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Como anda a sua saúde bucal?

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Em um estudo publicado pelo Journal of the Academy of Nutrition and Dietetics, notou-se que a cárie é a doença bucal mais comum e transmissível entre os humanos. Além deste problema, uma série de malefícios podem ser gerados por causa de uma péssima higienização e hábitos alimentares ruins.

Para prevenir dessas doenças, segue uma lista de alimentos benéficos para a saúde bucal:

– Queijo: Possui cálcio, fósforo e caseína, que ajudam a neutralizar o pH da boca, diminuir a incidência de bactérias e reparar o esmalte dos dentes.

– Chocolate amargo: Possui flavonóides, que auxiliam na prevenção de cáries.

– Maçã: Mastigá-la massageia as gengivas e estimula o fluxo sanguíneo da boca. Essa fruta é bem conhecida por sua função de “autolimpeza”, diminuindo o número de bactérias.

– Goiaba: Possui Vitamina C, que diminui o sangramento relacionado a doenças periodontais. Além disso, contém fibras, que ajudam na faxina dos dentes.

– Chá Verde: Reduz a incidência de doenças periodontais e protege os dentes das cáries, graças ao flúor.

– Uva-passa: Possui ácido oleanólico, que inibe o crescimento de bactérias e previne outros males.

– Pera: As fibras presentes nesta fruta produzem saliva e elevam o pH da boca, diminuindo a incidência de bactérias. Além disso, é um alimento “detergente” cuja função é eliminar resíduos presentes na superfície dental.

– Salmão: O cálcio e a vitamina D ajudam no fortalecimento dos dentes.

Fonte: Revista Pense Leve

76765623A busca pelo sorriso perfeito é mais que uma questão de estética! Dentes bonitos são dentes saudáveis e garantem o bem-estar não só da boca, mas de todo o sistema digestivo e, consequentemente, de todo o corpo. Por isso, alguns simples cuidados são essenciais! A dentista Carolina Sousa, da Supreme Odonto, selecionou algumas dicas super fáceis para manter o sorriso sempre bonito e saudável! Confira:

Pare de fumar

Os fumantes têm três vezes mais chances de desenvolver doença periodontal. Além disso, a recuperação não é tão boa após o tratamento quanto a dos não fumantes.

Nada de refrigerante, nem mesmo o diet

Mesmo sem açúcar, o refrigerante diet pode prejudicar os dentes brancos, principalmente os compostos à base de cola, já que possuem alto teor de ácido, que enfraquece o esmalte dentário.

Sem estresse

Ranger ou apertar os dentes (o que se intensifica se você está estressado) pode causar desgaste excessivo e até rachaduras e lascas dentárias. Se você tem alguns destes sintomas, o dentista pode lhe prescrever uma placa miorrelaxante, que geralmente é feito à base de resina acrílica. Tente maneiras de se livrar do estresse, como fazer exercícios físicos e manter um tempo para o lazer.

De olho no coração

Estudos mostram que pessoas com doença periodontal possuem maiores riscos de ter um ataque cardíaco ou um acidente vascular cerebral, possivelmente porque a infecção aumenta a inflamação por todo o corpo. Portanto, faça visitas periódicas ao dentista. E sorria!

Capriche na escovação noturna

Durante o sono a temperatura da boca aumenta, a produção da saliva diminui e as bactérias encontram um ambiente ótimo para se proliferarem.

Bom hálito

97105645Dietas com baixo consumo de carboidratos podem provocar mau hálito. Evite alimentos e bebidas ácidos (refrigerantes, cebola, mostarda) ou com conservantes. O jejum prolongado também não é indicado e pode causar alterações no hálito.

Namore

Quando você beija, as glândulas salivares que ficam embaixo da língua e nas bochechas aumentam o estímulo de salivação. A saliva — que contém água, proteínas e sais minerais — combate a formação de placa bacteriana.

Pingue leite no café

As apaixonadas pelo expresso não precisam abandonar o hábito. Ao adicionar um pouco de leite ao café, você diminui a concentração das substâncias que mancham os dentes. O que viria com 100% de força, agora chega com 90, 80, 70%. Logo, quanto mais clarinho, melhor. Experimente esta proporção: um terço de leite para dois de café.

Não escove os dentes logo depois da refeição

Escovar os dentes logo após as refeições, por mais higiênico que pareça, não é uma boa ideia, especialmente se você tiver consumido alimentos cítricos. É que o ácido corrói o esmalte dental e, se a escova e a pasta entram logo em ação, ajudam a destruir ainda mais essa proteção natural. “A escovação imediata prejudica principalmente quem tem raízes expostas ou sensibilidade, o ideal é esperar de 20 a 30 minutos para fazer a faxina”. Explica a profissional.

Canudinho

O suco de laranja não está no grupo de amigos do sorriso. “Ele tende a dissolver minerais na estrutura dos dentes, o que causaria impactos diretos na consistência do esmalte. Esse e outros sucos cítricos, como de abacaxi e limão, desgastam o esmalte em mais de 80%”. Esclarece Carolina. Como você não vai — nem deve — deixar de bebê-los, uma dica para aliviar a acidez é usar um canudinho para empurrar o líquido para a garganta.

