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Mitos e verdades sobre o câncer de mama

Apesar do alerta para realizar periodicamente o exame de toque, a mamografia e visitar o ginecologista anualmente, muitas dúvidas ainda pairam sobre este mal.

Para esclarecer as questões sobre o câncer de mama, o Governo de São Paulo e o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) lançaram uma lista de mitos sobre a doença:

O câncer de mama é sempre hereditário?

Apenas 10% dos tumores tem esta correlação. No entanto, é sempre importante ficar atento ao próprio corpo para verificar o surgimento de nódulos ou feridas que persistem por muito tempo e não existiam antes. Nestes casos, a visita ao médico não pode ser adiada.

O autoexame substitui a mamografia?

O autoexame ou o exame clínico, feito por um especialista, não são suficientes para o diagnóstico de câncer. Recomenda-se que a mamografia seja realizada regularmente.

O desodorante aerossol facilita o desenvolvimento de tumores?

A axila não tem células mamárias, portanto, o uso de qualquer tipo de desodorante não afeta as mamas.

A prótese de silicone pode dificultar o diagnóstico?

Não há consenso científico quanto às limitações dos exames de imagem em pacientes que possuem próteses de silicone nas mamas. Além disso, não há pesquisas que relacionem a cirurgia para aumento dos seios com o aparecimento de tumores.

O uso de sutiã apertado aumenta as chances de câncer de mama?

Independente do tecido ou modelo, o sutiã não favorece o desenvolvimento do câncer de mama.

A pílula anticoncepcional provoca câncer?

Não existem estudos que permitam a associação entre o uso do anticoncepcional e o aumento da incidência de câncer.

Quando o câncer aparece novamente, a doença não tem mais cura?

Cada paciente responde de uma maneira aos tratamentos, por isso, não é possível afirmar que todos os casos vão evoluir da mesma forma.

Até o dia 13 de setembro, o Metrô de São Paulo promoverá uma campanha sobre o câncer do colo do útero, doença que acometeu mais de 15 mil mulheres no Brasil apenas no ano passado.

Para debater com a sociedade sobre esta doença, os usuários do metrô poderão receber informações e debater com os integrantes do movimento Força Amiga nas estações Sé, Paraíso e Barra Funda.

Dividida em diferentes etapas, a campanha prevê ativação nas redes sociais, com o uso da hashtag #ForçaAmiga, engajamento de celebridades, sensibilização da sociedade por meio de conteúdo na conta de luz, em parceria com a AES Eletropaulo, com parceria com a AES Ergos, intervenções no Metrô de São Paulo e no Programa Poupatempo, além de disseminação de conhecimento entre os especialistas, jornalistas, blogueiras e influenciadores, para fomentar uma discussão integral sobre a saúde da mulher que precisa se prevenir e a que hoje já tem a doença, visto que 20% delas apresentam resposta terapêutica inadequada às tecnologias atualmente disponíveis.

O movimento é idealizado pela Roche, com parceria das seguintes entidades: Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), a Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO), o Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos – EVA, a Associação Brasileira de Patologia do Trato Genitário Inferior e Colposcopia (ABPTGIC), a Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (FEMAMA), o Instituto Oncoguia, o Instituto Lado a Lado pela Vida e o Movimento Todos Juntos Contra o Câncer.

Será que é normal ter secreção vaginal constante? Primeiro, é essencial identificar qual é o tipo de secreção.

“É normal a mulher ter um líquido fluído de consistência clara, sem cheiro e que não cause coceira, dor e ardência”, explica a Dra. Erica Mantelli, ginecologista e obstetra, “essa secreção pode ser intensificada no período pré-ovulatório que é no meio do ciclo menstrual. Neste caso, não é recomendado nenhum tipo de tratamento já que o líquido protege a mulher contra infecções e garante a lubrificação durante o sexo”.

Secreção x Corrimento

Cor amarela ou branca e com cheiro – sinal de infecção genital causada por fungos ou bactérias. Pode ser também uma doença sexualmente transmissível, como a candidíase. “A mulher pode se queixar ainda de coceira ou de ardência”, indica a ginecologista.

A partir do corrimento, é possível identificar as seguintes infecções:

  • Vaginose
  • Candidíase
  • Tricomoníase
  • Mioplasma
  • Neisseria
  • Gonorreia

Nestes casos, o corrimento fica na entrada do útero, de forma que somente um ginecologista pode descobrir o problema. O profissional irá indicar cremes vaginais, antibiótico ou banho de assento. Se for uma DST, o parceiro também deverá ser tratado.

Gestantes

Os cuidados deverão ser redobrados, pois pode causar complicações na gestação. Converse com o seu obstetra e trate do problema.

Dicas par evitar infecções:

  • Evite o uso diário de absorventes
  • Evite o uso de produtos íntimos com aroma
  • Não faça duchas vaginais
  • Evite comida apimentada
  • Evite bebidas alcoólicas
  • Evite fumar
  • Mantenha uma dieta saudável
  • Pratique atividade física

sexy loveNão é “frescura de mulher”:  gestações tardias, excesso de estresse e trabalho/estudo, sono e alimentação ruins e poucas atividades de lazer são alguns dos fatores que podem levar a mulher a prolongados períodos de desequilíbrio hormonal. Essas irregularidades costumam impactar  diretamente a saúde feminina, causando alterações no ciclo menstrual e provocando doenças.  Especialistas referem-se a essas enfermidades como “afeções hormonais” e, entre elas, destaca-se uma ainda pouco conhecida pelas próprias mulheres brasileiras: a endometriose.

Por isso, uma pesquisa realizada neste ano pela Associação Brasileira de Endometriose e Ginecologia Minimamente Invasiva (SBE) – com apoio do Grupo Bayer – busca entender qual o real cenário do nível de informação das mulheres sobre a doença no Brasil. Ao todo, foram ouvidas 10 mil mulheres com idade acima de 18 anos, em 10 capitais brasileiras, e um grupo de quase mil médicos. Os resultados serão divulgados até a próxima semana.

Hoje, ainda que não exista um consenso sobre a causa da doença, já se sabe que ela afeta cerca de 176 milhões de mulheres no mundo e estima-se que sejam seis milhões só no Brasil.

