Todo mundo pode aprender a não deixar tudo para última hora. Saiba como
agosto 21, 2010 por Blog da Saúde
Em: CONARH 2010, Destaque
É possível dar adeus ao velho modelo de procrastinação, aquela adrenalina desnecessária de deixar tudo para a última hora.
Christian Barbosa, o maior especialista no Brasil em administração de tempo e produtividade, viu o trabalho desordenado em excesso atingir sua saúde: foi o impulso para ele dar a volta por cima e aprender a lidar com o tempo – sua trajetória profissional é cheia de desafios e êxitos.
O cientista de computação abriu sua primeira empresa aos 15 anos e foi um dos profissionais mais jovens do mundo a receber o certificado da Microsoft.
Suas atuações deram tão certo que a demanda por trabalho não parou de crescer e sua saúde foi diretamente atingida.
Christian Barbosa conversou com o Blog da Saúde e contou sobre sua curiosa trajetória profissional, além de dar as dicas sobre gestão do tempo. Devemos mudar o costume de deixar tudo para a última hora.
Dados da Isma, associação internacional que pesquisa sobre estresse, apontam que o último grau de esgotamento associado ao trabalho atinge 30% da população economicamente ativa do Brasil. Quem sabe as próximas gerações estarão com a mesma demanda de trabalho, porém menos estressadas.
Confira a entrevista:
Atualmente, Christian trabalha na empresa que fundou Triad PS, multinacional especializada em programas e consultoria na área de produtividade, colaboração e administração do tempo. Além de treinamento e palestras, é facilitador do programa de empreendedores do Sebrae/ONU-Empretec e autor dos livros A Tríade do Tempo e Você, Dona do Seu Tempo, Estou em reunião e Mais tempo mais dinheiro.
Saiba o que é importante para você. O que você gostaria de fazer mais do que já faz hoje em dia?
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agosto 18, 2010 por Blog da Saúde
Em: CONARH 2010, Saúde Corporativa
Quando falamos em qualidade de vida, a saúde corporativa tem papel fundamental. Muitas vezes, passamos mais tempo dentro da empresa, no trabalho, do quem casa, com a família e os amigos. Por isso, o Blog da Saúde está realizando uma cobertura especial para acompanhar o que a de novo quando o assunto é gestão de pessoas.
Quais novidades, quais tendências, o que muda, quais são as novas ferramentas, tecnologias e produtos…
Teve início nesta terça-feira, 17, a 36ª edição do CONARH 2010 – Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas, realizado durante a Expo ABRH, no ExpoTransamérica, em São Paulo.
Durante a cerimônia de abertura do evento, a presidente da ABRH-Nacional, Leyla Nascimento, falou sobre o tema deste ano: “Um janela para o novo”, que tem como proposta incentivar a reflexão, promover o debate e discussões sobre os rumos do setor de gestão de pessoas.
Este ano, o Congresso está dividido em cinco eixos: Alinhar, Descobrir, Realizar, Avançar e Atrair, programação que foca a transformação de ambientes organizacionais, as inovações, tendências e os desafios do setor.
O evento, que acontece até sexta-feira, 21, contará com palestrantes nacionais e internacionais, além de empresas expositoras de diferentes setores, produtos e serviços e profissionais de RH.
O Blog da Saúde está acompanhando e trará todas as novidades. Veja as imagens do primeiro dia de evento e acompanhe!
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agosto 13, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Corporativa
Profissão reconhecida e incentivada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a quiropraxia se dedica em avaliar as estruturas do corpo humano responsáveis pela realização do movimento, em especial as relações da coluna vertebral com o meio em que vivemos.
Dessa forma, oferece uma nova proposta terapêutica, voltada ao diagnóstico, tratamento e prevenção de lesões e problemas nas articulações, músculos, tendões, nervos e outras estruturas, bem como os efeitos destas alterações sobre a saúde em geral.
É uma área da saúde ainda pouco conhecida no Brasil, que surgiu em 1895, nos Estados Unidos.
