Ocultar

Grupo Bradesco Seguros lança “Cadernos de sustentabilidade”

O Grupo Bradesco Seguros lançou o “Cadernos de sustentabilidade”. A publicação – disponível, em versão on-line, no endereço www.bradescoseguros.com.br/sustentabilidade – mapeia as iniciativas e inovações do Grupo Segurador nessa área, em um registro inédito de sua ligação com o tema.

“Cadernos de sustentabilidade” é dividido em seis capítulos – “Seguro e sustentabilidade”, “Longevidade”, “Convivência no trânsito”, “Gestão de recursos naturais”, “Inovação sustentável” e “Depoimentos”. A publicação apresenta histórias que evidenciam o papel estratégico que uma seguradora pode desempenhar em um mundo cada dia mais necessitado de segurança e proteção.

– Com esta publicação, o Grupo Bradesco Seguros reafirma a todos que a sustentabilidade está na essência do mercado segurador e que a oferta de produtos e serviços capazes de agregar eficiência e compromisso com práticas sustentáveis não é mais um diferencial, mas uma condição, pois o que está em jogo é trabalhar para assegurar o futuro comum – afirma Eugênio Velasques, diretor de Sustentabilidade do Grupo Bradesco Seguros.

No caderno “Seguro e sustentabilidade”, o destaque é o pioneirismo da marca como a primeira seguradora brasileira a integrar o grupo signatário dos Princípios para a Sustentabilidade em Seguros (PSI, na sigla em inglês de Principles for Sustainable Insurance), do Programa da Organização das Nações Unidas para o Meio Ambiente – Iniciativa Financeira.

Em “Longevidade”, o leitor tem um resumo das iniciativas que integram a “plataforma de longevidade” do Grupo Segurador, que inclui o Fórum da Longevidade (com 11 edições realizadas), o Circuito da Longevidade (circuito de corrida e caminhada, criado em 2007, que já reuniu mais de 380 mil pessoas em várias cidades brasileiras) e o programa Porteiro Amigo do Idoso (responsável pela capacitação, desde 2010, de mais de 2.700 profissionais de portaria de 11 grandes cidades da Região Sudeste).

No capítulo intitulado “Convivência no trânsito”, a estrela é o Movimento Conviva, conjunto de ações do Grupo Segurador que visam estimular a convivência harmoniosa entre ciclistas, motoristas, motociclistas e pedestres, e que tem na CicloFaixa de Lazer de São Paulo – com 120 km de quilômetros de extensão e mais de 120 mil participações a cada domingo e feriado nacional –, patrocinada pela marca, uma de suas principais vitrines.

Em “Gestão de recursos naturais”, são listadas as iniciativas que revelam a contribuição do Grupo para o uso racional dos recursos, mas também com a disseminação de atitudes responsáveis entre funcionários e clientes. Entre os exemplos citados, está o edifício-sede do Grupo Bradesco Seguros em Alphaville (Barueri, SP), que recebeu a certificação internacional LEED Green Building Gold For New Construction, concedida a empreendimentos imobiliários que adotam práticas sustentáveis em todas as etapas da construção. Já o capítulo “Inovação sustentável” apresenta iniciativas premiadas, como a operação Atendimento em Situação Climatológica Severa – ou “Operação Calamidade” – que assegura aos clientes envolvidos em tragédias naturais o recebimento das indenizações no menor tempo possível.

Por fim, em “Depoimentos”, o Grupo Bradesco Seguros reuniu, em mais de 30 vídeos gravados com funcionários, entrevistas abordando desde a adoção de práticas sustentáveis no ambiente de trabalho até exemplos domésticos de coleta seletiva.

 

 Sobre o Grupo Bradesco Seguros

O Grupo Bradesco Seguros, conglomerado segurador da Organização Bradesco, lidera o mercado de seguros brasileiro, com atuação multilinha em âmbito nacional nos segmentos de Seguros, Capitalização e Previdência Complementar Aberta. No primeiro semestre de 2017, o Grupo Segurador registrou faturamento de R$ 36,4 bilhões, evolução de 12,4% sobre igual período de 2016, mantendo market share em torno de 25%. Nesse período, seus ativos financeiros somaram R$ 256 bilhões e o volume de provisões técnicas atingiu R$ 233,6 bilhões. Já o total pago em indenizações e benefícios pelo Grupo Bradesco Seguros atingiu, nos primeiros seis meses do ano, R$ 28,7 bilhões – evolução de 15,5% em relação ao primeiro trimestre de 2016 -, o que corresponde a R$ 225 milhões por dia útil. Há 15 anos consecutivos o Grupo é apontado como Top of Mind  pelo Instituto Data Folha.

Para contratação do Seguro Saúde Bradesco, acesse http://planosonline.com.br/ e faça uma cotação.

