de tintas individuais, já que eles permitem o reabastecimento somente da cor que está acabando.

7.    Pense, também, na locomoção
Se você não gosta de pegar ou dar caronas, é hora de mudar o pensamento.“Esse recurso entre funcionários deve ser encarada como um comportamento inovador e altruísta, em que as pessoas pensam além da comodidade e levam em consideração o bem-estar coletivo e a redução dos impactos ambientais”, avalia Daniela.
Criar incentivos para que os funcionários procurem alternativas de transporte mais eficientes é uma boa aposta. É possível, por exemplo, oferecer vagas de estacionamento para veículos com mais de um passageiro ou para carros com motor flex, os híbridos ou os elétricos.
Oferecer um pequeno vestiário para quem optar pelo uso da bicicleta para a troca de roupas é outra boa dica, além de poder recompensar financeiramente quem se preocupa com essa questão”, recomenda Mello.

Fonte: Exame

 

O mundo está mudando quando o assunto é meio ambiente. Estamos, de fato, vivendo a chamada revolução verde. Ambientalistas atestam que estamos mais conscientes. Só tem um problema… poucos colocam isso em prática. “Temos mais informação sobre os problemas ambientais, sabemos que nossas atitudes geram impacto. Hoje as pessoas estão mais informadas, mas não necessariamente isso reflete em ações. Muita gente é preocupada, mas às vezes elas nem sabem como ajudar”, comenta Iran Magno, gerente da campanha de clima e energia do Greenpeace. Só para saber, começamos a poluir o entorno quando nascemos: fraldas descartáveis, papinhas, roupas e brinquedos. Tudo causa algum dano, seja no processo de produção, seja no lixo gerado – você já calculou quantas fraldas descartáveis um bebê usa no primeiro ano de vida? O que nos resta é diminuir isso por meio de escolhas mais verdes – o que começa ainda no berço.

Sabe aquele hábito antigo de dar as roupas e brinquedos do caçula para o primo que acabou de nascer? É algo que devemos cultivar. Ou doar os livros escolares, já utilizados; estabelecer um sistema de carona com as mães das outras crianças; ou plantar algo com o pequeno e ensinar-lhe como funciona o ciclo da natureza. As relações que estabelecemos com nossos filhos, amigos, pessoas próximas a nós e até mesmo com o bairro ou a cidade em que moramos é que fará a real diferença. É por meio desses laços que surgem ações como os canteiros ou hortas coletivas, gente que se reúne para trazer o verde mais para perto de si. Quem sabe, um dia, em vez de comprar a alface, você não possa colhê-la na horta do bairro? As iniciativas pipocam a todo momento por aí. Em São Paulo, por exemplo, há o projeto Horta das Corujas, que promove o plantio de pequenas hortas em bairros da capital paulista.

NÃO POLUÍMOS TANTO

Para falar francamente, o Brasil não polui tanto se comparado a nações desenvolvidas. Por aqui, todo ano, uma pessoa emite 2,2 toneladas de CO2. Nos EUA, por exemplo, são 18 toneladas por pessoa. Mas isso não quer dizer que somos um modelo a ser seguido. A diferença é que um americano consome muito mais que nós. O trivial e o óbvio para salvar o planeta a gente já sabe: economizar água, reciclar o lixo, não desperdiçar energia. Mas há mais coisas, no dia a dia, que podem mudar o rumo dessa história. “Não podemos ficar impotentes.

A mudança de atitude é individual e ela é um processo virtuoso”, explica Fabio Cidrin, do WWF. “É como jogar uma pedrinha no lago: ela cria rajadas. A gente tem de acreditar nesse poder. É uma militância de as pessoas dizerem: dá para ser diferente, a gente pode fazer diferente.” Pequenas atitudes em casa, na escolha de transporte (sim, o carro é um grande poluente), no trabalho, na hora de comprar. Por exemplo, você já parou para pensar em quantos milhares de quilômetros uma singela pera pode percorrer para chegar a seu carrinho de supermercado? Será que você precisa mesmo comer as peras espanholas? Ou as plantadas em terras brasileiras são suficientes? Se o carro é a única alternativa para chegar ao trabalho, uma sugestão é organizar grupos de carona.

Enfim, a seguir, você confere quatro infográficos feito pelo Planeta Sustentável da rotina de uma pessoa nas diferentes esferas em que circula: - casa - rua - trabalho - supermercado

Eles refletem qual é, de verdade, sua pegada verde e como algumas atitudes – muitas delas bem simples – podem fazer diferença para um dia a dia com menos lixo e menos poluição, a fim de que tenhamos um lugar bem melhor para viver.

Fonte: Vida Simples

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