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Maconha provoca caos cognitivo no cérebro

Um estudo recente verificou que o consumo de maconha provoca um caos cognitivo no cérebro, tornando a sua atividade descoordenada e imprecisa durante estes estados alterados da mente.

A nova pesquisa, feita por neurocientistas da Universidade de Bristol, publicada no Journal of Neuroscience, descobriu que o uso da cannabis leva a deficiências neurofisiológicas e comportamentais que lembram aquelas presentes na esquizofrenia.

O consumo da droga está associado a distúrbios de concentração e memória e os cientistas acreditam que estes novos resultados podem ajudar a explicar a ligação entre cannabis e o transtorno psicótico.

Testes - No experimento, ratos receberam uma droga que imita o ingrediente psicoativo da maconha. Os pesquisadores mediram a atividade elétrica dos neurônios dos roedores e constataram que eles se tornaram incapazes de tomar decisões precisas ao navegar por um labirinto.

Caos cognitivo e esquizofrenia

Imagem: Bristol University

O estudo, liderado pelo Dr. Matt Jones da Escola de Fisiologia e Farmacologia da Universidade, revelou que a droga perturba completamente as ondas cerebrais coordenadas em todo o hipocampo e no córtex pré-frontal.

Essas regiões afetadas são essenciais para: a formação de memória, o planejamento e tomada de decisão e comportamento social, estruturas cerebrais que implicam fortemente na esquizofrenia.

Podemos comparar a atividade do cérebro com o desempenho de uma orquestra, em que as seções de cada instrumento (cordas, percussão, sopro etc) se unem conforme o ritmo ditado pelo maestro para formar uma só música.

Da mesma forma, estruturas específicas no cérebro devem estar em sintonia umas com as outras, ou seja, na mesma frequência. Assim sendo, o ajuste das ondas mentais permite o processamento das informações utilizadas para guiar o nosso comportamento.

Portanto, os resultados dos testes nos ratos demonstraram que, embora os efeitos da droga sobre as regiões individuais do cérebro tenham sido sutis, a maconha interrompeu as ondas cerebrais coordenadas em todo o hipocampo e no córtex pré-frontal – como se duas seções da orquestra estivessem fora de sincronia.

Avanço na Ciência

“Abuso de maconha é comum entre pessoas que sofrem de esquizofrenia e recentes estudos mostraram que o ingrediente psicoativo da maconha pode induzir alguns sintomas de esquizofrenia em voluntários saudáveis”, afirma o líder do estudo, Dr. Matt Jones.

Portanto, essas descobertas são importantes para a compreensão das doenças psiquiátricas, que podem surgir como consequência de “cérebros desorquestrados” e poderiam ser tratadas por reajuste da atividade cerebral, segundo Jones.

“Estes resultados são um importante passo adiante em nossa compreensão de como a atividade rítmica no cérebro fundamenta processos de pensamento na saúde e na doença”, diz o coautor do estudo, Michal Kucewicz.

A pesquisa é resultado da colaboração entre a Universidade de Bristol e a Eli Lilly & Co. E faz parte do Centro de Neurociência Cognitiva, que visa desenvolver novas ferramentas e metas para o tratamento de doenças cerebrais como a esquizofrenia e a doença de Alzheimer.

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As ligações entre a solidão e suas danosas consequências para a saúde física e mental são complexas. Neurocientistas que trabalham nesta área acreditam que cada um de nós tem uma certa expectativa de estar com os outros que nós herdamos de nossos pais e do nosso ambiente de conexão social com os quais nos sentimos confortáveis. Isso explica por que nem todos são igualmente sensíveis ao sentimento de solidão, como temos diferentes necessidades e expectativas em nossos relacionamentos com os outros.

Se nossas expectativas dessas relações não forem cumpridas, o nosso corpo começa a nos alertar que algo está errado: nos sentimos ameaçados fisicamente.

Se a solidão persiste, ele começa a interferir na nossa capacidade de regular as emoções que associamos com a solidão. Com o tempo, isso altera o que é conhecido como a forma como nós interpretamos nossas interações com os outros.