Organização Mundial de Saúde (OMS) disponibiliza, online, um mapa interativo em que o internauta pode clicar no país desejado e descobrir se é exigência, ou recomendação, tomar determinadas vacinas.

O viajante pode descobrir, por exemplo, se deve tomar vacina contra febre amarela, raiva e malária. Assim como também é possível consultar para quais cidades que a imunização é aconselhada.

Para os turistas que pretendem viajar para o Brasil as indicações no mapa são as seguintes:

- Febre Amarela

Não é uma exigência para entrar no país. Mas é sugerido que todos os viajantes tomem a vacina se forem para os seguintes estados: Acre, Amapá, Amazonas, Distrito Federal (incluindo a capital de Brasília), Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins, e alguns locais específicos dentro da Bahia, Paraná, Piauí, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

A vacinação também é indicada para os que irão visitar Cataratas do Iguaçu.

Não é aconselhada para os viajantes cujos itinerários serão limitados a áreas não listadas acima, incluindo as cidades de Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

- Malária

Nos estados que não pertencem à “Amazônia Legal”, o risco de transmissão da malária é insignificante ou inexistente.

Ele está presente na maioria das áreas de floresta abaixo de 900 m nos nove estados da “Amazônia Legal” (Acre, Amapá , Amazonas, Maranhão (parte oeste), Mato Grosso (norte), Pará (exceto Belém), Rondônia, Roraima e Tocantins (parte ocidental)).

A intensidade da transmissão varia de um município para outro, e é maior em áreas de mineração de selva, em assentamentos agrícolas com menos de 5 anos, e em algumas áreas periféricas urbanas de Cruzeiro do Sul, Manaus e Porto Velho.

A malária também ocorre na periferia das grandes cidades, como Boa Vista, Macapá, Marabá, Santarém e Rio Branco.

- Raiva

O risco é alto e a imunização é recomendada para quem terá contato particularmente com animais domésticos, especialmente cães.

Imagem: Site OMS

Estudo publicado no British Medical Journal (BMJ) aponta que pessoas que seguem uma dieta regular com comidas apimentadas apresentam baixo risco de morte por câncer, doenças do coração e respiratórias.

Muitos estudos prévios demostraram os benefícios à saúde que a pimenta promove. Algumas pesquisas apontaram agentes bioativos que ajudam a reduzir o risco de obesidade e doenças cardiovasculares.

Enquanto esses estudos sugerem que a pimenta poderia desempenhar um papel proeminente na saúde humana, há evidências dos efeitos do consumo diário de comidas apimentadas em algumas doenças específicas e nas causas de mortalidade.

Para verificar isto, um grupo de pesquisadores da Chinese Academy of Medical Sciences analisou dados da China Kadoorie Biobank de quase meio milhão de adultos de diversas regiões da China.

 Eles acompanharam um total de 487.375 participantes com idades entre 30 e 79 anos regularmente avaliadas por médicos. Quando cada participante estava envolvido no estudo entre 2004 e 2008, eles receberam um questionário sobre sua saúde e o consumo de comidas picantes, carne vermelha, vegetais e álcool.

Um total de 20.224 mortes aconteceram durante o período de acompanhamento. Em 2008, 5% dos participantes sobreviventes foram pesquisados aleatoriamente para verificar se o questionário inicial “batia” com os hábitos de consumir comidas apimentadas na atualidade. Os autores do estudo reportaram que os questionários indicaram que o consumo de comida apimentada foi mencionado constantemente.

Os pesquisadores observaram que os participantes que afirmaram comer comidas apimentadas de 3 a 7 vezes por semana eram 14% menos propensos a morrer do que os participantes que comiam alimentos apimentados menos de uma vez por semana. Participantes que ingeriam comidas apimentadas uma ou duas vezes por semana tinham 10% menos chance de morrer ao serem comparados com os participantes de se consumiam pimentas menos de uma vez por semana.

Os cientistas afirmam que ainda é cedo para tirar qualquer conclusão sobre ingerir mais pimenta. Ainda ocorrerão novos estudos.

Diversas tarefas realizadas no dia a dia prejudicam a coluna, como ficar muito tempo sentado, dormi em posições erradas, ficar longas horas na frente do computador e mandar mensagens pelo celular. Este último caso têm lotado as recepções das clínicas.

Nos Estados Unidos, uma pesquisa sugere que 79% da população, com idade entre 18 e 44 anos, ficam com seus celulares próximos a eles durante 22 horas por dia. O uso prolongado desta tecnologia interfere na saúde da coluna. Quando a cabeça está levantada e a coluna ereta, o peso está todo equilibrado. No momento em que a cabeça está posicionada para o chão, é como se uma criança de 8 anos estivesse sentada no pescoço. E é justamente esta a posição que as pessoas ficam quando estão mexendo em seus celulares.

A dor provocada pela posição caída da cabeça recebeu o nome de Text Neck e tem como sintomas: a dor de cabeça crônica; a dor nas costas, nos ombros e no pescoço e a mudança na curvatura da espinha.