O tratamento quiroprático é composto por técnicas manuais, orientações de hábitos posturais, programa de exercícios específicos e modificações do estilo de vida. Hoje em dia, a técnica vem sendo utilizada dentro de algumas empresas para promover a saúde e bem-estar dos funcionários.
O Blog da Saúde conversou com David de Mário Porto, da Vital Work, especialista em quiropraxia e serviços terapêuticos, que atua em mais de 50 empresas em São Paulo, Porto Alegre e Rio de Janeiro, com uma equipe formada por 25 terapeutas, responsáveis por mais de duas mil consultas por mês.
Como a quiropraxia age?
David de Mário Porto: Quiropraxistas podem detectar com precisão o local de origem do problema. Um exame detalhado, incluindo análise da postura, realização de testes específicos e, palpação cuidadosa das articulações, músculos e outras estruturas afetadas, informa ao profissional qual o local afetado.
Obtido o diagnóstico, é traçado um plano de tratamento apropriado a cada condição. A principal técnica utilizada é a manipulação ou ajustamento articular. Trata-se de um movimento rápido e preciso, que normalmente vem acompanhado por um estalo, realizado na articulação que está causando dor ou limitação de movimento.
Pessoas de todas as idades podem se beneficiar da quiropraxia, no entanto, o tratamento é feito com o emprego de técnicas específicas para cada idade.
Quais são os principais benefícios?
DMP: Os benefícios geralmente envolvem: diminuição da dor, relaxamento da musculatura e o aumento da mobilidade do corpo. A grande maioria dos pacientes submetidos ao tratamento de quiropraxia relatam a sensação de um corpo mais leve, relaxado, alinhado e mais disposto para enfrentar as exigências físicas do dia-a-dia.
Quais problemas são tratados com a quiropraxia?
DMP: Existe uma infinidade de problemas tratados com a quiropraxia, basicamente, as que apresentam melhores resultados são:
Dor muscular e/ou articular;
Dor nas costas;
Hérnias de disco;
Dor de cabeça causada por tensão (cefaléia tensional);
Restrições à movimentação;
Distúrbios posturais, como hiperlordose e escoliose;
Coadjuvante no tratamento de cólica menstrual;
Coadjuvante no tratamento de bronquite asmática.
Como a Quiropraxia pode ajudar no dia-a-dia?
DMP: As atividades comuns ao nosso dia-a-dia podem fazer com que as junções entre os ossos da coluna percam seu alinhamento ou movimento normal. Essas alterações podem ocorrer com maior ou menor gravidade, tornando-se dolorosas e afetando outras vértebras, músculos e nervos.
Com o passar do tempo, quando os problemas persistem, essa situação pode progredir, provocando o surgimento de alterações degenerativas, como a osteoartrose.
Imagine uma pessoa diariamente submetida a fatores estressantes, que a obriga adotar posturas viciosas e realizar movimentos repetitivos. Se associada ao sedentarismo e as tensões emocionais, certamente resultarão no desenvolvimento de “disfunções articulares”, seguidas de dores que, direta ou indiretamente, influenciarão no seu rendimento pessoal e profissional.
A quiropraxia, se aplicada por um profissional capacitado, poderá restaurar a função mecânica do corpo, proporcionando o alivio imediato da dor e reduzindo os riscos de desenvolver lesões futuras por sobrecarga no trabalho ou na vida pessoal.
Como funciona terapia corporal dentro das empresas?
DMP: Geralmente, a quiropraxia é aplicada dentro de uma sala reservada disponibilizada pela empresa para que o funcionário possa se sentir mais a vontade e desligado do ritmo acelerado de trabalho.
As sessões duram em média 15 a 20 minutos e não necessitam de nenhuma roupa específica. O quiropraxista avalia o quadro clínico do funcionário por meio de testes específicos que apontam as estruturas do corpo que não estão funcionando corretamente e que, frequentemente, sofrem sobrecarregas durante as atividades profissionais.
