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Campus Party traz proposta sustentável para seus participantes

Para quem ainda não ficou sabendo, hoje começou o Campus Party Brasil 2012! É o maior encontro de comunidades da internet do mundo. Milhares de brasileiros com seus computadores ficarão acampados no Anhembi Parque para compartilhar conhecimento, momentos, ideias e experiências.

Uma das ideias que será apoiada no evento é a Virada Sustentável. As ações ligadas à sustentabilidade e tecnologia – como ativismo socioambiental digital, soluções de mobilidade urbana, lixo eletrônico, entre outros – estarão espalhadas pelo acampamento geek, formando o Campus Verde.

A presença de um campuseiro com uma roupa especial onde guardará todo o lixo que produzir durante o Campus Party (como latinhas de refri, embalagens, recibos, etc.) chamará a atenção de todos para tratar sobre um assunto importante: a quantidade de lixo que geramos na sociedade e muitas vezes nem percebemos.

Imagem: Campus Party

O Campus Verde também contará com as coletas de lixo eletrônico, pois como sabemos, o descarte inadequado de aparelhos eletrônicos contaminam o meio ambiente e prejudicam a saúde da população.

Os participantes poderão ver a exposição de robôs gigantes feitos a partir de sucata eletrônica descartada incorretamente, como celulares antigos e teclados de computador.

Imagem: Campus Party

Para conscientizar os usuários da internet sobre a importância da sustentabilidade, uma série de debates será feito na mesa redonda. Os assuntos serão: mídias sociais e ativismo sócioambiental, tecnologia e soluçãos de mobilidade e empreendedorismo social.

Para conferir as exposições do evento você não paga nada. Vale a pena ver o que o mundo da internet pode fazer pelo meio ambiente.

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Já ouviu falar de cinema Drive-in? Nas décadas de 50 e 70, era muito popular e levava muitos casais e grupos de amigos a assistirem filmes ao ar livre ou dentro de seus carros.

Agora, imagine um Drive-in sem carros e no lugar deles coloque bicicletas. O nome disso é Cycle-in Cinema, um projeto verde criado pelo Magnificent Revolution, em Londres.

O Cycle-in Cinema pode divertir muitos, mas sua principal função é educar. Toda a energia utilizada para manter a projeção funcionando é gerada pelo público que pedala e assiste ao filme ao mesmo tempo. Os espectadores aprendem sobre o consumo de energia ao acompanhar um display que mostra quanta energia eles estão produzindo e consumindo ali.

Imagem: Magnificent Revolution

Desde 2007, o Magnificent Revolution tem ajudado as pessoas a entenderem o uso da energia, o seu processo de produção e por que ela pode prejudicar o meio ambiente, causando mudanças climáticas. É um guia para a população que procura soluções positivas e um estilo de vida com menos carbono.

Além do cinema, o método também é usado em eventos de música. Para o show continuar, é preciso pedalar! Todos os microfones, instrumentos elétricos e amplificadores ficam ligados através da produção de energia 100% humana.  Além de ajudar o meio ambiente, cria um elo direto entre a audiência e a banda.

Veja como é essa experiência!

 

Esses eventos podem ocorrer em qualquer lugar: parques, coberturas, escolas, campos… Será que os brasileiros trocariam as cadeiras confortáveis do cinema e a pista de um show por um assento de bicicleta e muito esforço?

A banda brasileira CO2 Zero aderiu essa mania. Os shows são sustentados por pedaladas e o objetivo é ensinar a educação ambiental.

“As pessoas saem do nosso show sabendo que é possível ter essa geração de energia, sabendo que pode ser sustentável, sabendo que ela pode fazer alguma coisa pelo meio ambiente,” diz o guitarrista da banda, Reginaldo de Oliveira.

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As mulheres passam por uma situação desconfortável todo mês. Já virou rotina, ficou normal, mas não deixa de ser desconfortável. É necessário dar um pulinho na farmácia ou mercado e comprar o absorvente, interno ou externo, tomar cuidado com os vazamentos e torcer para que não seja uma época de viagens com piscina e atividades físicas. Usamos uns 3 ou 4 por dia, descartamos, usamos mais no outro dia, descartamos… E assim vai até o ciclo terminar.

Sabe quantos absorventes são descartados ao longo da vida fértil da mulher? São aproximadamente 10 mil, que geram cerca de 100kg de lixo, que demoram 100 anos para se decompor. Imagina o tanto de lixo originado pelas mulheres por esse motivo! (olha que tem muita mulher no mundo, hein?)