A prevenção é a melhor forma de não sofrer com os problemas na coluna, mas há outras dicas:

- Segurar o celular na altura dos olhos;

- Fazer intervalos para se distanciar de celulares e computadores;

- Realizar alongamentos durante o dia;

- Fazer exercícios físicos.

A falta de cuidados pode ocasionar deformidades nas estruturas vertebrais, antecipar lesões discais e artrose. Caso uma dor de cabeça forte ou na coluna comece, busque um médico. Não deixe o tempo passar, porque o problema pode piorar muito.

O cientista da Universidade do Estado de San Diego, nos Estados Unidos, John Ayres fez uma análise das buscas realizadas no site Google. O objetivo era verificar quais os dias da semana que mais haviam pesquisas sobre vida saudável, hábitos alimentares e exercícios.

A análise foi realizada entre os anos de 2005 e 2012 e notou-se que a segunda e a terça-feira são os dias da semana em que as pessoas mais se preocupam com a saúde. A explicação para esse fato pode ser um efeito similar ao Ano Novo, quando as pessoas procuram melhorar algumas áreas da sua vida, por simbolizar um novo começo.

De acordo com o estudo, a média de pesquisas sobre qualidade de vida feitas na segunda-feira é 80% maior do que a do sábado.

Fonte: Revista Saúde é Vital

Um novo estudo publicado no Jornal Internacional da Obesidade mostrou que os profissionais que compram comidas, lanches e saladas, já prontas em mercados ou padarias e se alimentam em ambiente de trabalho estão mais propensos a sofrerem de obesidade do que quem traz marmita de casa.

A razão são os ingredientes usados nos alimentos prontos, que contém gordura, açúcar e são calóricos.

Os pesquisadores entrevistaram mais de 8 mil adultos. Destes, os que se alimentavam com seis ou mais refeições por semana fora de casa, incluindo alimentar-se na mesa de trabalho e refeições em restaurantes, estavam com colesterol alto, baixa concentração de vitaminas C e E e IMC alto.

Segundo os cientistas da Universidade da Cidade de Nova Iorque, esta é uma tendência mais comum entre as mulheres com mais de 50 anos.

Acordar atrasada todos os dias, sair apressada de casa, não tomar café da manhã… Essas situações fazem parte da rotina de muitas pessoas e, além de não começar o dia bem, prejudica a saúde. Manter uma rotina de horários e controlar as tarefas ajuda a produzir mais e diminuir o estresse.

Para melhorar o cotidiano, seguem cinco atitudes para começar a partir de amanhã:

1)     Faça uma série de exercícios antes de levantar da cama. Abrace as pernas encostando no peito. Primeiro uma perna, depois outra e as duas juntas.

2)      Abra a janela do quarto e deixe a luz iluminar o ambiente.

3)      Mude a sua rotina no início da manhã. Tome um café fora de casa, encontre com uma amiga, caminhe ou, apenas, aproveite o sol.

4)      Levante logo que o despertador tocar.

5)      Tome um belo café da manhã, com tudo que tem direito, e depois encare a malhação.

Com a chegada do verão, é preciso redobrar os cuidados com a pele. A exposição solar sem proteção e fora dos horários recomendados é a principal causa de câncer de pele não-melanoma, o mais comum na população brasileira. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), corresponde a 30% de todos os tumores malignos registrados no país.

Para o biênio 2016-2017, de acordo com o Inca, são estimados 175.760 novos casos da doença. Apesar de ser o que acomete mais pessoas, o câncer de pele é o tipo com mais baixa mortalidade e altos índices de cura, podendo chegar a 90%, se diagnosticado precocemente, aliado ao tratamento adequado.

A boa notícia é que com a adoção de medidas simples no dia a dia e acompanhamento médico regular é possível prevenir o câncer de pele. Confira as dicas do médico epidemiologista e do oncologista clínico da Fundação do Câncer, Alfredo Scaff e Frederico Müller.

Horários recomendados para exposição ao sol

Deve ser antes das 10h e após as 16h. Fora desses períodos, a radiação solar é muito perigosa, pois favorece o envelhecimento precoce e aumenta os riscos de desenvolver câncer de pele. Com o banho de sol nos horários recomendados é possível garantir ainda boa absorção de vitamina D, que, entre os benefícios, fortalece os ossos.

Cuidados na praia ou piscina

Na praia, na piscina ou em qualquer outro local onde haja exposição ao sol, a proteção é sempre a melhor opção. Por isso, use sempre chapéus, bonés, roupas com proteção UV e guarda-sol (feito de algodão ou lona, evitando barracas de nylon). É essencial o uso de filtro solar com, no mínimo, FPS 30, contra radiação UVA e UVB, no corpo e nos lábios. Reaplicar o produto a cada duas horas ou menos, nas atividades de lazer ao ar livre. Eles ajudam a bloquear a ação dos raios solares. Também é importante a utilização de óculos escuros com filtro ultravioleta, que previnem lesões oculares.