Chá-verde

A bebida  ajuda a deixar seu sorriso mais saudável e bonito. Pesquisadores da Universidade de Kyushu, no Japão, mostraram que pessoas que o bebem com frequência apresentam menos doenças periodontais. A ação da catequina explica o fenômeno, pois a substância tem efeito antioxidante. O lado B: pesquisas revelaram que a bebida escurece os dentes. A dica é beber com moderação.

Faça bochechos com água

Minutos depois de beber refrigerante ou vinho, faça um bochecho com água. Isso vai ajudar a eliminar substâncias ácidas que escurecem seu cartão de visita. Meia hora depois, é claro, a escovação finaliza a higienização.

carnaval_grouponO Carnaval ainda não acabou. Durante a festa, e em outros grandes eventos, é comum, principalmente os jovens esquecerem a importância da saúde bucal.   Para ajudar o folião a curtir a festa sem nenhum contratempo, Guilherme Correia, especialista em saúde bucal do Hospital CEMA, dá algumas dicas importantes.

Naturalmente, a saliva possui inúmeras bactérias que fazem parte da flora do corpo, pois elas ajudam na defesa de algumas doenças. Entretanto, ela também é um meio de transmissão de vírus e bactérias, por isso, é preciso ter cautela de na hora da folia sair beijando na boca.

“Além dos vírus e bactérias mais comuns, também é possível transmitir a hepatite B, que é uma doença que contamina por meio de secreção. Então, o sangue, suor, saliva e sêmen são as formas mais comuns de transmissão”, alerta o especialista.

Em teoria, a melhor forma de prevenção é evitar o contato, mas é óbvio que isto nem sempre é possível e, neste caso, a dica é cuidar da saúde da boca. “O ideal é ter cuidado, o risco de transmissão de doenças pela boca não é tão grande quanto por meio do contato sexual, mas manter a boca sempre limpa e ficar atento a qualquer tipo de lesão na mucosa é fundamental para evitar a contaminação do local”, recomenda o médico.

Além disso, é importante completar a limpeza da boca com uso do fio dental. No caso dos enxaguatórios bucais é necessário ter atenção, pois eles podem conter álcool e machucar a mucosa da boca. O especialista do CEMA ressalta ainda que é essencial manter-se hidratado e sempre fazer o autoexame, no espelho sem usar as mãos, e olhar o interior da boca, embaixo da língua e perto da garganta. Havendo qualquer anormalidade, procurar um especialista imediatamente.

Com todos esses cuidados em dia, só resta aproveitar a folia do carnaval!

Escovas de cerdas duras são mais eficazes? Quanto mais creme dental na escova, melhor a escovação? Para esclarecer essas e outras dúvidas, o INPAO Dental desenvolveu um vídeo no qual a cirurgiã dentista Dra. Valéria Côtes explica as dúvidas mais comuns das pessoas sobre a saúde bucal.

Hoje (25/10) é comemorado o Dia da Saúde Bucal e o Dia do Dentista, aproveite a data e abuse das dicas.

denteO Ministério da Saúde anunciou o aumento de recursos para investir nas ações estratégicas do programa Brasil Sorridente. A  Portaria nº 1.585, publicada neste mês no Diário Oficial, tem o objetivo de financiar a confecção de próteses odontológicas, como dentaduras, em 425 municípios brasileiros.

O investimento amplia o credenciamento dos Laboratórios Regionais de Próteses Dentárias de 1.429 para 1.799 em todo país. O Ministério da Saúde também está aumentando os recursos de incentivo para a confecção de próteses, recurso que passou  de R$ 100 para R$ 150, por unidade. Somente no último ano, 413.275 próteses foram produzidas no Brasil.

Os laboratórios fazem parte do Programa Brasil Sorridente, iniciativa inédita do Governo Federal para oferecer saúde bucal de qualidade para a população. Até 2003, praticamente não havia oferta de próteses odontológicas no Sistema Único de Saúde (SUS). Com a criação destes laboratórios, a rede pública de saúde passou a ofertar o serviço reabilitador, uma das principais necessidades relacionadas à saúde bucal.

Também está sendo repassado pelo Ministério da Saúde recursos para Centros de Especialidades Odontológicas na região Nordeste. Os municípios de Orós, no Ceará, e Alagoa Nova, em Alagoas vão receber o valor de R$ 8.250, cada um para custeio de um CEO tipo I. Já o município de São Raimundo Nonato (Piauí) vai receber R$ 11 mil para a unidade de tipo II da região. A Portaria Nº 1.647, publicada neste mês, determina a transferência automática dos recursos mensais para os Fundos Municipais de Saúde correspondentes.

blog_piscandoCriado em 2004, o Programa Brasil Sorridente faz parte da Política Nacional de Saúde Bucal e prevê uma série de ações para facilitar e ampliar o acesso da população ao tratamento odontológico gratuito aos brasileiros por meio do SUS.

