Blog da Saúde
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Saiba tudo sobre a Rede Cegonha

Obra de Romero Britto

Lançada hoje pela presidente Dilma Roussef e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a Rede Cegonha é composta por um conjunto de medidas para trazer uma garantia às brasileiras: segurança desde o momento que sabe que espera um filho.

O plano é garantir pelo SUS (Sistema Único de Saúde) atendimento seguro e humanizado desde a confirmação da gravidez até os dois primeiros anos de vida do bebê. Isso significa que a medida abrange a assistência obstétrica (às mulheres) – com foco na gravidez, no parto e pós-parto como também a assistência infantil (às crianças).

Para tornar o projeto realidade, a Rede Cegonha contará com R$ 9,397 bilhões do orçamento do Ministério da Saúde para investimentos até 2014. Estes recursos serão aplicados na construção de uma rede de cuidados primários à mulher e à criança.

Estimativas divulgadas pelo Ministério da Saúde apontam que o Brasil tem cerca de três milhões de gestantes, sendo que mais de dois milhões são assistidas exclusivamente pelo SUS.

Metas da Rede Cegonha

O objetivo é que ações sejam aplicadas em todo o Brasil. Porém, a prioridade do cronograma está sobre as regiões da Amazônia Legal e Nordeste – que têm os mais altos índices de mortalidade materna e infantil – e as regiões metropolitanas, envolvendo a maior concentração de gestantes.

Porém, conforme explicou o ministro Alexandre Padilha, qualquer município pode aderir à Rede.

Gestantes e atenção hospitalar

A Rede Cegonha terá atuação integrada com as demais iniciativas para a saúde da mulher no SUS, com foco nas cerca de 61 milhões de brasileiras em idade fértil. Nos postos de saúde, será introduzido o teste rápido de gravidez.

Obra de Romero Britto especialmente para a Rede Cegonha

Confirmado o resultado positivo, será garantido um mínimo de seis consultas durante o pré-natal, além de uma série de exames clínicos e laboratoriais. A introdução do teste rápido, inclusive para detectar HIV e sífilis, também será novidade para reforçar o diagnóstico precoce e a adesão ao tratamento.

Desde a descoberta da gravidez até o parto, as gestantes terão acompanhamento e saberão, com antecedência, onde darão a luz. As grávidas receberão auxílio para se deslocarem até os postos de saúde para realizar o pré-natal e à maternidade na hora do parto, com vale-transporte e vale-táxi.

Nas unidades hospitalares haverá a criação de novas estruturas a fim de proporcionar a garantia de sempre haver vaga para gestantes e recém-nascidos nas unidades de saúde.

A Rede Cegonha também prevê a qualificação dos profissionais de saúde que darão a assistência adequada às gestantes e aos bebês.

Entre as novas estruturas estarão as Casas da Gestante e do Bebê, que dará acolhimento e assistência às gestantes de risco, e os Centros de Parto Normal, que funcionarão em conjunto com a maternidade para humanizar o nascimento.

Bebês

Nos primeiros dois anos de vida da criança, a Rede Cegonha compreenderá a atenção integral à saúde da criança, desde a promoção do aleitamento materno até a oferta de atendimento médico especializado para eventuais necessidades.

Outra ação prevista na Rede Cegonha direcionada às crianças será equipar as unidades do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu Cegonha) para o transporte seguro do recém-nascido.

Educação e Planejamento Reprodutivo e Aleitamento Materno

Dentre as ações estão as campanhas públicas nas escolas (de nível médio e superior) e também com ações de mobilização da sociedade sobre a importância da educação sexual e reprodutiva, bem como do aleitamento materno. A alta taxa de gravidez entre adolescentes também contribui para risco para mãe e o bebê.

Arte na Rede

O artista plástico Romero Brito, além de criar a logomarca para o programa, produziu obras que serão instaladas nas unidades de saúde inseridas na Rede.

São ao todo 10 quadros que, juntos, contam uma história que vai da concepção ao crescimento do bebê: o amor; o encontro do pai e da mãe; a responsabilidade do ato sexual; a felicidade da gravidez; a parteira; o cuidado na hora do parto; a família junta apoiando o crescimento da criança; o bebê como centro do universo e a criança no meio da bandeira do Brasil representando o cidadão do futuro.

A cerimônia oficial de lançamento aconteceu hoje (28), em Belo Horizonte (MG).

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A medida abrange apenas o ambulatório estadual de Heliópolis, o maior AME de São Paulo, no meio da maior favela do Estado. Mas se tudo correr bem, as enormes filas que a população está sujeita a enfrentar, até para buscar um exame, poderão diminuir.