Profissionais que trabalham ao ar livre

Os tumores de pele estão relacionados a alguns fatores de risco e, principalmente, à exposição aos raios ultravioletas do sol. Pessoas que trabalham sob o sol são mais vulneráveis ao câncer de pele não-melanoma. Além dos cuidados básicos de proteção, quem trabalha ao ar livre durante o dia deve usar camisas de manga longa e calças compridas e buscar abrigo na sombra. O protetor solar deve ser repassado na frequência indicada pelo profissional de saúde. Vale ressaltar que, fora do prazo, eles não oferecem proteção. Essas orientações também são válidas para quem pratica atividades físicas ao ar livre.

Sintomas que podem indicar câncer de pele

Feridas na pele que demoram a cicatrizar (em um período maior que quatro semanas), variações na cor de sinais que já existiam, manchas que coçam ou sangram e o surgimento de pintas com bordas irregulares podem ser indicativos da doença.

Importante destacar o chamado “ABCD” da transformação de uma pinta em melanoma. Ou seja: Assimetria – uma metade diferente da outra; Bordas irregulares – contorno mal definido; Cor variável – várias cores em uma mesma lesão; Diâmetro – maior do que seis milímetros. Caso perceba algum desses sintomas em você ou alguém da sua família, procure um profissional de saúde o mais rápido possível. O diagnóstico precoce é um bom aliado no tratamento da doença. Por isso, é fundamental o acompanhamento médico periódico.

Grupos de risco na população

O câncer de pele se manifesta, na maioria dos casos, em pessoas com mais de 40 anos, de pele clara, olhos azuis ou verdes, cabelos loiros ou ruivos, pessoas albinas, histórico de câncer de pele pessoal ou na família e em forma de feridas, nódulos ou pintas em qualquer parte do corpo. A doença é relativamente rara em crianças e pessoas de pela negra, com exceção dos portadores de lesões cutâneas anteriores.

Riscos do bronzeamento artificial

As câmaras de bronzeamento artificial trazem riscos comprovados à saúde, e, em 2009, foram reclassificadas como agentes cancerígenos pela Organização Mundial de Saúde (OMS), no mesmo patamar do cigarro e do sol. A prática de bronzeamento artificial antes dos 35 anos aumenta em 75% o risco de câncer de pele, além de acelerar o envelhecimento precoce e provocar outras dermatoses.

Comer frutas todos os dias pode diminuir o risco de sofrer com doenças do coração em 40%, sugere nova pesquisa.

O novo estudo observou mais de 451.680 participantes por sete anos, onde todos do grupo deveriam dizer sobre o seu consumo de frutas: nunca, mensalmente, 1 a 3 vezes por semana, 4 a 6 vezes por semana ou diariamente.

Os pesquisadores compararam que consumia frutas todos os dias com quem não ingeria e notaram uma queda de 25% a 40% no risco de sofrer com doenças do coração. Além disso, aos serem comparados, os consumidores de frutas apresentaram pressão sanguínea baixa.

Este estudo não foi o primeiro a encontrar uma conexão entre comer frutas e ter uma saúde do coração melhor. Uma pesquisa realizada com 110.000 homens e mulheres durante 14 anos percebeu que as pessoas que comiam frutas e verduras diariamente possuíam um baixo risco em desenvolver doenças cardiovasculares. Alguns estudos encontraram que frutas cítricas, como laranja, limão e uvas, possuem benefícios protetores.

 

Informações retiradas do portal Time

 

Com a finalidade de um corpo malhado ou escultural ou mesmo com a intenção da prevenção de doenças, as pessoas se direcionam para as academias existentes em todos os bairros. Muitas delas apresentam estrutura suficiente de equipamentos e aparelhos para esta finalidade. No entanto, muitas se esquecem de se aprofundar no quesito higiene e prevenção de doenças.

A mesma coisa acontece com os freqüentadores que, com a finalidade de malhar e definir músculos, se esquecem de preceitos básicos de higiene que podem levar a infecções e possíveis doenças decorrentes de aparelhos e equipamentos contaminados. Entre as muitas infecções e doenças, podemos citar várias infecções com pus, conjuntivite, diarréias, micoses (tineas e pé-de-atleta), doenças da pele, entre outras.

Preceitos Básicos com Dr. Bactéria- o biomédico Roberto Martins Figueiredo.
– Boa alimentação direcionada para o tipo de treinamento que vai efetuar. Isto pode parecer voltado somente para o ganho de massa muscular, mas no entretanto, é fundamental no que diz respeito a manutenção da resistência do  organismos, tendo em vista que vai haver uma perda energética substanci al com o decorrer do treinamento. Uma consulta com um profissional nutricionista seria indicado entro destas situações.