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 “Muitas mulheres sofrem com cólicas e dores incapacitantes e na maioria das vezes demoram a procurar tratamento, o que agrava o problema. A maioria não sabe quais são os principais sintomas da doença, nem como são feitos o diagnóstico e o tratamento”, explica o Dr. Mauricio Abrão, especialista no assunto.

“Uma doença social”

 Caroline Salazar, 35, apesar das fortes dores que sentia desde os 13 anos, teve a endometriose diagnosticada há apenas 4 anos. Antes de iniciar o tratamento de maneira adequada, sofria com as dores24 horas por dia e tinha dificuldades para andar e respirar, o que inevitavelmente impactou sua vida social com amigos ou namorados.

“Em muitos casos, as pessoas não compreendem o problema e se afastam por não conseguir conviver com alguém que reclama o tempo todo de dor ou não consegue sair da cama pelo mesmo motivo. Devido às fortes dores a frequência do sexo diminui, o que a maioria dos homens não entende, achando que é apenas frescura da mulher. A endometriose é uma doença social” enfatiza Carolina.

De paciente à blogueira,Carolina fundou o “A Endometriose e Eu”, atualmente uma das referências online sobre o tema.

 “Só uma mulher que sofre com a endometriose sabe o tamanho da dor que sente. A cólica causada pela doença é diferente de uma cólica menstrual, pois pode vir acompanhada de ardência nas pernas, dores na coluna lombar, diarreia, vômitos, tonturas e desmaios” explica a blogueira. E se emociona: “Por muitos anos eu não consegui usar calça jeans. A minha maior vitória foi quando consegui colocar a minha calça, que estava guardada há quase sete anos”.

Março – Mês da Mulher

Neste mês, comemora-se no dia 08 (próximo sábado) o dia internacional da mulher. Diversas ONGs e Instituições realizam eventos para conscientizar a população quanto à saúde da mulher e seu importante papel social durante todo o mês. No dia 13 de março, acontece a Marcha Mundial contra Endometriose e no dia 16 de março acontecerá a Corrida W RUN, em São Paulo (27 de abril no Rio de Janeiro), com o tema “W RUN Contra a Endometriose”.

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barrigaIndisposição, aumento da ansiedade e estresse são quadros comuns nas mulheres que sofrem com a cólica menstrual (dismenorreia). Mas esse incômodo, visto pela maioria das mulheres como sendo comum durante o período  da menstruação, requer atenção! “Dores durante a menstruação podem ocorrer de forma leve e que não atrapalhe o dia da mulher. Porém, quando persistente e um aumento progressivo de intensidade a cada mês, é necessário investigar o quadro, complementa a médica. Nestas mulheres, a endometriose pode ser um dos fatores”, explica Naura Tonin Angonese, médica ginecologista e obstetra.

Geralmente, quando as cólicas são mais intensas, provocam outros males. Na maioria dos casos, a dor pode estimular o enjoo e a diarréia porque o trânsito intestinal aumenta. E, muitas vezes, as atividades rotineiras tem que ser deixadas em segundo plano. Dados da pesquisa Dismenorreia e Absenteísmo no Brasil (Disab) mostram que 65% das brasileiras tem cólicas a cada menstruação e 70% delas relacionam a produtividade prejudicada no trabalho devido às dores.

Fique de olho nos sintomas

Endometriose: Além das fortes cólicas menstruais, a endometriose pode gerar sintomas como: dor pélvica que tende a ficar mais forte no período pré-menstrual, dor durante a relação sexual, cólicas incapacitantes acompanhada de dificuldade para urinar e, algumas vezes, mudança do hábito intestinal com diarreia ou dor na evacuação. “A endometriose pode envolver outros órgãos, principalmente: intestino, ovário e bexiga”, ressalta Angonese.

Infertilidade: Toda reação inflamatória nos órgãos do aparelho reprodutor pode influenciar na capacidade de gestação bem sucedida na mulher. De acordo com Tânia Maria Balcewicz, médica especialista em reprodução humana da Plena Fértile de Toledo, a endometriose é uma das causas da infertilidade, diagnosticada em cerca de 25% a 50% das mulheres inférteis. Porém, a especialista destaca que mesmo nos casos de doença avançada a mulher com endometriose pode engravidar espontaneamente. A médica explica que fatores como: idade, grau da doença e tempo de infertilidade são levados em conta na hora da avaliação e decisão do melhor tratamento.

“Algumas podem engravidar de forma espontânea e a endometriose ser apenas um achado ocasional numa cesárea”, observa Tânia. “Outras irão precisar de um tratamento cirúrgico e algumas de métodos de reprodução assistida – fertilização in vitro ou inseminação – para engravidar”, complementa.

Diagnóstico e Tratamento

Para a médica ginecologista e obstetra, o diagnóstico é inicialmente  clínico a partir da história da paciente e do exame ginecológico. O diagnostico definitivo só e possível após a laparoscopia, procedimento cirúrgico onde será avaliado o comprometimento ou não dos órgãos internos e o local de realização de uma biopsia para comprovar definitivamente a endometriose. “A cirurgia laparoscópica atua em duas situações: como diagnóstico e tratamento”. Ela explica ainda que na execução do procedimento, os focos da endometriose são retirados no mesmo momento.  Além do tratamento cirúrgico inicial, existem vários medicamentos específicos que proporcionam controle dos sintomas e até mesmo a resolução do caso, o que proporciona o retorno da qualidade de vida das mulheres.

19134474Há poucos dias, foi publicado um estudo que demonstrou que os exercícios são melhores que os remédios para o coração e contra o AVC. Agora a conexão foi estabelecida entre os exercícios e o câncer de mama, mulheres na pós-menopausa que caminham uma hora por dia podem reduzir significativamente o risco de sofrerem de câncer de mama!

Esse foi o resultado do estudo publicado na revista científica Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention. Foram acompanhadas 73.614 mulheres, com idades entre 50 e 74 anos, recrutadas pela Sociedade Americana do Câncer entre 1992 e 1993. Após 17 anos descobriu-se que andar sete horas durante uma semana diminui os riscos de contrair a doença. Especialistas britânicos disseram que o estudo é uma evidência de que o estilo de vida influencia o risco para o câncer.

A equipe da Sociedade Americana do Câncer afirmou que essa foi a primeira vez que a redução de riscos foi especificamente ligada à caminhada. Uma pesquisa recente da organização beneficente Ramblers mostrou que um quarto dos adultos anda mais de uma hora por semana. Manter uma rotina de atividades físicas é um fator conhecido na redução do risco de se contrair diversos tipos de câncer.