Entre as medidas do programa estão ações de promoção e prevenção, com viabilização da adição de flúor nas estações de tratamento de águas de abastecimento público; a reorganização da Atenção Básica em saúde bucal, principalmente com a implantação das Equipes de Saúde Bucal na Estratégia Saúde da Família; a ampliação e qualificação da Atenção Especializada, especialmente com a implantação dos Centros de Especialidades Odontológicas e a reabilitação protética, por meio dos Laboratórios Regionais de Próteses Dentárias. 

denteAntes mesmo de sentir aquela dorzinha na gengiva, de quando o dente começa aparecer, já aparecem as muitas dúvidas de quem quer extrair o dente do “juízo”, ou melhor, o siso. Tirar ou não tirar, quando fazer e como?

Segundo o dentista Dr. Henrique Taniguchi, do Centro de Cirurgia Oral (CCO), o mais importante é avaliar a indicação e procurar um especialista com habilidade em extração para realizar o procedimento. “A remoção dos sisos tem suas devidas indicações, se for necessário removê-los, é melhor fazer do que ter comprometimentos futuros. O procedimento é tranquilo, feito com anestesia local e o paciente não sente dor alguma”, explica.

Para esclarecer algumas dúvidas veja alguns Mitos e Verdades sobre a cirurgia de extração de siso:

blog_piscandoVermelhoO siso não deve ser tirado na adolescência.

Mito – A idade ideal para realizar a exodontia dos sisos depende muito da forma e posição que estão os dentes. Existe uma pequena variação de paciente para paciente. Segundo o Dr. Henrique Taniguchi, normalmente, a melhor idade é por volta dos 17 anos, quando os dentes estão em uma posição mais favorável para remoção.

blog_piscandoVermelhoO siso pode atrapalhar tratamentos ortodônticos.

Verdade – Dependendo da posição dos sisos, sim, eles podem atrapalhar o tratamento ortodôntico. “Normalmente, as pessoas esperam para realizar o procedimento com mais de 16 anos, pois isso depende muito da sua cronologia de erupção dentária. O importante é fazer uma avaliação do caso com um ortodontista ou cirurgião bucomaxilo para saber qual conduta deve ser seguida”, afirma Taniguchi.

blog_piscandoVermelhoPodem ser retirados os 4 sisos de uma única vez.

Verdade – Segundo o dentista, isso vai depender do grau de dificuldade para a remoção do dente. “O profissional pode julgar melhor remover um lado e depois o outro, deixando um lado livre para o paciente mastigar. Costumo adotar a conduta de remover os quatro sisos, pois consigo realizar o procedimento em um tempo reduzido, sendo assim submeto o paciente a apenas uma cirurgia e repouso. O mais importante é que seja um especialista acostumado a este tipo de procedimento”, ressalta. “Agora, se optar por tirar dois dentes de cada vez, o mais indicado seria remover um lado depois o outro, para que o paciente tenha um lado para mastigação não foi operado.”

blog_piscandoVermelhoA cirurgia é muito demorada.

Depende – A realização da cirurgia de exodontia dos 4 sisos inclusos demora, em média, 1 hora. “Em algumas clínicas, como a nossa, este é um procedimento de rotina e acabamos fazendo em um tempo menor”, conta o dentista especialista em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial.

blog_piscandoVermelhoDeve-se deixar as raízes dos sisos.

Mito Não é normal deixar as raízes dos dentes. Caso sejam deixadas, dependendo do tamanho e se a região não tiver nenhuma infecção, o paciente deve realizar um acompanhamento, pois, provavelmente, estas raízes não sairão espontaneamente.

blog_piscandoVermelhoDepois da extração do siso preciso fazer repouso.

Verdade – Por ser um procedimento cirúrgico, é recomendado ao paciente um repouso mais absoluto nos primeiros 3 dias, depois a rotina pode ser reestabelecida.

blog_piscandoVermelhoSe a cirurgia for bem feita, não inchará.

Mito –  Em relação ao inchaço após a cirurgia, tudo vai depender de como estava a posição do dente e como foi realizado o procedimento cirúrgico. “Nem sempre dentes que estão inclusos (que não tinham nascido) irão ter um pós-operatório com edema (inchaço). Entretanto, se o profissional teve que remover osso (osteotomia) e de alguma forma traumatizou o tecido mole, provavelmente o paciente terá um pós-operatório mais desconfortável. Por isso, é importante seguir um repouso mais rigoroso nas primeiras 48 horas”, explica o dentista.

blog_piscandoVermelhoÉ normal após a extração, não conseguir abrir a boca totalmente.

Depende –  Quando a cirurgia é mais invasiva, o paciente pode ter um trismo, ou seja, uma contratura dolorosa da musculatura da mandíbula, que normalmente volta ao normal após uma semana da cirurgia. Segundo o dentista, tomar anti-inflamatório, fazer bochecho com água morna e sal e compressa morna externa podem ajudar a aliviar a dor.

blog_piscandoVermelhoNão devo passar a escova na região operada logo após a cirurgia.

Verdade –  O correto é escovar os dentes normalmente menos na região onde foi realizada a cirurgia e complementar a higienização com uso do enxaguante oral.

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Muita gente hospeda o vírus do herpes e nem imagina. Sem ser percebido, ele se aloja no organismo e, diante de um baque no sistema imune, aproveita para dar as caras, principalmente no calor.