Por mês são realizados na unidade do AME (Ambulatório Médico de Especialidades) “Dr. Luiz Roberto Barradas Barata” mais de 30 mil exames.

Os pacientes só precisam obter o número do protocolo e senha, para poder conferir, no portal, resultados de exames de urina e sangue e outros de apoio diagnóstico como ecocardiograma, endoscopia, ressonância magnética, tomografia computadorizada e teste ergométrico.

“Essa ação traz comodidade ao paciente, principalmente para aqueles de outras unidades que são encaminhados para o Heliópolis para realizar algum exame e vão continuar o tratamento na unidade de origem”, afirma Paulo Quintaes, gerente executivo do AME.

O ambulatório de Heliópolis, o maior dos 37 em funcionamento no Estado, é referência principalmente para os bairros da Moóca, Aricanduva, Ipiranga, Sacomã, Penha, Vila Prudente, Sapopemba, Vila Mariana e Jabaquara. Para exames de imagem a unidade também recebe pacientes da região metropolitana e algumas cidades do interior.

O atendimento nos AMEs é feito mediante encaminhamento das Unidades Básicas de Saúde.

Acessar resultados de exames médicos pela Internet não é mais privilégio de clientes de planos de saúde ou particulares, informa a Secretaria de Saúde do Estado.

O site do AME Heliópolis é www.ameh.org.br.

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A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou ontem (8) um projeto de lei que garante distribuição gratuita de filtro solar fator 12 pelo SUS (Sistema Único de Saúde).

O texto obriga ainda que as empresas distribuam protetores aos trabalhadores expostos à radiação solar direta, com ou sem equipamento de proteção individual, no horário compreendido entre 7:00 e 18:00 horas, independentemente do tempo de jornada.

A proposta prevê multa de R$ 1.300 por cada empregado exposto ao sol sem acesso ao filtro. Não há nenhuma menção, entretanto, ao fator de proteção do filtro solar a ser distribuído nestes casos.

Segundo a proposta, que altera trecho da Consolidação das Leis do Trabalho, caberá ao Ministério do Trabalho apresentar disposições adicionais para regulamentar as novas medidas.

Benefícios

De acordo com o autor da proposta, o deputado Lobbe Neto (PSDB-SP), o benefício não trará despesas adicionais ao governo, mas ao contrário, seria uma economia. Segundo ele, ao invés de tratar o câncer de pele, o governo poderia prevenir os trabalhadores de terem a doença.

No entanto, a Comissão de Finanças e Tributação apontou que a medida, a ser custeada pelo Ministério da Saúde, implica em impacto financeiro e orçamentário nas contas da União.

Durante a votação, o relator do projeto, o deputado federal José Genoíno (PT-SP), ainda ressaltou que “sendo reais os riscos da exposição ao sol e também reais os problemas que pode causar à saúde humana, entendo que a visão dos protetores como medicamento preventivo de uso geral, até por ser mais abrangente, deveria ser esposada pelo Congresso Nacional no processo de geração de normas legais”.

Genuíno ainda pretende apresentar recurso à Casa para debater a matéria mais uma vez no plenário da Câmara. Caso contrário, o texto segue direto para o Senado Federal.

O que você acha do projeto? Acredita que a distribuição ajudaria a diminuir a incidência do câncer de pele? Não seria necessário também campanhas informativas para conscientização das pessoas sobre os riscos da radiação solar? Dê a sua opinião!

*Com informações da FSP.
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As 125 UTIs, alugadas para o SUS, ameaçam ser desativadas por falta de pagamento do governo do Distrito Federal.

Segundo o Sindicato Brasiliense de Hospitais, a dívida chegaria a R$ 104 milhões. Na semana passada, quatro hospitais já desativaram parte dos leitos do SUS e demitiram funcionários, alegando prejuízos.

A Secretaria de Saúde nega que tenha divida com os hospitais e afirma que apenas pagamentos antigos estão sob análise. O sindicato diz que não vai negar UTI a pacientes do SUS com ordem judicial, desde que tenha vaga.

Mas desde o início da semana passada, quando os hospitais particulares começaram a fechar os leitos do SUS, a Defensoria Pública afirma que diminuíram as ações na Justiça. A média que era de dez por dia caiu para, no máximo, dois pedidos.

Raio-X, segundo a Agência Brasília:

O Distrito Federal possui 348 UTIs
• 213 leitos próprios
• 10 conveniados do Hospital Universitário de Brasília
• 125 da rede privada

A Secretaria de Saúde afirma que as ordens judiciais têm que ser cumpridas. Saiba mais:

- GDF pode ir à Justiça caso hospitais suspendam atendimento nas UTIs

*com informações O Globo
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A partir de 2011, o Brasil vai adotar um teste que permite o diagnóstico da sífilis em cerca de 15 minutos.