Nossos sentimentos de infelicidade e ameaça, bem como a nossa dificuldade em regular as nossas emoções, distorcem a maneira pela qual percebemos a nós mesmos em relação aos outros. Mas as circunstâncias que produzem essa cadeia de eventos para uma pessoa pode não ter o mesmo efeito sobre outra pessoa. Nossa sensibilidade individual à solidão decide quem se sente só em que situação.

Algumas pessoas se sentem solitários em um casamento, por exemplo. Alguns de nós estão contentes com uma pequena rede de amigos próximos, enquanto outros só ficam satisfeitos com um vasto círculo social que lhes dá muitas oportunidades para estar com os outros.

Circunstâncias que testam nossa resistência à solidão incluem transições importantes, como mudar de casa ou trabalho, luto, divórcio ou separação, a chegada de um novo bebê ou a saída de uma criança mais velha da casa da família.

Situações que nos separam da corrente principal da sociedade, tais como desemprego, pobreza, doença mental ou a velhice, também nos coloca em um risco mais elevado de sentimento de solidão, assim como aqueles em que as pessoas precisam de um nível incomum de apoio: dependência química ou alcoólica, a cuidar de um parente ou ser um pai solitário. Pessoas de grupos minoritários são também mais propensos a sofrer de solidão.

Como a solidão prejudica a nossa saúde

Uma das razões da solidão ser tão ruim para nós, é porque torna mais difícil para controlarmos os nossos hábitos e comportamentos. Testes feitos pelos psicólogos americanos Roy Baumeister e Jean Twenge, em 2001, mostraram que a expectativa de isolamento reduz nossa força de vontade e perseverança, e torna mais difícil para regular nosso comportamento: adultos de meia-idade sozinhos bebem mais álcool, têm dietas menos saudáveis e fazem menos exercício do que os satisfeitos socialmente.

Abuso de drogas e bulimia nervosa estão ligados à solidão. Existem diferentes razões por que as pessoas solitárias têm dificuldade em manter a saúde em dia, mas a baixa autoestima e um desejo de gratificação instantânea podem ser fatores.

John Cacioppo e seus colegas realizaram vários estudos sobre os efeitos da solidão, cujos resultados têm sido desenvolvidos no livro: “Natureza Humana e a Necessidade de Conexão Social”, em tradução livre. Eles estabeleceram cinco possíveis caminhos de causalidade com a doença.

Em primeiro lugar, a solidão faz com que seja difícil para as pessoas se autorregularem e leva a hábitos autodestrutivos, como comer demais ou depender de álcool. Solidão enfraquece a força de vontade e perseverança ao longo do tempo.

Segundo, a pesquisa mostra que, embora jovens solitários e não solitários não gostam de dizer que estão expostos às causas de estresse, pessoas de meia-idade que estão sós reportaram ao relatório mais exposição ao estresse.

Terceiro, pessoas solitárias são mais propensas a não se envolver com os outros e menos propensas a procurar apoio emocional, o que as torna mais isoladas.

Quarto, os testes mostram que a solidão afeta o sistema imunológico e cardiovascular.

Finalmente, uma consequência comprovada de isolamento para a resiliência e recuperação biológica está ligada à necessidade humana básica de dormir. Pessoas solitárias têm mais dificuldade de dormir, e privação do sono é conhecida por ter os mesmos efeitos sobre a regulação metabólica, neurais e hormonais como o envelhecimento.

Uma pesquisa feita pela Fundação de Saúde Mental encomendada para este relatório chamado de “A sociedade solitária” concluiu que 48% das pessoas acreditam que as pessoas estão ficando mais solitárias em geral. A solidão afeta muitos de nós em um momento ou outro. Apenas 22% dos entrevistados nunca se sentem solitários e um em cada dez muitas vezes se sente solitário (11%). Mais de um terço (42%) diz ter se sentido deprimido porque sente-se sozinho.

A pesquisa foi realizada no Reino Unido e contou com uma amostra de 2.256 pessoas.