Com relação ao aspecto higiênico algumas normas devem ser seguidas:
– Roupas de algodão ou tecido que não segure suor;
– Evitar alimentos que possam ficar abertos, tipo chocolates ou doces abertos, balas ou dropes que a embalagem permaneça aberta podendo atrair insetos e outras pragas;
– Evitar treinamentos quando estiver com infecções de pele (micoses, furúnculos, entre outros);
– Evitar treinar quando acometido por alguma doença pulmonar ou das vias aéreas, como gripe, resfriado, tuberculose, pneumonia, etc;
– Após a utilização de aparelhos ou equipamentos que impliquem em um contato físico, proceder a desinfecção com álcool (puro) passado com papel descartável;
– Antes da utilização seria prudente a mesma passagem de álcool (puro) com papel descartável
– Não utilizar dois dias seguidos o mesmo tênis, deve ser deixad o para secar totalmente, polvilhar dentro dele um pó antisséptico;
– Evitar garrafas de água que possuam dentro do símbolo de reciclagem (triangulo) a numeração 3 ou 7, tendo em vista o risco de Bisphenol A. Dar preferência para marcas que tenham o símbolo BPA Free;
– Lavar as garrafas de água diariamente com água. Uma vez por semana, lavar com água, detergente, enxaguar bem e imergir em uma solução de (1 colher se dopa de água sanitária mais 1 litro de água), por 10 minutos;
– Misturas alimentícias (que são tomadas antes, durante ou pós os treinamentos), não devem permanecer, após preparadas, por mais de duas horas a temperatura ambiente;
– Utilizar toalhas próprias que deverão ser lavadas diariamente (trocadas);
– Ao tomar banho, utilizar um sabonete que tenha na sua composição princípios bactericidas;
– Evitar estrados de plásticos nos chuveiros, pois são de difícil higienização;
– Enxugar muito bem o corpo, sobretudo entre os dedos dos pés;
– Mantenha a limpeza e a higiene dos locais;
– Nunca se esquecer de lavar bem as mãos antes de comer algo, sobretudo após usar os sensores de digitais tão comuns atualmente nas academias.

Uma tese de doutorado, orientada por Ana Dâmaso, docente do programa de pós-graduação em Nutrição da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM/Unifesp) – Campus São Paulo, concluiu que, em razão de uma variação genética encontrada no gene receptor da leptina (LEPR), alguns adolescentes obesos não conseguiram as mesmas reduções no índice de massa corporal (IMC) e nos índices lipídicos quando comparados aos que não portavam a variação. A leptina é um hormônio importante que desempenha um papel-chave na regulação do balanço energético, inibindo a fome e aumentando o gasto energético dos tecidos periféricos – entre os quais, o tecido adiposo.

A nutricionista Flávia Corgosinho, autora do estudo, selecionou 76 voluntários considerados obesos e classificou-os em dois grupos, de acordo com a incidência daquela variação genética. Dentre os voluntários, 39 pertenciam ao grupo dominante (classificado como TT), que não possuíam a variação genética, enquanto os 37 restantes compunham o grupo heterozigoto ou recessivo (definidos, respectivamente, como CT e CC), que eram portadores da alteração.

Após um ano de tratamento, que incluiu a prática de exercícios físicos e o acompanhamento médico, nutricional e psicológico, a pesquisadora observou que os portadores dos genótipos CT e CC não haviam conseguido reduzir o perfil lipídico, a resistência à insulina e a produção de leptina aos mesmos níveis do grupo dominante. De modo similar, não lograram êxito em diminuir o índice de massa corporal (IMC) na mesma proporção do grupo TT. “Percebemos que os adolescentes com essa variação genética tinham níveis significativamente maiores de neuropeptídeos orexígenos (estimuladores da fome)”, explica Corgosinho. “O fator genético conseguiu justificar parcialmente por que alguns adolescentes com obesidade respondiam melhor à terapia e outros, não”, acrescenta.

Ainda em relação à produção de leptina, o grupo isento de variação genética conseguiu fazê-la recuar em cerca de 30%, ao passo que o outro obteve redução praticamente insignificante. “E nós sabemos que esse estado de hiperleptinemia (excesso de produção de leptina) é um dos principais fatores que dificultam a perda e a manutenção do peso corporal. O excesso de leptina é um fator pró-inflamatório que vai gerar consequências para a saúde do indivíduo, aumentando o risco cardiovascular”, esclarece.

Para a pesquisadora, os resultados do estudo indicaram que é necessário buscar estratégias auxiliares para aqueles que apresentam alterações genéticas relativas à leptina, as quais interferem no processo de emagrecimento e dificultam o controle de risco cardiovascular, incluindo-se a redução de triglicérides e de insulina e o aumento de adiponectina. Ela atribui à Nutrigenômica – ciência que estuda a interação entre os compostos bioativos na estrutura e na expressão dos genes – a possibilidade de tornar-se uma das opções de tratamento no futuro. No entanto, outras tentativas para solucionar o problema podem ser válidas, como a otimização da terapia, com atividades físicas mais frequentes ou mais intensas. “Talvez seja necessário que esses indivíduos percam 10% ou mais do peso corporal para obter os mesmos resultados do grupo sem alteração genética”, conclui.