Após a identificação, o profissional aplicará uma série de técnicas manuais específicas para restaurar as funções mecânicas do corpo, e com isso reduzir as dores e/ou tensões quando presentes, como também, prepará-lo para as demandas físicas exigidas na atividade profissional.
Qual benefício para os funcionários?
DMP: É fundamental ter consciência de que o corpo funciona como uma máquina, que exige atenção e cuidados especiais para que não quebre ou reduza seu rendimento. Se não tivermos essa preocupação, viveremos uma velhice com o corpo limitada e geralmente, com dores que infelizmente se tornam irreversível.
O papel da quiropraxia não está apenas em restaurar as disfunções mecânicas do corpo ou aliviar dores, mas também, em dar melhores condições e orientar sobre as formas e cuidados corretos que precisamos ter.
Qual benefício para a empresa?
DMP: A empresa se beneficia em todos os sentidos, pois não apenas contará com profissionais mais dispostos, como também agregará valor ao funcionário, capaz de contribuir com a redação de custos.
Com as sessões de quiropraxia é possível reduzir o absenteísmo por motivos de saúde, custos tributários com previdência, além de evitar altos reajustes dos planos de saúde devido à taxa de sinistralidade.
A quiropraxia tem alguma contra-indicação?
DMP: Como toda terapia, existe sim contra-indicações, Porém, no caso da quiropraxia, são poucas as patologias que realmente impedem o tratamento. O indicado é consultar um especialista para uma avaliação.
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maio 25, 2010 por Blog da Saúde
Em: Saúde Corporativa
Para sentir-se realizado profissionalmente, abrir o negócio próprio ou continuar a prestar serviço basta aliar oportunidade com vontade. E os aposentados têm se mostrado cada vez mais de volta à ativa.
São dois principais fatores que levam a esse fato. O primeiro refere-se ao envelhecimento da população. Nos últimos 10 anos, o número de paulistanos com 60 anos
ou mais subiu 35% e chegou a 1,3 milhão. Se continuarmos nesse caminho, a Fundação Seade prevê que em 2024 o grupo da terceira idade ultrapasse o de crianças e jovens até 14 anos.
O segundo fator está ligado ao aumento do empreendedorismo no País de forma geral, conclusão de uma pesquisa realizada pela Global Entrepreneurship Monitor (GEM). Entre 55 e 64 anos, o índice aumentou e foi para 6,5 em 2009 – número que não passava de 3% um ano antes.
A GEM é uma pesquisa apresentada pelo Sebrae e Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP), para medir o empreendedorismo no Brasil comparado a outros países.
O Próprio Negócio
O aumento da expectativa de vida e o dinheiro extra guardado durante os anos pode ser um bom motivo encontrado pelos aposentados para abrirem o próprio negócio.
Encontrar uma fonte de renda alternativa também os deixa mais atentos às oportunidades, nos casos em que a contribuição à Previdência Social feita por 30 anos no caso das mulheres, ou por 35 no dos homens, não corresponde ao que desejam.
Quero voltar ao mercado de trabalho. O que procurar?
A diretora do Integrated Coaching Institute, Fátima Abate, dá a dica. Em um primeiro momento o aposentado pode tentar uma recolocação na área de consultoria ou na de mentoring, e desempenhar o papel de instrutor aos funcionários recém-chegados.
*Este post conta com informações do Jornal da Tarde
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novembro 5, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Corporativa
O ser humano nasce dotado desse dom: a Espontaneidade. No entanto, com o passar do tempo e o acúmulo de responsabilidades acabamos por pensar demais antes de falar e agir. Tal atitude nos faz refletir sobre a importância de nossas escolhas e seu resultado em nossa rotina. Abaixo, artigo da psicóloga Ana Flávia sobre o assunto, publicado no Blog da Simbiose Brasil. Boa Leitura!
Vivemos em constantes transições sociais, culturais e, principalmente, pessoais. Nesse cenário sem muitas respostas, mas com muitas perguntas, abro mais uma reflexão sobre as nossas escolhas. Nem sempre é fácil escolhermos entre uma coisa e outra, pois certamente a escolha que fizermos acarretará na perda de algo que também é significativo para nós.