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Milhões de brasileiros se utilizam de terapias complementares no tratamento de doenças. E as mais procuradas, na maioria das vezes, são acupuntura, reiki, yoga e meditação.

Estudos mostram que cerca de 70% dos pacientes com câncer optam por algum tipo de terapia adicional juntamente com o tratamento oncológico convencional.

Integrando a medicina ocidental às técnicas orientais

Cada vez mais, essas terapias estão deixando de ser “alternativas” para se tornarem “complementares” aos tratamentos médicos.

No Brasil, a acupuntura, por exemplo, já é reconhecida como especialidade médica e fisioterapêutica com credenciamento e atividades normatizadas pela Associação Médica Brasileira.

Os métodos milenares trazem bem-estar aos praticantes e agora estão sendo estudados para averiguar quais benefícios podem oferecer aos pacientes que lutam contra o câncer.

Aspectos psicológicos como estresse e depressão podem interferir na doença. Então, essas técnicas estão ganhando grande aceitação por aliviar os sintomas dolorosos e melhorar a efetividade do tratamento de tumores.

As terapias adicionais têm uma visão holística, ou seja, avaliam e tratam o paciente como um todo, não apenas se preocupam em destruir o câncer, mas em não prejudicar o indivíduo. Isto significa que o bem-estar do paciente depende de situações que incluem os estados físico, emocional, espiritual e psicológico. E dessa forma mente e corpo trabalham juntos.

A terapia complementar é uma assistência para otimizar o processo de cura da doença, elas servem para controlar os sintomas e ajudar aos pacientes a se sentirem melhor. Ou seja, não devem ser usadas como substitutivas ao tratamento médico convencional do câncer, mas, sim, de maneira a integrá-lo.

Benefícios

  • As terapias complementares fazem com que o tratamento oncológico, que é tão agressivo, seja mais tolerável;
  • Pois elas reforçam o sistema imunológico;
  • Reduzem sintomas e efeitos colaterais da quimioterapia e da radioterapia; Promovem a sensação de bem-estar e trazem conforto;
  • Melhoram a qualidade de vida e a resposta do organismo ao tratamento;
  • Diminuem o medo, o estresse, a depressão e a ansiedade;
  • Acupuntura diminui náusea e dor;
  • Yoga fortalece o sistema imunológico e reduz o estresse;
  • A meditação ajuda a poupar o organismo, pois gera um alto nível de relaxamento, superior ao do sono, e diminui a produção de cortisol, hormônio relacionado também ao estresse;
  • Musicoterapia trabalha as funções cognitivas, fisiológicas e psicológicas;
  • Reiki canaliza as energias e proporciona equilíbrio vital.

Antes de escolher uma terapia complementar, o paciente deve conversar com o seu médico para que o melhor caminho possa ser seguido e a nova prática não interfira no tratamento.

Princípios Básicos de Medicina Integrativa

- Uma parceria entre o paciente e o médico no processo de cura;

- O uso adequado de métodos convencionais e complementares para facilitar a resposta do corpo a cura inata;

- Concentra-se na pessoa como um todo, não apenas no tumor;

-  Consideração de todos os fatores que influenciam o bem-estar, saúde e doença, incluindo a mente, espírito e social às dimensões físicas de saúde;

- Uma filosofia que nem rejeita a medicina convencional nem aceita acriticamente a medicina alternativa, mas é informado por evidências;

- Reconhecimento de que a boa medicina deve ser baseada na boa ciência, a investigação dirigida e aberta a novos paradigmas;

- Os conceitos mais amplos de promoção da saúde e prevenção da doença, bem como o tratamento da doença;

Fonte: The University of Texas – MD Anderson Cancer Center

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Certa vez perguntaram ao Dalai Lama: “O que mais te surpreende na humanidade?”

E ele respondeu:

“Os homens… Porque perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem dinheiro para recuperar a saúde. E por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem do presente de tal forma que acabam por não viver nem o presente nem o futuro. E vivem como se nunca fossem morrer… e morrem como se nunca tivessem vivido.”