O exame, desenvolvido pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz/BioManguinhos) e a empresa Chembio Diagnostic (EUA), tem como alvo principal o diagnóstico precoce da doença em grávidas.

Cerca de 48 mil gestantes no Brasil são infectadas pela sífilis, quatro vezes mais do que a prevalência do vírus HIV, conforme levantamento do Ministério da Saúde. A estimativa é de 12 mil casos de sífilis congênita por ano, passada da mãe para o feto (sífilis congênita).

Os novos testes serão oferecidos em kits para o Sistema Único de Saúde (SUS). O ministério calcula a necessidade imediata de 1 milhão de exames. Atualmente, a rede pública dispõe dos métodos tradicionais, no entanto, segundo a Fiocruz, a nova tecnologia é 50 vezes mais sensível do que o método atual e não exige treinamento complexo dos profissionais.

O Ministério da Saúde e a empresa norte-americana firmaram acordo para a transferência da tecnologia no período de cinco anos.

Quer saber mais sobre a sífilis?

Sífilis ou lues é uma doença infecto-contagiosa, causada pela bactéria Treponema pallidum. É transmitida na relação sexual sem preservativo, transfusão de sangue contaminado ou durante a gestação ou o parto.

Sintomas: Lesões duras nos órgãos genitais que, geralmente, não doem, ardem ou coçam, são os primeiros sintomas da sífilis. Chamadas de cancros, elas geralmente aparecem nos genitais, mas podem ocorrer também no ânus, na pele, na gengiva, na palma das mãos e na planta dos pés.

As feridas podem desaparecer sem deixar cicatriz, dando falsa impressão de cura!

Informar-se sobre a doença é de extrema importância. Sem o tratamento, podem surgir manchas nas mãos e pés e queda de cabelos, além de comprometer vários órgãos como olhos, pele, ossos, coração, cérebro e sistema nervoso. A pessoa pode ficar sem sintomas da contaminação de três a 12 anos.

Hoje, nas fases iniciais, o diagnóstico pode ser confirmado por exame de sangue. Já na fase avançada é necessário a realização de um exame de líquor para verificar se o sistema nervoso não foi afetado.

O tratamento é feito com antibióticos, normalmente penicilina, e deve ser acompanhado com exames de sangue para verificar a evolução da doença.

O uso de preservativos durante as relações sexuais é a única maneira de prevenir a sífilis!

Importante: As mulheres devem fazer exame para verificar se são portadoras da doença antes de engravidar. Se já estiverem grávidas, devem fazer o tratamento adequado para evitar a infecção do bebê!

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O Senado aprovou ontem (17) um projeto de lei que inclui cinco vacinas no calendário básico de vacinação da criança. Com o projeto, o Sistema Único de Saúde (SUS) passa a ser obrigado a disponibilizar as vacinas: hepatite A, meningocócica conjugada C, pneumocócica conjugada 7-valente, varicela (catapora) e pneumococo.

*Duas delas, a meningocócica conjugada C e pneumocócica conjugada 7-valente, já haviam sido incluídas no calendário no início deste ano, por decisão do Ministério da Saúde.

Agora é obrigatório

Segundo o ministério, as novas vacinas são aplicadas hoje na rede pública para os chamados “casos especiais”. As doses são oferecidas no SUS, por exemplo, para portadores de HIV, doenças pulmonares crônicas ou para quem vai se submeter a transplantes. A partir da sanção da lei, elas passam a ser obrigatórias para todas as crianças.

Para o autor do projeto, deputado federal Alexandre Silveira (PPS-MG), a inclusão dessas vacinas no calendário oficial deve reduzir significativamente a mortalidade infantil no País.

Vacinas

- A vacina contra a hepatite A previne a inflamação do fígado causada pelo vírus HAV. Por seu modo de transmissão, é típico de áreas menos desenvolvidas, com más condições de higiene e falta de saneamento básico. Nesses locais, a doença predomina em crianças de 2 a 6 anos, mas pode ser adquirida em qualquer idade.

Atualmente, o SUS recomenda a aplicação da vacina somente em casos especiais, como em portadores de doenças crônicas no fígado ou pessoas que passaram por transplante de medula óssea;

- Altamente contagiosa, a varicela, popularmente chamada de catapora, é uma das doenças virais mais comuns na infância. É causada pelo vírus varicela-zoster;

- A meningocócica conjugada C protege contra a bactéria meningococo C, que causa meningite (inflamação das membranas que envolvem o encéfalo e medula espinhal), principalmente em crianças de até 4 anos. A transmissão é de pessoa para pessoa por meio de beijo e secreções expelidas por tosse, fala ou espirro.