Vermelhidão, ardência, bolhinhas que se formam. Sim, é o herpes. Uma vez infectado cada um depende da capacidade de seu organismo de reagir ao vírus.

A doença pode ser de dois tipos: o Herpes Simples, labial e genital, ou o Herpes Zoster, que dá geralmente na região do tórax. E para nos ajudar a esclarecer as principais dúvidas sobre o assunto consultamos o Dr. José Ribamar Branco, infectologista do Hospital São Camilo.

 Como se pega herpes?

- A transmissão ocorre quando uma pessoa com o herpes manifestado encosta na pele de outra – seja o herpes labial ou genital.

Herpes Simples, seja labial ou genital, é adquirido por contato direto com uma pessoa contaminada, seja pelo contato pessoal ou na relação sexual. As chances de transmissão são bem maiores se a pessoa infectada pelo vírus estiver com lesões ativas.

Já o Herpes Zoster é a reativação do vírus da varicela (ou catapora) que a pessoa já havia adquirido, provavelmente na infância. Tanto o vírus do Herpes Simples como o do Herpes Zoster ficam latentes, isto é, “adormecidos” nos gânglios linfáticos. Quando há uma queda da resistência orgânica, da imunidade (exemplo: pós febre, trauma, quimioterapia, estresse, luz solar, desnutrição, menstruação, etc.), o vírus volta a se multiplicar, dando origem a um novo surto.

Quais tipos de herpes existem? 

– Herpes simples labial (HSV-1) e genital (HSV-2) e herpes Zoster

 O herpes mais comum é na boca. Porém, pode aparecer em outras partes do corpo?

 – O herpes se manifesta geralmente nos lábios ou na região genital, em alguns casos pode ocorrer no nariz, olhos, bochecha, nádegas e coxa.

 Há como prevenir?

 – Uso de preservativo nas relações sexuais e evitar contato com pessoas com lesões ativas

 Como se trata? O tratamento é diferente para diferentes tipos de herpes?

 – Existem medicamentos específicos, como o Aciclovir.

 Existe vacina para herpes?

 – Sim, mas a vacina foi parcialmente eficaz na prevenção do Herpes Simples labial e não protege contra o Herpes Genital.

 É verdade que a maioria das pessoas tem herpes, mas, em vários casos ela não se manifesta?

 – 90% da população são infectadas, mas não manifestam a doença. 10% apresentam a doença que se manifesta de temos em tempos.

Se você quer ter uma boca saudável, livre daquelas terríveis dores de dente e inflamações na gengiva, pode contar com uma ajudinha natural. É que algumas plantas, como as folhas de oliveira e de couve, combatem bactérias que causam aftas, cáries e mau hálito e ainda fortalecem os nossos dentes. Aprenda a usar essas milagrosas ervas para melhorar a sua saúde bucal e fique com um sorriso ainda mais bonito! Mas lembre-se: para ficar longe do consultório do dentista é essencial seguir as recomendações básicas de escovar os dentes três vezes ao dia, usar fio dental e antisséptico bucal.

CONTRA AFTAS

Suco de Couve: Tem nutrientes que ajudam a eliminar a acidez do estômago, o que é ótimo para combater o surgimento das indesejadas aftas.

Preparo: Bata no liquidificador 1 copo (americano) de leite com meia folha de couve (incluindo o talo).

Indicação: beba em jejum.

Contra cáries: 3 tipos de chás

Chá de Folha de Oliveira: Por ser rica em minerais e cálcio, a folha da árvore da azeitona fortalece a estrutura dentária. Tem nutrientes que também ajudam a prevenir o mal de Alzheimer e Parkinson.

Preparo: Em 1 litro de água fervente, despeje um punhado (o tamanho de sua mão) de folhas secas de oliveira. Ferva mais um minuto, deixe esfriar e coe antes de beber.

Indicação: Faça bochechos duas vezes ao dia

Chá Verde: Além de atacar as bactérias que causam as cáries, sua alta taxa de antioxidantes ajuda a combater o envelhecimento precoce da pele.

Preparo: Para cada 200 ml de água fervente (1 copo americano), acrescente 1 col. (chá) de ervas. Coe a bebida antes de ingerir.

Indicação: Faça bochechos três vezes ao dia.

Chá Preto: Elimina os vírus e as bactérias que causam a deterioração dental e protege os dentes.

Preparo: Deixe em infusão por cinco minutos 1 col. (sopa) de chá-preto em ½ litro de água. Coe em seguida e beba.

Indicação: Faça bochechos duas vezes durante o dia.

Contra mau hálito

Chá de Folha de Magnólia: Tem propriedades antibacterianas que agem contra os organismos responsáveis pelo mau cheiro da boca.

Preparo: Amasse a flor de magnólia e use o extrato para preparar a bebida.

Indicação: Faça bochechos três vezes durante o dia.

Chá de Cravo: Tem ação antisséptica e analgésica. Isso significa que ele ajuda a eliminar o mau hálito e ainda pode aliviar dores de dente causadas pelo surgimento de cáries.