Atividade recreacional

As participantes responderam questionários sobre sua saúde e a respeito de quanto tempo permaneciam ativas e participando de atividades como caminhar, nadar e fazer exercícios aeróbicos. Elas também registraram quanto tempo ficavam sentadas assistindo televisão ou lendo.

Elas preencheram os mesmos questionários em intervalos de dois anos entre 1997 e 2009. Andar como única atividade recreacional foi o hábito mencionado por 47% das pesquisadas.

Aquelas que andavam ao menos sete horas por semana tiveram uma redução de 14% no risco de câncer de mama, comparado com aquelas que andavam apenas três ou menos horas por semana.

Alpa Patel, epidemiologista da Sociedade Americana do Câncer em Atlanta, na Georgia, que liderou o estudo, afirmou: “Dado que mais de 60% das mulheres relataram andar diariamente, promover a caminhada como uma atividade saudável de lazer pode ser uma estratégia efetiva para aumentar a atividade física entre as mulheres em fase de pós-menopausa.”

“Ficamos contentes em descobrir que sem nenhuma outra atividade recreacional, apenas andar uma hora por dia foi associado com menor risco de câncer de mama nessas mulheres. Atividades mais longas e extenuantes reduziram ainda mais o risco.”

A baronesa Delyth Morgan, executive-chefe da Campanha Contra o Câncer de Mama afirmou: “Este estudo adiciona mais evidências de que nossas escolhas de estilo de vida podem influenciar o risco de câncer de mama e mostra que mesmo mudanças pequenas incorporadas às nossas atividades cotidianas podem fazer a diferença.”

“O desafio agora é saber como transformamos essas descobertas em ação e como identificamos outras mudanças de estilo de vida sustentáveis que nos ajudarão a prevenir o câncer de mama.”

*Com informações da BBC

dúvidaConfiar no médico é fundamental para ter uma relação transparente e evitar muitos problemas no futuro.  É importante não esquecer de fornecer algumas informações nem ter vergonha do profissional.

blog_piscandoVermelhoEntre as coisas que o seu ginecologista precisa saber na hora da consulta, estão: se você fuma, sente dor na relação sexual e toma algum remédio.

Isso porque esses dados podem parecer detalhes, mas são fundamentais ao indicar uma pílula anticoncepcional, por exemplo. Quando associado ao cigarro, o contraceptivo oral pode oferecer alguns riscos, como a formação de coágulos sanguíneos. Isso porque o tabagismo, mesmo que esporádico, altera a quantidade de hormônios circulantes no corpo da mulher. Só para se ter uma ideia, pacientes que fumam entram na menopausa dois anos antes comparadas às que não têm o vício.

Segundo o ginecologista José Bento, as pílulas feitas apenas com progesterona (um dos hormônios femininos) são as que não aumentam o risco de trombose (coágulos nos vasos sanguíneos). O que eleva as chances da doença é o estrogênio, outro tipo de hormônio.

Em mulheres que não tomam anticoncepcional, a chance de trombose ou tromboembolismo é de 5 para 10 mil. Entre as que usam pílula, a probabilidade sobe para 9 a cada 10 mil. Nas grávidas, o risco é ainda maior: 30 para 10 mil. E a chance aumenta mais no primeiro ano de utilização do remédio. José Bento destacou que, em geral, os benefícios das pílulas são maiores que os prejuízos, pois elas protegem a mulher de câncer no ovário (60% menos chance), endometriose, infecções e outros problemas. É fundamental, porém, que o contraceptivo seja recomendado por um ginecologista, e não por uma amiga ou familia

blog_piscandoVermelhoInteração com remédios
Além disso, a interação da pílula com alguma droga, mesmo fitoterápica (à base de plantas), pode reduzir a eficácia do anticoncepcional e causar outros problemas. De acordo com José Bento, porém, é mito achar que o antibiótico corta o efeito do contraceptivo.

Já os remédios anticonvulsivantes podem ter esse poder. Bebidas alcoólicas ingeridas junto com o anticoncepcional também podem aumentar o risco de doenças.

blog_piscandoVermelhoDor na relação sexual
Se você sente dor durante o sexo, pode ter:

  • Endometriose
  • Infecção
  • Doença no ovário
  • Disfunção sexual

Se a dor for na entrada da vagina, a mulher pode estar com uma disfunção sexual ou infecção. Caso seja uma dor profunda, pode ser um cisto, mioma ou endometriose. Se tiver ardência, pode ser sinal de infecção.

Fonte: Bem Estar

Fonte: Bem Estar

*Com informações do Bem Estar

O calendário desta semana está preenchido com diversos eventos, em geral, com os temas: Imunologia, Fonoaudiologia, Saúde Silvestre e Humana, Cirurgia Endoscópica, Vacinação Ocupacional, Cuidados Paliativos, Enfermagem e Saúde da Mulher.

  • XXXVII Congress of Brazilian Society of Immunology e V Extra Section of Clinical Immunology – 20 a 24/10/2012

O evento, organizado pela Sociedade Brasileira da Imunologia (SBI), contará com palestra de Richard DeMarco, cientista reconhecido por seus trabalhos com citometria de fluxo.

Data: 20 a 24 de outubro de 2012

Horário: 8h às 20h

Local: Convention Center Dória

Endereço: Av. Macedo Soares, 99, Capivari – Campos do Jordão (SP)

Informações: Site 

  • Palestra gratuita: Primeiros socorros – saiba mais e tire suas dúvidas – 24/10/2012

A Unimed Paulistana promove mais uma ação por meio do Centro de Referência em Medicina Preventiva (CRMP). O objetivo é transmitir orientações sobre como proceder na necessidade de prestar os primeiros socorros a alguém. O evento é gratuito e não é necessária inscrição prévia.

Data: 24 de outubro de 2012

Horário: 14h às 15h

Local: CPA Zona Norte

Endereço: – Av. Água Fria, 135, Santana – São Paulo (SP)

Informações: telefone 3055-2800 ou Site 

  • 1ª Conferência em Saúde Silvestre e Humana – 24 a 26/10/2012

Objetivo é desenvolver em todos os participantes a capacidade de buscar modelos que permitam predizer agravos à saúde humana e dos animais silvestres ou domésticos, lembrando sempre que agentes infecciosos circulam entre diferentes espécies. A conferência é uma iniciativa da Fundação Oswaldo Cruz e Ministério da Saúde do Brasil.

