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6 hábitos que ajudam a evitar o estresse no trabalho

Ter um emprego em um ambiente estressante é algo extremamente negativo. Além de causas danos à sua saúde, isso também prejudica sua produtividade no trabalho. Para resolver esse problema, você precisa primeiro verificar o que poderia ser a causa de tanto incômodo e então procurar mudar esses fatores começando a mudança por você mesmo e adotando melhores hábitos.

blog_piscandoRoxoConfira 6 hábitos que ajudam a evitar o estresse no trabalho 

Distancie-se da internet

Mesmo que seu emprego dependa do uso da internet, estudos comprovam que utilizar redes sociais durante o trabalho aumenta a ansiedade, fazendo com que os níveis de estresse sejam maiores, além de provocar uma redução significativa na produtividade. Por isso, distancie-se da sua vida online pelo menos durante o expediente.

Preocupe-se com sua alimentação

Se você tiver uma alimentação correta que oferece a você todas as vitaminas necessárias para o bom funcionamento do seu corpo, seus níveis de estresse terão uma redução expressiva.

Dê atenção a sua mente

Muitas vezes, ansiedade pode ser causada apenas pelo fato da mente estar divagando por pensamentos desnecessários. Por isso, aprenda a relaxar. Encontre o que funciona melhor para você e tenha alguns momentos de descanso para sua mente. Meditação é uma boa dica para facilitar essa tarefa.

Construa boas relações

Trabalhar nos seus relacionamentos com as pessoas também ajuda a controlar o estresse diário. Por isso, procure sempre aprimorar suas relações para que você possa estar bem com você mesmo.

Ouça música

Ouvir música durante o trabalho pode ajudar na sua produtividade e também melhorar o eu humor.

Faça exercícios

Fazer exercícios ajuda você a saber como controlar desconfortos emocionais, já que depois de alguns minutos de exercício, você se sentirá mais pleno e relaxado.

*Com informações da InfoMoney

Quando falamos em estresse, logo pensamos que é algo preocupante, que deixa as pessoas irritadas e cansadas, ou seja, acabamos associando estresse com algo ruim. Entretanto, o estresse também pode ser bom! O estresse nada mais é do que um conjunto de reações que ocorre com o organismo quando estamos diante de uma situação nova, seja ela boa ou ruim. Uma situação ruim, por exemplo, pode ser a perda do emprego e uma situação boa pode ser o nascimento do filho.

Toda situação nova exige uma adaptação e o nosso corpo responde com algumas reações iniciais: liberação de hormônio (adrenalina), aceleração cardíaca, aumento da tensão arterial, suor excessivo, aumento da capacidade de concentração e atenção, motivação e disposição para agir. Ou seja, essa fase inicial é boa, é o estresse positivo.

Normalmente, encerrada a situação que provocou o estresse, o organismo volta ao equilíbrio e o corpo se recupera. Mas, se a situação continuar ou se a pessoa não conseguir lidar com ela e mantiver as reações iniciais de estresse por muito tempo, o corpo entra em desgaste e sintomas ruins começam a surgir, tais como: sensação de esgotamento, diminuição da capacidade de concentração e atenção, diminuição da produtividade e da criatividade, problemas com a memória, doenças de pele, depressão, dentre outros.

É muito importante ressaltar que é impossível eliminar o estresse de nossas vidas, o que podemos fazer é aumentar a resistência através de algumas medidas como:

  • Identificar a causa do estresse e tentar afastá-la;
  • Mudar a forma de encarar determinadas situações que causam estresse;
  • Desenvolver novas estratégias para gerenciar o estresse;
  • Praticar exercício físico regularmente;
  • Ter um sono reparador, por em média 07 horas por noite;
  • Atividades de lazer e relaxamento;
  • Manter uma alimentação saudável.

“Gerenciar o estresse é um exercício constante! Veja o que precisa mudar e comece a agir a seu favor!”