Preparo: Ferva 1 xíc. de água e coloque em infusão dois cravos. Espere até que o líquido fique marrom.

Indicação: Faça bochechos duas vezes ao dia.

Mastigar folhas de hortelã e salsinha melhora o hálito

Fonte: M de Mulher

Uma pesquisa da agência norte-americana Centers for Disease Control and Prevention (CDC), publicada no site da Associação Brasileira de Odontologia (ABO), confirma que os homens são menos pró-ativos na manutenção da saúde de dentes e gengivas.

Os 800 participantes do estudo fizeram exames bucais e ficou constatado que as mulheres possuíam menor incidência de placa dental, cálculo e sangramento durante sondagem, fatores que podem ser usados como marcadores da doença periodontal.

Assim como já se sabe, por experiência, que as mulheres costumam dar mais atenção à saúde em geral e a uma alimentação mais saudável, o estudo também sugeriu que elas têm uma melhor compreensão do que envolve a saúde bucal, assim como uma atitude mais positiva em relação a visitas ao cirurgião-dentista, resultando em melhores condições bucais.

Além disso, também foi levantado que as mulheres são três vezes mais propensas a usar o fio dental diariamente. Este resultado ainda indica que os homens costumam procurar o profissional quando o problema, seja cárie, doença periodontal ou câncer bucal, já está em estágio mais avançado, com sintomas mais graves.

Mulheres vs Homens
*As mulheres são 26% mais propensas do que homens a usar fio dental diariamente;
*74% das mulheres ficariam envergonhadas por um dente faltando, em comparação com 57% dos homens;
*As mulheres são quase duas vezes mais propensas a notar falta de dentes de outra pessoa do que os homens;
*44% das mulheres estão conscientes de que os periodontistas podem ajudar a contribuir para uma boa saúde, em comparação com 33% dos homens;
*Homens são mais propensos a desenvolver câncer bucal e outras complicações dessa cavidade por serem mais negligentes que as mulheres nos cuidados bucais. Além disso, eles abusam mais dos hábitos nocivos – como fumar e beber em excesso – o que repercute na boca e saúde geral;

*Com informações da ABO

“O câncer bucal está aumentando de forma absurda”. O alerta foi dado por Newton Miranda de Carvalho, presidente da Associação Brasileira de Odontologia (ABO), em matéria da Folha de S.Paulo.

“Em 2012, estimamos que cerca de 7 mil pessoas foram diagnosticadas com a doença. Para 2013, estimamos 14 mil. Isso é um índice muito alto, está dobrando em pouco espaço de tempo. É o fumo, o álcool, o sol sem proteção, a radiação ataca o lábio”, disse ao jornal.

O anúncio foi feito nesta quinta-feira (25/10), Dia Nacional do Cirurgião-Dentista e da Saúde Bucal.

Segundo a associação, cerca de 27 milhões de brasileiros nunca foram ao dentista.

Mas a disparada estatística não condiz com a quantidade de profissionais que atuam no mercado, de acordo com a entidade, o Brasil concentra o maior número de dentistas do mundo, mas “a má distribuição geográfica é o problema”, diz Carvalho. Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil tem 22.139 equipes de saúde bucal em atuação.

É importante ressaltar que a higiene bucal é uma questão de educação e começa na infância. Os pais devem ser os vigilantes de seus filhos para criar o hábito de cuidar dos dentes e ajudar a baixar esta alarmante estimativa da ABO: mais de 50% das crianças de 5 anos têm cárie.

É comum falar do descuido na higiene bucal destacando os problemas como cárie, perda de dentes e mau hálito. Por isso, o título do post pode causar espanto e você se pergunta: o que tem a ver a gengiva com o coração?

Pare e pense: tudo que ingerimos passa pela boca, mais do que isso, se transforma. Isso acontece com os alimentos, bebidas e também com as bactérias.

Quando a higiene da boca não é realizada de forma adequada, gera um acúmulo de placa bacteriana (o ‘famoso’ tártaro), que é uma fina película que adere à superfície dos dentes e deposita-se no sulco gengival, causando uma inflamação chamada gengivite.

O Dr. Drauzio Varella publicou um artigo que explica todos os estágios da doença até chegar o nível mais grave afetando o funcionamento do coração.

No estágio inicial da gengivite, o osso e o tecido alveolar onde se fixam os dentes não são afetados. Sem os cuidados necessários, a gengivite pode evoluir para a periodontite, uma forma mais grave da doença que compromete todos os tecidos ao redor do dente (periodonto) que promovem sua sustentação, provoca reabsorção óssea, retração da gengiva e, consequentemente, mobilidade e perda dos dentes.

Nesses casos, a inflamação da gengiva progride e determinadas substâncias presentes na saliva fixam-se na placa bacteriana intensificando o processo inflamatório e criando condições favoráveis para a formação da bolsa periodontal, que afasta a gengiva dos dentes, favorece a contaminação por bactérias e o desenvolvimento de tártaro (cálculo gengival).

A endocardite bacteriana é uma complicação grave da periodontite. Estudos mostram que as bactérias instaladas nas bolsas periodontais podem disseminar-se na corrente sanguínea, alojar-se nas válvulas cardíacas e comprometer a circulação do sangue e o funcionamento do coração.