Atualmente, a vacina meningocócica conjugada C é aplicada aos 3 e 5 meses, com reforço aos 15 meses.

- A vacina pneumocócica conjugada 7-valente previne a pneumonia. Ela é aplicada aos 2, 4 e 6 meses, com reforço entre 12 e 15 meses;

- A quinta vacina combate o pneumococo, bactéria que pode causar doenças meningites, pneumonias pneumocócicas, sinusite, inflamação no ouvido, septicemia (infecção generalizada). É indicada hoje para crianças maiores de 5 anos portadoras de imunodeficiências (como cardiopatias e pneumopatias) e idosos que vivem em asilos, casas de repouso ou hospitais.

O texto aprovado pelo Senado, já havia passado pela Câmara dos Deputados. Agora segue para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

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A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo oferece, até o final de dezembro, a vacina conjugada contra o meningococo C, causador de uma das formas mais graves de meningite bacteriana.

A campanha é voltada para crianças menores de 1 ano, que devem tomar duas doses da vacina (aos 3 e aos 5 meses) e uma de reforço quando fizerem o primeiro aniversário.

As vacinas serão disponibilizadas em toda a rede pública de saúde do Estado.

A dose conjugada contra meningococo C é normalmente bem tolerada e não apresenta reações adversas graves. Apenas crianças com histórico de anafilaxia (alergia imediata e aguda) em dose anterior não devem ser vacinadas.

“Aproximadamente 25% dos casos ocorrem em menores de 2 anos e a vacina é a melhor forma de proteção contra a doença, com um índice de proteção de mais de 90%”, afirma Helena Sato, diretora de imunização da secretaria.

Calendário de imunização

A partir de janeiro, a vacina contra meningite C fará parte do calendário de imunização do Sistema Único de Saúde (SUS). Antes dessa medida, a dose estava disponível na rede pública apenas para ações pontuais de controle e bloqueio de surtos.

A campanha contra o meningococo C já foi realizada para as crianças entre 1 ano e 1 ano e 11 meses de idade, faixa etária que precisa de apenas uma dose da vacina.

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A Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo decidiu convocar os 12,2 milhões de paulistas, com idades entre 1 e 19 anos, para tomar a vacina contra o sarampo. A proposta é reforçar a prevenção contra a doença, após registros de casos ocorridos em estados brasileiros como Pará, Rio Grande do Sul e Paraíba.

A ocorrência em outros estados e a proximidade do período de férias, quando muitos jovens irão viajar pelo Brasil ou para o exterior, reforça a necessidade de prevenção.

A vacinação, oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), é a única maneira eficaz de prevenção contra a doença.

Segundo o calendário oficial de imunização do estado de São Paulo, a primeira dose da vacina contra o sarampo deve ser tomada aos 12 meses de idade, com reforço entre 4 e 6 anos. No entanto, desde 2008, há indicação de imunização também para pessoas com até 19 anos que não receberam, comprovadamente, a segunda dose.

A campanha vai até o dia 30 deste mês. Os postos de saúde funcionam de segunda a sexta-feira, das 8 às 17 horas. Na capital o Instituto Pasteur (Av. Paulista, 393) e os terminais rodoviários do Tietê e da Barra Funda também abrem aos finais de semana e feriados, das 8 às 20 horas.

Além da tríplice viral, que protege contra o sarampo, caxumba e rubéola, os paulistas que comparecerem aos postos de saúde também irão receber doses que estejam em atraso na caderneta, como da vacina contra hepatite B.

“É muito importante que as pessoas busquem proteção contra o sarampo, tomando uma dose da vacina gratuitamente nos postos. Somente dessa forma podemos evitar que o vírus causador da doença possa retornar a circular no Estado”, afirma a diretora de Imunização da Secretaria, Helena Sato.

E para quem é maior de 19 anos?

A faixa etária de 1 a 19 anos foi escolhida porque as pessoas entre 20 e 39 anos já foram imunizadas contra a doença durante a campanha contra a rubéola, realizada em 2008, quando receberam uma vacina dupla (rubéola e sarampo).

- Casos de sarampo no Brasil: recorde da década?

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A primeira mulher presidente do Brasil chegou a afirmar durante sua campanha que o próximo presidente terá que fazer o “possível e o impossível” para transferir recursos à saúde no Brasil.

Apesar de admitir que a situação “não é confortável”, Dilma evitou defender a criação de mais um imposto para financiar o setor, a Contribuição Social para a Saúde (CSS), que substituiria a extinta CPMF.