Fonte: Equipe Qualidade de Vida Victory

Eliane não consegue mais dormir. Sente dores, fadiga e, por consequência, indisposição para qualquer atividade. Sua dor generalizada tem nome: é a fibromialgia. Eliane é um exemplo, mas poderia ser você. Hoje, 10% dos brasileiros sofrem com essa síndrome. As mulheres correspondem a 80% dos casos e ainda não existe uma causa única para o diagnóstico.

No passado, as pessoas que apresentavam dor generalizada e uma série de queixas mal definidas não eram levadas muito a sério. Atualmente, sabe-se que a fibromialgia é uma forma de reumatismo, pois envolve músculos, tendões e ligamentos, associada à sensibilidade do indivíduo frente a um estímulo doloroso. O que não quer dizer que acarrete deformidade física ou outros tipos de sequela.

A síndrome pode prejudicar a qualidade de vida e o desempenho profissional, motivos que plenamente justificam que o paciente seja levado a sério em suas queixas. Como não existem exames complementares que por si só confirmem o diagnóstico, a experiência clínica do profissional que avalia o paciente é fundamental para o sucesso do tratamento.

Pesquisas têm também procurado o papel de certos hormônios ou produtos químicos orgânicos que possam influenciar na manifestação da dor, no sono e no humor. Muito se tem estudado sobre o envolvimento na fibromialgia de hormônios e de substâncias que participam da transmissão da dor. Essas pesquisas podem resultar em um melhor entendimento dessa síndrome e, portanto, proporcionar um tratamento mais efetivo e até mesmo a sua prevenção.

Sintomas

A dor muscular é uma manifestação muito frequente na fibromialgia, podendo ser difusa ou acometer preferencialmente algumas regiões, como o pescoço e os ombros e, então, propagar-se para outras áreas do corpo. Ela pode se manifestar com ardência, dor em pontadas, rigidez e câimbras, que variam de acordo com o horário do dia, intensidade dos esforços físicos realizados, condições climáticas, aspectos emocionais e ligados ao padrão do sono.

Fonte: Apsen

Outras indicações da doença são: fadiga intensa (síndrome da Fadiga Crônica), irritação intestinal (síndrome do cólon irritável), dor de cabeça (cefaleia), condições que causam o movimento involuntário das pernas durante o sono (síndrome das pernas inquietas), presença de irritabilidade na bexiga e, ainda, inchaço das mãos e dedos arroxeados em ambientes frios (fenômeno de Raynaud). Não se pode deixar de mencionar que as alterações do humor podem resultar em quadros de ansiedade e / ou depressão.

Se você apresentar queixas de dor muscular por um período maior que três meses consecutivos, procure o seu médico para que o diagnóstico correto seja estabelecido.

Como o diagnóstico muitas vezes não é preciso, foram propostos critérios que são adotados internacionalmente, desde 1990, para o diagnóstico da fibromialgia. Esses critérios baseiam-se na presença de dor generalizada e de pontos padronizados que são pesquisados pelo médico. A presença dos pontos dolorosos é o achado primordial do exame físico.

O paciente pode não estar ciente da exata localização desses pontos dolorosos até o momento em que eles sejam especificamente pesquisados durante o exame médico. Não existem exames específicos laboratoriais ou radiológicos que permitam diagnosticar a síndrome. Esses testes apenas ajudam quando definem outro diagnóstico e excluem a fibromialgia. Portanto, o mais importante para o diagnóstico são a história e o exame físico.

Mitos e Realidade – o reumatologista Dr. Roberto Heymann fala da doença: 

É uma doença nova?

Mentira. A fibromialgia é conhecida há mais de 100 anos, mas se davam nomes diferentes para ela e não havia um consenso de como fazer o diagnóstico da doença. O nome mais comum que se usava era “fibrosite”.

Existe cura?

Infelizmente, ainda não. Porém, com o tratamento atual é possível ficar sem dor ou com nível muito baixo de dor. Os outros sintomas como a fadiga, a alteração do sono e a depressão também podem ser tratadas adequadamente. Mais do que em outros problemas, o tratamento depende muito do paciente. O médico deve atuar mais como um guia do que somente uma pessoa que fornece remédios. É muito importante que o paciente entenda que a atividade física regular terá que ser mantida para o resto da vida.