Data: 24 a 26 de outubro de 2012

Horário: detalhes na programação

Local: no Hotel Othon Palace

Endereço: Av. Atlântica, 3264, Copacabana – Rio de Janeiro (RJ)

Informações: Site

  • VI Curso Teórico-Prático de Cirurgia Endoscópica Nasossinusial – 25 a 27/10/2012

O objetivo do curso é treinar os otorrinolaringologistas participantes nos fundamentos e técnicas atuais da cirurgia endoscópica nasossinusial. Quem assina a coordenação geral são os otorrinolaringologistas João Teles Junior e Leonardo Sá. O evento é composto por oito horas de teoria sobre técnicas básicas da cirurgia endoscópica nasossinusal, tratamento cirúrgico das doenças da base de crânio, técnicas de sinuplastia por balão e demonstração de dissecção ao vivo (via circuito interno de TV) e dois dias de treinamento prático para cada participante com dissecção endoscópica de cadáveres e cirurgias ao vivo.

Data: 25 a 27 de outubro de 2012

Horário: detalhes na programação

Local: Hospital Pedro Ernesto

Endereço: Boulevard 28 de setembro, 77, Vila Isabel – Rio de Janeiro (RJ)

Informações: Site http://www.cirurgiaendoscopica.oitoeventos.com/

  • Jornada de Imunizações Vaccini – 25 a 27/10/2012

O evento tem como objetivo central a atualização desses profissionais em conhecimentos ligados à área de vacinação e vai ocorrer em conjunto com a 3ª Jornada de Pediatria da Sociedade de Pediatria do Mato Grosso do Sul.

Data: 25 a 27 de outubro de 2012

Horário: 8h às 12h30

Local: Conselho Regional de Medicina do Mato Grosso do Sul

Endereço: Rua Desemb. Leão Neto do Carmo, 305, Jd. Veraneio – Campo Grande (MS)

Inscrições gratuitas pelo site www.vaccini.com.br/ocupacional

Informações: campogrande@vaccini.com.br e (67) 3043-1327

  • Curso gratuito Vacinação Ocupacional & Medicina do Viajante – 26/10/2012

Gestores de Recursos Humanos e da Qualidade, além de enfermeiros e especialistas em medicina do trabalho, estarão reunidos no curso Vacinação Ocupacional & Medicina do Viajante que vai discutir programas e estratégias para a promoção da saúde e da qualidade de vida nas empresas.

Data: 26 de outubro de 2012

Horário: 8h às 12h30

Local: Conselho Regional de Medicina do Mato Grosso do Sul

Endereço: Rua Desemb. Leão Neto do Carmo, 305, Jd. Veraneio – Campo Grande (MS)

Inscrições gratuitas pelo site www.vaccini.com.br/ocupacional

Informações: campogrande@vaccini.com.br e (67) 3043-1327

  • III Encontro de Cuidados Paliativos da Clínica São Vicente – 27/10/2012

Evento é promovido pelo Centro de Estudos e Pesquisas Genival Londres (CEGEL). Entre os temas a serem abordados estão: Cuidados Paliativos em Idosos, Cuidados Paliativos e CTI, a Evolução dos Cuidados Paliativos no Brasil, além da apresentação de um caso clínico “Quando é o fim?”. Cuidados Paliativos é uma forma de assistência voltada para os pacientes com doenças terminais. O seu objetivo não é prolongar a vida, mas cuidar para que a pessoa possa morrer com integridade: sem dor, com apoio psicológico, médico e familiar. O evento tem a coordenação do Dr. Filipe Gusman, clínico geral da Clínica São Vicente, e Dra. Anelise Fonseca, do INCA.

Data: 27 de outubro de 2012

Local: Clínica São Vicente

Endereço: Rua João Borges, 204, Gávea – Rio de Janeiro (RJ)

Informações e inscrições: 21- 2529-4460 ou cegel@clinicasaovicente.com.br

  • 64º Congresso Brasileiro de Enfermagem – 29/10 a 01/11/2012

O tema central do evento – “Empoderamento da Enfermagem na aliança com o usuário” – será desenvolvido em três eixos: a) historicidade da Enfermagem nos espaços de poder; b) empoderamento da Enfermagem na contemporaneidade; c)  empoderamento do usuário para  o controle social, tendo como tema síntese, a aliança da Enfermagem com o usuário na defesa do Sistema Único de Saúde (SUS).

Data: 29 de outubro a 01 de novembro de 2012

Horário: detalhes na programação

Local: CEPUC – Centro de Eventos da PUCRS

Endereço: Av. Ipiranga, 6681 – Prédio 41 – Porto Alegre (RS)

Informações: Site http://www.abeneventos.com.br/64cben/index.html

  • FEMME – As várias faces da saúde da mulher – 30/10/2012

No mês dedicado à luta contra o câncer de mama, o laboratório FEMME realiza uma palestra gratuita com a Dra. Daniela Gouveia para falar sobre prevenção e tratamento da doença. O destaque é a importância da saúde plena da mulher, que envolve a integridade física e o equilíbrio emocional.

Data: 30 de outubro de 2012

Horário: 19h30

Endereço: Rua Afonso de Freitas, 188, Paraíso – São Paulo (SP) (próximo ao metrô Paraíso)

As inscrições são limitadas e devem ser feitas através do site ww.laboratoriodamulher.com.br ou pelo telefone (11) 3050-9043.

  • 20º Congresso Brasileiro de Fonoaudiologia – 31/10 a 03/11/2012

Entre os diversos temas que serão abordados no evento, um dos destaques será a discussão e apresentação de trabalhos sobre a gagueira, distúrbio que acomete cerca de 5% da população mundial. Entre as atividades referentes à temática, haverá uma mesa redonda sobre os Avanços no diagnóstico diferencial em gagueira.

Data: 31 de outubro a 03 de novembro de 2012

Horário: 8h às 21h

Local: Centro de Eventos e Convenções Brasil 21

Endereço: SHS Quadra 06, Lote 01, Conjunto A, Setor Hoteleiro Sul – Brasília (DF)

Informações: Site

  • Campanha Outubro Rosa

Durante este mês, a Prefeitura de Santo André, por meio do Fundo Social de Solidariedade e da Secretaria de Saúde, com apoio da Associação Viva Melhor, promove a Campanha Outubro Rosa. O movimento é mundialmente conhecido pela luta contra o câncer de mama. Em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e Unidades de Saúde da Família (USFs) serão feitos exames preventivos contra o câncer de mama todos os dias úteis.