No programa de governo há propostas para melhorar a qualidade do Sistema Único da Saúde (SUS), ampliando as Unidades Básicas de Saúde (UBA) e as Unidades de Pronto Atendimento (UPA), que funcionam 24 horas.

Durante a campanha, Dilma propôs tratamento especializado para mães e crianças de até um ano, batizado de Rede Cegonha, além da criação de clínicas de prevenção ao câncer dentro dos hospitais.

Veja as principais propostas:

- Aprofundar e melhorar a qualidade do atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS) com 500 novas UPAS 24 horas e com a expansão do SAMU, entre outros programas.

- Criar a Rede Cegonhas com a finalidade de oferecer atendimento especializado no pré-natal, neonatal e até a criança completar 1 ano.

- Ampliar o Programa Saúde da Família por meio de uma política de saúde pública e apostar também em Unidades de Pronto-Atendimento 24 horas.

Na página virtual da nova presidente, as propostas de saúde pontuadas foram:

Aprimorar a eficácia do sistema de saúde, garantindo mais recursos para o SUS, reforçando as redes de atenção à saúde e unificando as ações entre os diferentes níveis de governo; dedicando uma atenção ainda maior aos hospitais públicos e conveniados, as novas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), ao SAMU e aos programas como o Saúde da Família, o Brasil Sorridente e a Farmácia Popular.

* Com informações da Saúde Business Web

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As farmácias populares passarão a oferecer fraldas geriátricas e mais nove medicamentos para tratamento de asma, rinite, mal de Parkinson, osteoporose, glaucoma e hipertensão.

Os remédios e as fraldas serão subsidiados pelo governo e vendidos com 90% de desconto em relação aos preços de mercado. De acordo com o Ministério da Saúde, os novos medicamentos vão beneficiar quase 1 milhão de brasileiros por mês.

No caso das fraldas geriátricas, o paciente terá direito a comprar um pacote com dez unidades ao preço de R$ 0,70. Cada usuário terá direito a adquirir até 40 fraldas a cada dez dias.

Para ter acesso aos medicamentos e produtos oferecidos nas unidades conveniadas ao programa Aqui Tem Farmácia Popular, é necessário apresentar CPF, documento com foto e receita médica.

Para ampliar a lista de medicamentos e produtos foram investidos R$ 267 milhões.

Os 13.152 estabelecimentos conveniados ao programa em 2.336 municípios já ofereciam remédios para o tratamento de hipertensão, diabetes, colesterol e gripe, além de anticoncepcionais. Esses medicamentos também são distribuídos gratuitamente nas chamadas “farmácias básicas” do Sistema Único de Saúde (SUS) para quem se consulta na rede pública.

Os novos produtos da lista foram definidos a partir de levantamentos sobre as doenças com maior número de prescrições na rede de saúde (pública e privada).

Confira a lista:

Indicação Medicamento
hipertensão Losartana Potássica 50 mg
asma Sulfato de Salbutamol 5 mg/ml – solução inalação
asma Sulfato de Salbutamol 100 mcg/dose – administração pulmonar, inalador doseado
asma Brometo de Ipratrópio 0,25 mg/ml – administração pulmonar, solução para inalação
asma Brometo de Ipratrópio 0,02 mg/dose – administração pulmonar, inalador doseado
asma Dipropionato de Beclometasona 50 mcg/dose – administração pulmonar, inalador doseado
asma Dipropionato de Beclometasona 200 mcg/cápsula – administração pulmonar, cápsulas inalantes
asma Dipropionato de Beclometasona 200 mcg/dose – administração pulmonar, inalador doseado
asma Dipropionato de Beclometasona 250 mcg/dose – administração pulmonar, inalador doseado
rinite Budesonida 50 mcg/dose – administração tópica nasal doseada
rinite Budesonida 32 mcg/dose – adminsitração tópica nasal doseada
mal de Parkinson Carbidopa 25 mg + Levodopa 250 mg
mal de Parkinson Cloridrato de Benserazida  25 mg + Levodopa 100 mg
osteoporose Alendronato de Sódio 70 mg
glaucoma Maleato de Timolol 0,25% – solução oftalmológica
glaucoma Maleato de Timolol 0,50% – solução oftalmológica
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Uma pesquisa trouxe à tona o que muitas pessoas desconhecem sobre a relação entre a falta de higiene bucal e complicações na gravidez: oito em cada dez grávidas do SUS têm problemas dentários.

A falta de higiene bucal pode ocasionar partos prematuros e o nascimento de bebês com baixo peso, como indica o chefe do Serviço de Odontologia da Maternidade Interlagos, Francisco Barata Ribeiro.