Graças aos movimentos ecológicos e de sustentabilidade pelo mundo, a questão dos absorventes foi observada e uma solução sustentável apareceu. Aliás, uma solução não só em prol do meio ambiente, mas também ao conforto da mulher.

Uma tendência altamente difundida pela Europa, Estados Unidos e Canadá, chega ao Brasil. Se trata de coletores menstruais. Pode não parecer muito atrativo pelo nome, mas quem já usou garante que vale a pena. Quem sabe esse não é o fim dos absorventes?

Os coletores têm um formato de copinho feito de silicone flexível, um material que não machuca e pode ser lavado e esterilizado ao em vez de ser descartado a cada ciclo. Na verdade, esses coletores podem durar mais de 5 anos se usados e lavados da maneira correta. A diferença dele para os absorventes internos é que ele não absorve a menstruação, apenas a coleta.

Uma vantagem oferecida pelos coletores é que pode ser usado por 12 horas seguidas, sem preocupações de vazamento ou de restrições para curtir uma piscina, praia e praticar exercícios físicos. É um produto hipoalergênico e, ao contrário de absorventes comuns, não interfere na umidade natural da vagina. Uma super vantagem também é que ele não exala odores, pois não há proliferação de bactérias enquanto o sangue não entra em contato com o ar (o que não ocorre com os coletores por serem usados internamente).

Veja a ilustração abaixo de como utilizar o produto:

Imagem: Miss Cup

Fazendo umas continhas simples, você verá que o coletor menstrual também é uma forma de economizar dinheiro com os absorventes. Levando em conta que a mulher gasta em torno de R$80,00 por ano com absorventes e o preço de um coletor varia de R$65,00 a R$80,00 e dura mais de 5 anos, fica claro que você economiza bastante dinheiro!

A empresa brasileira que disponibiliza os coletores é a Miss Cup. Você pode entrar no site para ler depoimentos de mulheres que utilizam, aprender mais sobre o produto e, quem sabe, comprar o seu ;)

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Hoje é o segundo dia em que a lei das sacolas plásticas entrou em vigor! Desde o dia 1° de janeiro, as sacolas estão banidas do comércio da cidade de São Paulo, não podendo ser distribuídas nos mercados gratuitamente como eram antes e nem mesmo vendidas pelos estabelecimentos.

“Poupe recursos naturais! Use sacolas reutilizáveis”, é a frase informativa que os comerciantes serão obrigados a fixar nos locais de embalagem de produtos e caixas registradoras. Tudo pelo consumo consciente!

Quer entender melhor por que as sacolinhas plásticas foram banidas? Assista ao vídeo abaixo, feito pelo Instituto Akatu.

Agora que não temos mais a sacolinhas do dia a dia, vem a pergunta: como carregar as compras?

As soluções oferecidas são várias. Aliás, muitos consumidores já haviam deixado de usar as sacolas plásticas mesmo antes da lei entrar em vigor. Eles transportam as compras em sacolas retornáveis de algodão, lona ou mesmo de plástico resistente, como as sacolas de feira e as de PET reciclado. Também existe a possibilidade de usar caixas de papelão, que são oferecidas gratuitamente pelos supermercados.

Mesmo que não seja das melhores recomendações, o consumidor não estará proibido de levar sacolinhas plásticas de casa para o mercado. A restrição feita é para os comércios. Mas já que a lei foi feita para ajudar o meio ambiente e apoiar a sustentabilidade, não custa nada aderir e deixar as sacolas plásticas de lado!

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Para ajudar os consumidores na hora da escolha por um produto com responsabilidade sustentável, o Greenpeace divulgou o novo Guia de Eletrônicos Verdes.

A empresa no topo da lista é a HP (com 5,9 pontos) ela foi considerada a mais verde por rastrear a cadeia produtiva de seus fornecedores, garantindo que todas as etapas acontecessem de acordo com as normas da companhia.

A lista foi seguida pela Dell (5,1), que está eliminando o uso de substâncias químicas, principalmente o PVC. Depois vem a Nokia (4,9), Apple (4,6), Phillips (4,5) e Sony Ericsson (4,2).

Os critérios

A análise do Greenpeace examinou como as empresas implementam as considerações ambientais durante a fabricação de seus eletrônicos, desde sua cadeia de fornecedores até a fase final da vida útil de seus produtos.