Sabe aquela dor que insiste em não sumir? Pois é, pode ser um sinal de dor crônica. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), esta condição pode afetar 30% da população global.

“Pode ser uma dor de dente, um dor do câncer ou uma dor de cabeça. Existem evidências de que a dor na coluna é a que prevalece nas pesquisas e na procura por ajuda nos hospitais e clínicas”, explica a cinesiologista Mariana Schamas, membro da Sociedade Brasileira para Estudos da Dor (SBED).

Como não há uma doença específica que possa aparecer, a prevenção baseia-se em alimentação saudável, boa hidratação, boa qualidade do sono, atividade física e gerenciamento do estresse. Da mesma forma, os tratamentos também podem ser variados: desde os mais simples, como tomar analgésicos até tratamentos cirúrgicos.

“Existem remédios certos para diferentes tipos de dor e a automedicação é um veneno. Além de não ajudar, pode mascarar o diagnóstico”, alerta Schamas.

Alguns tipos:

  • Dor do câncer
  • Dor do idoso
  • Dor na criança
  • Dor no homem e na mulher
  • Dor no atleta
  • Orofacial
  • Musculoesquelética
  • Neuropática
  • Articulações
  • Central
  • Inflamatória
  • Psiquiátrico
  • Urogenital
  • Pós-operatória

“Dor é complexa e exige conhecimento e investigação para ser tratada adequadamente, de maneira multiprofissional, para ser gerenciada e trazer alívio para quem a sente”, conclui a médica.

É comum pessoas que querem emagrecer retirarem carboidratos da dieta ou passam a comer mais proteínas, por exemplo. O que muitos desconhecem é que a ingestão de alimentos com fibras pode ajudar na redução do peso, além de prevenir doenças como hipercolesterolemia, diabetes, obstipação e diverticulose do cólon, entre outras.

Além disso, quem consome alimentos fibrosos se sente saciado mais rapidamente. “As fibras saciam mais (ficam mais tempo no estômago) do que os alimentos refinados, e com isto, a tendência é ingerir menos calorias, explica a professora do curso de Nutrição da FASM, Paula Macedo. “O estômago produz o retardo em seu esvaziamento e uma distensão gástrica”.

Os movimentos intestinais também são beneficiados pelas fibras no processo de digestão. “No intestino delgado, a fibra solúvel atrai moléculas como o colesterol e glicose”, afirma Paula.

Aos interessados em acrescentar mais fibras à dieta diária, a nutricionista dá dez dicas:

·  Tente comer vegetais e frutas cruas, inclusive a casca, quando adequado. O cozimento reduz o teor de fibras. Sementes comestíveis de frutas e hortaliças também podem ser consumidas;

·  Adapte-se gradualmente a uma dieta rica em fibras e aumente o volume de água tomada durante o dia;

·  Use mais grãos integrais em sua alimentação, como: arroz integral, cevada integral, farelos, trigo para quibe, quirera (canjiquinha), trigo integral, germe de trigo e outros, em sopas, saladas e pratos principais;

·  Cereais instantâneos ricos em fibras são boas escolhas para o café da manhã e lanches;

·  Substitua farinha de trigo integral por metade de farinha branca em preparações assadas (pães, bolos, biscoitos, massa de pizza, tortas, etc.);

·   Salpique farelos no molho de macarrão, sopas, carnes ensopadas, panquecas e em cereais cozidos (ex.: mingau de maisena);

·   Adicione grãos integrais ou farelos (ex.: aveia, trigo) em sorvetes, iogurte, mingaus, saladas, ensopados, sopas e outras preparações. Nozes, soja torrada, gergelim, linhaça, semente de girassol e outros também adicionam fibras e são decorativos;

·   Para lanches ricos em fibras, coma pipoca, amendoins, nozes, amêndoas e barras de cereais integrais;

·  Se sua dieta é pobre em fibras e você aumenta o consumo de fibras muito rapidamente e em grandes quantidades, você pode sentir flatulência (gases), estufamento, cólicas e diarreia. Para evitar estes desconfortos, o aumento de fibras na dieta deve ser gradativo (um mês ou mais), pois requer uma certa adaptação intestinal. Se estes sintomas ocorrerem, corte os alimentos relacionados temporariamente e então comece a consumi-los gradativamente;

·  Cuide com as calorias. Fibra não é medicamento. Muitas fontes ricas em fibras são também ricas em calorias. Se você comer calorias extras por adicionar alimentos ricos em fibras à sua alimentação diária ao invés de substituir outros alimentos, você provavelmente ganhará peso.