Data: todos os dias de outubro

Local: Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e Unidades de Saúde da Família (USFs)

Imagem: Site Endometriose

É comum para grande parte das mulheres sofrer de cólicas menstruais fortes, tendo que até modificar a rotina durante este período do mês. Muitas fazem uso frequente de analgésicos ou anti-inflamatórios.

Mas para algumas o remédio não é suficiente no alívio da dor, por isso é importante que, nestes casos, seja feita uma investigação médica para descobrir qual é a verdadeira causa da cólica.

Quando se menstrua, é o endométrio (mucosa que reveste o interior da cavidade uterina) que descama. Porém, em 80% das mulheres ocorre o que chamamos de menstruação retrógrada, que é quando uma parte desse endométrio volta e cai dentro da pelve.

Isso pode não ser necessariamente um sinal de doença, contudo, nas mulheres com endometriose essas células formam o que são chamados de implantes.

“Toda vez que a mulher menstrua, aquele pedacinho de endométrio no lugar errado “menstrua” também, e a doença progride. Esses implantes podem ir para ovário, intestino, bexiga, e até para os pulmões”, afirma o ginecologista Eduardo Schor, chefe do setor de Algia Pélvica e Endometriose da Universidade Federal de S. Paulo (Unifesp).

Como diferenciar a cólica comum da provocada pela endometriose

O sintoma principal da endometriose é a cólica, mas também pode haver dor durante as relações sexuais e infertilidade. As cólicas relacionadas ao problema surgem durante o período menstrual e vão embora logo em seguida.

Por isso mesmo, são confundidas com as cólicas menstruais normais, aquelas que passam com um simples analgésico ou anti-inflamatório.

O ginecologista enfatiza que a cólica da mulher que tem endometriose é progressiva, ou seja, ela vai piorando com o passar do tempo. As medicações normalmente utilizadas deixam de surtir efeito e, em alguns anos, a mulher já não consegue mais realizar suas atividades diárias.

Portanto, é necessário procurar um médico para fazer um acompanhamento, realizar diversos exames para obter a certeza da origem da dor, evitando, assim, um agravamento do quadro, que pode levar à infertilidade.

As gerações anteriores costumavam falar que quando a mulher se casava, a cólica passava. O que não deixa de ser uma verdade, pois naquele tempo as mulheres se casavam cedo e tinham filhos perto dos 20 anos, esta gestação precoce impedia o desenvolvimento da endometriose.

Hoje, isso não faz parte do padrão de comportamento da mulher moderna. Já que grande parte entra na faculdade, faz pós-graduação etc., se insere e estabelece no mercado de trabalho e só vão querer casar quando a carreira já estiver mais consolidada, perto dos 30 anos.

Então, quando surge a vontade de engravidar, muitas descobrem que têm dificuldade, e só então descobrem a endometriose. Assim sendo, a cólica menstrual intensa não deve ser considerada normal, porque pode estar mascarando a doença.

No Brasil, a endometriose afeta cerca de 6 milhões de mulheres. O diagnóstico precoce do problema é fundamental para que o tratamento tenha êxito e a qualidade de vida e capacidade de engravidar sejam preservadas.

Para mais informações, clique aqui.

A Anvisa solicita que os profissionais de saúde notifiquem à Agência sobre as reações adversas graves em mulheres que tomam anticoncepcional contendo o hormônio drospirenona, mesmo que as reações estejam descritas em bula.

As notificações devem ser feitas pelo sistema Notivisa, disponível no site da Agência. Esse acompanhamento mais atento se deve à publicação de estudos recentes no British Medical Journal e no FDA (Food and Drugs Administration), agência norte-americana para medicamentos e alimentos.

O estudo divulgado pelo FDA sugere um risco aumentado de formação de coágulos sanguíneos, de trombose venosa e tromboembolia pulmonar. Dois artigos publicados no British Medical Journal (BMJ) levantaram a mesma questão.

As pacientes em uso de anticoncepcional contendo o hormônio drospirenona devem seguir todas as recomendações do médico que as acompanha. É importante comunicar imediatamente ao médico caso desenvolvam reações adversas durante o uso, mesmo que as reações constem na bula.

A Anvisa informa aos profissionais de saúde e pacientes que ainda não concluiu parecer definitivo sobre os medicamentos, mas permanece acompanhando o assunto. No momento a posição da Agência é favorável ao uso, desde que utilizados sob supervisão médica e de acordo com as orientações contidas na bula.

Estudos publicados anteriormente, em 2007 e 2009,  também abordaram o risco de coágulos sanguíneos em mulheres que usam pílulas anticoncepcionais contendo drospirenona. Entretanto, esses estudos tiveram resultados conflitantes. As informações são da Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

Como estamos no Outubro Rosa, um mês dedicado à conscientização da sociedade para o combate ao câncer de mama, não poderíamos deixar de falar de algo tão importante para as mulheres que estão nesta luta: a autoestima.

Pois com o tratamento de quimioterapia vem a queda temporária dos cabelos, e em alguns casos as pacientes também passam pela mastectomia (retirada da mama). A junção desses fatores acaba deixando-as com baixa autoestima e até em depressão. Muitas deixam de sair de casa e perdem a alegria por se sentirem menos femininas.

Aí vem a pergunta: Por que não se sentir bonita, mesmo estando em tratamento? Para algumas mulheres esta pode ser uma questão de falta de recursos, já que uma peruca, por exemplo, não é tão barata assim.

Então, na busca de valorizar e gerar maior autoconfiança nessas guerreiras existem alguns hospitais e entidades que fazem gratuitamente empréstimos de perucas, chapéus e próteses mamárias externas.

Esses serviços estão disponíveis em diversos estados do Brasil e também pela internet. Nesses locais, perucas são disponibilizadas para empréstimo e a única coisa que é pedida às pacientes é que elas cuidem devidamente do acessório e devolvam assim que não ele deixar de ser necessário, para que outras também possam desfrutar deste benefício.