Assim como em cada fase de vida, as escolhas que fazemos são singularmente diferentes, e cabe a nós avaliarmos como elas interferem no contexto em que estamos inseridos. Vamos nos descobrindo ao longo do tempo e, a cada descoberta, fazemos uma escolha.
Escolhi a Psicologia por querer saber os “porquês” da vida e uma de minhas descobertas no percurso acadêmico foi o Psicodrama. Esta teoria me chamou a atenção por ter como pilares conceituais a espontaneidade e criatividade, condições indispensáveis para o bom desenvolvimento dos diferentes papéis sociais, pelos quais se dão todas as relações humanas.
De forma indireta, espontânea, criativa e lúdica, as técnicas psicodramáticas conseguem estimular a manifestação verdadeira dos afetos individuais através da dramatização. Tive interesse em saber como essa teoria funcionava na prática. Em uma das “conversas de corredor” na faculdade, recebi um convite para ir ao Centro Cultural São Paulo para conhecer as sessões abertas de Psicodrama que acontecem lá. Escolhi confirmar minhas expectativas de que esse seria o momento ideal que abriria portas para novas descobertas e, conseqüentemente, novas escolhas.
Realmente é tudo muito espontâneo. O local onde acontecem as sessões é convidativo. O palco e o psicodramatista despertam a platéia a experimentar ser ator e autor de sua própria historia, colocando no palco questões trazidas pelos participantes, como situações familiares, amorosas, institucionais, enfim, aquelas que são da vida real.
Todos nós nascemos espontâneos e só deixamos de sê-lo devido a fatores adversos do ambiente afetivo-emocional e social. Quando permitimos trabalhar nossa espontaneidade ao longo da vida, podemos notar nossas ações desempenhadas com maior flexibilidade e criatividade. Nós escolhemos a faculdade que vamos fazer; a carreira profissional que queremos trilhar; as pessoas com quem vamos nos relacionar. E, se estamos fazendo escolhas, estamos buscando o que acreditamos ser melhor para nós, neste momento.
E você, tem feito as escolhas que acredita serem as melhores para o momento de vida que está?
Ana Flávia Fernandes Ferreira é Psicóloga formada pela Universidade São Marcos e atualmente desenvolve projetos na área de Recursos Humanos na empresa de comunicação Simbiose Brasil.
Psicodrama no CCSP
Realização: Associação Amigos do Centro Cultural São Paulo
Coordenação: Cida Davoli
Não há necessidade de inscrição.
Mais informações: Divisão de Ação Cultural e Educativa tel. 3397-4037 – Sábados, das 10h30 às 13h – Sala Adoniran Barbosa.
Para visitar a página do Psicodrama Público no Centro Cultural São Paulo clique aqui.
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setembro 29, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Corporativa
Diariamente no cotidiano corporativo nos deparamos com alguns “por quês” sobre remuneração, posicionamento…enfim, vários itens que funcionam (ou deveriam funcionar) como molas propulsoras para seguirmos adiante e nos aprimorarmos cada vez mais. Abaixo artigo sobre Remuneração Estratégica, de Renato Kyochi Bernardes, consultor da CC&G Gestão de Pessoas. Boa leitura!
Por que ele foi promovido? Quem não fez ou já passou por questionamentos sobre o que fazer quando o resultado esperado não condiz com o salário do profissional, ou ainda, o que fazer com descolamento entre o perfil do ocupante em relação ao papel que ele está assumindo na empresa? Por que determinado profissional foi admitido com salário superior ao praticado na equipe?
Estes são questionamentos comuns ao mundo corporativo atual. O mundo está em crescente mudança. Mercados emergentes, evolução de cadeias produtivas, paradigmas superados, evolução tecnológica formando uma aldeia global, permitindo comunicar e trabalhar em qualquer lugar. As empresas também passam por mudanças profundas. É um processo contínuo de transformação, principalmente tecnológica.