Aproximadamente 7% das pacientes examinadas apresentam problemas mais graves, como o granuloma, espécie de edema que se forma na gengiva.

A mulher fica mais propensa a ter problemas bucais durante a gestação, devido às mudanças hormonais que ocorrem neste período. Por isso, a atenção deve ser redobrada, principalmente a partir do segundo trimestre, afirma Ribeiro.

O programa para disseminar a saúde bucal entre as gestantes, “Boca Saudável, Gravidez Saudável”, foi introduzido no Hospital e Maternidade Interlagos em 2003, maior maternidade pública da zona sul de São Paulo. Examina cerca de 400 grávidas por ano, dentro do cronograma de pré-natal.

O balanço foi feito pela Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo com base nos dados destes atendimentos pré-natal.

Com pequenas atitudes, é possível se livrar deste problema que acomete 8 em cada dez grávidas pesquisadas. Os cuidados são praticamente os mesmos de uma mulher não grávida: limpeza diária dos dentes com uso adequado da escova e fio dental.

Veja cinco dicas essenciais para manter a boa saúde bucal durante a gravidez:

- Substitua alimentos ricos em carboidratos e açúcares por frutas e vegetais

- Reforce o corpo com vitaminas B, C e cálcio

- Após vômito por enjôo de gravidez, faça bochecho antes de escovar os dentes

- Reforce a escovação e o uso de fio dental

- Em primeiro lugar não deixe de informar o dentista que você está grávida. Se planejada, você pode marcar a visita ao dentista antes da gravidez e resolver todos os problemas.
Os cuidados que você tiver agora não devem parar quando seu bebê nascer

Lembre-se: os hábitos que você adquirir serão passados para seu filho!

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A Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo disponibiliza a vacinação contra a meningite C para crianças menores de dois anos de idade, gratuitamente, em toda a rede pública do Estado.

A partir de agora a imunização passa a fazer parte do calendário do Sistema Único de Saúde (SUS), também em nível nacional, protegendo as crianças contra a bactéria causadora da doença, o meningococo C.

Etapas de vacinação
Primeiro serão imunizadas as crianças entre 1 ano e 1 ano e 11 meses de idade. Para esta faixa etária é necessário apenas uma dose da vacina.

Em novembro, a Secretaria irá disponibilizar a vacina contra o meningococo C também às crianças menores de 1 ano, que deverão tomar duas doses da vacina e uma dose de reforço quando completarem 1 ano de idade.

Antes desta medida a vacina estava disponível na rede pública apenas para ações pontuais de controle e bloqueio de surtos de meningite causada pelo meningococo C.

Dados
Aproximadamente 25% dos casos desse tipo de meningite ocorrem em crianças menores de 2 anos. A vacina tem índice elevado de proteção, chegando a mais de 90%, segundo Helena Sato, diretora de Imunização da Secretaria.

A vacina conjugada contra meningococo C é normalmente bem tolerada e não apresenta reações adversas graves. Somente crianças com histórico de reação anafilática em dose anterior não deverão receber a vacina.

Pais de crianças menores de 2 anos: não se esqueçam de imunizar seus filhos contra a meningite C!

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Nove novos tratamentos para câncer de fígado e de mama, leucemia aguda e linfoma foram incluídos no Sistema Único de Saúde – SUS.

O tratamento de câncer pelo SUS, que deve atender em 2010 a 300 mil pacientes, ganhou hoje (25) reforço de R$ 412 milhões com a assinatura de portarias de reestruturação da assistência em oncologia pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão.

O total de investimento do governo chegará a R$ 2 bilhões e, segundo Temporão, é a maior mudança desde 1999, quando o sistema de tratamento oncológico foi criado. “Isso permite remunerar melhor o sistema, além do uso de novas técnicas e a incorporação de novas drogas ao tratamento”, disse o ministro da Saúde.

Ele destacou que isso foi possível com a melhor gestão dos recursos do setor e negociações com laboratórios para a compra de medicamentos mais baratos. Os novos recursos serão repassados anualmente a estados e municípios.

Dos novos procedimentos incorporados ao tratamento oncológico, três são para tratamento de câncer do fígado e cinco são de quimioterapia para tratamento de câncer de mama, linfoma e leucemia aguda.

Brasil

Temporão afirmou ainda que o País é um dos poucos que têm uma rede para tratamento de câncer pelo sistema público de saúde em todas as etapas,  que conta atualmente com 266 pontos de atendimento.

Os quase 100 tipos de câncer diagnosticados atualmente constituem o segundo grupo de doenças que mais matam no Brasil, atrás apenas das doenças cardiovasculares.