Tomar medicamentos por conta própria é um grande risco. É essencial ter uma formação que permita entender os efeitos e indicações de cada remédio, por isso a necessidade de se consultar um médico diante de quaisquer sintomas. A automedicação pode trazer consequências graves à saúde, como reações alérgicas e dependência. Além disso, de acordo com o Ministério da Saúde, no caso dos antibióticos, o hábito pode aumentar a resistência de microrganismos e inibir a eficácia dos remédios.

Uma das maiores preocupações é o fato de que muitas pessoas não têm ideia dos efeitos colaterais que os medicamentos possuem e, como é possível comprar muitos deles sem receita, pensam que não há riscos.

Os medicamentos mais comuns no uso sem prescrição são os analgésicos, anti-inflamatórios e antialérgicos. ”Os pacientes tendem a tomar remédios por conta própria em caso de infecções, dores de garganta, rinites alérgicas, entre outros problemas. Porém, todo medicamento possui efeitos colaterais. Os anti-inflamatórios, por exemplo, podem causar azia e outros tipos de alteração no estômago. Já os antialérgicos podem resultar em quadros de sonolência excessiva”, alerta Dr. Henrique Ramos, membro da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico Facial (ABORL-CCF) e professor da Universidade Federal do Espírito Santo.

Entre os campeões de uso sem indicação médica estão os vasoconstritores nasais. “O uso crônico destes produtos pode causar arritmia e cardiopatias. Além disso, a utilização desses remédios pode resultar em uma intolerância, bem como na necessidade de se aumentar sempre a dose. Esse tipo de medicamento também causa dependência”, destaca Dr. Henrique Ramos.

Já os sintomas de gripes e resfriados são comumente tratados com antigripais e a busca por um especialista é ignorada. “É claro que o paciente pode ter um quadro clássico de resfriado, por exemplo, com coriza e nariz congestionado, mas caso o problema persista após as 48 horas iniciais dos sintomas é recomendado procurar um médico para que se tenha certeza de que o quadro é realmente esse, ou se trata de algo mais grave”, conclui o otorrinolaringologista.

Depois da proibição da venda de antibióticos sem prescrição médica, houve uma redução dessa conduta de automedicação, ainda assim o problema persiste. “Infelizmente, essa proibição não mudou a postura de muitos pacientes, que vêm ao consultório buscando a receita e não o diagnóstico”, lamenta Dr. Ali Mahmoud, médico otorrinolaringologista do hospital das clínicas da FMUSP.

Como podem haver ainda efeitos colaterais causados por interações medicamentosas entre um remédio de uso constante e o que foi usado inadvertidamente, o especialista reforça a necessidade de consultar o médico que fez a prescrição antes de tomar qualquer medicamento. “Pacientes com hipotireoidismo, que tomam suplementação hormonal, não podem ingerir antigripais, pois os descongestionantes presentes neles não podem ser usados junto com os remédios com hormônios tireoidianos. Outros remédios favorecem sangramentos e, por isso, devem ser suspensos de 10 a 15 dias antes de um procedimento cirúrgico. Enfim, há uma gama enorme de danos, dos mais diversos, que podem ser desenvolvidos em consequência da automedicação”, finaliza Dr. Ali Mahmoud.

Todo mundo sabe que estar ao lado dos amigos e da família durante a terceira idade pode promover inúmeros benefícios à saúde, como evitar a depressão, os problemas do coração e muito mais. Mas um novo estudo conteste uma parte desta situação descrita.

Segundo pesquisa realizada no Dalla Lana School of Public Health, da Universidade de Toronto, no Canadá, apenas a família pode ajudar a reduzir o risco de mortalidade. Os idosos que apresentam o maior número de membros na família e são próximos apresentam menos risco de morte.

Os pesquisadores recentemente apresentaram estes dados no 111° Annual Meeting of the American Sociological Association, em Washington, nos Estados Unidos.

Para chegar a este resultado, foram usados dados de 2005/2006 e 2010/2011 do National Social Life, Health and Aging Project (NSHAP). Os primeiros dados são de participantes com 57 e 58 anos, que citaram cinco pessoas das quais eram mais próximas a ele, assim como reportaram a relação entre eles.

Os estudiosos notaram que os participantes que reportaram muita proximidade com os familiares foram aqueles que apresentaram uma saúde mais beneficiada para ter uma longevidade maior do que as pessoas com menos familiares próximos.

Se você conhece alguém que ronca, leve-a ao médico. As vibrações de baixa frequência que ocorrem durante a noite podem ser indícios da Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS). Esta é uma doença crônica, evolutiva e com alta taxa de mortalidade, quando não tratada. Ela pode causar problemas ainda no comportamento e no sistema neurológico.

O ronco procede a SAOS em mais de 90% dos casos, por isso, é essencial visitar um médico para receber o diagnóstico logo.

