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Notícias que marcaram a saúde em 2011

Mais um ano chega ao fim deixando para trás uma história. Vamos revê-la pelo ponto de vista mais saudável: os avanços, as lutas e as ações relacionadas à medicina e à saúde de todos! A cada ano, esperamos mais e mais novidades beneficiárias a todos nós: que venha um 2012 cheio de boas notícias ;D

Proibição de medicamentos emagrecedores

A venda dos inibidores de apetite contendo as substâncias femproporex, mazindol e anfepramona foi proibida no Brasil, desde o dia 9 de dezembro de 2011.

A Anvisa tomou a decisão com base em estudos que mostraram mais riscos do que benefícios no uso destes medicamentos. A dispensação e venda destes produtos está vetada independentemente da data da prescrição que consta na receita médica.

E a sibutramina?

Não foi proibida, mas comprar o medicamento nas farmácias não é mais tão fácil como antigamente. Ainda bem. O médico pode prescrever ao seu paciente em Notificação de Receita do tipo B2, com validade de 30 dias, quantidade suficiente para 30 dias de tratamento e dose máxima diária de 15 mg.

Já dá para imaginar o porquê de tanta precaução. A droga era a mais usada para perder peso, mesmo em pessoas sem problemas de obesidade específicos.

Quando o assunto é emagrecimento, grande parte das pessoas esquece de que automedicação é super perigoso. Este ano, um veículo renomado publicou em matéria de capa, um remédio que dizia ser o “milagre” para perder peso, sem efeitos colaterais.

Mas pagou um grande mico: o medicamento Victoza foi aprovado pela Anvisa apenas para tratar diabetes tipo 2. Após a matéria, a procura foi tanta, que quem realmente precisava da droga ficou sem e quem não precisava poderia lidar com os possíveis efeitos colaterais não citados.

Atitudes Bizarras

Já ouviu falar em “slimming”? É uma mania assustadora difundida entre adolescentes alemãs que consiste em colocar bebida alcoólica no absorvente interno para embebedar rápido sem ficar com bafo.

Esse ano, grupos no facebook trocaram ideias sobre o assunto, divulgando vídeos de instruções e dicas de como fazer pela internet. Além de ser um absurdo, essa prática pode danificar as partes íntimas e aumentar o risco de infecção.

Muito conhecimento sobre o câncer

Muitas pessoas influentes passaram por momentos difíceis ao enfrentarem o câncer este ano e serviram para disseminar conhecimento sobre a doença, como formas de prevenção e diagnóstico precoce. Sabe quem são eles?

O ator Reynaldo Gianecchini foi diagnosticado com linfoma no começo de agosto. No momento, está em tratamento, mas com certeza serve como fonte de inspiração para muita gente. Para conscientizar as pessoas, ele entrou na campanha da ABRALE (Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia), que resultou no vídeo abaixo.

No mês de outubro, o câncer faz de Steve Jobs uma vítima. O fundador da Apple descobriu que tinha uma forma rara de câncer no pâncreas, já havia passado por um transplante de fígado 2 anos antes.

Outro caso recente foi o diagnóstico de câncer na laringe dado ao ex-presidente Lula. Por ter sido descoberto em uma fase precoce, os médicos acreditam que há uma grande chance de cura (nós também acreditamos). Ele é ex-fumante e mantinha o hábito de fumar cigarrilhas, atitudes que favorecem ao aparecimento da doença.

Ao presenciarmos esses quadros de câncer, não dá para ficar de braços cruzados e não tomar uma atitude. A Senadora Ana Amélia levou em frente uma proposta de lei que propõe a inclusão da quimioterapia oral (tratamento sistêmico oral) na cobertura básica obrigatória dos planos de saúde.

Isso proporcionará muito mais qualidade de vida aos pacientes, além de diminuir a necessidade de internações hospitalares. Agora, é cruzar os dedos e esperar “que o Senado [...] atue com humanidade na votação deste projeto”, como disse Luciane Holtz, presidente do Instituto Oncoguia.