Confira alguns locais que possuem banco de perucas:

Imagem: Neo Mama

• O Imama em Porto Alegre/RS empresta tanto perucas quanto chapéus. Contato pelo e-mail: contato@imama.org.br ou pelos telefones (51) 3264-3000 / 3264-8451.

ONG Viva Melhor em Santo André, no ABC Paulista, coloca a disposição das mulheres perucas, próteses externas, além do atendimento psicológico. Contato pelo site ou pelos telefones (11) 4425-8597/9226-107.

Grupo Rosa e Amor em Valinhos/SP oferece o empréstimo de perucas. Contato pelo site ou pelo telefone:  (19) 3869-7899.

Instituto Neo Mama em Santos/SP disponibiliza perucas, serviços de estéticas e próteses externas de mama. E-mail: neomama@neomama.org.br (Tel. (13) 3223-5588)

ABRAPAC no Rio de Janeiro conta com um banco de perucas e pra quem tiver interesse ele ensina a montar um. Contato pelo e-mail participe@abrapac.org.br ou pelo telefone: (21) 2223-1600.

Grupo de Apoio à Mulher Mastectomizada da Amazônia (GAMMA), o primeiro banco de perucas do estado conta também com lenços, chapéus e próteses de mama. Contato com o GAMMA pelo e-mail gamma.amazonia@gmail.com ou pelos telefones (92) 8825-2772 e (92) 8164-4282.

Para quem morar em cidades que não contam com um banco de perucas, já é possível ter acesso a um banco online. No site da Fundação Laço Rosa é possível pedir uma peruca apenas preenchendo um formulário, enviando uma foto recente e uma com cabelo e pronto, eles enviam o acessório para você.

Todas essas instituições e entidades necessitam e recebem doações de perucas. Portanto, se você quiser doar algum acessório, entre em contato pelos sites ou telefones acima e ajude a devolver a autoestima e o sorriso a muitas mulheres. ;)

Já parou para pensar quantos dias por ano dedica a você? Trabalho, marido, filhos, família, estudos e tantas outras coisas vêm como prioridade e, quando percebemos, o dia passou, a semana passou, o mês e até o ano se foi…

A Campanha Dia Rosa convida todas as mulheres a escolherem um dia por ano para dedicar à saúde, bem-estar e qualidade de vida.

A proposta é alertar sobre a importância do diagnóstico precoce do câncer de mama. A mamografia deve ser feita anualmente, a partir dos 40 anos, mas quem tiver algum caso da doença em parentes de primeiro grau – mãe, irmã ou filha – deve ficar com a atenção redobrada, pois é considerada grupo de risco.

Ainda que o autoexame seja de extrema importância, não é completamente eficaz porque não detecta nódulos pequenos, quando ainda estão no estágio inicial e quando as chances de cura são imensas.

Dia Rosa

Esse movimento internacional chama-se Outubro Rosa e surgiu na Califórnia em 1997, propagando-se mundialmente ao iluminar com holofotes cor-de-rosa monumentos como a Torre de Pisa, na Itália e o Cristo Redentor (♥) no Brasil.

O encontro especial do #outubrorosa para blogueiras aconteceu em São Paulo e contou com a presença de mulheres engajadas nessa luta, como a Dra. Maira Caleffi, Presidente da Femama e a jornalista Ana Paula Padrão.

Encontro especial #outubrorosa. Foto: Guto Marques

Dra. Maira Caleffi, Presidente da Femama. Foto: Guto Marques

Apesar dos avanços da medicina e de toda informação propagada, 30 mulheres morrem por dia no Brasil em decorrência da doença – 45,3% dos casos são descobertos já em estágio avançado.

Mas é para mudar esse cenário que estamos aqui. Dá uma satisfação imensa saber que essas mulheres se reuniram com o propósito de cuidar umas das outras e de levar essa informação para você cuidar de si mesma, da sua mãe ou da sua amiga. Homens não ficam de fora e podem ter um papel importante ao cobrar os exames das mulheres presentes em sua vida.

Pelo Brasil

Durante o mês de outubro acontecerão atividades em diversas cidades. Este ano, além do Cristo Redentor, o Santuário Nossa Senhora da Penha e o Congresso Nacional ficarão iluminados, nos dias 4 e 5 de outubro, respectivamente. Conheça mais sobre o Dia Rosa no site da campanha.

Você sabia? A Lei 11.664/2008, que entrou em vigor no dia 29 de abril de 2009, garante a todas as mulheres com mais de 40 anos a mamografia gratuita no Sistema Único de Saúde (SUS).

Não deixe para depois. Eleja o seu dia e cuide-se.

Para ver todas as fotos do evento, clique aqui.

A campanha Setembro: Mês da Conscientização do Câncer de Ovário está sendo divulgada pelo Instituto Oncoguia, e o Blog da Saúde não poderia deixar de apoiar essa causa a favor da vida.

O câncer de ovário é um dos tumores ginecológicos mais difíceis de ser descoberto e, mesmo sendo relativamente raro, infelizmente, é um dos mais letais. Em 2008 foram diagnosticados 5530 casos em nosso país. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), tivemos cerca de 3000 óbitos pela doença.

E, justamente por não ter sintomas tão fáceis de detectar, cerca de 3/4 dos cânceres desse órgão apresentam-se em estágio avançado no momento da descoberta.

Por ser um tipo incomum, estudos ainda estão sendo realizados para que ele possa ser diagnosticado mais precocemente, diminuindo, assim, a mortalidade relacionada ao problema. Por isso é tão importante a mulher se conscientizar sobre os sintomas e as formas de prevenção da doença.

Laço da luta contra o câncer de ovário (Imagem: Oncoguia)

Os principais fatores de risco são:

Idade acima de 50 anos;

Obesidade;

Fazer terapia de reposição hormonal;

Tomar medicações para infertilidade;

Genética ou ter tido casos de câncer ovariano na família.

Sendo que este último é o fator de risco isolado mais importante, responsável por 10% dos casos. Além disso, nunca ter engravidado ou ter a primeira gravidez após os 35 anos também aumenta a chance de desenvolver o tumor.

Apesar disso, é essencial ressaltar que cerca de 90% dos casos de câncer de ovário ocorrem em mulheres que não apresentam fatores de risco.

Prevenção

Não existem métodos de prevenção específicos para este tipo de câncer, então, estar sempre com os exames em dia e atentar aos sintomas e fatores de risco é essencial. Pois o tratamento do tumor no estágio inicial permite cura na maioria das pacientes.