Confira alguns dos critérios utilizados:

Quantidade de substâncias químicas consideradas perigosas tanto para a saúde humana quanto para o meio ambiente;

A redução da emissão de gases estufa;

A reciclagem dos produtos, inclusive na produção de embalagens;

Compromisso de reduzir, a curto e longo prazo, as emissões de carbono;

Plano de energia renovável, que inclui o uso crescente de energias renováveis;

Ciclo de vida dos produtos;

Políticas, práticas e advocacia sobre gestão de produtos químicos;

Responsabilidade do produtor para programas facultativos de retoma de lixo eletrônico

Políticas e práticas sustentáveis no fornecimento de fibras para papel.

Confira o ranking completo das empresas abaixo:

HP – 5,9
Dell – 5,1
Nokia – 4,9
Apple – 4,6
Philips – 4,5
Sony Eriksson – 4,2
Samsung – 4,1
Lenovo – 3,8
Parasonic – 3,6
Sony – 3,6
Sharp – 3
Acer – 2,9
LG – 2,8
Toshiba – 2,8
RIM – 1,6

Imagem: Guia de Eletrônicos Verdes

Para mais informações, clique aqui (relatório original).

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Pensando no futuro do nosso país, o Movimento Gota D’Água promove uma campanha de conscientização sobre os danos que a construção da hidrelétrica de Belo Monte poderão acarretar à região, aos índios, a nossa História.

Todos nós somos responsáveis – ou deveríamos nos sentir assim – por decisões tão importantes e sérias como esta.

Assista abaixo ao vídeo criativo e inteligente da campanha para poder compreender sobre os danos irreversíveis que poderão acontecer com essa hidrelétrica, considerada a terceira maior do mundo.

Saiba que você pode fazer algo para tentar impedir essa obra. Basta assinar a petição aqui, é rápido, fácil e pode ajudar a mudar os rumos do nosso futuro. 15979 pessoas já assinaram, apoie esta causa você também!

Manifeste a sua opinião, compartilhe esse vídeo. Faça valer o seu direito como cidadão brasileiro e diga não a Belo Monte.

É a Gota D’ Água +10 from Movimento Gota d' Agua on Vimeo.

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Qual pai nunca viu essa cena: o filho ganha um brinquedo novo e não desgruda dele, mas pouco tempo depois lá está o presente empilhado entre tantos outros, dos quais a criança também já enjoou, ou jogado em algum canto da casa, sem utilidade nenhuma.

Imagine o rombo no orçamento familiar que podem provocar, além do espaço necessário para empilhá-los.

Pensando nisso, o Clube do Brinquedo inovou na arte de brincar. Eles fazem o aluguel de brinquedos, devidamente limpos e higienizados. E quando enjoar é só trocá-los, simples assim.

Como funciona?

O aluguel funciona por planos, que vão desde somente dois brinquedos por R$ 75 ao mês, até sete por R$ 175.

O usuário cadastrado no site escolhe o brinquedo que quer alugar e recebe a encomenda em casa. Ele pode ficar com o brinquedo escolhido por pelo menos um mês e então trocá-lo por outro ou estender o aluguel por mais um mês.

A principal vantagem desse sistema é que a cada mês as crianças têm a oportunidade de ter um brinquedo novo. E depois disso, outras crianças usarão, fazendo com que o consumo se torne mais consciente e sustentável.

Assim, os pais evitam o desperdício ao adotarem uma prática ecológica e econômica, sem danos ao meio ambiente, nem ao próprio bolso.

Além dos brinquedos, estão à disposição também acessórios de segurança, como cadeirinhas para o carro, cercadinhos, canguru, cadeirinha para alimentação etc.. Itens práticos para quem está de passagem por São Paulo e não quer trazer tudo no carro, é só chegar e alugar.

Os serviços do Clube do Brinquedo só estão disponíveis para o município de São Paulo e eles têm brinquedos destinados à faixa etária de 0 a 6 anos de idade.

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Hoje em dia, fala-se muito de mobilidade urbana, em trocarmos nossos carros por bicicletas, da necessidade de investimento em transportes alternativos, construções de ciclovias etc. Mas andar de bike em meio ao trânsito, principalmente nas grandes cidades, não é uma tarefa fácil.

Então, é aí que surge o Bike Anjo, projeto que tem como objetivo mostrar que é possível pedalar sem medo e utilizar a bicicleta como meio de transporte com segurança.

Santa ajuda

O projeto começou com a ideia de facilitar a comunicação entre os ciclistas experientes e os que precisam de ajuda para começar.

Os chamados Bike Anjos dão dicas de quais são os melhores caminhos, acompanham os ciclistas iniciantes em seus primeiros trajetos e dão todo o suporte, ensinando o bê-á-bá da bicicleta. E detalhe: a assistência é totalmente gratuita.