Como é tratada?

O tratamento da fibromialgia divide-se em quatro pontos principais:

a) Exercícios: este é o ponto mais importante do tratamento. A atividade física regular é o único tratamento capaz de restaurar a pessoa para uma vida normal. Todos os outros passos do tratamento devem ter somente um objetivo: deixar o paciente mais disposto para fazer atividade física. Deve ser realizada todos os dias, de duas maneiras: um exercício que mexa todo o corpo (aeróbico), como caminhar, nadar, correr ou praticar hidroginástica e exercícios que promovam o alongamento muscular. Os exercícios devem ser iniciados lentamente, e só depois de algum tempo é que se deve chegar ao tempo total: 30 minutos por dia. Mesmo depois que o paciente chegue a este nível de exercícios, pode haver uma demora de até um ano para que os benefícios comecem a aparecer. Por isso, quanto mais cedo se começar a atividade física, melhor.

b) Tratamento do sono: é feito com medicação. O objetivo é melhorar a qualidade do sono, não a sua quantidade.

c) Tratamento da dor: embora não exista um analgésico que tire toda a dor em um paciente com essa doença, este é um item importante no tratamento para conseguir realizar atividade física.

d) Controle da ansiedade/depressão: como foi dito anteriormente, não se deve perder tempo pensando se as manifestações de alterações do humor, desânimo e tristeza são a causa ou a consequência da síndrome. Se estes sintomas estão presentes, devem ser tratados adequadamente com medicação e, se o caso for grave, o paciente pode ser encaminhado para um psiquiatra. Existem técnicas psicológicas, como a terapia cognitivo-comportamental, que têm sido estudadas na fibromialgia, com bons resultados. São técnicas de manejo de estresse e de como lidar com as limitações que a doença traz à vida das pessoas.

*Dr. Eduardo S. Paiva, Reumatologista Chefe do Ambulatório de Fibromialgia do HC-UFPR, Curitiba.

Informações divulgadas pela Apsen. Confira mais no site Apsen/Fibromialgia

Pouca gente sabe, mas todo terceiro domingo de novembro comemora-se o Dia Nacional de Conscientização do Stress. Algumas pessoas podem achar que é bobagem, mas o estresse, quando não diagnosticado e tratado pode desencadear problemas físicos e comprometer a saúde de seus relacionamentos.

Hoje em dia, alternativas que promovam a saúde mental ganham cada vez mais espaço na sociedade. Manter uma alimentação saudável é o primeiro passo para combater a ansiedade diante dos compromissos e horários apertados. O estresse é um problema que afeta 70% da população do país, sendo que 30% estão em nível crítico.

Anote na sua agenda

Programação (11 às 15h)

Avalie-se
Teste de Stress (ISMA-BR)
Pressão arterial, circunferência abdominal e dieta anti-estresse (Instituto de Cardiologia)
Glicemia capilar, colesterol e pressão arterial (Policlínica Militar de Porto Alegre)
Risco para apnéia do sono com medidas e pesagens (Associação Gaúcha do Sono – AGSono)
Índice de massa corporal, pressão arterial e glicemia capilar (Escola de Enfermagem UFRGS)
Composição corporal (Academia Porto do Corpo)

Informe-se
Orientação sobre auto-exame e câncer de mama (IMAMA)
Prevenção e controle da violência (Instituto Chega de Violência – ICV)
Importância do sono e distúrbios do sono (AGSono)
Alimentação equilibrada, espoliação de nutrientes e cores dos alimentos (Associação Gaúcha de Nutrição – AGAN)
Apoio a perdas e luto (Clínica de Psicologia e Apoio ao Luto)
Educação no trânsito (EPTC)
Caminhada e corrida orientada (Secretária Municipal de Esportes, Recreação e Lazer – SME)
Óleo reciclado (Ecológica Coleta)

Relaxe
Quick massagem, reflexologia, shiatsu e reiki (Escola y Clínica de Massoterapia Holística Arty’s e Corpus)
Alongamentos (Academia Porto do Corpo)

Outras atrações
Cama elástica e piscina de bolinhas (SME)