Cigarro não tem mais vez

A Austrália virou líder mundial na luta contra o tabagismo ao aprovar uma lei que proibia marcas de cigarro em maços, eliminando a última forma de publicidade do tabaco.

Após essa medida, o Brasil também tomou algumas providências em prol dessa luta. O Projeto de Lei de Conversão foi aprovado pelo Senado proibindo o uso de cigarro em qualquer ambiente fechado. Além disso, os avisos de alerta dos males de fumar deverão aparecer em 30% da área frontal dos maços de cigarro a partir de 2016.

A Associação de Controle ao Tabagismo – ACT, em parceria com a Fundação do Câncer, também luta para impor limites na indústria do tabaco. Petição pública para proibição de vários fatores, entre eles, vetar a adição de aromas como menta ou cravo, já que são mais atrativos para os adolescentes começarem a fumar. A equipe do Blog da Saúde já assinou.

Se você ainda não se convenceu a parar de fumar, optamos por mostrar imagens que valem mais que mil palavras. Fotos de irmãs gêmeas, em que uma delas, além de ser fumante, tomou sol ao longo da vida. Sol mais cigarro sem dúvidas resultam no envelhecimento precoce da pele.

Imagem: WebMD

Campanhas mais legais!

Criação da agência curitibana The Getz, a campanha “Esta vaga não é sua nem por um minuto” ganhou o prêmio na categoria de solidariedade no Yahoo Big Idea Chair. A Campanha tem o objetivo de conscientizar sobre as vagas exclusivas que são, muitas vezes, desrespeitadas no nosso país. Confira o vídeo:

No Peru, a violência dos torcedores nas partidas de futebol acabou em morte. O governo tomou uma ação: proibiu a presença das torcidas no estádio. A liga de futebol peruana respondeu: sem torcida, sem futebol. E assim, o futebol peruano foi suspenso. Todos os jornais noticiaram na primeira página o acontecimento negativo.

Enquanto isso, o jornal esportivo El Bocón divulgou uma campanha de paz, deixando todas as páginas em branco. O lema era “A violência só fará com que o futebol desapareça. Cuidemos do futebol. Cuidemos da vida”. É um bom recado para nós, brasileiros, que seremos sede da copa do mundo em 2014. Veja a repercussão dessa ação pela paz esportiva:

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Foram longas discussões desde fevereiro até a decisão tomada pelos diretores da Anvisa de proibir os remédios para emagrecer à base de anfetaminas e manter o uso dos derivados de sibutramina, mas aumentar o rigor do controle sob a venda.

Serão retirados do mercado Anfepramona, Mazindol e Femproporex do tipo anfetamínico, com base em estudos internacionais que constataram a baixa eficácia dos medicamentos e riscos à saúde do paciente. As farmácias terão dois meses para retirá-los das prateleiras, tempo em que os pacientes devem readequar o tratamento.

Quanto à sibutramina, a substância continua liberada para o tratamento de obesidade desde que o paciente apresente sobrepeso significativo e não sofra de problemas cardíacos. O paciente e o médico terão de assinar termo de responsabilidade sobre os riscos. O uso da sibutramina ficará sob o monitoramento da vigilância sanitária. E, provavelmente, voltará a ser analisada pela agência dentro de um ou dois anos.

O percurso

A proposta inicial da Anvisa era vetar os emagrecedores, tanto os feitos com anfetamina como aqueles à base de sibutramina, seguindo o exemplo dos Estados Unidos e da União Europeia.
Porém, os técnicos vetaram os anfetamínicos, mas decidiram manter a sibutramina, pois há comprovação de que ajuda a reduzir o peso de 5% a 10% em um prazo de quatro semanas.

O Conselho Federal de Medicina entrará na Justiça contra a proibição da venda de anorexígenos

A entidade defende o uso dessas fórmulas como auxiliares no tratamento de pacientes, sempre sob supervisão de médico qualificado na prescrição e na supervisão de cada caso.

“Após avaliar a eficiência dessas substâncias, inclusive considerando seus eventuais riscos, o CFM se mantém contrário a sua proibição, o que prejudica médicos e pacientes, e é favorável ao fortalecimento de mecanismos de controle de comercialização e da adoção de ações educativas em larga escala para disciplinar seu uso.