A rede conta hoje com 250 voluntários espalhados por 26 cidades do Brasil, além da presença em Portugal também.

Os ciclistas experientes um dia também já foram iniciantes, e conhecem muito bem as dificuldades de começar a pedalar em uma cidade. Além disso, eles também querem chamar atenção para a bicicleta como parte importante no trânsito.

Financiando o projeto

Por causa do crescimento no número de pessoas que solicitam o serviço do Bike Anjo, eles inscreveram o projeto no Catarse, site de financiamento coletivo. Mas, para que mais pessoas possam continuar pedalando pela cidade com mais segurança, eles precisam de ajuda.

A iniciativa quer atingir mais pessoas e impactar um número maior de cidades. Então, se alcançada a meta estipulada no Catarse, de R$ 17.500, melhoras serão financiadas. Por exemplo, formalizar e expandir a prática num site que buscará melhorar a conexão entre os Bikes Anjos e os ciclistas iniciantes. Este sistema possibilitará outras ações, como oficinas e cursos para quem quer começar a pedalar, campanhas de educação, entre outras.

O projeto ficará no Catarse somente até sábado, dia 29 de outubro. Eles já alcançaram R$ 13.002, falta pouco para a meta estipulada. Portanto, se você quer ajudar e ainda ganhar brindes criativos, entre no site e apoie essa ideia! ;)

Uma bike a mais pode significar um carro a menos no trânsito. E quanto mais bicicletas nas ruas, maior visibilidade é dada para a necessidade de meios de transportes alternativos e sustentáveis.

O Blog da Saúde acredita que um trânsito mais compartilhado é possível!

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Atuando de maneira diferenciada na preservação do meio ambiente, a empresa Florestas Inteligentes produz não só mudas de árvores, mas auxilia também na recuperação de pessoas. Como? Formando coletores de sementes em comunidades carentes e levando o cultivo das mudas para dentro do Pemamo, penitenciária de Tremembé, em São Paulo.

A iniciativa tem como foco principal a conservação ambiental, inovação e inclusão social. Com o lema “O homem e a floresta em pé”, proporciona aos detentos, por meio do trabalho, a oportunidade de capacitação profissional e remuneração.

Pois ao trabalhar no cultivo das mudas, eles passam a ser chamados de reeducandos e são recompensados. Recebem um salário mínimo, a redução de um dia da pena a cada três trabalhados e a chance de fazer cursos técnicos de jardinagem, viveirismo, paisagismo e restauração florestal da ESALQ (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da USP). Preparando-se, assim, para a volta à sociedade.

Além disso, há a valorização como ser humano. “Depois que comecei a trabalhar aqui fiz coisas para minha família que eu nunca pensei em fazer quando estava na rua. Com o dinheiro deste trabalho, reformei minha casa e construí um jardim para minha mulher”, conta Alcione, reeducando preso há 11 anos.

Reflorestamento

A Florestas Inteligentes cultiva mudas adultas, que são as que têm tamanho superior a 1 metro, produzidas em viveiros e que podem ter diversos fins, como o reflorestamento de áreas degradadas. Essas mudas adultas são mais resistentes do que as menores, e por isso mais comuns em projetos de compensação ambiental.

Nos dois viveiros cultivados na penitenciária são produzidas mensalmente 100 mil mudas. Totalizando, em uma área de 7,8 hectares, 130 espécies. Elas são produzidas em vasos biodegradáveis, que são compostos por casca de arroz, abundante no Vale do Paraíba (região da penitenciária) o que traduz sustentabilidade, por ser matéria prima local e também por evitar a utilização de tubos de PET e sacos plásticos.

Com o trabalho desenvolvido na penitenciária de Tremembé, a Florestas Inteligentes ganhou o Prêmio Governador Mario Covas na categoria Excelência de Gestão Pública, em 2010, quando a iniciativa ainda não havia sido lançanda oficialmente.

Imagem: Florestas Inteligentes

Viveiro de Mudas em Tremembé (Imagem: Florestas Inteligentes)

Vasos biodegradáveis (Imagem: Florestas Inteligentes)

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Foi lançado o Mobilize Brasil, um portal brasileiro de conteúdo exclusivo sobre o tema. O objetivo é estimular debate público a fim da transformação social e da educação.

Notícias sobre mobilidade, iniciativas, transporte público do Brasil e do mundo. O legal é que, dessa maneira, as regiões do país podem se inspirar umas nas outras e aplicar as boas ações, discutir o que dá ou não dá certo.