As mulheres devem ficar ainda mais atentas com relação aos seus roncos. Uma pesquisa realizada pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) com 407 mulheres constatou que o envelhecimento natural da mulher provoca a perda da função ovariana e uma série de consequências negativas à saúde, entre elas as disfunções respiratórias do sono, como a SAOS.

Esta síndrome acomete um terço da população, onde a grande maioria é de mulheres após a menopausa. A pesquisa mostrou que 68,4% das mulheres que tiveram o diagnóstico confirmado estavam em pós-menopausa tardia.

Além disso, os pesquisadores identificaram as voluntárias que sofriam desta síndrome a partir da medida da cintura. Eles descobriram que a medida de 87,5 cm de circunferência de cintura era capaz de identificar voluntárias que tinham a SAOS em relação às mulheres que não sofriam do distúrbio com uma taxa de acerto superior a 75%.

As razões encontradas foram a obesidade e o fator hormonal. A frequência dos distúrbios aumenta com a transição menopausal e do estágio de pós-menopausa tardia.

O ronco não apenas pode interferir no organismo como provocar insônia, baixa eficiência de sono, dificuldade de manter o sono, a irregularidade no padrão respiratório, sensação de “ondas” de calores e suores frequentes.

Doença celíaca é uma condição autoimune, onde o corpo defende-se contra uma infecção. O sistema imunológico confunde as substâncias encontradas no glúten com algo ruim para o corpo e as ataca.

A incidência da doença celíaca é estimada em 1 a cada 100 pessoas no mundo. Os estudiosos acreditam que o ambiente pode estar associado a esta doença.

O objetivo do estudo sueco era explorar os efeitos das estações do nascimento com o risco da doença celíaca, e comparar diferentes áreas e períodos para sugerir os fatores ambientais como relacionados a doença.

Um grupo de pesquisadores da Umeå University teve acesso a dados de cerca de 2 milhões de crianças nascidas entre 1991 e 2009. Ao todo, 6.569 delas foram diagnosticadas com a doença, que passaram pela pesquisa sobre estação, região e ano do nascimento.

A pesquisa notou que os nascidos no verão, na primavera e no outono apresentam 10% mais chance de nascer com a doença celíaca do que os nascidos no inverno.

No entanto, a região também interfere. Crianças nascidas no sul da Suécia (local da pesquisa), onde a luz do sol no verão e na primavera é mais intensa, mostraram alto risco para a doença.

Crianças com menos de 2 anos são mais propensas a desenvolver a doença quando nascidas na primavera, e aquelas com 2 a 14,9 anos são mais propensas se nascerem no verão ou outono.

Com relação ao ano do nascimento, aqueles que nasceram entre 1997 e 2002 são os que apresentam maior risco de desenvolver a doença. E o risco é maior em meninas do que em meninos.

O Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA) lançou portal voltado para prevenção de doenças a partir da alimentação. De acordo com o site do Instituto, “a alimentação e a nutrição inadequadas são classificadas como a segunda causa de câncer que pode ser prevenida”.

A iniciativa busca alertar a população para a importância em manter uma dieta rica em frutas, legumes, verduras, cereais integrais, feijões e outras leguminosas, evitando alimentos ultraprocessados (já prontos para consumo). Esta atitude pode prevenir de 3 a 4 milhões de casos novos de câncer a cada ano no mundo.

As recomendações de alimentação e prevenção também poderão ser seguidas por pessoas que superaram o câncer. Estes precisam cuidar da alimentação, praticar atividade física e buscar manter o peso adequado para recuperar a saúde.

Conheça algumas dicas do INCA, baseadas nos relatórios do Fundo Mundial para Pesquisa contra o Câncer e do Instituto Americano de Pesquisa em Câncer, entre outras pesquisas:

105927710

Adoçantes artificiais:

Os adoçantes mais utilizados são: estévia; sorbitol; aspartame; ciclamato; sucralose e sacarina. Quando são consumidos em excesso, alguns efeitos colaterais podem ocorrer, como dor de cabeça, mal-estar, alterações de humor e diarreia.

1042413_46005790

Alimentos e bebidas com alto teor calórico:

Hambúrgueres, pizza, salgadinhos, biscoitos, entre outros alimentos, apresentam alta quantidade de gordura e açúcar,

o que ele a concentração de calorias. O consumo destas comidas pode gerar aumento do peso corporal, resultando em sobrepeso e obesidade.

imagens alinao 718 

Modo de preparo da carne:

Ao prepará-las, é indicado cozinhar no vapor, ou ensopadas, ou guisadas ou assadas. As temperaturas muito elevadas (acima de 300°C), para  fritar ou grelhar, formam compostos químicos que são cancerígenos.

Conheça mais dicas e descubra os mitos no site: http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/cancer/site/prevencao-fatores-de- risco/alimentacao

Próximo »