Focando no valor e importância do bem-estar psicológico dos profissionais, a palestra da Victory Consulting no CONARH 2011 levou o tema: “O custo invisível da saúde mental nas organizações” e contou com a presença da Presidente da Victory, Vera Bejatto, e da psicóloga formada em coaching, com atuação em programas de saúde mental nas organizações, Deborah Toniolo.

A Victory levanta a bandeira de que o melhor é não ficar doente; trabalhar a prevenção. E que os gastos com a saúde mental têm sido altos nas organizações.

Doenças psiquiátricas roubam anos do brasileiro

De acordo com Deborah Toniolo, os transtornos emocionais têm causas multifatoriais, e pessoas estressadas e deprimidas têm 70% e 46% a mais, respectivamente, de gastos com saúde em comparação com indivíduos saudáveis. Ao analisar posições de liderança, 70% dos gestores convivem com altos níveis de estresse e 8% com depressão.

Plugados 24 horas por dia no smartphone

Já que passamos boas horas do nosso dia no trabalho, as mudanças tecnológicas e econômicas no ambiente em que exercemos nossas funções também podem vir a contribuir para o aumento do estresse. O transtorno da ansiedade generalizada causa danos na produtividade, insônia, falta de apetite, entre outros problemas.

Países como Canadá e EUA têm tido altos custos com os problemas gerados pelo estresse. O primeiro gasta, em média, $ 14,4 bilhões, e o segundo, $300 bilhões por ano. O Brasil também apresenta gastos elevados de, aproximadamente, R$ 6 bilhões anualmente.

Isso tudo sem contar os custos indiretos com transtornos mentais causados por turnover, absenteísmo, acidentes de trabalho, conflitos interpessoais e presenteísmo. Déborah mostrou aos congressistas que os fatores externos na empresa também exercem influência para desencadear problemas psicológicos. Veja abaixo alguns deles:

• Fusões e aquisições
• Evoluções tecnológicas
• Chefes tóxicos
• Excesso de informação
• Reestruturações
• Exigências do mercado
• Urgências e prioridades

Ainda há preconceito na hora de procurar um psicólogo ou psiquiatra e os investimentos das empresas em relação à saúde mental dos colaboradores são baixos. Mas é possível, e necessário, fazer com que os profissionais que necessitam de auxílio procurem ajuda profissional.

O trabalho deve englobar desde a prevenção e conscientização em relação ao tema, por meio de estratégias de atuação que incluem palestras, workshops, programas específicos, até plantão com psicólogo, palestras psico-educativas, EAP (employer assistance program), quick massage, entre outras.

Os resultados de cases da Victory Consulting demonstram a efetividade do programa com a diminuição de: consultas,  frequência de internação e participação no custo assistencial de consultas.

É possível ter satisfação e ser saudável no ambiente de trabalho. Assim como afirmou Vera Bejatto: “Como agentes de saúde dentro das organizações, nós temos um papel fundamental”. Temos sempre que ter a consciência de que se não cuidarmos da saúde mental, todo o restante ficará comprometido.

Presidente da Victory, Vera Bejatto

Psicóloga da Victory, Deborah Toniolo

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A nossa mente tem papel fundamental na recuperação do nosso corpo. Por isso, levantar um pouco, abrir as janelas ou tomar um bom banho quando estamos gripados, por exemplo, informa ao nosso corpo que não estamos satisfeitos com a falta de disposição e acelera a recuperação.

Em crianças, naturalmente repletas de energia, a distração saudável pode acelerar o processo de volta às atividades.

O estudante de 12 anos, Stepan Sopin, não pode frequentar as aulas durante sua recuperação contra a leucemia, mas também não vai perder o ano.

Autoestima, distração e socialização, o menino pode afirmar que não falta durante o seu tratamento. Por meio de uma tela instalada em um robô, ele acompanha as lições de casa e interage com a professora e com seus colegas, em Moscou (Rússia).

A máquina ainda transmite o conteúdo escolar para o computador de Stepan em tempo real, por onde ele controla seus movimentos.

Imagem da France Press

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Cientistas pesquisaram 211 pacientes diagnosticados com a doença e confirmaram o que pesquisas anteriores apontaram.