O Conselho Federal de Medicina (CFM) aguarda a comunicação oficial de medidas tomadas pela Anvisa relativas ao uso de substâncias anorexígenas.

Somente após, o tema será levado a debate em sessão plenária da entidade, prevista para ocorrer de 5 a 7 de outubro, quando serão definidas as medidas judiciais cabíveis para proteger a saúde da população e garantir a autonomia dos médicos na escolha das opções terapêuticas reconhecidas cientificamente.”

Para ver as notícias anteriores:

- Anvisa propõe banir inibidores de apetite
- Decisão sobre remédios para emagrecer é adiada
- Discussão sobre proibir os inibidores de apetite continua

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Desde fevereiro de 2011, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária discute o cancelamento do registro dos medicamentos que contém sibutramina e derivados da anfetamina (anfepramona, femproporex e mazindol).

Os produtos à base dessas quatro substâncias atuam no sistema nervoso central como inibidores de apetite e estão em pauta por apresentarem riscos que superam seus benefícios.

Em reunião da Diretoria Colegiada da Anvisa (Dicol) os diretores discutiram o Relatório Integrado sobre Eficácia e Segurança dos Medicamentos Inibidores de Apetite e decidiram que o relatório será votado em sua próxima reunião pública, em data a ser definida, com transmissão ao vivo no portal da Anvisa.

A intenção da Dicol é mostrar a transparência do processo de tomada de decisão da Anvisa e dar amplo conhecimento ao relatório, que tem cerca de 700 páginas.

Principais pontos do relatório

O relatório propõe a retirada do mercado de todos os derivados anfetamínicos e permite a manutenção da sibutramina com diversas restrições sanitárias.

Diretor-Presidente da Anvisa, Dirceu Barbano, salientou que os técnicos da Agência sugerem a permanência da sibutramina devido a sua comprovada eficácia, que é a perda de 5 a 10% de peso em um período de quatro semanas em pacientes obesos e com o perfil recomendado para o uso do medicamento, que é ter Índice de Massa Corporal (IMC) superior a 30% e não ser portador de cardiopatia diagnosticada.

As demais restrições sanitárias sugeridas para o uso da sibutramina são: uso da medicação apenas em paciente com o perfil indicado; notificação de receita pelo médico; assinatura de um termo de responsabilidade pelo médico, paciente e farmácia de manipulação; avaliação mensal do paciente e notificação compulsória, pelo médico, de reação adversa no paciente.

O que diz o Conselho Federal de Medicina

O CFM confia que serão adotadas medidas pela Anvisa que contribuirão para proteger a saúde da população na luta contra a obesidade. Confira abaixo a íntegra da nota:

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Com respeito à possibilidade de proibição da venda de inibidores de apetite pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no país, o Conselho Federal de Medicina esclarece que:

1)    Aguarda a deliberação final da Anvisa com relação ao tema, ainda em discussão no âmbito de sua diretoria colegiada.

2)    Defende que os inibidores podem ser usados como auxiliares em tratamentos da obesidade, sendo que o médico assistente tem a qualificação para agir de forma ética ao prescrever dosagens corretas e evitar excessos.

3)    Considerando a eficiência das substancias na luta contra a obesidade, mesmo ponderando seus eventuais riscos, acredita que em lugar de proibir a comercialização destas substâncias seria recomendável fortalecer os mecanismos de controle de sua venda e realizar ações educativas em larga escala.

4)    Neste sentido, se coloca à disposição da Anvisa para ajudar no desenvolvimento de campanhas educativas voltadas para os pacientes e para os médicos com esclarecimentos sobre o uso adequado destas fórmulas.

Finalmente, o CFM confia que serão adotadas medidas que, efetivamente, contribuirão para proteger a saúde da população, garantindo também a autonomia dos médicos na escolha das opções terapêuticas reconhecidas cientificamente.

Para acompanhar o desdobramento do tema:

- Anvisa propõe banir inibidores de apetite 16.02.11
- Proibição de inibidores de apetite: novas medidas contra a obesidade passam a ser analisadas 18.02.11
- Decisão sobre remédios para emagrecer é adiada 24.02.11

E você? O que acha?