Para maximizar a velocidade no processo de tomada de decisão, tornando as organizações mais ágeis e flexíveis às mudanças e integradas, é essencial a fusão de divisões, departamentos e processos. É nesta roda viva que funções e cargos também são redesenhados, compactados e até extintos, exigindo uma profunda reflexão organizacional. Atividades e tarefas específicas de um cargo que o destacavam dos demais passam a fazer parte de uma nova carreira multi-especializada.
Hierarquização de cargos foi substituída por organização matricial. Posições de comandos engessados em níveis hierárquicos rígidos passam a ser flexíveis. Com todas essas transformações, os sistemas de remuneração tradicionais também precisam ser repensados. Há uma demanda crescente para promover a busca resultados e melhoria de desempenho; por isso, maior integração e visão comum das estratégias empresariais precisam ser contempladas nas metodologias de remuneração.
Se olharmos o passado, lembraremos que era quase impossível visualizar uma organização sem representá-la num organograma impresso em formato A1, e/ou dividido em partes: negócios, divisões, etc. Hoje, independente da complexidade, muitas são demonstradas numa única folha, um singelo A4, e se compararmos os níveis hierárquicos, iremos encontrar grandes transformações.
As próprias metodologias de cargos e salários, foram desenvolvidas para identificar, discernir e agrupar cargos em função dos seus requisitos obrigatórios e desejáveis. Mas muitas empresas ainda inseriram até remuneração por tempo de casa. Mas hoje, falamos em polivalência funcional, variabilidade e flexibilidade nas responsabilidades, competências humanas e funcionais, atuação matricial, situacional, por projetos e desafios.
A remuneração estratégica já é um diferencial competitivo, pois alinha os interesses pessoais aos resultados efetivos de um negócio, amplificando a visão corporativa das estratégias organizacionais e demonstrando, de forma clara e objetiva, o nível de contribuição de cada profissional no alcance dos objetivos estratégicos da organização.
Outra frente: essas mudanças devem ser acompanhadas de uma nova postura do profissional. Ele precisa, efetivamente, conhecer o negócio da empresa, seu planejamento estratégico, sua missão, visão e valores. E a partir daí, traçar seu desenvolvimento e apoiar a empresa na sustentabilidade do negócio.
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setembro 23, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Corporativa
Alguns aspectos físicos que fazem parte da rotina de 90% dos profissionais merecem uma atenção especial. Sintomas como fortes dores de cabeça, tonturas, oscilação de humor, insônia, dificuldade de concentração e problemas digestivos podem ir além dos famosos diagnósticos de cefaléia nervosa e gastrite para a chamada Síndrome de Burnout – que traduzido do inglês to burn out significa queimar por completo.
Pesquisas realizadas ao longo do tempo sinalizam que a pessoa que sofre desse mal apresenta tamanha fadiga, tanto física quanto emocional, que chega ao extremo de isolar-se dos demais, após uma sequência de episódios em que se configura comportamento irritadiço e agressivo.
Para Dirce Perssinotti, psicóloga do Centro de Dor do Hospital Nove de Julho, os profissionais mais suscetíveis à Burnout são os que realizam atividades mais expostas ao contato direto com o público e sofrem sua pressão, como médicos, em especial socorristas, professores, repórteres e aqueles que lidam diretamente com a opinião do público, como atendentes em diferentes modalidades.
Muito se especula sobre as experiências emocionais de cada indivíduo, que somadas à pressão do trabalho e dos relacionamentos pode agravar os casos clínicos confirmados da Síndrome de Burnout. Para a psicóloga Rosa Eugênia de Freitas, que já colaborou para o Blog falando sobre o mundo corporativo e as emoções tóxicas, “vários aspectos emocionais interferem, pois como esta síndrome causa um sofrimento psíquico intenso com relação ao trabalho, a falta de estímulo, a pressão e competição geram medo, pensamentos negativos, frustração, aflição, angústia, depressão ou sintomas depressivos.”