Para quem sabe que alternativas ao carro devem ser consideradas, mas gostaria de ver a representação disso em números, há também estudos e estatísticas. Por exemplo:

Quer saber como anda a extensão do metrô nas cidades brasileiras (Km)?

Imagem: Mobilize

Ano: 2011 – Abrangência: Cidades Brasileiras

Ou os custos da emissão de poluentes e dos acidentes de trânsito, por modo?

Imagem: Mobilize

Ano: 2008 – Abrangência: Brasil – municípios com mais de 60 mil habitantes

Iniciativa bacana também é um reflexo de um mundo que tem percebido a necessidade das cidades serem feitas a favor das pessoas.

Tudo sobre Mobilidade Urbana Sustentável

Foi lançado o Mobilize Brasil, um portal brasileiro de conteúdo exclusivo sobre o tema. O objetivo é estimular debate público a fim da transformação social e da educação.

Notícias sobre mobilidade, iniciativas, transporte público do Brasil e do mundo. O legal é que, dessa maneira, as regiões do país podem se inspirar umas nas outras e aplicar as boas ações, discutir o que dá ou não dá certo.

Para quem sabe que alternativas ao carro devem ser consideradas, mas gostaria de ver a representação disso em números, há também estudos e estatísticas. Por exemplo:

Quer saber como anda a extensão do metrô nas cidades brasileiras (Km)?

Ano: 2011 – Abrangência: Cidades Brasileiras

Ou os custos da emissão de poluentes e dos acidentes de trânsito, por modo?

Ano: 2008 – Abrangência: Brasil – municípios com mais de 60 mil habitantes

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A arquitetura e a decoração também estão se adequando à onda de sustentabilidade. Há uma tendência na Europa que agora chega ao Brasil: as piscinas ecológicas. Desenvolvidas a partir dos anos 90, elas vêm, aos poucos, substituindo as piscinas clássicas.

Com o verão por perto nada melhor do que uma piscina para relaxar e se refrescar, não é? Mas as convencionais, que contêm cloro e outros produtos químicos, além de gastarem energia, poluem o meio ambiente, ressecam a pele, os cabelos e irritam os olhos.

Os produtos derivados de cloro são substâncias perigosas e responsáveis por danos ambientais, como a redução da camada de ozônio. Pois estão presentes em: dioxinas, DDT, Agente Laranja, PCB’s e os destruidores do ozônio (CFC’s). As piscinas ecológicas não causam nada disso; são como lagos artificiais.

Elas são uma espécie de ecossistema aquático em pequena escala, uma vez que a água é tratada naturalmente e a qualidade mantida por um sistema ecológico de circulação e filtragem dos resíduos, através de filtros naturais de areia, pedras e plantas, juntamente a um tratamento complementar com equipamentos de ionização ou raios UV, que limpam a água sem uso de elementos químicos.

A construção das piscinas naturais compreende a um sistema com duas áreas de igual volume, uma para utilização propriamente dita, e outra para a regeneração e tratamento da água, onde ficarão as plantas, o substrato etc., além das bombas e equipamentos.

A ecopiscina traz em si um conceito que não prejudica o meio ambiente, fornecendo também integração à natureza. Além disso, nas biopiscinas, também é possível reutilizar a água da chuva, captada pelos telhados, o que gera economia de água e promove a sustentabilidade.

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Imagem: Greenpeace

Você sabia que o Brasil detém a mais importante zona de biodiversidade do Atlântico Sul? Ela se chama Abrolhos, é um arquipélago no litoral da Bahia que abriga corais de até 7 mil anos de idade e 1300 espécies, sendo que quarenta e cinco já estão ameaçadas de extinção.

Foi lá que nasceu o primeiro parque nacional marinho do Brasil, em 1983. E, além disso, de junho a novembro, a região é usada pelas baleias jubarte para acasalamento. Vindas da Antártida, elas usam as águas quentinhas (24 °C) de Abrolhos para se reproduzirem e amamentar os filhotes.

Mas não estão deixando as jubarte namorarem em paz, pois a região está sendo cobiçada pela indústria petroleira.  O que vem colocando o ciclo reprodutivo das baleias e todas as espécies que lá vivem em risco. Isso sem contar com as mais de 80 mil pessoas que sobrevivem do turismo e pesca local.

Abrolhos não resistiria aos danos causados por poluição ou vazamento de um desastre como o do Golfo do México, que derramou cerca de 700 milhões de litros de petróleo no mar. Todavia, treze blocos de exploração já foram licitados pelo governo para dez empresas petrolíferas.