Porém, algumas medidas colaboram para diminuir os riscos. Veja quais são elas:

•    A cada nova gravidez, o risco diminui – Quanto mais vezes uma mulher engravida, menor é a probabilidade de desenvolver um câncer ovariano. A amamentação também é uma forma de proteção.

•    Mulheres que fizeram ligadura das trompas ou histerectomia (a retirada do útero).

•    O uso de anticoncepcional, por no mínimo cinco anos, faz com que a mulher esteja menos exposta aos altos níveis de estrogênio.

•    As mulheres com mais de 35 anos de idade, com histórico familiar relevante de câncer ovariano, podem fazer a remoção dos ovários.

•    O exame preventivo ginecológico (Papanicolaou) não revela o câncer de ovário, uma vez que é específico para o câncer do colo de útero. Então, o melhor método para avaliação periódica e preventiva dos ovários é o ultra-som transvaginal e transabdominal.

•    Mulheres com mais de 40 anos de idade que se submeteram à histerectomia deveriam conversar com o médico sobre a possibilidade de remover também os ovários.

•    As que fazem reposição hormonal devem se submeter com frequência a exames ginecológicos e de imagem que controlam as alterações nos ovários.

•    Exames de sangue específicos pedidos pelo médico podem ser feitos.

•  A presença de cistos no ovário não é motivo para pânico. Só há perigo quando eles são maiores que 10 cm e possuem áreas sólidas e líquidas. Neste caso a cirurgia é o tratamento indicado.

Sintomas

O quadro clínico desse tipo de câncer, na fase inicial, não causa sintomas específicos. Mas, à medida que vai progredindo, pode causar pressão, dor ou aumento de volume no abdômen, pelve, costas ou pernas; náusea, desconforto digestivo, gases, prisão de ventre ou diarreia e cansaço constante.

Também podem aparecer outros sintomas, menos comuns, como a necessidade frequente de urinar e sangramento vaginal.

A maioria desses sintomas não significa que a mulher tenha tumor de ovário, mas serve de alerta para que ela procure um médico.

Tratamento

Se a doença for descoberta no início, principalmente nas mulheres mais jovens, é possível remover somente o ovário afetado. Mas diversas formas terapêuticas, como a radioterapia e a quimioterapia podem ser indicadas pelo oncologista.

A escolha  do tratamento vai depender do tumor, do estágio em que ele se encontra, da idade e das condições clínicas da paciente e se ele é inicial ou recorrente.

O principal é a paciente conversar com o médico, pois ele a orientará a respeito do melhor tratamento para o caso específico.

Fontes: Instituto Oncoguia e Instituto Nacional de Câncer.

Há situações exclusivas que tornam as mulheres mais vulneráveis a algumas doenças vasculares. São elas: gestação; uso de anticoncepcional; e reposição hormonal durante a menopausa.

Quem explica é Manuel Julio Cota, presidente da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular – Regional Rio de Janeiro (SBACV-RJ).

A insatisfação feminina com as varizes nas pernas é, com certeza, o fator que mais contribui para a visita ao consultório de angiologistas e cirurgiões vasculares.

A grande maioria procura suporte médico para se ver livre dos vasinhos dilatados e tortuosos que comprometem a beleza das coxas e panturrilhas.

“Não existe problema em querer ficar bonita, mas a mulher deve entender que a questão ultrapassa o fator estético. Cuidar das varizes é cuidar da saúde. Isso porque a negligência em relação ao tratamento pode levar ao desenvolvimento de complicações, como flebites, trombose venosa, alterações de pele: pigmentações, eczema e úlceras nos membros inferiores”, alerta Manuel Julio.

Salto alto deve ser reservado para situações especiais

Para grande parte das mulheres, uma das expressões máximas da feminilidade é, sem dúvida, o salto alto. Neste ponto, algumas costumam abusar do uso de saltos altíssimos e finos. Porém, este hábito pode ser muito prejudicial à saúde vascular.

Embora não existam estudos conclusivos sobre a relação entre varizes e o uso de sapatos com salto, sabe-se que o caminhar natural (aquele que proporciona a correta contração da panturrilha, garantindo que o sangue das pernas seja bombeado de forma eficiente de volta ao coração) é comprometido pelo salto.

O fluxo sanguíneo dos membros inferiores sofre as consequências e pode haver formação de coágulos ou trombos. “O uso contínuo de saltos muito altos é negativo. Por isso, a mulher deve usar saltos de no máximo três ou quatro centímetros no dia a dia. Saltos agulha devem ficar guardados para uma ocasião especial”, orienta o presidente da SBACV-RJ.

Hormônios femininos

Algumas doenças vasculares têm relação direta com hormônios femininos. São muitas as alterações na quantidade de hormônios durante a vida da mulher, como, por exemplo, durante a gestação e a menopausa.

O próprio uso de pílulas anticoncepcionais é indicado como fator que influencia no desenvolvimento de doenças do sistema circulatório, como as varizes.  Todos os anticoncepcionais orais e injetáveis são hormonais.

Esses hormônios atuam na parede venosa, enfraquecendo e dilatando, e nos paciente com predisposição para varizes, agravam o quadro. As mulheres com histórico familiar de trombose devem ter cuidado redobrado quando usarem as pílulas anticoncepcionais, pois estas favorecem a trombose. É recomendado ficar atenta e visitar regularmente o angiologista.

Gravidez e saúde vascular

Durante a gestação, ocorre o aumento natural da circulação de sangue pelo corpo principalmente na região pélvica, o que sobrecarrega o sistema venoso. Além disso, os níveis de progesterona e estrogênio, hormônio que dilata as veias, também sobe, contribuindo para o aparecimento de varizes.

Outra situação característica da gravidez é o crescimento do útero mês após mês, levando à compressão das veias do abdômen e da região pélvica. Este quadro é um obstáculo para o sangue que deve subir das pernas retornando para o coração.

Por isso, Manuel Julio dá dicas para gestantes evitarem as tão temidas varizes. “Praticar atividades físicas leves e prazerosas, como a caminhada, é ótimo para mulheres grávidas. Na maioria dos casos, o uso de meias  elásticas pode ser indicado, principalmente nos meses finais da gestação. Outra dica é repousar com as pernas elevadas e dormir virada para o lado esquerdo reduzindo a compressão da veia cava, o que facilita o retorno do sangue”, finaliza o presidente da SBACV-RJ.