Diante de tantas características e situações que nos parecem próximas e comuns na rotina profissional uma questão em relação à patologia merece atenção especial: Burnout está relacionada com a exaustão física e mental devido à ausência de reconhecimento do trabalho ou refere-se a um dos tipos de depressão clínica?
Ouvimos o Dr. Catulo Cesar Magalhães, médico psiquiatra membro do corpo cínico do Centro de Dor do Hospital Nove de Julho que nos diz que entre os fatores aparentemente associados ao desenvolvimento da Síndrome de Burnout está a pouca autonomia no desempenho profissional, problemas de relacionamento com as chefias, problemas de relacionamento com colegas ou clientes, conflito entre trabalho e família, sentimento de desqualificação e falta de cooperação da equipe.
Magalhães enfatiza “acredito que essa Síndrome de Burnout seria a consequência mais depressiva do estresse, desencadeado pelo trabalho. Já os autores defendem a Síndrome de Burnout como sendo diferente do estresse. Eles alegam que esta doença envolve atitudes e condutas negativas com relação aos usuários, clientes, organização e trabalho, enquanto o estresse apareceria mais como um esgotamento pessoal com interferência na vida do sujeito e não necessariamente na sua relação com o trabalho.”
Ao ser questionado sobre os modelos de gestão atuais o psiquiatra é enfático ao afirmar que a dedicação exagerada à atividade profissional é uma característica marcante de Burnout, mas não a única. O desejo de ser o melhor e sempre demonstrar alto grau de desempenho é outra fase importante da síndrome. “O portador de Burnout mede a auto-estima pela capacidade de realização e sucesso profissional. O que tem início com satisfação e prazer, termina quando esse desempenho não é reconhecido. Nesse estágio – necessidade de se afirmar – o desejo de realização profissional se transforma em obstinação e compulsão.”
E você? Conhece alguém em seu ambiente de trabalho que apresente tais sintomas? Em sua opinião o que precisa ser mudando no cotidiano profissional para que males clínicos como esse sejam cada vez menores? Comente
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setembro 14, 2009 por Blog da Saúde
Em: Últimas Notícias
No último sábado, 12, no auditório da UNIP Vergueiro aconteceu a primeira edição do Prêmio Top Blog 2009. Lançado em maio de 2009 como um dos canais de comunicação da Victory Consulting, o Blog da Saúde foi eleito pelo júri popular como o melhor Blog Corporativo na categoria Saúde.
Com conteúdo atualizado diariamente o Blog da Saúde tem como premissa atender aos sete pilares da Saúde fundamentais para uma vida saudável. Além dos textos e vídeos disponíveis, o canal de comunicação apóia desde ações como a Corporate Run – corrida de rua direcionada aos executivos até a participação com estande exclusivo no Conarh 2009 – maior Congresso de Gestão de Pessoas da América Latina.
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agosto 24, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Corporativa
Você é do tipo que 5 minutinhos de sono a mais de manhã bastam para acordar com pique total? Ou é daqueles que depois do almoço não pensa em outra coisa a não ser tirar um cochilo? Cada pessoa tem um metabolismo, com necessidades físicas e psicológicas diferentes.
O período do dia em que estamos mais dispostos provavelmente não é o mesmo daquele que trabalha ao nosso lado, por isso uma alternativa para as empresas aumentarem sua rentabilidade e o rendimento de seus colaboradores é adaptar a escala de trabalho ao período em que seu funcionário sente-se mais ativo.
A medida extremista que visa reduzir o absenteísmo e o presenteísmo ainda é bastante polêmica, mas existem outras práticas que auxiliam na redução do nível de cansaço e estresse dos colaboradores e ainda garante mais eficiência e qualidade à produção. A livraria FNAC é um dos exemplos de empresas que buscam aderir à prática: suas lojas contam com um espaço de convivência aos seus colaboradores.
O Blog da Saúde conversou com Rosimeire Rodrigues da área de Treinamento e Desenvolvimento para saber mais sobre esse ambiente da empresa. Confira!
1. Como é equipado esse espaço de convivência para os colaboradores da empresa?
O espaço é equipado com sofás, televisão, terminais de computadores intranet. Há um projeto piloto que será implantado na Unidade Paulista contará com jogos de dominó, pebolim, etc.