Do total de pacientes, 102 eram bilíngues e os outros 109 tinham o domínio de apenas um idioma. O que se pôde perceber, é que aqueles que falavam mais de uma língua foram diagnosticados 4,3 anos mais tarde e tiveram os sintomas 5 anos depois em relação ao restante.

Os dois grupos eram equivalentes em níveis cognitivos e de ocupação, mas os pacientes com um só idioma, em geral, receberam mais educação formal. Os cientistas também afirmaram que não havia diferenças entre os pacientes de diferentes sexos.

O estudo mostra que ser bilíngue não previne a aparição da doença, mas parece compensar parcialmente a perda de capacidades cerebrais. Use a cabeça!

O trabalho foi realizado por cientistas do Instituto de Pesquisa Rotman, de Toronto, e publicado na última edição da revista médica Neurology.

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A vida dos 33 mineiros nunca mais será a mesma após o incidente no qual ficaram presos no interior da mina a 700 metros do solo por 69 dias.

Primeiro vem o grande alívio, a emoção de reencontrar a família, a comemoração de um resgate bem-sucedido através de uma cápsula aos olhos de conhecidos e da mídia do mundo inteiro.

O que podem sofrer os mineiros

Psicólogos acreditam que alguns podem sofrer de estresse pós-traumático na tentativa de se readaptar. Depois, podem chegar a ter depressão e outros sintomas, alerta o professor de psicologia da University College London, James Thompson.

Insônia, sono problemático e pensamento constante no ocorrido acabam por ser desencadeados por lembranças inconscientes: ruído, sensação, cheiro.

O psicólogo explica que se eles tiverem uma forte impressão de que morreriam, haverá uma enorme tensão emocional.

Um terço das pessoas que passam por traumas graves manifestam alguma consequência psicológica, mas para quem trabalha em situações de emergência o número cai para 5%.

Como ser mineiro não é uma tarefa simples, o especialista acredita que a proporção dos que devem passar por dificuldades no futuro deve ficar entre essas duas.

Prós

A solidariedade entre eles, que tiveram de se unir pela própria sobrevivência, deve ajudar a recuperação.

Isso se dá pelo fato de terem compartilhado a experiência, segundo o psiquiatra, Christopher Findlay. Tem mais: o tempo passado no subterrâneo pode ter sido útil para processar o acontecido.

O ponto crucial é a existência ou não de problemas mentais anteriores, talvez experiências traumáticas da infância ou incidentes de trabalho anteriores que pudessem retornar por causa do estresse.

“É quando se chega a um porto seguro que as memórias são ativadas”, disse o psiquiatra.

Readaptação e estado atual

A maioria deve se recuperar de forma natural, dialogando com familiares e amigos.

Foi registrado apenas um caso de saúde fragilizada. Um dos operários sofria de silicose e apresentou pneumonia aguda, mas ambas as situações já foram controladas pela equipe médica. Alguns já devem receber alta ainda hoje.

Outra preocupação geral era a visão dos mineiros, desacostumada à luz. Mas segundo o oftalmólogo Luis Salinas, a recuperação é boa com o previsto de irritação leve nos olhos. Não apresentaram complicações mais graves.

Afinal eles não estiveram na escuridão completa já que tinham lanternas para realizar as atividades.

Segundo o médico, os pequenos inconvenientes não devem durar mais que 24 horas e os mineiros poderão se expor à luz ainda nesta quinta.

*Com informações da BBC e Reuters
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Sabe aqueles dias em que você acorda e diz a si mesmo: “Hoje eu vou resolver todas as minhas pendências!”?

Você pode até não se dar conta, mas já está começando o dia com o “pé direito” e, mais do que isso, está fazendo bem a sua saúde.

Inicialmente, a noção de bem-estar se desdobra em dois componentes. O primeiro deles é a satisfação com a vida, o “como pensamos”. O outro é a felicidade, relacionado diretamente com o “como nos sentimos”. Esta distinção pode explicar por que algumas vezes, em meio a situações difíceis, ficamos desanimados e não tentamos mudar nossa realidade.