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Estudo concluído no fim de 2009 pelo Ministério da Saúde aponta que, dos 150 centros de referência para a saúde do idoso existentes no Brasil, apenas 50 estão nos moldes preconizados pela pasta.

Segundo Luiza Maia, coordenadora de Saúde do Idoso do ministério, a principal limitação dos centros, cuja criação foi induzida por uma portaria de 2002, é a falta de profissionais capacitados, entre médicos geriatras e gerontologistas (profissionais de diversas áreas habilitados para as questões do idoso).

A situação é mais grave no Norte e no Nordeste, onde a pasta decidiu capacitar 500 profissionais.

Números

Atualmente, 70% dos idosos no país – cerca de 14 milhões de pessoas – dependem do Sistema Único de Saúde (SUS) e 25% deles têm problemas importantes de saúde ou estão acamados.

A pasta promete modificar a política para que os centros, criados para assistir principalmente vítimas de demências, recebam todos os idosos fragilizados – por exemplo, portadores de múltiplos problemas de saúde.

Além disso, é preciso que os centros estejam integrados à rede de saúde. A maioria deles, informa a coordenadora de Saúde do Idoso, é ligada a universidades e a seus hospitais, muitos deles fechados para o atendimento amplo.

A responsabilidade da instalação e manutenção dos centros é de Estados e municípios.

População idosa no Brasil

Todos os Estados brasileiros têm 7% de população idosa. Hoje, 26% da população brasileira têm até 14 anos e 6,6% possui 65 anos ou mais.

Em 2050, idosos serão 22,7% e adolescentes, 13,1%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

* Informações do jornal OESP.
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Estudo mostra que parte das ações movidas contra o governo estadual paulista para obtenção de medicamentos não cobertos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) está concentrada nas mãos de poucos médicos e poucos advogados.

Os resultados, segundo os pesquisadores, é mais um indício de que a indústria farmacêutica está por trás desses processos.

O título do artigo não deixa dúvidas sobre a conclusão: “Ações judiciais: estratégia da indústria farmacêutica para introdução de novos medicamentos”.

Segundo o artigo 198 da Constituição, todos devem ter acesso universal e integral à saúde. O estudo sugere que laboratórios manipulam esse princípio para, com a ajuda de médicos e advogados, aumentar os lucros.

Remédios comprados com liminares não passam por licitação e, por isso, o Estado é obrigado a pagar o preço estipulado pelos fabricantes, sem negociação.

Números

A pesquisa analisou 2.927 ações cadastradas no Sistema de Controle Jurídico da Secretaria de Estado da Saúde, movidas em 2006, em benefício de pacientes residentes na cidade de São Paulo.

Dos 565 advogados responsáveis pelas ações, 19 ajuizaram cerca de 63% dos processos. No caso de alguns medicamentos específicos, um único advogado foi responsável por 70% das ações.

O estudo revela também uma concentração de médicos citados nas ações: nos processos para aquisição de quatro remédios, mais de 20% das justificativas foram assinadas pelo mesmo médico. O nome dos profissionais envolvidos não foram divulgados.

“Estatisticamente é impossível ter um único médico e um único advogado responsáveis por mais de 50% das ações solicitando um único medicamento sem que exista algum tipo de articulação entre indústria, advogado e médico”, diz a pesquisadora Rita de Cássia Barradas Barata, pesquisadora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e coautora do estudo.

No entanto, vale ressaltar que isso não é uma regra. Parte das ações judiciais não são fruto de esquemas para aumentar o lucro de indústrias farmacêuticas, mas de necessidades reais dos pacientes.

A pesquisa

O trabalho, publicado na Revista de Saúde Pública, é resultado do levantamento realizado por Ana Luiza Chieffi, funcionária da Secretaria de Estado da Saúde, para um curso de mestrado profissional, realizado em 2008, na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

Para ler a pesquisa completa, clique aqui.

* Informações do jornal ESP.
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A  ANS – Agência Nacional de Saúde Suplementar vai inscrever na Dívida Ativa da União as operadoras de planos de saúde que acumularam dívidas de R$ 40 milhões com o Sistema Único de Saúde (SUS).

De acordo com a legislação brasileira, os planos de saúde são obrigados a ressarcir o SUS quando um segurado recorre ao sistema público, em vez de ser atendido pela rede particular conveniada.

A ANS não divulgou, no entanto, quantas das 1.480 operadoras que atuam no mercado brasileiro serão incluídas na Dívida Ativa.

Segundo a ANS, a dívida total dos planos de saúde com o SUS pode chegar a R$ 370 milhões. Uma das prioridades da agência é agilizar a cobrança dessa dívida.