2. Por que foi criado?
Foi criado com o intuito de oferecer um local de descanso aos colaboradores, onde eles possam relaxar, tomar uma água, ler e conversar.
3. A área fica aberta durante todo expediente?
Sim. A área não tem nem porta.
4. Qual o horário do dia que fica mais cheia?
O horário de expediente é dividido em três turnos, na entrada e saída dos turnos é quando o local fica mais cheio. Principalmente, logo de manhã e depois do almoço.
5. Os funcionários costumam frequentar o espaço?
Uns com mais freqüência, outros com menos, mas todos os funcionários são adeptos do local.
6. Quais os pontos positivos que a empresa vê em ter um ambiente como este?
Esse é um espaço que possibilita à integração dos colaboradores. É também um local onde eles se atualizam, tanto com informações de jornais e revistas disponibilizados na área, quanto com informações internas através de um mural de avisos da empresa.
7. E os negativos?
O ponto negativo é a delonga de um bate-papo. Mas isso não interfere bruscamente no trabalho, já que há o acompanhamento do gestor de cada área.
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agosto 21, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Corporativa
“O sinal emocional tem um papel auxiliar, aumentando a eficiência e a rapidez do raciocínio. Que imensa estupidez não integrar razão e emoção para uma maior produtividade e resultados, e, principalmente, para nossa felicidade como seres humanos”.
Foi sob esta perspectiva que a palestra “Relações com resultado: onde razão e emoção se encontram” arrancou aplausos efusivos do público presente no Conarh 2009. As palavras que abrem o texto são do professor e presidente da Business Scholl São Paulo – BSP Carlos Faccina, que acompanhado de Geraldo Carneiro (escritor) e José Bologna (psicanalista e titular da Ethos Desenvolvimento Humano e Organizacional) falaram ao público sobre a relação entre as pessoas e a importância deste relacionamento ser sadio, para melhor produtividade nas empresas e satisfação dos colaboradores.
No encontro, os profissionais falaram sobre a mudança no contexto comportamental ocorrida entre os séculos XX e XXI. O que antes se configurava como uma entrega total ao trabalho, de maneira concreta e até um pouco “fria”, se flexibiliza no século XXI ao trazer uma possibilidade a mais para realizar. Continuamos com a praticidade de antes e agregamos a sensibilidade para perceber o que há além do produto.
“A Gestão de Pessoas nos dias atuais atua de forma estratégica e demonstra como
esses ingredientes, primeiramente invisíveis a olho nu agregam nos resultados da empresa. “
*Com informações do Canal RH
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agosto 7, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Corporativa
Prazos, metas, números. Diariamente somos cobrados por melhores resultados. Além da demanda de trabalho aumentar dia a dia o tempo parece que corre na contra mão das tarefas por ser cada vez menor. Assim, alguns gestores optam por “pressionar” suas equipes para obter sempre o melhor resultado. Uma observação importante, no entanto, é a de linkar ações de incentivo para que se obtenha o resultado esperado.
Planejamento e estratégia são as melhores maneiras de se atingir metas. Terrorismo e cobranças intangíveis só comprometerão os resultados. Profissionais estressados podem desenvolver problemas de saúde como gastrite, insônia e dores de cabeça, além de “contaminar” o restante da equipe com desânimo e falta de confiança no trabalho.
Um bom planejamento das atividades aliado à um Programa de Qualidade de Vida eficaz pode resolver este tipo de problema e otimizar os resultados. Conversamos com Vanessa Araújo, da área de Recrutamento e Seleção da Victory Consulting. A psicóloga enumerou 10 práticas para os gestores acertarem na hora de cobrar um trabalho. Confira.
- Conhecer o perfil do funcionário e o estilo de trabalho é fundamental para saber cobrar: alguns profissionais se irritam se cobrados diariamente, outros precisam ser cobrados com mais frequencia. O gestor que conhece sua equipe sabe como tirar o melhor de cada um.