Os filósofos da Grécia Antiga já diziam que não é o que acontece com o indivíduo que pode ou não deixá-lo feliz, mas a maneira como ele interpreta os acontecimentos.

O pensamento otimista tem consequências importantes para a qualidade de vida e a saúde. De acordo com especialistas, uma atitude otimista pode influenciar muito a resistência do organismo às doenças.

Pensar positivo aumenta o bem-estar e a auto-estima, diminui índices de depressão, stress e emoções negativas, melhora índices de satisfação e reduz taxas de mortalidade associada ao câncer.

O modo como lidamos com as questões do cotidiano e as nossas atitudes em relação a elas fazem a diferença. Pensar positivo pode encurtar, e muito, o caminho para suas realizações. No entanto, como tudo na vida, ser otimista requer uma dose de boa vontade aliada ao equilíbrio.

Assim, ao se deparar com situações difíceis, pense como encará-las. Procure olhar de maneira positiva e encarar os desafios como possibilidades de crescimento. Você estará investindo no seu bem-estar, saúde e qualidade de vida.

“Não é a força, mas a constância dos bons sentimentos que conduz os homens à felicidade”
Friedrich Nietzsche

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O assunto precisa ser tratado com cuidado, como todos os outros que envolvem a conexão mente e corpo. Até porque não é novidade nenhuma que a nossa fé reflete na nossa saúde e no desenrolar da nossa vida.

O que a religião tem a ver com tudo isso? Dois estudos americanos associam a fé à diminuição do risco de desenvolver problemas cardíacos, em outras palavras, ter fé ajuda a proteger o coração.

Um dos estudos acompanhou por 30 anos 6.500 adultos para constatar de forma válida que houve menos mortes por doenças no coração no grupo de quem seguia alguma religião.

Todos os observados não apresentavam nenhum fator de risco como ser obeso ou fumar, o que de fato aumentaria as chances de morte por problema cardíaco.

O outro estudo americano, realizado pela Duke University, concluiu que a leitura da Bíblia, fazer ou participar de orações reduz em 40% o risco de a pessoa desenvolver hipertensão.

O que eles mostram é que ter fé deixa a pessoa mais tranquila e confiante, o que diminui a produção de hormônios responsáveis pelo estresse como adrenalina e cortisol.

As pessoas com enfrentam os problemas da vida de maneira mais fácil e otimista, e claro, não importa no que acreditam.

O que você acha sobre o assunto? Acredita que a fé faz bem à saúde? Comente.

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Começa hoje, 4, o 27º Congresso Brasileiro de Psiquiatria. No encontro, a ABP – Associação Brasileira de Psiquiatria lançará uma Campanha que visa alertar sobre a importância dos cuidados e observação em pacientes com transtornos mentais diagnosticados. Manter a saúde em dia vai muito além de buscar um corpo perfeito. Estar saudável é, antes de tudo cuidar da saúde mental.

Diversos estudos são feitos a fim de esclarecer a possível relação entre transtornos mentais e ações de atentado à própria vida.  Entre as pesquisas, um estudo feito com mais de 16 mil pessoas pela OMS – Organização Mundial da Saúde constatou que 90% dos casos puderam ser relacionados com diagnósticos como depressão, ansiedade, uso de drogas ou álcool e esquizofrenia.

Ainda de acordo com estudos e na visão de especialistas, pessoas vulneráveis a cometer tal atitude geralmente sinalizam algumas características, como por exemplo algumas tentativas frustradas e alto grau de falta de otimismo diante da melhora de alguma condição.

Cenário – Transtornos Mentais
Um estudo realizado pela OMS mostrou que 90% dos casos de suicídio tiveram contribuição de algum problema mental. Confira nos números abaixo:

- Transtornos de Humor como Depressão: 35,8%;

- Transtornos relacionados ao uso de substâncias como álcool e drogas: 22,4%;

- Transtornos de Personalidade como obsessões e compulsões: 11,6%;

- Esquizofrenia: 10%;

- Sem diagnóstico: 3,2%.