Foi pensando nisso que o Greenpeace Brasil, juntamente com a AlmapBBDO, lançou a campanha “Deixe as baleias namorarem”, pedindo ao governo e às empresas uma moratória de 20 anos na exploração de gás e petróleo da região.

Assista abaixo aos vídeos da Campanha:

Entenda os danos que a comunidade pode sofrer:

Não deixe esse Sítio do Patrimônio Mundial Natural se transformar em mais uma zona de exploração de petróleo. Para ajudar, há um abaixo-assinado, um aplicativo e cartões postais disponíveis no site da Campanha.

Vamos deixar as baleias namorarem! - As baleias jubarte passaram por séculos de caça comercial e quase foram dizimadas. A sua caça foi proibida há 40 anos, mas elas ainda são consideradas pelo Ibama como uma espécie vulnerável.

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Você, que leva seu filho para a escola todos os dias de carro, já pensou em organizar um rodízio com os outros pais? E você que vai sozinho ao trabalho e volta, diariamente, sabe o que é o sistema de carona solidária?

Numa sociedade cada vez mais dependente do carro para a locomoção existem pessoas caminhando na direção contrária, para amenizar essa dependência e os danos causados ao meio ambiente por ela.

Todos os dias, inúmeros carros circulam com apenas um ocupante. Então por que não promover esquemas de caronas?

Além de auxiliar na redução dos congestionamentos e da poluição das cidades, os caronistas (quem dá) e caroneiros (quem pega) ainda economizam e têm maior interação social com os amigos ou até fazem novas amizades e ampliam o networking.

Para organizar a carona solidária na hora de levar os filhos à escola, temos algumas dicas:

- Converse com os seus filhos para saber se eles têm sugestões de amigos que morem por perto;

- Faça com que eles anotem na escola os endereços dos colegas para organizar um trajeto;

- Converse com os outros pais e proponha um rodízio entre os que participarão.

Aos que vão ao trabalho na hora do rush e sozinhos, é válido colocar cartazes nos murais do condomínio, no local de emprego ou estudo; conversar com vizinhos e colegas de trabalho para organizar um rodízio entre os motoristas; criar os trajetos etc.

Outra opção interessante é se cadastrar em sites como o Carona Solidária, E-CaronaUniCaronas e Campus Aberto.

Ao otimizar o uso do carro, você contribui para a diminuição: da poluição do ar, das emissões de gases que provocam o efeito estufa, da dificuldade de circular pela cidade e do estresse provocado pelos congestionamentos.

Dar carona é assumir o papel de agente transformador e servir de exemplo e inspiração como consumidor consciente.

Mobilize outros cidadãos a mudarem seus hábitos de transporte e contribuírem para um mundo mais sustentável.

Confira alguns dados a respeito da situação dos carros e da poluição nas grandes cidades:

- A má qualidade do ar nas principais capitais do país provoca a morte prematura de 11,6 mil pessoas por ano.

- A frota de veículos no estado de São Paulo tem aumentado quatro vezes mais depressa do que o número de habitantes. Entre 2002 e 2006, enquanto a população cresceu 6,2%, a frota se expandiu 26%.

- A queima de combustíveis fósseis, como gasolina e diesel, é uma das principais causas do aquecimento global.

- 30% dos trabalhadores da cidade, passam cerca de 3h30 no trânsito todos os dias, emitindo 32,5 milhões de toneladas de CO2 anualmente.

Conheça o ciclo do petróleo assistindo ao vídeo do Akatu Mirim abaixo:

Fonte: Instituto Akatu e Carona Solidária.

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O vidro é um material milenar e sempre foi símbolo de nobreza e elegância. E a embalagem (potes para alimentos, frascos, garrafas, produtos farmacêuticos) é uma das mais antigas e frequentes aplicações do material.

É possível colocar qualquer tipo de produto em uma embalagem de vidro, mas ela não põe nada de si nos alimentos. Em um pote de geléia, por exemplo, há só geléia, nenhuma molécula de vidro. E assim ocorre com o mel, com o leite ou com o molho de tomate.

Entre seus atributos, está a singular capacidade de barrar gases. Pois o CO2 que é dissolvido no produto não passa pelo vidro, o que acontece em alguns tipos de materiais. Diferentemente de alguns tipos de embalagens plásticas e latas, o vidro não libera ftalatos, nem contém bisfenol A.

Sendo assim, o conteúdo não sofre alteração de sabor, odor, cor ou qualidade porque ele é 100% inerte, neutro, e tem alta resistência química – até por ser um composto totalmente natural (fusão de três minerais: cálcio, sódio e areia).