Atualmente, o tempo médio entre o uso do serviço do SUS e a cobrança da dívida é de quatro anos. Isso porque é necessária uma investigação para saber, por exemplo, se o cliente não estava em um período de carência do plano quando usou o serviço público.

A proposta é reduzir esse tempo para, no máximo, um ano.

Nos últimos seis anos, apenas R$ 115 milhões foram pagos pelos planos de saúde ao SUS.

Prioridades

Como já publicou o Blog da Saúde, outra prioridade da ANS são planos de saúde para os idosos.

De acordo com o novo diretor-presidente da agência, Maurício Ceschin, os idosos que, em geral, recebem menos do que os trabalhadores na ativa, pagam as mensalidades mais caras nos planos de saúde.

Ceschin afirmou que a ANS está estudando uma forma de financiar os idosos, por meio da criação de uma espécie de “fundo de saúde”, que será formado por um percentual da mensalidade paga às operadoras privadas.

Quando envelhecer, o cliente teria dinheiro suficiente para evitar o pagamento de mensalidades mais caras.

Estima-se que o número de idosos no país triplicará nos próximos 40 anos.

Mais informações

A ANS também está estudando a criação de um sistema de informações de saúde em tempo real pela internet, que reunirá dados sobre o histórico de saúde dos clientes de planos de saúde.

Com o sistema, o cliente terá mais liberdade pois poderá acessar dados que hoje ficam sob controle dos médicos.

*Com informações da Agência Brasil.
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Alguns lotes do medicamento contra a tuberculose distribuídos no SUS apresentaram manchas pretas no revestimento sem explicação. O Ministério da Saúde já recolheu esses remédios do Sistema, além de romper o contrato com o laboratório indiano Cipla, fabricante do medicamento.

Apesar da atitude preventiva do Ministério, após alguns testes, foi comprovado que as manchas não comprometeram o princípio ativo do remédio. O tratamento foi adotado no fim do ano passado, e os pacientes tinham que tomar 4 comprimidos diários e não 6 como no tratamento antigo – por isso, ficou conhecido como “quatro em um”.

São sete Estados brasileiros que disponibilizam esse remédio indiano. Em São Paulo, os lotes com as manchas foram trocados por outros sem aparente problema. No Rio de Janeiro, os pacientes voltaram a tomar o remédio antigo.

O laboratório indiano Cipla, foi substituído pelo também indiano Lupin. Os novos comprimidos devem chegar ao Brasil ainda este mês.

Brasil: qual a incidência da tuberculose no país?

O Brasil apresenta 80 mil novos casos de tuberculose por ano. O país ocupa o 18º posto no ranking mundial de doentes.

É a primeira causa de morte em portadores de HIV. Na população, em geral, é a quarta causa de morte por doenças infecciosas.

Um levantamento mostrou que as pessoas sabem pouco sobre a doença e por isso ainda há preconceito com quem tem – 34% separam talheres, pratos e objetos pessoais do doente. Mas a doença não é transmitida pelo uso dos mesmos objetos.

A tuberculose é transmitida pelo ar, quando o doente tosse, fala ou espirra. Tosse prolongada, cansaço, febre e perda de peso são alguns dos sintomas.

Se for descoberta logo, não há necessidade de internação e depois de 15 a 30 dias de tratamento, também não há mais risco de contágio.

Acabe com preconceito à doença. O que falta é informação!

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Foi aprovado um novo projeto de lei pela CAS (Comissão de Assuntos Sociais) do Senado, em que o Ministério da Saúde terá que atualizar a tabela de remédios do SUS pelo menos uma vez por ano.

A tabela desatualizada há quase dez anos, faz com que as pessoas entrem na Justiça para obter os remédios atuais.

Falta ainda ser aprovada pela Câmara dos Deputados e pelo presidente Lula para que então seja publicada no Diário Oficial, mas o Ministério já apoia a medida.

Segundo estudo da Fiocruz, os remédios contra o câncer são os mais requisitados na Justiça, e muitas vezes, os próprios médicos do SUS fazem a solicitação.

A União gastou R$ 83,16 milhões com a compra de medicamentos em 2009, em 1.780 ações judiciais. O valor é 75% superior ao gasto em 2008.

Um dos motivos por tantas ações, é que 60% dos pacientes que recorrem, poderiam ser tratados com remédios similares que o SUS oferece. Os 40% restantes pedem medicamentos que, muitas vezes, ainda não estão aprovados pela Anvisa.

Para entrar na lista do SUS, o remédio terá que ter registro na Anvisa e sua eficácia e segurança também serão avaliadas.

O Blog da Saúde apoia iniciativas que propiciem aos pacientes acesso aos medicamentos e mais segurança!

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