 

Para obter mais informações sobre o assunto clique aqui.

 

*Com informações da FSP.

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04/11/2009até06/11/2009

Projeto de responsabilidade social da Associação Brasileira de Psiquiatria leva informações e esclarecimentos sobre transtornos e doenças mentais à comunidade. O preconceito e a falta de informação são problemas que ainda atingem os portadores de transtornos mentais e seus familiares. Segundo o Ministério da Saúde, 12% da população necessita de atendimento psiquiátrico. Apesar da alta incidência, o desconhecimento dessas doenças e de seus principais sintomas faz com que as pessoas não procurem atendimento especializado, prolongando seu sofrimento.

 Para levar informação e orientação a comunidade, entre os dias 4 e 6 de novembro, o programa ABP Comunidade, da Associação Brasileira de Psiquiatria, realizará esquetes de teatro em diversas estações do metrô e na Avenida Paulista, além de uma palestra com o psiquiatra Antonio Leandro Nascimento. Sob o título “O Estigma Passageiro”, as esquetes e a palestra abordam os transtornos mentais mais comuns como depressão, ansiedade e dependência química, além do estigma em saúde mental. Será distribuído também um livro sobre os transtornos com informações para leigos.

 
ABP Comunidade – Programação

Data: 03 de Novembro
Esquete: O ESTIGMA PASSAGEIRO
Apresentação Esquetes de Teatro Proximo ao Terminal Rodoviário do Tietê
*Conexão de metrô, tróleibus e ônibus
Local:
Na Av. Cruzeiro do Sul, na entrada do Terminal Rodoviário do Tietê. Próximo a Base da Polícia Militar. Com distribuição de folhetos e chamadas.
Horário: 12h

Data: 05 de Novembro 
Esquete: O ESTIGMA PASSAGEIRO 
Apresentação Esquetes de Teatro na Av. Paulista (Frente ao metrô Trianon / Masp). Com distribuição de Folhetos e chamadas para a palestra.
Horário: 12h
 
Data: 05 de Novembro
Palestra: Transtorno Mentais e Estigma (ênfase Depressão / Ansiedade / Depêndencia Química). Palestrante: Dr. Antonio Leandro Nascimento – RJ e Dr. João Carlos Dias – RJ.
 Local: Auditório do CAPS Itapeva – Rua Itapeva, 700 (próximo ao Masp).
Horário: 19h.
Capacidade: 200 pessoas/ Entrada gratuita.

Data: 06 de Novembro
Esquete: O Estigma Passageiro. Apresentação Esquetes de Teatro no Terminal Metropolitano do Jabaquara.
*Conexão de metrô, tróleibus e ônibus. Com distribuição de folhetos.
Horário: 12h

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Aproveitando o Dia Mundial da Saúde Mental, a ser comemorado dia 10 de outubro, o Blog da Saúde convida você a refletir e conhecer melhor sobre assunto.

Segundo a OMS, 400 milhões de pessoas no mundo todo são portadores de algum transtorno mental. A percepção de que as estatísticas aumentam a cada dia é mais o fruto de uma maior atenção, do que realmente um aumento absoluto dos casos, já que a ciência psiquiátrica tem evoluído muito neste campo. Embora, há muito ainda a fazer. Faltam programas de atendimento específico para grupos especiais e deficiências das diretrizes governamentais, alerta a Associação Brasileira de Psiquiatria.

O problema também vem por parte do preconceito da população em geral. Portadores de transtornos mentais, quando expõe suas doenças, acabam sendo marginalizados pela sociedade. Dados indicam que duas em cada cinco pessoas afetadas por algum tipo de transtorno afirmam ter pedido oportunidade de promoção no trabalho em função do preconceito.

No entanto, através de tratamento adequado a base de remédios, acompanhamento psiquiátrico e psicológico e apoio da família, os pacientes podem levar uma vida normal: social, afetiva, acadêmica, etc.