De qualquer maneira, como cada gravidez é única, cada gestante deve procurar o seu médico para receber as orientações adequadas.

——-> As varizes têm como fator preponderante a questão da hereditariedade. Isso significa que pessoas com histórico desta doença na família têm muitas chances de desenvolver o problema, mesmo que tenham hábitos de vida saudáveis.

Mesmo assim, deve-se evitar fatores de risco para minimizar o problema: sedentarismo, obesidade e tabagismo. Outros fatores como o avanço da idade, por exemplo, também contribuem para o surgimento do problema.

Em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, Maternidade Interlagos e AME Itaquera realizam os mutirões nesta sexta (11) e sábado (12).

Os dois mutirões de saúde para mulheres, programados pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, inclui consultas e exames gratuitos, além de aplicação de vacinas.

Dia 11 de março

O Hospital e Maternidade Interlagos, na zona sul, realiza nesta sexta-feira, 11 de março, mutirão de exames e uma palestra motivacional.

Entre 8h e 17h estarão disponíveis exames de papanicolau, mamografia, ultrassom transvaginal e pélvico. As mulheres interessadas deverão apresentar pedido médico e agendar previamente junto à unidade (veja o telefone abaixo).

Também será possível realizar aferição da pressão arterial, medição de índice de massa corporal e exame de glicemia. Para mulheres de até 24 anos também estarão disponíveis vacinas como dupla viral (contra sarampo e rubéola), dupla adulto (contra tétano e difteria) e hepatite B.

A partir das 10h, com o objetivo de conscientizar as passagens previsíveis da vida adulta e a valorização da mulher, será realizada, no auditório do hospital, palestra motivacional com aplicação de dinâmica de grupo.

Durante o evento também haverá a distribuição de material educativo sobre saúde da mulher e saúde bucal. A expectativa é que cerca de 1.500 pessoas compareçam ao local no dia do evento.

Hospital e Maternidade Interlagos
Data e horário: 11 de março, das 8h às 17h
Agendamento de exames pelos telefones: (11) 5667-3841 / 5666-7754.
Endereço: Rua Guaiuba, 312 , núcleo Ambulatorial – Cidade Dutra – São Paulo

Dia 12 de março

No sábado, 12 de março, será realizada campanha de prevenção ao câncer de mama no AME (Ambulatório Médico de Especialidades) Itaquera, na zona leste da cidade.

Das 9h às 16h haverá triagem médica, consultas e, caso seja necessário, agendamento de exames.

AME (Ambulatório Médico de Especialidades) Itaquera – Prevenção ao câncer de mama: triagem, consultas médicas e agendamento de exames
Data e horário: 12 de março, das 9h às 16h
Endereço: Rua Santa Marcelina, 400 – Itaquera

Se você sabe que precisa emagrecer, já fez de tudo e o ponteiro da balança não se mexe é melhor ficar atenta! Você pode estar com a Síndrome dos Ovários Policísticos.

O estudo foi conduzido pelo Dr. Ricardo Azziz e publicado na Revista Científica Journal of Clinical Endocrinology. O médico explica que em mulheres que possuem essa síndrome, o tecido gorduroso se comporta de forma diferente nas portadoras da disfunção.

Azziz alerta que

“Nelas, as células de gordura produzem menos adiponectina, hormônio que, em níveis adequados, favorece a ação de outra substância, a insulina, na queima de gordura”

Cenário da Doença

A SOP – Síndrome dos Ovários Policísticos atinge de 7% a 10% das mulheres em idade reprodutiva. Desse percentual, 28% apresentam quadros de obesidade e diabete.

Faça a sua parte

Se você visita regularmente seu ginecologista deve saber se é ou não portadora da síndrome. Apesar da doença ser controlada com remédios você também pode fazer a sua parte.

Prefira alimentos saudáveis e evite açúcar e carboidratos simples como a batata. Abuse das frutas e dos cereais integrais e não deixe de praticar atividades físicas aeróbicas como a caminhada.

“Agindo positivamente em benefício a seu corpo você dribla os riscos da SOP
e garante aqueles quilinhos a menos que tanto deseja. Faça a sua parte!”


*Com informações da Revista Saúde é Vital.

Copa do Mundo em 2012 e Olimpíadas em 2014: o Brasil torna-se referência quando o assunto é esporte.

Dentro desse cenário, o Hospital 9 de Julho, por meio do Centro de Referência em Medicina do Exercício e do Esporte, coordenado pelo Dr. Páblius Braga, em parceria com a Sociedade Paulista e Brasileira de Medicina do Esporte (SPAMDE e SBME), elaborou o Programa de Educação Continuada em Medicina do Exercício e do Esporte com uma série de eventos científicos realizados ao longo de 2010.

Destinado a médicos e profissionais de saúde interessados na área, o primeiro evento será realizado no dia 30 de março no auditório do hospital e terá como tema “A Mulher Atleta”.

Contará com palestras sobre Atividade Física e Gravidez, Tríade da Mulher Atleta e temas polêmicos como incontinência urinária. Para o Dr. Páblius, a idéia surgiu pela necessidade de abordar a prevenção à saúde e divulgar o caráter multidisciplinar do esporte e do exercício para outras especialidades médicas, visando atualização dos especialistas e interessados.

Cada participante receberá um certificado ao final do evento.

Programação
19h30 – Credenciamento / Welcome Coffee
20h00 - Abertura
20h10 - Atividade Física e Gravidez – As alterações fisiológicas na mulher durante a gestação, com relação às suas atividades físicas. – Dr. Fábio Tranchitella – médico do Esporte
20h40 - Tríade da Mulher Atleta – Sobrecarga de treino, distúrbio menstrual e fratura do estresse. – Dr. Ricardo Nahas – médico do Esporte
21h10 – Temas polêmicos – Incontinência urinária e a prática de atividade física. – Dr. Páblius Braga – médico do Esporte
21h40 – Debate
22h10 – Encerramento

Quando: 30 de março, terça-feira.
Onde: Auditório do Hospital 9 de Julho – Rua Engenheiro Monlevade, 108, 1º andar – B.
Informações e inscrições: 11-3147.9644 ou pelo email: centrodeestudo@h9j.com.br.

** As vagas são limitadas e as inscrições devem ser feitas antecipadamente.