O vidro possui alta estabilidade térmica, então pode ser aquecido e resfriado sem nenhuma interação ou troca com o produto nele armazenado, que, por conta dessas características, pode ter a vida útil até dobrada.

Benefícios

•    Reciclável, Retornável, Reutilizável;

•     Higiênico: por ser fabricado com elementos naturais, ele protege os produtos por mais tempo e dispensa a utilização de conservantes adicionais;

•    Impermeável: não é poroso e funciona como uma barreira contra qualquer agente exterior, mantendo assim os produtos mais frescos, aumentando a vida útil em relação a outros tipos de embalagens;

•    Resistente: mudanças bruscas de temperatura e umidade não são um problema para as embalagens de vidro;

•    Transparente: o consumidor visualiza o que pretende comprar. Os produtos ganham uma imagem confiável;

E tem coisa mais charmosa e saborosa do que aquele leite em garrafa de vidro? Quem pensa que isso é coisa do passado está redondamente enganado. Pois algumas empresas já estão unindo esse conceito tradicional às novas realidades e necessidades do mercado.

Modernidade

Com tecnologia do futuro, mas um design saudosista – As embalagens de vidro estão sendo eco-projetadas. O uso dos recursos naturais já está sendo otimizado, o que reduz em 15% a emissão de CO2. Algumas das garrafas no mercado já são até 30% mais leves do que as antigas.

Produzidas com um peso cada vez menor, sem perder suas características originais, permitem melhor desempenho ambiental da logística de transporte e distribuição.

Reciclagem

O vidro é 100% reciclável e não poluente – Completando esse ciclo alinhado e sustentável, estão as diversas ações de reciclagem e a recuperação do que já foi utilizado. De um pote é possível que seja feito outro exatamente igual sem adições, apenas retornando-o ao forno.

Com um quilo de caco se faz um quilo de vidro, assim há redução no gasto de energia e diminuição na retirada de matéria-prima da natureza.

As embalagens desse material também têm a vantagem de poderem ser retornáveis e utilizadas diversas vezes.

Nesse ciclo todos saem ganhando: a sociedade, o meio ambiente e a própria indústria. Porque além de ser uma atividade lucrativa, a reciclagem também apresenta um importante caráter social por apresentar geração de empregos e, consequentemente, de renda, que beneficia camadas mais carentes da população.

Fonte: Guia de Embalagens para Produtos Orgânicos do Instituto de Embalagens.

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Muito já se falou dos danos que os gases emitidos pelos automóveis e carros causam à atmosfera. Mas quase não se comenta sobre os impactos ambientais que a manutenção do seu carro pode gerar.

Podemos reverter esses danos adotando atitudes sustentáveis, sendo motoristas e cidadãos mais conscientes.

Além de o carro poluir, ele ainda nos faz perder tempo de trabalho e lazer quando enfrentamos os congestionamentos diários dos grandes centros.

Para você que não abre mão do automóvel, e não quer adotar um transporte alternativo, vale a pena conferir como continuar sendo um motorista, mas pensando no nosso planeta.

Como ser um condutor consciente

Escolher a oficina mecânica certa, que tenha uma logística reversa, ou seja, dando o descarte correto do óleo, pneu, plástico etc. Optar sempre pelos biocombustíveis, e não pela gasolina ou diesel, são simples atitutes que fazem toda a diferença.

Essas ações ajudam o nosso ar a ficar mais puro e também reduzem os custos que acabamos tendo com a conservação dos carros.

Assista no vídeo abaixo algumas dicas para dirigir com responsabilidade ambiental:


Inovação

Trabalhar focado em sustentabilidade é sempre um diferencial. Em gestão de frotas, mais ainda. Então, com pioneirismo na área é que a Ecofrotas, desde 2006, vem atuando para reduzir o impacto ambiental provocado pelos veículos de empresas.

A Ecofrotas participa da compra de créditos de carbono no mercado voluntário para compensar as emissões de CO2, e conta com mais de 5000 oficinas credenciadas em todo o Brasil, que fazem o descarte correto dos resíduos. Além de contar com a certificação ambiental da rede de postos de abastecimento.

A inovação pode ser vista também no relatório que consegue mensurar a emissão de CO2 de cada veículo, na utilização da manutenção preventiva, no sistema de controle de utilização de combustíveis renováveis, entre outras coisas.

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Com o lema “Começa com você”, o Festival de música e arte SWU ocorrerá entre os dias 12 e 14 de Novembro, em Paulínia, no interior de São Paulo.