Causas

Além da falta de higiene bucal adequada, outras causas possíveis para a gengivite são: má oclusão, tártaro, cáries, ausência de restaurações, baixa produção de saliva, cigarro, certos medicamentos e a exposição a metais pesados, por exemplo, o chumbo e o bismuto.

Alterações hormonais que ocorrem na puberdade, durante a menstruação, na gravidez e na menopausa provavelmente explicam os episódios de gengivite que se instalam nessas fases da vida e, por isso, exigem acompanhamento odontológico e cuidados de higiene bucal especiais e redobrados.

A gengivite pode, ainda, ser uma manifestação associada a enfermidades, como herpes labial, diabetes, epilepsia, aids, leucemia, hipovitaminose, ou ser provocada por reação alérgica.

Estudos mostram que a gengivite e a periodontite estão relacionadas a fatores genéticos. Quando esse tipo de quadro é diagnosticado pela história familiar, a atenção aos cuidados com a higiene bucal deve ser intensificada.

Sintomas

Os sintomas mais comuns são inchaço, vermelhidão ao redor do contorno dos dentes e sangramento espontâneo ou durante a escovação e o uso do fio dental.

Quando a periodontite está instalada, esses sintomas se intensificam, o mau hálito se torna persistente, o paladar fica alterado e seus dentes parecem mais longos por causa da reabsorção óssea e da retração gengival. Dor é uma queixa nem sempre presente nesses pacientes.

Prevenção

A escovação adequada dos dentes e o uso do fio dental especialmente depois das refeições e antes de deitar, assim como passar por uma avaliação odontológica duas vezes por ano, evitar o consumo de açúcar e não fumar são medidas essenciais para prevenir a gengivite, a periodontite e suas complicações.

Tratamento

Os episódios iniciais de gengivite podem regredir desde que a escovação siga uma técnica bem orientada e o uso do fio dental seja constante.
Nos outros casos, o tratamento visa ao controle da infecção e à remoção do tártaro, ou seja, da placa bacteriana endurecida que separa a gengiva dos dentes. Para tanto, é feita uma raspagem acima e abaixo do contorno da gengiva com instrumental específico, utilizando ultrassom ou aplicando um spray com liquido composto por alguns sais. Essa raspagem é seguida de alisamento da raiz e polimento dos dentes para eliminar os focos de infecção. A prescrição antibióticos e anti-inflamatórios pode ser um recurso terapêutico importante em alguns casos.
A cirurgia periodontal pode fazer-se necessária quando essas intervenções terapêuticas não surtem os efeitos desejados.

Recomendações

*  Informe-se sobre a maneira correta de escovar os dentes. A boa escovação e o uso do fio dental são essenciais para manter a saúde bucal;
* Monitore a escovação dos dentes das crianças pequenas. Elas devem ser estimuladas a realizá-la sozinhas, mas muitas vezes precisam de ajuda no começo para adquirir bons hábitos;
* Evite alimentos e bebidas doces, especialmente se não tiver a chance de escovar logo os dentes;
* Escove sempre os dentes antes de deitar, mesmo que já os tenha escovado depois das refeições;
* Não se esqueça de que o cigarro também é um veneno para a gengiva e os dentes;
* Faça visitas regulares ao dentista e sempre que notar mudanças no aspecto de sua gengiva.

Fonte: Dr. Drauzio Varella

Imagem: Guerra dos Mutans

Ensinar os filhos logo na infância a cultivar o hábito de cuidar da higiene bucal pode ser uma tarefa nada fácil. Muitas crianças simplesmente fogem dessa hora do dia, não querem ver uma escova de dente nem feita de chocolate.

Buscando tornar esse momento mais tranquilo e conscientizar os pequenos e os pais sobre a importância da escovação, é que o aplicativo sobre prevenção de saúde bucal, A Guerra dos Mutans, foi lançado.

A história contada no aplicativo foi escrita pelo dentista brasileiro Fábio Bibancos, fundador da ONG Turma do Bem. A narrativa saiu em livro em 2000, já virou peça de teatro e agora, com novas ilustrações, foi desenvolvido por André Mertens para a versão Ipad.

Tratando o tema de maneira lúdica, por meio da história infantil que conta a batalha da família Rizo contra os Mutans: a família não gosta de escovar os dentes e acaba sendo aterrorizada pelos monstros.

Com o objetivo de educar, mas sem deixar de ser divertido e interativo, o aplicativo é destinado para todas as idades. Nele a criançada tem a opção de ouvir a história em “Leia para mim” ou ela mesma fazer a leitura em “Eu vou ler”.

Imagem: Guerra dos Mutans

A Guerra dos Mutans está disponível em três idiomas (português, narrado por Bibancos, inglês, pelo ator Tarcísio Filho, e espanhol, pela atriz Carmela Paglioli). E o download é gratuito no site da App Store.

Juntamente com a versão para Ipad, a Turma do Bem está travando uma “guerra” odontológica na sua página do Facebook a fim de mudar a percepção da sociedade sobre a saúde bucal dos brasileiros que, muitas vezes, não têm nem acesso a tratamento dentário.