- Deixe clara a meta a ser atingida e o prazo, pergunte se há dúvidas antes e no decorrer do processo. Quando não há dúvidas quanto ao trabalho a ser desenvolvido, as chances de sucesso e cumprimento de prazos é maior.
- Estimule o aproveitamento do tempo, não dê metas com prazos extremamente curtos ou muito longos. Se o tempo é curto, o profissional terá um desgaste maior e se o prazo é longo, o foco acaba perdido, além de provocar a desmotivação na realização do trabalho.
- Se você detecta que o tempo está sendo mal administrado, estude as causas desse problema – nem sempre o profissional está desperdiçando o tempo, talvez ele esteja desmotivado.
- Quando a pressão por resultados é muita intensa e comum em seu ambiente de trabalho, é interessante desenvolver projetos que ajudem os funcionários a lidar com essa pressão no dia-a-dia. A empresa é responsável também pela qualidade de vida de seu colaborador.
- Dê feedback sempre. O feedback ajuda a corrigir falhas e deixa o profissional ciente se está ou não atendendo as expectativas e em quais aspectos precisa melhorar.
- Ofereça incentivos aos funcionários. Recompense e comemore sempre que a equipe atinja as metas.
- Esteja atento aos “sintomas” entre seus funcionários: trabalho além do expediente, atrasos, absenteísmo e problemas de saúde podem ser sinais de que a pressão está além do nível suportado.
- Evite acirrar a pressão com a competição no ambiente de trabalho. Sempre que possível, estimule o cumprimento de metas grupais e a colaboração no ambiente de trabalho. Essas atitudes ajudam a melhorar o ambiente de trabalho.
- Prepare-se também para a hipótese de não atingir uma meta. É importante saber lidar com a frustração e ajudar a equipe a suportar esse sentimento. Reflitam sobre o que pode ter falhado e o que precisa melhorar para alcançar o sucesso no próximo desafio. Reconhecer as falhas e buscar o aprimoramento é saudável!
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maio 25, 2009 por Blog da Saúde
Em: Saúde Corporativa
Assim como cuidar de seu bem estar físico é fundamental, a saúde da empresa onde trabalha também reflete muito sobre seus resultados. Ao acordar todos os dias você se sente feliz e disposto a encarar mais um dia de trabalho? Pare e reflita. Empresas saudáveis possuem funcionários comprometidos e realizados.
Sabemos que competitividade e reconhecimento são importantes para nosso crescimento profissional, porém, estes ingredientes precisam estar alinhados com uma boa gestão de pessoas. Caso contrário seus efeitos colaterais podem ser desastrosos. Listamos algumas características típicas de empresas doentes.
- Fofocas;
- Desmotivação;
- Falta de comprometimento com horários e prazos;
- Queda nos lucros;
Empresas engajadas no momento presente e de olho no futuro promovem programas de qualidade de vida aos funcionários, plano de carreira, cuidados e orientação sobre a preservação do meio ambiente entre outros. Estas ações em harmonia trazem resultados financeiros positivos e satisfação dos clientes internos e externos.
A Revista Época divulga, anualmente o ranking das 100 melhores empresas para se trabalhar – GPTW – Great Place to Work. Uma das premissas para a seleção é a demonstração de bom relacionamento entre líderes e liderados. Isso porque a entrevista é feita direto com os colaboradores. E são eles que decidem se a empresa é ou não merecedora do prêmio.
Separamos para você algumas características de ambientes de trabalho saudáveis – na torcida para que se identifique com eles – Confira!
Para as empresas:
- Recebem profissionais mais qualificados em seus processos de recrutamento;
- Diminuem custos relacionados à saúde porque investem em promoção e prevenção;
- Alcançam altos índices de satisfação e lealdade dos consumidores;
Para os colaboradores:
- Satisfação interna;
- Confiança entre equipe e líderes;
- Motivação para novos desafios;
- Reflexos positivos nas relações pessoais.
Você considera seu ambiente de trabalho saudável? Por que?
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