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Produtos da marca Divine Shen estão suspensos no país. Medida vale até a Anvisa investigar como o produto regularmente registrado na Agência, como alimento, foi misturado ao medicamento de uso controlado Sibutramina.

A presença dessa substância nos produtos da Divine Shen foi atestada pelo Instituto de Criminalística de São Paulo ao examinar as amostras levadas a testes pelo Ministério Público, após denúncia de que o produto estaria adulterado.

A medida publicada no Diário Oficial da União alcança todos os produtos da marca, alimentos em cápsulas importados da China pela empresa Apex International Trading Comércio LTDA.

O problema foi identificado em cápsulas que deveriam conter fibras de laranja, alimento com ação de estimular o trato intestinal. O que não afasta a hipótese de o mesmo medicamento, a Sibutramina, ser encontrado em outros produtos.

Sobre a sibutramina

Desde março a substância só pode ser comercializada caso o profissional de saúde prescreva ao paciente.

É indicada para o tratamento de obesidade e age nas áreas do cérebro que controlam humor e saciedade alimentar.

Porém já está demonstrado em estudos divulgados na Europa, em janeiro deste ano, que pacientes com histórico de doença cardiovascular podem ter aumentado o risco de doença coronariana, acidente vascular cerebral, taquicardia e aumento da pressão arterial quando expostos ao medicamento.

Mundo

O fato ocorrido no Brasil será compartilhado entre os países membros da OMS, para prover o intercâmbio sobre a qualidade e a segurança dos alimentos colocados em seus mercados.

A área internacional da Anvisa fará contato direto com as autoridades sanitárias chinesas para obtenção de informações adicionais sobre o produto e os dados do fabricante chinês do Divine Shen.

A medida é de caráter preventivo. A Anvisa voltará a se pronunciar depois de apurar a situação.

Para saber mais:

- Entenda por que vai ficar mais restrita a venda de remédios para emagrecer
- Anvisa determina dose máxima para medicamento utilizado como inibidor de apetite

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O laboratório Abbott decidiu ontem (23) suspender a produção e a venda do Reductil (monoidrato de sibutramina), um dos medicamentos para perder peso mais vendidos do Brasil.

O problema em questão é a sibutramina. Como já informou o Blog da Saúde, a substância foi proibida nos Estados Unidos e na Europa, após estudos que relacionam o remédio com riscos cardíacos. No Brasil, ela é liberada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e continua sendo utilizada por algumas empresas.

Em nota, a Abbott informou que a decisão de retirar voluntariamente o medicamento do mercado teve como base a revisão dos dados de um estudo que acompanhou 10 mil pacientes, com 55 anos ou mais. O estudo mostrou que o remédio traz maior risco cardíaco a pessoas propensas.

Segundo a empresa farmacêutica, a maioria dos pesquisados tinha histórico de doença cardiovascular e era inelegível a usar sibutramina de acordo com as indicações da bula.

Você usa o Reductil?

A Abbott esclarece que os pacientes que queiram interromper o tratamento com Reductil podem fazê-lo a qualquer momento, mas recomenda que procurem seus médicos para discutir alternativas para a perda de peso.

Parte dos endocrinologistas brasileiros é contra a retirada da substância do mercado, por julgá-la segura.

Restrição

Em março deste ano, a substância passou a ser classificada pela Anvisa como psicotrópico anorexígeno.

Com a alteração, a tarja da sibutramina mudou de vermelha para preta e o remédio passou a ser vendido apenas com a apresentação do receituário azul, com numeração determinada e controlada pela vigilância sanitária. Por causa disso, as vendas caíram 60% no primeiro semestre.

Fonte: Folha de São Paulo

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa interditou duas empresas por fabricarem suplementos alimentares com sibutramina. O remédio é um emagrecedor vendido com receita controlada e não pode ser usado em alimentos.

Uma das empresas é a Sinérgika Indústria de Alimentos Ltda, que fabrica quitosana, fibra derivada de crustáceos. Um laudo da Fundação Ezequiel Dias, de Minas Gerais, acusou a presença de sibutramina no produto, vendido com o nome Affinato. A empresa ficará interditada por 90 dias, segundo nota da Anvisa.