Além de se divertir com o seu filho brincando no aplicativo, lá no Facebook você tem a oportunidade de conhecer o trabalho solidário desenvolvido pelos dentistas da Turma do Bem, que, desde 2002, doam sorrisos a muitas crianças pelo Brasil. ;)

Confira um pouco sobre o aplicativo nos vídeos abaixo:

A Guerra dos Mutans from Andre Mertens on Vimeo.

A Guerra dos Mutans Ipad from Andre Mertens on Vimeo.

Com a redução das taxas de fecundidade e mortalidade da população, está ocorrendo uma transformação drástica na estrutura etária brasileira. E, resultando do aumento da expectativa de vida dos brasileiros, é crescente a preocupação da odontologia com o atendimento de pacientes idosos.

O IBGE estima que no ano de 2025, o número de pessoas com 60 anos ou mais no Brasil aproxime-se dos 32 milhões, o que representaria 14% do total da população do país.

Essa realidade fez com que o Conselho Federal de Odontologia reconhecesse a Odontogeriatria como especialidade no ano de 2003, com o objetivo também de integrar social, psicológica, e funcionalmente o idoso, além de fazer a prevenção de doenças bucais, que podem aumentar os riscos de doenças sistêmicas.

Segundo o cirurgião-dentista, Fábio Ferrari, ao alcançar uma idade avançada, a chance de adquirir e desenvolver doenças crônico-degenerativas aumenta significativamente.

Após os 60 anos, o indivíduo apresenta 50% de chance de ter ao menos uma doença que, ao longo de sua história natural e com o envelhecimento, pode gerar déficits físicos e cognitivos (mentais e psicológicos).

Essas doenças comumente afetam a saúde oral do indivíduo (caso da diabetes), assim como a falta de cuidados com  a higiene bucal, agravando a condição de saúde geral do indivíduo. Por exemplo, a periodontite, inflamação grave da gengiva que aumenta a chance de infarto agudo do miocárdio.

Portanto, o odontogeriatra deve estar preparado para lidar com o paciente acometido por essas doenças em seus diferentes estágios. Por exemplo, é muito diferente o tratamento de um paciente na fase inicial do Mal de Alzheimer, quando ele ainda pode se deslocar até o consultório, do que na fase em que a doença está mais severa e o paciente já está acamado, o que faz com que o dentista se desloque até ele.

Mais importante ainda, é que o especialista conheça a evolução da doença, adequando o tratamento às mudanças da vida do paciente com o decorrer do tempo.

Então, a saúde oral, deve ser encarada como uma parte integrante da medicina e, portanto, segundo Ferrari, é imprescindível que o odontogeriatra tenha alguns requisitos básicos para o atendimento correto de pacientes idosos, como:

  • O total conhecimento das doenças já diagnosticadas dos pacientes;
  • O conhecimento das medicações que o paciente faz uso, suas possíveis interações e seus efeitos na cavidade oral;
  • Saber reconhecer e suspeitar de: sinais e sintomas de doenças crônicas ainda não diagnosticadas, grau de evolução e gravidade delas, grau de autonomia do paciente (até onde ele pode tomar decisões sozinho), de dependência e expectativa de vida do paciente;

As doenças sistêmicas que comumente afetam os idosos podem influenciar no tratamento odontológico de formas distintas:

  • Por suas manifestações e repercussões diretas na cavidade oral;
  • Pelos efeitos colaterais bucais causados pelos medicamentos e terapêuticas utilizadas para o tratamento das doenças;
  • Pelas complicações físicas e cognitivas resultantes dessas doenças e que comprometem os pacientes, diminuindo sua capacidade de manutenção da saúde oral;
  • Pelos cuidados que devemos ter no atendimento aos pacientes portadores de tais enfermidades;

A colheita de todas essas informações, feita através de uma avaliação correta na primeira consulta e da comunicação efetiva entre os profissionais e os pacientes, são imprescindíveis para um planejamento individualizado do tratamento, aumentando a probabilidade de sucesso e melhorando, assim, a qualidade de vida dos pacientes.

O cirurgião, Fábio Ferrari, relata as principais doenças sistêmicas que acometem os idosos e que, de alguma forma, repercutem na saúde oral:

  • Cardiopatias, sendo a hipertensão a mais comum delas e que exige cuidados com anestesia e ansiedade do paciente;
  • Diabetes mellitus do tipo 2, que aumenta a chance da pessoa desenvolver problemas graves de gengiva, além de dificuldades de cicatrização;
  • Doenças articulares – atrite e artrose, que dificultam a higienização por parte do paciente, acumulando restos alimentares, aumentando a chance de desenvolver cáries e gengivites;
  • Síndromes demênciais – o Mal de Alzheimer, a doença que mais cresce entre os idosos, é o mais comum. Tem progressão lenta e deixa o indivíduo com total dependência no dia a dia;

A moderna prática da odontologia compartilha dos mesmos ideais que a medicina, em melhorar a saúde do idoso bem como sua qualidade de vida, mantendo ou até mesmo restabelecendo a integridade de seu sistema mastigatório. Diante deste cenário, observa-se a importância da especialidade, pois os idosos necessitam de cuidados especiais e de profissionais especializados para lidar com tais particularidades.