Nesta segunda edição, a área do evento será 3 vezes maior do que a da primeira, em Itu. E, além das diversas intervenções artísticas, o Festival contará com quatro palcos, sendo três deles ao ar livre, e uma tenda eletrônica, com os seguintes nomes: Consciência, New Stage, Energia e Tenda Heineken Greenspace.

O evento, que une música e sustentabilidade, terá 70 atrações ao total ,e o público estimado para os três dias é de 210 mil pessoas.

As atrações internacionais já confirmadas para esta edição são:

•    Dia 12 de Novembro:
Black eyed peas, Snoop Dogg, Damian Marley, Michael Franti e Spearhead, James Murphy e Frankie Knuckles.

•    Dia 13 de Novembro:
Peter Gabriel & The New Blood Orchestra, Chris Cornell, Duran Duran, Afrojack e Fedde Le Grand.

•    Dia 14 de Novembro:
Faith no More, Sonic Youth, Megadeth, Primus, Black Rebel Motorcycle Club, 311, Down, Miyavi, Sven Vath, Joris Voorn, Nic Fanciulli, M.A.N.D.Y, Loco Dice, Damian Lazarus, Layo e Bushwacka.

Paralelamente às atividades musicais e artísticas ocorrerá, no Teatro Municipal de Paulínia, o 2º Fórum Global de Sustentabilidade.

Entre os palestrantes do evento estão: o cantor e compositor Neil Young, o surfista John Rose, Mário Mantovani (SOS Mata Atlântica), The Voice Project e Virgílio Viana (diretor geral da Fundação Amazonas Sustentável).

Como intuito de movimentar o maior número de pessoas em prol da conscientização, e da importância das pequenas atitudes diárias de cada um, em função de um planeta mais sustentável, o movimento SWU vai além dos shows e da curtição. Ele engloba concursos culturais e socioambientais, palestras, conteúdo online e ainda ações para as crianças.

Até as crianças

O SWU Kids tem o intuito de esclarecer, de maneira mais lúdica, o conceito de sustentabilidade para os pequenos.

O vídeo abaixo faz parte de uma série animada voltada para eles.

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Quando o assunto é panfletagem não existem muitas formas de diversificar e ser irreverente. Mas a ONG WWF da Hungria encontrou uma maneira de ser criativa utilizando apenas um panfleto e dois voluntários vestidos de panda.

A ação aconteceu em um shopping e atingiu cerca de 250 mil pessoas com a seguinte mensagem: “Apenas uma cópia foi impressa, porque acreditamos que ele pode convencê-lo a dar 1% do seu imposto para a preservação. Ajude a salvar as florestas. 2011 é o Ano das Florestas”.

Durante a panfletagem, um voluntário se posicionava no início da escada rolante e entregava o folheto, enquanto o outro esperava ao final da escada. Assim, a pessoa lia a mensagem enquanto subia, ou descia, e devolvia o panfleto ao outro voluntário.

Confira o vídeo da campanha:

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Imagine se você pudesse enterrar tudo que não usa mais, como um par de tênis velho, por exemplo. E se, ao ser enterrado, se transformasse em lindas flores silvestres?

Por incrível que pareça isso já é possível. E, pensando em sustentabilidade na indústria da moda, a OAT Shoes criou tênis biodegradáveis, fabricados com cânhamo, cortiça, algodão biológico, plásticos biodegradáveis, lixívia sem cloro e outros materiais amigos do meio ambiente. Que, além disso, quando enterrados, dão flores!

Os tênis demoram em média 6 meses para se biodegradarem totalmente. Mas, segundo o fabricante, bastam apenas alguns dias enterrados para que as flores silvestres apareçam.

Imagem: OAT Shoes

Nem sempre é fácil fazer escolhas verdes. Optar pela consciência ecológica, muitas vezes, significa ter de fazer concessões na aparência, funcionalidade, preço ou conveniência. Geralmente, quando se compra sapatos, não se leva em conta as implicações éticas e sustentáveis, mas sim, a beleza e o conforto. Então para aqueles que gostam de unir estilo e consciência ambiental essa novidade mostra que muitos dos nossos costumes podem se tornar ecologicamente corretos.

Para quem se interessou em ter o seu tênis enterrado no jardim, os sapatos OAT ainda não podem ser encontrados no Brasil. Somente em lojas na Holanda, Bélgica e para entrega dentro da Europa, através da loja virtual. Os tênis são unisex e custam por volta de €140,00.

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