A outra é a Ledal Química do Brasil. A empresa fabrica os produtos Algas Regis, Sliminus e Fibratto. A Anvisa suspeita que esses suplementos também estejam contaminados com sibutramina.

As interdições aconteceram na última sexta-feira, 10. As duas empresas são de Goiás.

Controle

A sibutramina é uma substância sujeita a controle especial, usada nos casos de tratamento da obesidade e não permitida em alimentos.

Recentemente, por meio da RDC 13/10, a substância passou a ser classificada como psicotrópico anorexígeno, de tarja preta.  Tal medida foi adotada em função do aumento do risco associado ao uso do produto, demonstrado por estudo internacional.

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a dose máxima que um médico pode prescrever do remédio sibutramina: 15 miligramas diárias. O medicamento é utilizado como inibidor de apetite.

Desde março, a agência resolveu incluir o medicamento no rol das substâncias psicotrópicas anorexígenas.

Com a alteração, a tarja da sibutramina mudou de vermelha para preta e o remédio passou a ser vendido apenas com a apresentação do receituário azul, com numeração determinada e controlada pela vigilância sanitária. A receita branca não oferece o mesmo controle.

Além disso, o tempo máximo de tratamento, que antes era de 30 dias, foi ampliado para 60.

Entenda as restrições na venda de remédios para emagrecer.

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A Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária determinou hoje, 18, que nove redes de farmácias parem de fazer propaganda ilegal de remédios pela internet.

Os remédios divulgados eram os de tarja vermelha, que necessitam de apresentação da receita ao farmacêutico para que sejam comprados. Esse tipo de divulgação é proibido.

Outra pratica proibida é a publicação de fotos das embalagens de remédio no site, o que também foi encontrado.

Entre os remédios oferecidos pelas farmácias esta a Sibutramina, que como todos já sabem só pode ser vendida mediante receita médica e em casos específicos de saúde.

“O consumo consciente de medicamentos deve fazer parte de nossos hábitos diários,
assim como os cuidados com a saúde.”

**Essa nota contou com informações divulgadas pelo Jornal Hoje.
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Nunca é demais repetir: dietas sem orientação médica e utilização de remédios para emagrecer podem matar!

Famosa entre as substâncias mágicas para emagrecer, a Sibutramina, presente em remédios como Meridia, Reductil e Sibutrex foi proibida na Europa pela Food and Drug Administration -  FDA e por aqui segue com ampla contraindicação pela ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

Pessoas com histórico de problemas cardiovasculares e hipertensão tem o risco de um AVC – Acidente Vascular Cerebral elevado em 16% segundo pesquisa que acompanhou mais de dez mil pacientes.

Fique de Olho

Além das recomendações acima há o alerta para os chamados “remédios piratas” que, vendidos pela internet tem em sua composição altas doses de Sibutramina.

Os efeitos imediatos da super dosagem são palpitações, insônia, ansiedade, náusea e súbito aumento da pressão arterial.

E você? Quer pagar o preço com sua vida ou prefere modificar agora mesmo seus hábitos de vida? Mantenha uma alimentação saudável e visite regularmente seu médico.

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Se você esta na corrida contra o relógio para garantir a boa forma para o verão tome cuidado. Um estudo feito pelo FDA – Agência internacional de controle de drogas e alimentos alerta para o risco cardiovascular causado pela “queridinha” das dietas, a Sibrutramina.

A droga, aprovada pela agência em 1997 promove saciedade e é uma das mais receitadas no Brasil. A verdade é que nenhum medicamento faz milagre quando o assunto é obesidade.

Todos os tratamentos devem ser combinados com uma dieta alimentar que vá de encontro às necessidades do paciente.

Acompanhe na imagem abaixo como a Sibutramina funciona em nosso organismo.

Divulgação FSP. Clique para ampliar

Divulgação FSP. Clique para ampliar

 

Lembre-se sempre: Emagrecer com saúde é o melhor remédio!

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