É muito constrangedora a situação de ter algum conhecido com mau hálito e não saber como avisá-lo do problema. Para facilitar essa tarefa, a Associação Brasileira de Halitose (ABHA) criou um serviço que avisa quem tem hálito alterado por e-mail ou carta, sem identificar quem foi a pessoa que solicitou o serviço.

S.O.S Mau Hálito - Na carta enviada, a halitose é explicada e são sugeridos alguns testes que a pessoa pode fazer, como um autoexame da língua diante de um espelho, para verificar se há uma camada esbranquiçada ou amarelada que se deposita ao fundo. Além de trazer a indicação para se procurar um especialista e uma lista com profissionais em todo o Brasil.

Consciente de que algumas pessoas podem se aproveitar do serviço gratuito para enviar trotes, a Associação pede desculpas se quem receber o e-mail ou carta, não sofre do problema.

Segundo a ABHA, no Brasil, aproximadamente 30% da população sofre de halitose (mau hálito), cerca de 50 milhões de pessoas. A halitose em si não é uma doença, mas pode ser o sinal de que tem algo em desequilíbrio no organismo, algum problema de saúde ou alteração fisiológica.

Causas

A halitose é multifatorial, já que existem cerca de 60 causas distintas. Mas 90% dos casos têm origem na cavidade bucal. Os motivos podem ser de:

- Má higiene bucal ou placas bacterianas retidas na língua ou amídalas;

– Baixa produção de saliva, doenças de gengiva;

– Problemas em vias aéreas, como rinites, sinusites e adenóides.

– Estresse;

– Problemas renais ou hepáticos;

– Prisão de ventre acentuada;

– Origem fisiológica (jejum prolongado, dietas descontroladas, hálito da manhã e alimentação descontrolada)

– Uso excessivo de medicações;

– Fumo, drogas ou uso de bebidas alcoólicas;

– Utilização de soluções para bochecho que contenham álcool.

Desmistificação – Problemas relacionados ao estômago não interferem no hálito, somente em casos raros. Por muito tempo se acreditou que essa era uma evidência, mas nunca passou de crença, uma vez que não há nenhum dado científico ou clínico que comprove tal relação.

Como evitar

•    Procurar fazer pequenas refeições a cada 03 horas, jejum prolongado pode comprometer o hálito;

•    Evitar ingerir alimentos muito salgados, quentes ou condimentados, pois contribuem para o ressecamento bucal;

•    Ter uma dieta balanceada, incluindo uso de alimentos duros e fibrosos. Evitar consumir em excesso alimentos com odor carregado ou que contenham enxofre na composição, por exemplo, alho, cebola, picles, repolho, couve, brócolis;

•    Ingerir bastante água, média de 2 litros por dia;

•    Fazer corretamente a higiene bucal (incluindo limpeza da língua) e evitar o uso de soluções para bochecho que contenham álcool;

•    Ir ao dentista a cada seis meses para prevenir problemas dentários e gengivais;

•    Praticar atividades físicas e diminuir o estresse;

•    Evitar álcool e fumo em excesso;

A halitose pode causar problemas sócioemocionais, além de prejuízos pessoais e profissionais. O portador às vezes desenvolve insegurança para se aproximar das pessoas e conversar, depressão, ansiedade, entre outros fatores psicológicos.

Por isso é importante, após constatar que se tem mau hálito, buscar identificar as causas e o tratamento adequado para cada caso. Se você tem esse problema, não deixe de sorrir e se relacionar com os que estão a sua volta, procure um especialista.

Para avisar alguém que sofra de halitose, clique aqui.

Depois de uma dentista de Chicago, EUA, informar que é possível pegar uma cárie de outra pessoa, esse é mais um motivo para você visitar o dentista regularmente.

A recomendação é que a visita ao dentista seja feita duas vezes por ano. Já que em alguns problemas bucais demoram a vir os incômodos, esse é o intervalo de tempo entre consultas de modo que o profissional possa rapidamente intervir, mal seja diagnosticado qualquer problema.

As cáries são causadas por bactérias que se aderem aos dentes e desfrutam do que sobrou da sua última refeição; uma das consequências é a degeneração dentária.

As crianças são mais vulneráveis ao problema, é verdade, e estudos comprovam que a maioria delas contrai a bactéria de pessoas próximas, por exemplo quando a mãe resolve experimentar a comida do bebê, explica a dentista de Chicago, Margaret Mitchell, ao The New York Times. Estudos também apontam a transmissão entre casais.

As recomendações são aquelas básicas, uso frequente de fio dental e escovação adequada. Já que as cáries podem ser transmitidas de pessoa para pessoa, vale ter um cuidado redobrado com a saúde bucal.

Por fim, ilusões de ótica para mostrar coisas que só seu dentista consegue ver, em uma campanha da Associação Dental do Canadá (Canadian Dental Association), criada pela DDB, em Vancouver.

Imagem: Ads of the world

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