O diagnóstico correto feito por um especialista é importante e decisivo. Digo correto porque esquizofrenia, TOC (transtorno obsessivo-compulsivo), depressão e transtorno bipolar são comumente confundidos entre si ou até com oscilações normais de humor, TPM e personalidade forte, por possuírem características em comum no quadro clínico.

Famosos geniais como Vincent van Gogh, Kurt Cobain, Isaac Newton, Agatha Christie são exemplos de pessoas afetadas por algum tipo de transtorno psicológico. Eles podem não sustentar uma teoria a qual aponta que grandes gênios posssuam doenças mentais, mas mostra que os portadores de transtornos podem levar uma vida normal.

*Acompanhe nas próximas semanas um especial de matérias sobre cada um dos distúrbios mentais.
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Dormir é fundamental para processar e consolidar as memórias e permitir uma reorganização do trabalho diário e de muitas informações que recebemos durante o dia. Serve para o cérebro entrar num processo de regeneração, rejuvenescimento, remodelação e reorganização das atividades mentais do dia.
A combinação de uma boa alimentação, vida regrada, exercício físico, tensão arterial e colesterol controlados, manter relações sociais e um bom sono são importantes para ter um cérebro mais ativo e saudável e a funcionar plenamente, conseguindo manter a sua jovialidade e flexibilidade durante muitos anos e até pode ser capaz de se auto-regenerar ou ultrapassar algumas doenças, como o Alzheimer.
Além das doenças degenerativas há outros fatores que são prejudiciais para o nosso cérebro e que inclusivamente, matam os neurônios. O álcool, o fumo, o colesterol e as drogas podem ser completamente desastrosas, principalmente porque atacam mais cedo.

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espiritualidade

Um novo estudo indica que níveis elevados de fé religiosa e espiritualidade estão associados a vários resultados positivos da saúde mental de pessoas que estão se recuperando do abuso de substâncias, incluindo-se mais otimismo sobre a vida e maior maleabilidade com relação ao estresse, o que pode contribuir para o processo de recuperação.
Indivíduos em recuperação tendem a apresentar níveis mais elevados de fé religiosa e de relação com uma religião, mas se auto-denominam mais espiritualizados, ao invés de religiosos e que a espiritualidade e a religiosidade podem trazer diferentes benefícios terapêuticos para as pessoas em recuperação do abuso de substâncias.
A espiritualidade contribui para uma perspectiva mais otimista da vida ao passo que atos de fé religiosa agem como amortecedores do estresse. Contudo, o conceito de espiritualidade e a forma pela qual difere da religiosidade ainda são vagos.

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teatro_570x120

Dá para perceber que, com tantas influências, o teatro de hoje é uma arte muito rica, muito misturada. Existe a ópera, o teatro de bonecos, o teatro-dança, os musicais, o teatro de rua, o teatro feito em espaços alternativos (como hospitais, presídios), enfim, uma mistura daquelas!
Quando surgiu o cinema, há mais de cem anos, muita gente achou que seria o fim do teatro. Falavam que o cinema iria substituí-lo, porque podia criar estórias com muito mais semelhança com a realidade. Mas isso não aconteceu.
O teatro nos enche de emoções, alegrias, tristezas, risadas, gargalhadas e até mesmo algumas lágrima. Isso faz parte, é interagir e deixar suas emoções livres.
O seu conhecimento aumenta a cada peça!

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musicas_570x120

Falar sobre a natureza daquilo que se constitui como música, ou mais especificamente, do que é a música é uma atividade extremamente sedutora. Essa sedução tem um duplo sentido: por um lado, a música se constitui numa das mais ricas e difundidas atividades culturais da sociedade atual, enquanto que, por outro, ela conserva um caráter de abstração que resiste a qualquer definição fechada ou precisa.
Hoje, com a internet, temos muita facilidade de encontrarmos a música que queremos ouvir e até mesmo armazená-las em qualquer lugar.
A música está em todo lugar, dentro de seu carro, de seu quarto, no ambiente de trabalho ou na sala de espera de algum lugar. Ela nos traz vários ritmos, línguas diferentes e também faz com que as pessoas relaxem e se sintam bem.

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